Notas iniciais
Minhas lindas! Desculpem a demora, por favor! Ontem fui pega por uns acontecimentos. Então para me retratar, hoje terá um bônus para vcs. A noite postarei, Ok? Agora parando para surtar... aaaaaaaaaaaaahhhhhhh... Ultrapassamos 100 comentários, flores! Armaria... Estou pirando, pulando, gritando, chorando de tanta alegria. Vcs são as melhores! Já falei isso hoje? Pois é... AS MELHORES! Obrigada por cada comentário lindo e carinhoso. Vcs me dão a força que preciso pra me dedicar ao máximo. Obrigada! Aqui vai um capítulo que vai encaminhar definitivamente a história. Espero que vcs gostem! Ah, e Pov do Christian como bônus! hehehehehe Sem mais delongas...
Aproveitem e boa leitura, baby's. ;)

Capítulo Oito – Aproveitar a vida

(Música do capílulo)

http://www.youtube.com/watch?v=7YGuJFj0YDc

Ele termina o beijo mordendo de leve o meu lábio inferior. Quando volto para terra, lembro-me da nossa família e principalmente do Ray. Ainda abraçada ao Christian olho para eles e a única que olha para nós é a sua mãe. Ela está com a boca aberta de... Surpresa? Ele me solta e também observa a nossa família franzindo a testa quando vê que sua mãe assistiu a tudo. Ela para de olhar e volta sua atenção para Elliot que deve está contando alguma piada.

- Você pode ir à minha casa no sábado? – ele pergunta com um sorriso sacana.

Penso um pouco, pois sábado será o dia que vamos nos mudar e vai ficar tudo uma bagunça. Ele levanta o meu queixo e me fita sério. Enquanto isso toca uma música pulsante que não reconheço quem o canta.

- Não sei. Sábado será a nossa mudança e preciso ajudar Kate organizar o apartamento. – respondo e franzo os lábios em dúvida.

- Faz assim. Se conseguir organizar tudo a tempo, você me liga. Pode dormir na minha casa se ficar tarde. Estou ansioso para te mostrar o contrato e podermos começar a brincadeira. – conclui e dá um sorriso simplesmente de molhar calcinha.

Brincadeira nada inocente! Penso. Minha respiração acelera quando penso no que ele vai fazer comigo.

- Certo. Agora é melhor voltarmos para a mesa antes que Ray venha me buscar. – faço cara de assustada e sorrirmos.

Minha mãe olha com cara de “Sei o que está rolando aí!” e finjo-me de inocente, sentando longe do Christian. Sua mãe cochicha algo para ele, que olha para mim e responde o que ela tenha falado. -fico rubra- Tenho certeza que ela perguntou sobre mim. O resto da comemoração foi tranquila e lembro-me que José não está mais aqui. Que amiga de merda sou!

- Kate, onde está José? – pergunto e Christian levanta uma sobrancelha para a minha pergunta.

- Ele já foi. Disse que tinha algumas pinturas para terminar e que amanhã acordaria certo. – Kate responde enquanto toma um pouco de vinho.

Que estranho! Ele foi embora sem se despedir. José nunca faz isso! Amanhã ligarei para ele, afinal será raro nos encontrarmos quando for embora para Seattle. Christian de vez enquanto dá uma olhada que sei interpretar. Fico pensando no que acabei de concordar. Espero que não me arrependa, pois nesse momento quero muito que dê certo. Todos estão alheios para o que está acontecendo entre nós, mas pego a mãe dele me encarando e sorrindo. Os pais de Kate falam sobre a viagem que vão fazer para Barbados. Kate, Ethan e Elliot irão também. Minha mãe conta um pouco sobre o que aconteceu com ela durante seu tratamento. Vejo meu pai ficar pálido quando ela conta como foi a experiência da radioterapia. Descubro que Grace é médica pediatra. Ela fala do trabalho que Elliot deu quando pegou catapora. Ele fica vermelho e todos caímos na gargalhada. Já passam das vinte duas horas quando Grace diz que precisa ir.

