Notas iniciais
Olá meus leitores amados (se ainda tiver algum depois de tanto tempo sem postar aqui)
Espero que gostem do capítulo a seguir, e estarei voltando com a postagem dos capítulos mais rápido.
As provas e trabalhos tanto da escola como dos cursos acabaram com minha vontade, tempo e criatividade.
Leiam, por favor, as notas finais.
Nos vemos lá em baixo.
Beijos, Lady.

Capítulo 12

A porta foi aberta pelo, o mordomo. Trabalhava na casa como mordomo desde quando Amu chegara a Casa Tsukiyomi quase 15 anos atrás. Seu porte permanecia rígido como sempre, porém os cabelos haviam se tornado mais brancos e mais ralos.

Ele os cumprimentou respeitosamente.

— Sejam bem-vindos, milorde, Srta. Hinamori. Por favor, aceitem minhas felicitações.

— Obrigado. — Ikuto entregou-lhe o chapéu e as luvas, que o mordomo passou a um dos criados.

—Acho que quer ver a Sra. Hotori primeiro, senhor — disse o mordomo — Então, lhe mostrarei os criados.

Amu tinha certeza de que seria melhor para Ikuto conhecer os criados do que se encontrar com a família. Mas, não pôde deixar de pensar se o comportamento dos parentes não teria mudado.

Colocando a mão no braço do futuro marido, mais para dar apoio do que por educação, caminhou a seu lado atrás do mordomo até a entrada da grande sala no final do corredor. O mordomo abriu a porta que levava a uma sala quase nunca usada e os levou ao interior.

Havia quatro pessoas na sala. Um homem que Amu nunca viu antes, de media altura. Sua fisionomia era agradável e um pouco misteriosa. Os olhos tinham um tom verde contrastando com os cabelos castanhos. Estava de pé junto à janela, olhando para fora de uma maneira entediada.

As outras três eram mulheres, duas sentadas no sofá e a outra numa cadeira. A mais velha era Yukari Hotori, a tia de Ikuto, e Amu viu como a mulher havia mudado tão pouco, desde que a viu pela última vez, quase nove anos atrás. Amava cavalos, o único sinal de carinho que Amu alguma vez percebeu nela.

— Sra. Hotori— O mordomo se curvou na frente da tia. — Lorde Tsukiyomi e a Srta. Hinamori chegaram.

— Sim, estou vendo. Entrem. — Yukari se ergueu e caminhou até eles, a voz calma e as maneiras elegantes. Nem por olhares ou gestos demonstrou sinal de hospitalidade ou desconforto. — Lorde Tsukiyomi e Srta. Hinamori. Por favor, sentem-se. Devem estar cansados da viagem. E com sede. Rundell, traga chá, por favor — dizendo isso, dirigiu-se às outras duas mulheres. — Já conhecem Lady Utau Souma, é claro. Deixem mostra a Sra. Yaya Hotori, esposa de Tadase. Ele precisou se sair para resolver alguns problemas da propriedade.

Amu percebeu no momento em que dera alguns passos à frente para cumprimentar Utau que ela mudara mais que a mãe.

— Amu! Ikuto! — vibrou Utau. Sorrindo, beijou-os na face como se fossem velhos amigos, apesar de não vê-los durante os últimos nove anos e jamais ter sido particularmente afeiçoada a nenhum dos dois quando eram crianças. — Como está elegante, Amu!

Os olhos da mulher varreram a figura esbelta e o traje de viagem azul de Amu com visível inveja.

— Yaya, não seja tímida — disse, dando meia-volta e puxando a mulher que estava de pé alguns passos atrás.

A esposa de Tadase sorriu e se curvou numa reverência graciosa diante dos recém-chegados.

— Milorde, Srta. Hinamori.

Jovem e com uma face angelical, não parecia ser o tipo que Tadase escolheria para se casar, lembrou-se Amu. Mas talvez apenas uma moça assim pudesse agüentá-lo como marido.

