Amor e Conquista
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Aqui está o 17º capítulo, vemos uma inesperada atitude de Amu *-* Colocando Tadase e Yukari no lugar...
Espero que gostem.
Boa leitura!
OBS: A parte destacada é as cenas para maiores de 16 e 18, quem não gosta somente pule esta parte, que não interfere muuuuuuuuuuuuuuito no rumo da história.
Capítulo 17
Yukari ergueu-se, levando as mãos ao pescoço.
— Tadase! O que aconteceu a você?
O filho a ignorou, puxando uma cadeira e se deixando afundar nela. Yaya esticou a mão tocando-lhe o braço, mas ele se desvencilhou, irado.
— Deixe-me!
Yukari olhou para Ikuto.
— O que significa isso?
O Lorde a fitou com olhar franco.
— Acho que deve perguntar a seu filho.
— Tadase... — Yukari convidou-o com voz de comando. Ele deu de ombros.
— Não é nada, mãe. Deixe-me em paz.
— Nada? Sua face está roxa e ferida e espera que eu aceite essa explicação? Ikuto é o autor desse estrago?
Tadase fez uma careta.
— Um homem me atacou no vilarejo. Foi só. Agora podemos comer em paz?
— Não. Não podemos! — disparou Yukari. — Diz ter sido atacado e espera que continuemos como se nada tivesse acontecido? O que houve? O homem foi preso?
— Tia Yukari, acho que quanto menas bagunça fizer em torno desse assunto melhor será — disse Ikuto em tom calmo, enquanto lançava um olhar significativo a Tadase.
—Bagunça? — A mulher fitou Ikuto com frieza. — Meu filho foi atacado por algum bandido e acha que devemos achar natural? Quero saber se o homem que fez isso está preso.
— Não — replicou Ikuto, breve. — E esse não é um assunto apropriado para a hora do almoço. Sugiro que o espere até acabarmos a refeição.
Yukari lhe lançou um olhar furioso.
— Pode ter voltado para tomar conta deste lugar, Lorde Tsukiyomi, mas não irá determinar o que posso ou não dizer em vista deste ataque ao meu filho. Quero saber o que aconteceu e porque esse homem não está preso!
Com um suspiro resignado, Ikuto pousou o garfo e se voltou para o mordomo.
— Rinji...
— Sim, milorde. — O mordomo fez um gesto para o criado e ambos se retiraram da sala de jantar, fechando a porta suavemente.
— Muito bem. Discutiremos o assunto — começou Ikuto, voltando-se em seguida para Yaya. — Desculpe-me por fazê-la ouvir o que será dito.
A esposa lançou um olhar a Tadase, parecendo pálida e embaraçada.
— Tadase?
Ele a ignorou, cruzando os braços sobre o peito e recostando-se no espaldar da cadeira.
— Vá em frente, Ikuto. Tenho certeza de que mal pode esperar para contar a todos.
— Acredite-me, não me sinto nem um pouco à vontade em conversar sobre suas indiscrições e menos ainda em lidar com as conseqüências delas — replicou Ikuto, voltando-se a seguir para Yukari. — Encontrei-me com o homem em questão está manhã. Chamou-me para me alertar que mantivesse Tadase sob controle. Parece que seu filho estava fazendo investidas não desejadas e até mesmo forçadas à esposa dele. Ele os surpreendeu e, com toda a razão, fez seu papel de marido. É por esse motivo que o rosto de Tadase se encontra nesse estado.
— Quanta bobagem! — exclamou Yukari. — Por certo a prostitutazinha mentiu para o marido. Sem dúvida portou-se de maneira imprópria, encorajando Tadase, e ao ser descoberta, fingiu que era culpa do meu filho para evitar a raiva do marido contra si mesma.
Era óbvio, pensou Amu, que embora a tia de Ikuto não se mostrasse tão encantada com o filho como o fazia no passado, estava completamente iludida no que concernia ao comportamento de Tadase com as mulheres.
— O homem os surpreendeu, tia Yukari — repetiu Ikuto, impaciente. — A esposa lutava contra Tadase, tentando empurrá-lo. Acho pouco provável que ela estivesse tentando seduzir seu filho ou que Hirako tenha se enganado quanto ao que presenciou.
— Ele está mentindo — protestou Tadase, voltando-se para a mãe. -Ambos estão.
— Claro que sim — concordou ela. — Quem é esse Hirako? Estou certa de que quer apenas dinheiro.
Do outro lado da mesa, Utau revirou os olhos, duvidando claramente das palavras do irmão. Yaya baixou o olhar, a face rubra de vergonha. Amu tomou-se de compaixão pela jovem. Deveria ser humilhante ter de permanecer sentada ali, ouvindo a história do assédio do marido a outra mulher. Não era de admirar que Ikuto tivesse tentado evitar discutir aquele tópico à mesa.
— Acho que não foi esse o motivo que o trouxe até aqui esta manhã — esclareceu Ikuto, em tom irritado. — O homem estava de fato furioso. Ele é o ferreiro do vilarejo e, sinceramente, a julgar pelo tamanho dele, diria que Tadase teve sorte de não ter mais do que um olho roxo e alguns ferimentos.