- Gente, foi uma honra conhecer vocês, mas infelizmente tenho que ir. – diz Grace se levantando e vem cumprimentar a todos da mesa.

- Também irei com você, mãe. Prazer em conhecer a todos! – fala Christian levantando-se, só que apenas cumprimenta com a cabeça.

Grace vem se despedir de mim, levanto para cumprimenta-la, e para minha surpresa, ela me abraça e sussurra em meu ouvido.

- Estou feliz por você e meu filho, querida. – solta a bomba e não sei o que falar.

Apenas sorrio amarelo e olho para Christian que está com as sobrancelhas franzidas. Acho que é minha expressão assustada.

- Foi um prazer conhece-la, Sra. Grey. – falo educadamente depois de me recuperar.

- Por favor, me chame de Grace. E o prazer foi meu! Você poderia jantar com nossa família qualquer dia desses. – pede e mais uma vez fico sem reação.

- Claro. Será muito agradável. – digo.

Ela amplia seu sorriso e acena para meus pais. Christian vem até mim.

- Até, Srta. Steele. – diz Christian beijando a minha mão. O efeito vai até minha virilha e volta.

- Até, Sr. Grey. – provoco.

Apesar de não saber o motivo, sei que adora quando o chamo assim. Dá para ver em seu olhar. Minha mãe está fitando esse momento. Mais tarde terei que dar explicações para ela. Ele estreita os olhos, passa a mão em seu cabelo e sussurra um “te ligo”. Vão emobora e fico um pouco desanimada.

- Vamos também, filha? Estou cansada e seu pai está quase dormindo sentado. – diz mamãe.

Verdade. Meu pai está caindo pelas tabelas. Despedirmo-nos dos pais da Kate. Ethan me dá um abraço forte e diz que vai adorar passar uns dias comigo e com Kate. Ele irá dormir na casa de um amigo e meus pais depois de muito insistir, eles dormiram no nosso apartamento. Os pais de Kate irão dormir em um hotel e Kate está eufórica, pois conseguiu escapar deles e seu plano de ir para um motel com Elliot dará certo. Chegamos em casa e papai foi logo deitando no sofá. Disse que estava cansado demais para chegar à cama e trocar de roupa.

- Filha, dorme comigo? Precisamos conversar. – mamãe pede com carinho.

Sorrio. Quando era pequena, ela expulsava Ray da cama e dormíamos abraçadas. Era tão bom, parecia que nada de ruim aconteceria comigo. Mas o “Precisamos conversar” me deixa preocupada, pois não posso entrar em detalhes. Ela não ficaria muito feliz com o plano do Christian para comigo.

- Claro, mãe. O que precisamos conversar? – pergunto fingindo desinteresse.

- Você sabe! O que está acontecendo com você e aquele belo rapaz? – pergunta deitando na cama.

Reviro os olhos e suspiro. Ok. Ela tem direito de saber... Pelo menos uma parte! Deito na cama e coloco minha cabeça em seu peito.

- Ainda não sei, mãe. Estamos nos conhecendo, sabe? Ele é bonito, inteligente, mas não tenho certeza. – ótimo resumo.

- Ana, você é jovem. Deixe-se levar e aproveite. Ele parece bastante integro e respeitado. Não pense demais, minha querida. Nunca esqueça que você merece sempre o melhor e se ele te fizer bem, divirta-se. – conclui passando a mão no meu cabelo.

- Pode deixar! Vou tentar ser feliz. Agora durma, você está cansada e amanhã vocês terão um longo dia. – falo fechando os olhos e sentindo o seu cheiro... Cheirinho de lar!

Abro os olhos e minha mãe não está na cama. Sinto um aroma de café. Levanto e vou correndo para sala. Meu pai está preparando ovos mexidos. –faço cara de satisfação- Sempre meu pai que cozinhou, minha mãe e cozinha não dá certo.