— E este é o marido de Utau — disse tia Yukari, gesticulando para o homem que se encontrava junto à janela, que por fim caminhou até eles para cumprimentá-los.

— Sir Kukai Souma. Utau e Sir Souma estão nos visitando neste verão.

Amu achou estranho o casal estar passando férias ali, já que a temporada em Londres estava no ápice. A Utau que ela conhecera sonhava com o dia em que poderia passar as temporadas indo a todos os saraus e bailes de Londres. Sempre achara Casa Tsukiyomi e a sua paisagem rural terrivelmente chatos. E já que agora era uma mulher casada, não estava mais presa à propriedade como Tadase e a mãe. Tudo que Amu pôde achar era que a curiosidade de Utau para ver Ikuto era tão grande para tirar-la de Londres.

Kukai cumprimentou Amu e Ikuto de uma maneira amigável, perguntando como fora a viagem. E em seguida, foram feitos comentários gerais sobre o tempo e a monotonia da aldeia. Então a conversa sem conteúdo acabou.

— Bem — Tia Yukari disse depois de um longo momento de silêncio. — Imagino que vocês dois gostariam de descansar antes do jantar— Sim, obrigada. — Amu se agarrou a desculpa.

— Muito bem. Chamarei o mordomo.

O mordomo respondeu ao chamado tão rápido que Amu achou que ele estivesse espiando atrás da porta. Ele os levou até o pé da escadaria, onde uma fileira de criados uniformizados parecia aguardá-los.

— Sra.Maora, a governanta...

Terminadas as apresentações, foram aos seus quartos e Amu pôde enfim ficar só. Deitou-se e fitou por um longo momento o pesado dossel de brocado suspenso alguns centímetros acima da cama, uma volumosa peça estilo jacobino de nogueira escura na qual fora esculpida uma grande confusão de animais, faces e cenários. Dada a imponência da sua cama, só podia imaginar como seria grande e ornada a cama do quarto principal. Desejou saber se Yukari a colocou ali com o fim de humilhá-la.

Uma porta em uma das paredes do quarto chamou sua atenção. Caminhou curiosa naquela direção. Abriu a porta, deparando-se de repente com outro quarto. Podia ouvir o som de passos no outro cômodo. Fechou a porta depressa. Estava claro que seu quarto se conectava a outro, o que supôs ser o quarto de Ikuto. Era um arranjo bastante comum entre cônjuges da aristocracia.

Amu se virou, um rubor involuntário tingiu-lhe as faces. Não queria pensar nas possibilidades que aquela porta dava.

Alguns minutos depois, ouviu uma batida à porta e dois criados entraram, carregando a sua bagagem. Estavam sendo seguidos por sua nova criada de quarto, uma moça chamada Arina que fora criada pessoal de Rima quando vivia na Inglaterra. A jovem recusara-se a acompanhar Rima para a Itália. Arina e o criado de Ikuto, Shizun, também haviam chegado de Londres naquela manhã.

Amu escolheu cuidadosamente o vestido que usaria naquela noite. Não queria que houvesse críticas. Uma jovem solteira devia se vestir com tons claros e embora soubesse que a sua idade já não a colocava mais nessa categoria. Vestiu um traje de noite de seda branco, com um corte simples e ao mesmo tempo elegante. O único adorno era uma fita larga azul-escura, circundando-lhe o tórax logo abaixo dos seios. Arina lhe colocaria uma tira da mesma cor nos cachos de cabelos. O vestido possuía apenas uma leve sugestão de cauda e um folho mais comprido na frente. Entretanto, qualquer um que entendesse um pouco mais de moda, o reconheceria de imediato como sendo um trabalho de uma modista de ponta, que soube valorizar o corpo de Amu.

Quando Arina terminou de lhe arrumar os cabelos e lhe entregou o leque, Amu teve certeza de que sua aparência não podia ser melhor. Dirigiu-se ao corredor e olhou para a porta do quarto ao lado. Naquele momento, Ikuto saiu, carregando uma pequena caixa nas mãos.