— Ele me atacou pelas costas! — protestou Tadase.
— Sequer percebi que ele estava lá.
— Sem dúvida estava muito ocupado para notar — retrucou Ikuto em tom seco.
— Acho que vou voltar lá e...
— Não seja idiota! — disparou Ikuto. — Não o desafiará para uma luta. Ambos sabemos disso. É e sempre foi um covarde. Limita-se a importunar mulheres ou os mais fracos que você. Jamais enfrentaria um homem como Hirako. Surpreendeu-me o fato de ter sido tão tolo a ponto de assediar a esposa dele e pensar que sairia ileso. Se supôs que seu nome o intimidaria, sinto dizer-lhe que estava redondamente enganado. Hirako não está interessado em dinheiro e mesmo que estivesse disposto a ser comprado, você não teria como pagá-lo. E posso lhe garantir que jamais gastarei uma moeda para livrá-lo de um apuro como esse.
— Nunca esperei que me apoiasse — afirmou Tadase.
— Muito inteligente de sua parte — rebateu Ikuto.
— Acho que consegui acalmá-lo. Garanti que incidentes como esse não iriam se repetir — continuou, inclinando-se à frente e cruzando as mãos sobre a mesa. Os olhos azuis tinham um brilho frio e metálico ao fitar o primo. — Daqui em diante terá de parar de se comportar dessa maneira. Estou me fazendo entender? Se ouvir falar da esposa de Hirako ou qualquer outra mulher que tenha sido atacada por você, terá de se entender comigo. Tadase lançou-lhe um olhar ressentido e escorregou um pouco na cadeira, fitando a mesa, com expressão contrariada.
— Pode ficar amuado o quanto quiser. É melhor aderir às minhas regras se quiser continuar a viver aqui — declarou Ikuto em tom áspero.
— Como se atreve? — interveio Yukari, o olhar brilhando de indignação. — Acha que pode dar ordens a meu filho?
— Se ele quiser continuar a depender de mim, sim. Exigirei decoro da parte dele — retrucou Ikuto, com extrema calma.
— Sabe que nada disso é verdade — argumentou a tia, a face rubra de raiva. — Está ajudando aquele homem a inventar mentiras sobre Tadase e espalhar fofocas maldosas que o comprometam. Você o odeia. Sempre teve ciúme de seu primo. Meu filho sempre foi melhor do que você, mais brilhante e inteligente. Você nunca aguentou isso. Sempre o atacou desde que era um menino. É um homem demoníaco. Não consegue suportar que alguém como Tadase seja bem-sucedido. Era perverso naquela época e...
— Basta! — gritou Amu, erguendo-se num impulso trêmula de raiva ao encarar Yukari. — Cala a boca ! — A senhora piscou várias vezes, silenciando ante o rompante. – A senhora é que é perversa — continuou, deixando de lado a cortesia e a diplomacia. — Sempre foi uma péssima mãe e uma tia pior ainda. É fria e egoísta, e a forma como a senhora e seu marido tratavam Ikuto era cruel. Um menino órfão, que os pais haviam morrido de maneira trágica. Ainda assim, não fez esforço algum para amá-lo. Tratava-o com desprezo e crueldade. Tadase nunca chegou sequer aos pés de Ikuto, mas era cega demais para perceber. Arruinou seu próprio filho, perdoando todos os crimes. E tentou destruir Ikuto, mas não conseguiu, pois ele escapou de suas garras. Resistiu a todas as tentativas que fez de atirá-lo na lama.
Yukari se ergueu, encarando Amu com a face pálida e os olhos faiscando de fúria.
— Como se atreve a falar comigo dessa maneira?É tão ruim quanto sua mãe!
— Minha mãe não tem nada a ver com isso! Refiro a você e seu descaso em relação a uma criança que se encontrava sob seus cuidados. Ouça-me bem. Seu reinado acabou. Ainda está morando aqui pela caridade daquele mesmo menino que maltratou. Ele a sustenta. Te dá um teto sobre sua cabeça. Ikuto ter dúvidas e pena em atirar a própria tia na rua da amargura, mas não hesitarei em fazê-lo. Mandarei a senhora e o resto de sua família fazer as malas e partir se ousar tratar Ikuto com tamanho desrespeito mais uma vez. — Yukari a fitava com a face pálida. Os lábios comprimidos em uma linha fina. — Aconselho — continuou Amu, em tom mais calmo — a pensar sobre isso. Em alguns dias me tornarei Lady Tsukiyomi e, terei o poder não só de despejá-la como de destruí-la na sociedade. Posso fazer com que todos em Londres saibam exatamente o tipo de mulher que é. Contarei a todos como tratava Ikuto quando ele era criança. Um órfão vivendo sob seu teto. O que acha que pensarão da senhora?
Os músculos da face de Yukari se retorceram. Os olhos brilhavam de nojo. Por um momenbto, Amu pensou que ela fosse enfrentá-la, mas a mulher baixou o olhar.
— Não tive intenção de desrespeitar Lorde Tsukiyomi — disse, sem se virar para. — Por favor, desculpe-me, meu sobrinho, se disse algo que o ofendeu.