- Café da manhã, querida? – pergunta minha mãe arrumando o balcão.

-Ah, sim. Faz um tempo que ninguém prepara café pra mim. – falo fazendo beicinho e papai sorrir.

Depois de tomarmos café, fui deixá-los no aeroporto. Mamãe quase não me larga, chorando sem parar. Sinto um nó na garganta. Não gosto de vê-la assim. Com muita dificuldade consegui acalma prometendo que iria visitá-los em breve. Volto para o carro aos prantos. Essa mudança de vida está mexendo comigo. E ainda tem a proposta do Sr. Beija Bem Pra Caralh... Quando chego em casa Kate não está, acho que foi passar o dia com os pais. Vou para meu quarto e ligo para José.

- Ana? – atende sonolento.

- Oi, José! Te acordei?

- Mais ou menos... Estava levantando agora. Aconteceu alguma coisa? – ele parece frio.

- Não... Na verdade sim! O que está acontecendo com você? Ontem foi embora sem se despedir e está me tratando assim. – pergunto um pouco chateada.

- Não está acontecendo nada. Tinha apenas que terminar um quadro ainda ontem e também não queria atrapalhar a sua dança. – quando termina de falar a minha ficha cai.

José está com ciúmes do Christian!

- Você jamais atrapalha, José! E que quadro é esse tão importante? – tenho mudar de assunto.

- Hoje iria te contar. Vão expor os meus quadros daqui uma semana, então tenho muito trabalho a fazer. – fala eufórico.

Não acredito! Meu amigo vai realizar seu maior sonho. Fico emocionada e feliz por ele.

- Que maravilha, meu amigo. Você merece! Estou muito, muito feliz por você, e vamos comemorar hoje a noite? Amanhã iremos nos mudar e sentirei muito a sua falta. – declaro e escuto um suspiro abafado.

- Ah, Ana. Também sentirei muito a sua falar e muito obrigado pelo carinho. Não faz ideia de como isso é importante para mim. Você irá ver a exposição, né? – José me deixa mais emocionada.

- Não perderia por nada nesse mundo, José. –limpo o nariz- Às vinte horas está bom para você? Vou ligar para Kate e combinar com ela. — digo enrolando o fio do telefone no dedo.

- Está ótimo! Até daqui a pouco, Ana. – Fala e espera.

- Até. – respondo e desligo.

Tenho certeza que José fará muito sucesso, ele é um ótimo pintor. No natal passado ele pintou o Pôr-do-sol de Portland e me deu de presente. Coloquei seu quadro na parede em cima da minha cama. Só não entendo esse seu ciúme do Christian. Acho que é coisa de amigo homem, que tem medo de perder a amizade de sua melhor amiga. Mas ele não tem motivo para isso. Jamais esquecerei da sua amizade. Fico perdida em pensamentos e quase esqueço que tenho meu última dia na Clayton’s. Troco de roupa e corro para não me atrasar. Quando chego sou surpreendida por uma despedida. Sr. e Sra. Clayton fazem um discurso que me deixa emocionada. Foram quatro anos e eles são como uma família. No meio da tarde recebo uma mensagem da Kate confirmando sua presença na nossa despedida com José. Saio do trabalho com lágrimas nos olhos, sentirei saudades de todos e de minha vida aqui. Às sete e meia Kate e eu estamos prontas e vamos encontrar José no bar. Não está muito cheio e isso é muito bom. Bebemos cerveja e esperamos José chegar. Ele atrasa dez minutos e isso é motivo para Kate reclamar a noite toda. Ele parece visivelmente triste. Sei que vai sentir saudade de nós duas, assim como sentiremos a dele.

- Ana, você sempre será a minha me... melhor miga. – José se atrapalha nas palavras por causa do álcool.

- Você também, José. Agora é melhor você parar com a bebida um pouco, não acha? – falo limpando a mesa com guardanapo, depois que ele derrama cerveja.