Ele a fitou e um sorriso brincou nas feições másculas.

— Amu — disse ele, parando diante dela. — Como está linda!

Os olhos escuros cintilaram, o que a fez sentir uma onda imediata de calor.

— Obrigada — respondeu — Queria parecer merecedora... de ser sua esposa.

— Eu é que não a mereço — disse Ikuto. — Nem qualquer um daqueles abutres que nos esperam lá embaixo.

Amu deixou escapar uma risadinha.

— Você é muito indelicado.

— Sou honesto e você sabe disso. E espero que também saiba o quanto é bonita. A voz baixa e um pouco rouca a fez sentir um arrepio na pele, como se ele tivesse roçado os dedos em seu braço.

Amu não sabia para onde olhar e desejou saber se ele fazia idéia do efeito que lhe causava. Será que lhe causava o mesmo tipo de sensações.

Ikuto estendeu a caixa na direção dela.

Trouxe algo para você.

— O que é? — Amu estendeu o braço para alcançar a caixa, fitando-o curiosa.

— Abra e veja. — Ele acenou com a cabeça para a caixa. — Amu ergueu a tampa. Dentro havia um colar de pérolas, ela ofegou.

— Ikuto! São lindas!

— Então vão combinar com você. Use-as.

Ele pegou o colar do suporte aveludado e abriu o gancho.

— Mas que presente... Não posso aceitá-lo.

— Claro que pode. Você é minha noiva. E são pérolas... Rima me deu certeza que seria apropriado. Pérolas até ser uma senhora casada. Então, penso que... hum... safiras seriam perfeitas, não acha? Pelo menos com este vestido.

— Ikuto... — Amu o fitou. Ele tinha razão, Estaria sendo tola em desejar que o presente sugerisse algo diferente do que era correto e esperado!

Ikuto segurou o colar e deu meio passo na direção dela. A proximidade a fez prender a respiração. Estava totalmente atenta à presença dele, só dele. Alcançando-a, ele a rodeou para fechar o gancho do colar. As pérolas frias e macias tocaram-lhe a pele nua. Amu sentiu o roçar dos dedos dele na base do pescoço e não pôde disfarçar o arrepio que tomou conta de suas costas.

O gancho foi fechado com um ruído e as mãos de Ikuto se afastaram, demorando-se um pouco mais sobre seus ombros. Ao fitá-la, os olhos escuros cintilaram repletos de intenções. Amu desejou se perder na profundidade escura daquelas íris, e...

Ikuto curvou a cabeça à frente. O estômago de Amu se contraiu em antecipação e seus olhos se fecharam.

De repente, o som de uma porta se abrindo no final do corredor, a fez saltar para trás com os olhos arregalados. Ikuto se afastou ao mesmo momento e ambos se viraram em direção ao barulho. Sir Souma surgiu, caminhando ao longo do corredor. Acenou com a cabeça e lhes deu um sorriso.

— Olá. Estão descendo para o jantar, não é? — perguntou jovial, parando ao lado dos dois. — Utau ainda vai demorar um pouco. — O homem lançou um sorriso a Ikuto. — Vai compreender isso logo, logo, companheiro.

Amu esforçou-se para esboçar um sorriso. Os outros já estavam reunidos na pequena sala separada da de jantar por portas de correr. Yukari já estava lá junto com Tadase e a esposa que, sentada com as costas rijas, saboreava um cálice de xerez. Yaya se encontrava em uma cadeira próxima, também com um cálice de xerez na mão, mas o apertava com tanta força, que Amu se admirou que ainda não tivesse quebrado. Olhava o marido, nervosa. Quando os três entraram na sala, Tadase se virou na direção dos recém-chegados

— Ora, ora — disse, com uma nota de amargura na voz. — O filho pródigo voltou.

— Tadase — respondeu Ikuto num tom neutro. O homem o considerou por um momento, a face estampando a familiar arrogância. Então, se dirigiu a Amu.