— Por certo, tia Yukari.
— Agora, se me dão licença... acho que perdi o apetite — dizendo isso, a senhora disparou porta afora.
Amu parou para olhar-la por um momento e só então se deixou afundar na cadeira, os joelhos fracos demais para manter-se de pé. Sentia-se levemente enjoada e tremia tanto que teve de cruzar as próprias mãos para controlá-las. Percebia o olhar de todos os presentes pousados nela.
estavam chocados com sua perda de controle. Mas, não se sentia envergonhada. Em vez disso, ergueu o queixo, desafiadora, e olhou primeiro para Tadase e em seguida para Utau.
— Sabem que falei a verdade.
Tadase, fitou-a com sarcasmo, porém a irmã corou e concordou, levando os dedos aos lábios. Yaya parecia perplexa.
Amu fitou Ikuto de soslaio. Ele a encarava com um olhar caloroso e divertido.
— Sir Kukai — chamou Ikuto em tom calmo. — Poderia fazer-nos o favor de tocar a campainha para chamar Rinji? Acho que podemos fazer a refeição agora.
O mordomo e o criado retornaram imediatamente. As faces de ambos não mostrava a curiosidade que Amu tinha certeza que sentiam. Todos comeram rapidamente, sem arriscarem a um comentário. Na primeira oportunidade, desculparam-se e se retiraram um a um da sala de jantar, deixando Amu e Ikuto a sós.
Ela voltou-se para ele, esperando o criado de libré se retirar.
— Desculpe-me pela cena que fiz. Normalmente não ajo assim — afirmou, exibindo um sorriso delicado. — Embora tenha todo o direito de não acreditar.
Ikuto sorriu e esticou o braço para lhe tomar a mão.
— Não havia percebido o quão briguenta pode ser. Terei de me comportar bem com você.
Amu deixou escapar uma risada divertida.
— Acho que não precisará se preocupar com isso. Ikuto levou a mão delicada aos lábios.
— Obrigado por me defender.
O toque macio dos lábios a aqueceu por completo. Ele girou a cadeira, puxando-a pela mão até que ela se erguesse. E então a sentou no próprio colo. Amu riu, ofegante, quando ele a segurou, com o braço forte se curvando em suas costas para ampará-la. Parecia-lhe tão certo e natural estar ali, pressionada contra o peito largo.
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Ikuto inclinou a cabeça e pressionou os lábios contra a pele macia do pescoço delicado. Subindo mais um pouco, mordiscou-lhe o lóbulo da orelha com a suavidade do toque de uma pena. Um arrepio percorreu a espinha de Amu, acendendo o fogo que se concentraram na intimidade feminina. A outra mão de Ikuto, antes sobre seu estômago, deslizou para cima, envolvendo-lhe um dos seios. Ela podia sentir o desejo trazendo à vida ao corpo. Queria sentir o toque até se perder na magia sensual daquele homem. Desejava estar nos braços musculosos como uma devassa, convidando-o a lhe explorar o corpo, acariciá-la e excitá-la até que ardesse em chamas como na outra vez em que ele a tocara.
Amu moveu-se de leve no colo masculino e um gemido baixo escapou da garganta de Ikuto. Estimulada, ela se mexeu outra vez, girando para encará-lo de frente e deslizando as mãos pelo peito largo. Ouviu-o ofegar por ar e ao fitá-lo percebeu o brilho predador nos olhos negros. A mão forte se moveu pelos seios firmes, traçando o contorno dos mamilos através do tecido fino da musselina do vestido, fazendo-os intumescerem de imediato.
Massageou-os com o polegar, enquanto a encarava sem desviar o olhar. Uma descarga elétrica fez vibrar todo o corpo de Amu. Ela mordiscou o lábio inferior, cerrando as pálpebras ante a sensação prazerosa dos dedos experientes naquela parte sensível.
A mão máscula escorregou, descendo até atingir a reentrância pulsante entre as coxas macias. Ikuto pressionou os dedos contra ela, e, mesmo através do tecido do vestido e das anáguas, o toque a fez estremecer de prazer. Amu cravou as unhas na camisa que cobria o peito musculoso, recostando a cabeça à parede sólida do tórax dele.
Podia sentir o coração de Ikuto pulsando sob sua orelha e a respiração pesada fustigando-lhe os cabelos. Sentia como se pudesse mergulhar naquele homem até ser consumida totalmente por ele.
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O som de passos perto da porta e um arfar embaraçado atraiu a atenção de ambos. Amu virou-se para observar o criado afastando-se, envergonhado.
Ikuto soltou uma maldição, soltando-a ao mesmo tempo em que ela se erguia com a face em chamas. Em seguida, levou a mão à face quente e, após fitá-lo por um instante, girou nos calcanhares e disparou pela porta.
Notas finais
Deve ser por que arrumei meu computador que tinha estragado, estava morrendo de medo que eu perdesse meus arquivos *-*
Meus animes e a fic ^^
Pulando esta parte...
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E façam essa pobre autora feliz, e interessada para escrever o próximo capítulo.
Beijos, Lady.
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