Kate está demorando! Ela foi ligar para Elliot, que vai chegar amanhã cedo para nos buscar. Ele irá ajudar na mudança e é um alivio ter uma força masculina. José passa o braço pelo meu ombro e contraio o corpo.

- Aninha... Aninha.Sabe que te amo, né? – ele soluça depois da última palavra.

- Sei. Eu também te amo. Você é um ótimo amigo. – afirmo.

- Mas te amo além de uma amizade e sei...shei que você sabe disso! – declara e fico pasma.

O que ele tá fazendo? Levanto de súbito.

- José! Você não tá falando coisa com coisa. Vamos embora agora, levante-se. – cuspo ríspida.

Ele baixa a cabeça e começa a chorar. Ah, meu Deus!

- Me desculpe, José! Não chore, por favor! Vamos, te levo até em casa.

Falo tentando levantá-lo, mas antes que o detenha ele segura a minha cabeça e tenta me beijar. No reflexo o empurro com toda força e ele cai sentado de volta na cadeira. Limpo minha boca e saiu em disparada para o carro. Kate está encostada na pilastra da entrada do bar e corre até mim.

- Ana, o que aconteceu? Onde está o José? – pergunta atrás de mim.

- Ele me beijou a força, Kate. Acredita? -falo arrumando o rabo de cavalo- Você vai comigo ou irá ficar? – murmuro já entrando no carro.

Ela abre a porta e senta do banco do passageiro. Olha pra mim de boca aberta.

- Não acredito que ele fez isso, Ana. Sabia que ele era apaixonado por você. – afirma.

Que merda! O pior foi que ela disse e nunca acreditei. Não falo nada e apenas dirijo feito louca. Estou no limite do Bukowiski, que faz 65 km por hora. Estou chocada com sua atitude. Por mais que goste muito do José, ele passou dos limites. Meu celular começa a tocar e Kate o pega da minha bolsa e olha o visor.

- É José! – exclama.

- Não atenda! Não quero falar com ele agora. – ordeno.

Ela apenas bufa e guarda meu celular novamente. Chegamos em casa e vou direto dormir. Estou fervendo de raiva.

Nossa mudança no sábado ocorreu dentro do esperado. Elliot nos ajudou com as caixas e instalou todos os eletrônicos. O apartamento é muito bom. A sala é toda branca, com duas janelas de vidro. A cozinha é toda revestida de cerâmica bege e tem um enorme balcão de mármore marrom. Têm dois quartos com suíte e terceiro quarto que vamos fazer uma sala de estudo. Já arrumei quase todo quarto e começo desempacotar as coisas da cozinha com Kate. Passam das cinco da tarde quando o meu celular toca. Corro para atender e vejo que é Christian. –paro de respirar- Não sei se vou para sua casa hoje.

- É ele? – pergunta Kate guardando os copos.

- Sim, ele quer me encontrar na casa dele. Mas vou terminar de te ajudar. – coloco o celular em cima do balcão.

- Ana, você pode ir! Amanhã terminamos de arrumar o apartamento e já estou muito cansada. – diz sentando no sofá- Sei que você gosta dele e nem me venha dizer que não. Você pretende dormir com ele? – pergunta sem rodeios.

Arregalo os olhos para a sua pergunta e sento ao seu lado. Respiro fundo me preparando para desabafar com a minha amiga. Com a demora em atender o meu celular para de tocar.

- Acho que estou pronta, amiga. Sinto essa vontade incontrolável de me entregar pra ele. Não sei se é possível, mas ele é o homem “certo”. – faço um sinal de aspas com os dedos- Você acha que estou louca? – pergunto prendendo a respiração.

- Claro que não, Ana! Por Deus, já estava na hora disso acontecer. –diz revirando os olhos- E sabe o que realmente acho? – ela segura a minha mão- Você deve seguir seu coração. É a primeira vez em quatro anos que a vejo ficar assim por um homem. Você é jovem, bonita e inteligente. Christian é um sortudo!. Vá... Não se preocupe comigo. – me incentiva.