— E a pequena Amu — disse, curvando-se na frente dela com uma mesura formal. O movimento foi um pouco deteriorado pelo fato de se desequilibrar e ter que amparar-se na mesinha de licor. — Parece que enfim conseguiram o que vinham perseguindo durante todos esses anos.

— Vejo que não mudou nada, Tadase — observou Amu, seca.

A declaração era verdadeira no que se referia à personalidade, mas a aparência declinara bastante naqueles nove anos, desde que o vira pela última vez. A arrogância sempre se refletira demais na face de Tadase para Amu apreciar-lhe a aparência, mas sabia que as amigas de Utau o consideravam um homem muito bonito. Tinha um tom de pele mais claro do que o de Ikuto, os cabelos castanhos cor de avelã e era tão alto quanto o pai.

Amu sentiu um arrepio de asco ao fitá-lo. Não pôde evitar se lembrar da última vez que estivera em Casa Tsukiyomi. Tadase, aproveitando-se do fato de encontrá-la sozinha na biblioteca, pressionou-a de encontro às estantes. Ainda podia recordar as prateleiras duras machucando-lhe as costas, enquanto tentava se livrar como podia. Ele havia bebido e ela se recordou do cheiro de uísque no hálito quente e repugnante de encontro a sua pele. O peso do corpo apertando-a, as mãos ásperas agarrando-lhe os braços para contê-la. Também se lembrou com mais satisfação de quando ergueu o joelho e o acertou com um golpe baixo, que o fez cambalear, comprimindo a genitália e amaldiçoando-a ferozmente. No dia seguinte, ela pressionara Yukari a lhe escrever uma carta de recomendação e partira para Londres.

— Não posso dizer o mesmo a seu respeito, minha querida — disse Tadase, varrendo-lhe o corpo com os olhos. — Parece ainda mais adorável.

Amu sentiu Ikuto enrijecer a seu lado e cravou os dedos em seu braço, relanceando o olhar suplicante para Yukari. Foi pega de surpresa ao perceber que a mulher fitou o filho com expressão glacial. Então, desejou saber se a mãe começara a enxergar o filho como realmente ele era.

Yaya levantou-se caminhando até a mesa de licor, pôs a mão no braço do marido.

— Tadase, querido, por que não vem se sentar comigo?

Ele a encarou com um olhar desdenhoso.

— E ficar aborrecido até a morte?

A mulher baixou a cabeça, com a face rubra de embaraço. Amu sentiu pena da jovem.

Foi Sir Souma quem quebrou o momento desagradável. Caminhou até Tadase e Yaya e disse:

— Não seja uma pessoa tão rude, cunhado. Por que não serve um pouco de uísque para mim e para LordeTsukiyomi ? — Então, virou-se para Ikuto e Amu com expressão interrogativa. — Xerez, Srta. Hinamori?

— Sim, obrigada — respondeu ela e em seguida caminhou até Yaya. — Venha, sente-se comigo, Sra.Hotori, e vamos conversar um pouco.

A jovem a olhou grata.

— Por favor, pode me chamar de Yaya. "Sra. Hotori" soa tão velho. Quero dizer... — Ela ruborizou, lançando um breve olhar a Yukari e percebendo que suas palavras ofendiam a outra Sra. Hotori.

— Muito adulto — diminuiu Amu. — Sei o que quer dizer. Agora, conte como você e Tadase se conheceram. Não é daqui, é?

— Oh, não. Sou de Yorkshire. Tadase fez uma visita a Brackenmore. Ele era amigo de um dos filhos do conde.

Na verdade, eu nem o tinha visto ainda. Mas minha mãe me deixou ir ao baile de Brackenmore. — Ela sorriu, os olhos brilhando de excitação ao se lembrar. — Tadase me convidou para dançar e, bem...

Ela encolheu os ombros. Amu poderia deduzir o resto da história. Yaya, jovem e ingênua, maravilhara-se com o baile e com a atenção do esperto londrino, apaixonando-se perdidamente.

