Notas iniciais
Gente, desculpem a minha demora... uma semana para postar este novo capítulo, mas é que meu dia insiste em ter somente 24 horas e eu precisava de mais... rsrsrs Bem, aqui está... Antes de mais nada, preciso dar um SPOILER. Sinto muito tirar a surpresa, mas preciso dizer somente uma coisinha... Quem não me conhece, vá lá dar uma espiada no meu perfil daqui do NYAH e vejam.. Leiam ... Eu sou apaixonadérrima pelo casal CASKETT, nenhum outro jamais ganhou meu amor com tamanha intensidade, e detesto a ideia de terminar uma fic com eles separados... Aliás, a fic começou com eles separados e com muita raiva (? rsrs) um do outro. Se não vou separá-los, matá-los, então... Vixxxche Maria!!! Nem se fala... Uaaauuwww!! Nunca! Uma coisa dessas nunca passou pela minha cabeça. Posso separá-los momentaneamente, posso colocar um dos dois ou os dois no hospital, UTI, etc. Não estou dizendo que vou fazer isto nesta fic. Não é isso. Quero apenas dizer que não só eu, mas outros autores usam destes expedientes como forma de acrescentar emoção à história. Mas entre mortos e feridos (rsrsrs), todos sobrevivem e vivem felizes para sempre. Bjinhos e boa leitura.

COM JEITINHO SAPECA, A SRA. KELLY WILKER NARRAVA A KATE SOBRE SUA INTENÇÃO EM FREQUENTAR TODOS OS EVENTOS DE MODA EM QUE SEU FUTURO MARIDO FOSSE CONVIDADO.

...

— Aaahh!!... – Kate indagou porque estava realmente em entender... – Então você tem um namorado?

Com o mesmo riso travesso de quem estava planejando algo fora do comum, ela comentou – Não! – sorriu – Ainda não.... Mas vou me casar em breve... Eu gostei de você, então eu te mandarei um convite de casamento. — Kelly sorriu divertida — Só que ele ainda não sabe, mas quando me conhecer eu vou fazer de tudo para ele se apaixonar por mim... Eu não sou boba nem cega... Além de beleza e charme, eu tenho meus truques... Estou de olho num dos homens mais lindos de Nova York... – E com uma velocidade fora do normal, ela desandou a falar igual a uma metralhadora – Ele também é do ramo de vestuário masculino... Vamos unir nossas fortunas... Ele andou me dando uma dor de cabeça e ate ficou interessado na minha fábrica... Então, nada melhor do que nós nos aproximarmos de todos os jeitos... Corpos e empresas... – sorriu — Ele será meu marido, ou então não me chamo Kelly Wilker.... Aliás, — ela sorriu — em breve eu vou trocar meu nome mesmo... O nome do meu futuro marido é Richard Rodgers... Então, meu nome será Kelly Rodgers...

Ao ouvir tal declaração com tanto entusiasmo e convicção, Kate se sentiu tonta e uma nuvem turva surgiu diante dos seus olhos, que, se não tivesse ao lado do rico conjunto de sofás, teria caído no chão. Ela desabou no sofá, quase sentando sobre sua própria bolsa, sendo amparada pelo encosto e pelo braço do móvel e sentia seu corpo gelado. Estava passando mal.

O mal estar dela não passou despercebido para Kelly.

Muito gentil e prestativa, a empresária, com simpatia e com o objetivo de socorrer a advogada, se sentou ao lado dela e apreensiva, procurou saber como ela estava – Dra. Beckett, você está bem? Aliás... Oh my gosh! Como sou tola, está na cara que não... Você está pálida... Está sem cor....

Kelly se aproximou mais de Kate e num gesto de preocupação, pegou suas mãos entre as suas e percebeu que, além de pálida, a advogada estava com a pele fria. – Dra. Beckett, você está com as mãos geladas!

Constatando que Kate estava recostada e segura no sofá, imediatamente, Kelly se levantou e, pelo intercomunicador, entrou em contato com sua secretária e pediu algo.

Em menos de um minuto, uma copeira adentrou à sala de Kelly segurando uma bandeja contendo uma linda jarra térmica, uma xícara com pires e guardanapos e ela própria colocou o líquido escuro na xícara e ofereceu a Kate – Senhora, beba este chá quente. É de gengibre. É estimulante; Ele melhora o ânimo e dá disposição. E pode ficar despreocupada porque não tem contraindicação...