Fico emocionada com suas palavras. Kate sempre foi fiel, ficando do meu lado e me apoiando em tudo. O celular torna a tocar. Olho para Kate com dúvida.

- Pelo amor de Deus, Ana! Atende logo a merda desse celular. – Kate grita e levo um susto.

- Tudo bem! – Levanto correndo do sofá e pego o celular.

- Alô. – atendo tentando regular a respiração.

- Oi, você estava ocupada? – pergunta sério.

- Estava desempacotando as coisas da cozinha e não ouvi meu celular tocar. – minto.

- Ah, certo! Você poderá vir? – sussurra.

- Sim. Você só precisa me passar o seu endereço. Chego em 1 hora, pode ser? – falo fechando os olhos em expectativa.

- Ótimo! Vou passar por mensagem o endereço, mas posso te buscar se quiser. –acho que está sorrindo- Aguardo ansioso, Baby! – conclui.

Adoro quando me chama assim.

- Obrigada! Mas prefiro ir no meu carro. Daqui a pouco estou chegando, Baby. – falo e desligo sorrindo de orelha a orelha.

Kate está parada na minha frente e faz uma careta que não sei descrever. Ela sorrir, arregala os olhos, levanta uma sobrancelha. Enfim, é cômico!

- Ana, você vai trepar! – ela diz as gargalhadas e dou um chute na sua canela.

- Porra, Anastásia! Leva na brincadeira, caralho. Tá doendo, merda! – Kate diz esfregando o local atingido.

Vou para o quarto rindo de tanto chorar e Kate vem atrás de mim.

- Vou te preparar para sua grande noite. Você vai com esse vestido aqui... – me puxa para seu quarto e abre o closet- Olha, ficará lindo em você. Ah, qual lingerie irá usar? Só não me fale que é aquele de ursinho! – pergunta colocando a mãe na boca, fingindo que está horrorizada.

Mostro a língua e o dedo pra ela. Pego o vestido, coloco na minha cama e vou tomar banho.

- AMIGA, não esquece de depilar a virilha e as pernas. – grita do lado de fora do banheiro.

Reviro os olhos. Já estou fazendo isso, Kate. Penso e termino meu banho. Que ridículo! Nem sei que hoje será o grande dia. O vestido é cor de ameixa, bate no meio na minha coxa e marca todo o meu corpo. Parece até que tenho curvas. Isso é propaganda enganosa! Meu inconsciente é tão chato. Coloco uma lingerie azul turquesa de renda. Kate faz uma leve maquiagem, escova meu cabelo e pronto. Estou tão nervosa que minha barriga está doendo.

- Você está linda, Ana! Se for demora me avise, ok? E não esqueça... Aproveite! – fala Kate me abraçando.

- Ligarei sim! Obrigada por me deixar apresentável. Deseje-me sorte! – me despeço e vou para meu carro.

Sento e olho a mensagem com o endereço. Puta que pariu! Ele mora no Escala. Esse é uns dos prédios mais cobiçados de Seattle. Ligo o carro e vou para... Não sei como chamar isso! Encontro, conversa, negócios... Chego com cinco minutos de antecedência. Estaciono na vaga que ele falou que era sua, desço arrumando o meu vestido e vou para o elevador. Digito o código olhando a senha no meu celular. Sou péssima para decorar número. O elevador vai subindo e parece uma eternidade. Aperto minha bolsa quando vejo que faltam cinco andares. Quando penso em desistir, as portas se abrem e levo um susto quando vejo Christian parado no hall de entrada me esperando. Ele veste um jeans branco e uma camiseta preta que deixa o seu peitoral desenhado. –engulo a seco- Esse cabelo bagunçado ainda me mata! Ele sorrir e olha comendo cada centímetro do meu corpo. Aproximo-me dele e beijo a sua bochecha.