— Oh, querido! -A voz de Utau na entrada atraiu a atenção de todos. A mulher entrou, contemplando-os com um sorriso. — Sou a última a chegar novamente?

Claro que é — observou Tadase.

— Mas a espera valeu a pena, como sempre — retrucou Sir Souma num tom galanteador, pegando a mão da esposa e levando-a aos lábios.

Tadase caminhou até a irmã.

— Que belos brincos, Utau— comentou, tocando um dos reluzentes rubis. — São novos?

Havia uma nota de deboche na sua voz como se falasse de uma piada que ninguém mais entendia.

Utau lançou-lhe um olhar fulminante.

— Claro que não, Tadase, não seja tolo. Pertenceram à família de Sir Souma durante anos.

Naquele instante, Rundell surgiu na entrada para anunciar que a mesa fora servida e todos se dirigiram à sala de jantar. Amu esperava que a comida deixasse Tadase sóbrio, mas logo perdeu as esperanças. O homem de imediato ordenando-lhe que enchesse o copo de vinho e continuou bebendo durante toda a refeição

Também continuou se comportando da mesma maneira detestável, fazendo comentários desagradáveis a todos e amaldiçoando o criado que não era rápido bastante para manter-lhe o copo cheio de vinho.

Até sua própria mãe pediu ao filho para prestar mais atenção aos modos.

— Meus modos? — indagou com um olhar gozador. — Oh, sim, isso é tudo que importa. Aparências. Temos que fingir que somos corteses e civilizados, não importa a sujeira que está por baixo de nossos pés, não é? — perguntou, endereçando-lhe um sorriso frio e perverso.

— Tadase, francamente...

— Todos temos que sentar aqui e agir como se estivéssemos deleitados com a vinda de Ikuto para nos tirar tudo.

Amu olhou para as pessoas à mesa. Yaya, ao lado do marido, baixou a cabeça e contemplou o prato. Sir Souma fitou Tadase com uma expressão de desgosto e Utau evitou encarar o irmão. A boca de Yukari curvou-se em uma linha fina e ela também desviou o olhar do filho.

A expressão de Ikuto era de resignação quando disse num tom de advertência:

— Tadase, sugiro que pare antes que faça uma declaração da qual se lamentará amanhã de manhã.

— Lamentar? — repetiu Tadase, a voz engrolada devido à bebida e à raiva. — A única coisa que lamentarei é o fato de você estar aqui, reivindicando o lugar que deveria ser meu.

— Seu? — perguntou Ikuto, erguendo uma sobrancelha.

— Sim, meu! — Tadase curvou a cabeça para a frente, hostil. — Quem ficou aqui e tomou conta de tudo durante todos esses anos? Não foi você. Nem seu pai. Foi o meu pai quem ficou e cuidou da propriedade. Era ele quem administrava estas terras. E depois dele, eu. Eu deveria ter herdado Casa Tsukiyomi, não um novo-rico como você!

A expressão de Ikuto não mudou quando disse num tom calmo:

— E claro que seu pai o prejudicou quando o elevou à categoria de herdeiro da propriedade, quando obviamente você não podia ser, já que eu estava vivo.

— É mesmo uma grande falta de sorte você estar vivo — rosnou Tadase.

— Não. — Ikuto abriu os lábios num sorriso frio.

— Não foi a sorte que me salvou, mas bons reflexos.

A face de Tadase se contorceu e ele se ergueu, derrubando a cadeira com um estrondo.

— Desgraçado! Você deveria ter morrido!— berrou irado, virando-se em seguida e deixando a sala.

Notas finais
Não sei por mim, mas o Tadase está nojento nessa história...
Não sei também por que o fiz assim...
Não gosto do Ikuto todo formal e pomposo as vezes não parece ele (culpa da autora), prefiro o Ikuto pervertido (amoo, mas em breve voltaremos ao Ikuto "tradicional"
Uma dúvida de autora... vocês gostariam de ver ou não hentai na história? (rostovermelho)
Deixem reviews, por favor!
Até o décimo terceiro capítulo.
Beijos, Lady.