- Oi, boa noite! — falo piscando olhos várias vezes quando sinto seu cheiro.

- Você está magnifica, Anastásia. Adoro você de vestido! – diz beijando a minha mão.

Fico tímida com seu elogio. Ele segura a minha mão e me conduz para dentro do seu... Minha nossa! Parece mais uma galeria do que uma casa. É enorme! No lado esquerdo fica uma cozinha com armários pretos e um enorme balcão de vidro. Acho que os bancos são de acrílico! Nunca tinha visto uma sala tão grande, têm dois sofás em forma de “U” brancos e quatro poltronas. Duas brancas e duas pretas. Percebo que quase todo apartamento é nesses tons. Branco e Preto. Ele me observa e me puxa para o sofá. Senta-se e vira seu corpo na minha direção.

- Gostou? – pergunta e acho que é do apartamento.

- Sim. É grande! – afirmo.

- Grande? –pensa um pouco- Sim. É grande! Como você está? – diz passando a mão no meu cabelo.

- Estou bem! Onde está o contrato, Christian? – pergunto logo.

Estou nervosa e ansiosa demais para esperar mais um minuto. Ele levanta as sobrancelhas em surpresa.

- Sempre impaciente, Srta. Steele. Você já jantou?

Ah, não! Não vai me enrolar, Grey!

- Comi antes de vir para cá. Estou esperando... Paciência ultimamente não é uma das minhas virtudes. – falo cruzando as pernas.

Ele passa a mão no cabelo e olha para minha coxa. Afirma com a cabeça levantando rápido e entra num corredor. Volta cinco minutos depois com um envelope pardo nas mãos. E percebo que está descalço. Minha nossa! Isso é muito sexy! Ainda em pé, me entrega o envelope passando a mão no cabelo.

- Aqui está! Leia com atenção! — ordena e vai até a cozinha.

Abro o envelope, tiro o contrato e começo a passar os olhos rapidamente.

- Deseja beber uma taça de vinho? — pergunta colocando vinho em uma taça de cristal vermelha.

- Sim , obrigada. — respondo e volto a ler.

Depois de ler os três primeiros parágrafos, coloco de volta no envelope. Preciso de muita atenção para ler isso aqui. Tenho que voltar para casa! Levanto pegando a minha bolsa. Ele franze a testa quando percebe a minha intenção.

- O que está fazendo, Ana? Você chegou agora. — diz colocando as taças de volta no balcão.

- Prefiro ler em casa, você me destrai muito. — confesso e ele abre um sorriso tímido.

- Não vá! — pede passando seus braços pela minha cintura e beija o meu pescoço. Minhas pernas ficam mole quando ele morde a minha orelha.

- Acho que esse contrato ficará para depois. Você não acha? – afirma e pergunta pressionando seu corpo no meu.

Posso sentir sua ereção. Meus Deus! Seus olhos são de um cinza escuro. Ele morde o lábio inferior e depois engole a seco. Não respondo e mordo também seu lábio. Aproveita a minha boca perto da sua e me beija, chupando minha língua... quase sinto dor. Ele desce suas mãos até a minha bunda, apertando e acariciando. Minha barriga se contrai em antecipação. Meu coração já não bate mais e minhas veias estão pegando fogo. Não aguento mais... Preciso desse homem! Sei que ele irá me mostrar o paraíso! Paro de beijá-lo e peço.

- Faça amor comigo, Christian... Agora! — sussurro em seu ouvido e sou retribuída com um gemido pesado.

Notas finais
Aprovada? Próximo capítulo tem cena HOT. hehehehehe
Mais tarde Pov do Christian como bônus pra vcs. Ah, nossa amiga Angel Grey lançou a campanha: Quero um Grey para mim! Quem quer também levanta a mão. o hehehehee Adoroooo
Sintam-se abraçadas virtualmente. rsrsrsrsrs
Fiquem na paz, bjim e até... ;)