No instante que a simpática copeira chegou bem próxima a Kate, seu estômago embrulhou ao sentir o cheiro do perfume da moça. Além de estar se sentindo mal e abalada emocionalmente diante do choque das palavras de Kelly, agora estava se sentindo mal fisicamente, pois estava a ponto de vomitar ali mesmo, na sala da empresária.

Sem saber de onde tirou forças, já que se sentia fraca, Kate pegou guardanapos na bandeja e os botou sobre sua boca no intuito de reprimir a ânsia. Em seguida se levantou, e, muito rapidamente procurou saber aonde era o sanitário e, ao ouvir a indicação, viu que ali mesmo na sala havia um. Apressou-se e, cambaleante, mal chegando lá, vomitou.

A Kelly agradeceu à copeira e a dispensou.

Percebendo que a advogada passava mal, a seguiu e a amparou.

Passados uns minutos, Kate, acompanhada da empresária, retorna ao sofá e fica recostada. Ainda se sentia mal e constrangida, a única coisa que queria, naquele momento, era sumir. Apesar de estar sendo ajudada pela indiana, Kate nem queria olhar para a cara da moça, diante das intenções dela para com Rick.

— Dra. Beckett, eu vou mandar a Sra. Ramires chamar socorro médico para você...

— Não precisa, Sra. Wilker. Não precisa. – Kate a interrompeu e, pensando rapidamente numa saída, Kate anunciou – Eu vou chamar... meu marido... – titubeou, mas tentou passar verdade e, desviando a vista, procurou sua bolsa para apanhar seu iPhone.

— Ah, sim... – Kelly a olhou confiante de que a advogada sabia o que fazia e, para dar privacidade, se levantou, afastando-se um pouco.

Kate ainda não se sentia bem. Pálida, ligou para o noivo que atendeu ao segundo toque. Com voz sorridente ele gracejou – Mas você não consegue ficar sem ouvir minha voz, né, amor? Você...

Kate o interrompeu – Babe, preciso de você...

— Eu sei disso... — Ele tentou brincar, mas foi novamente interrompido.

— Estou falando sério, querido – ela falava num tom suave e baixo, mas era perceptível, pelo timbre de sua voz, que ela não estava passando bem, mas não queria entrar em detalhes naquele momento – Não estou passando bem...

— O que é que você tem, Kate? – do outro lado da linha, Richard estava aflito. – Eu vou te pegar agora.

Kate tentou acalmá-lo. — Querido, eu estou enjoada e vomitei... Logo estarei bem... Aliás, já estou um pouquinho melhor. Mas ficarei melhor ainda quando você chegar. – Não queria assustar o noivo, tampouco descrever os pormenores do ocorrido – Depois conversamos... Mas eu liguei pra isso mesmo, amor. Preciso que você venha me buscar, aqui. Agora. Você sabe, estou na “NICE CLOTHES”, especificamente na sala da Presidência. Assim que você chegar, avise a Secretária que você veio me pegar... Diga a ela que você é meu marido...

— Ãããhhnnn!!!??? – Rick estranhou o título de “marido” que acabara de ganhar da noiva. – Gostei desta parte... – tentou fazer graça. – Mas falando sério, amor, porque isto?

— Richard Rodgers! – Kate sussurrava para não ser ouvida pela indiana – Não faça perguntas... Apenas venha.

Sempre prática, Kate o advertiu, mas logo em seguida, usando um tom carinhoso, ela complementou — Depois eu te explico, amor...

— Estarei aí em alguns minutos.... Hey, você conseguiu falar com ela sobre o meu interesse nas ações da empresa dela?

Passando mal, louca de vontade de sair dali, Kate ficou impaciente ao perceber que Rick queria conversar sobre assuntos de negócios — Rick! Você ainda está parado aí? Não acredito!

Ele engoliu em seco diante do sufoco dela — Ok! Sorry, babe. Estou indo.

Para amenizar a bronca, ela, de forma mais amena, respondeu parcialmente a indagação do noivo – Não, amor, eu não falei sobre este assunto. Depois eu converso com você. – respondeu de forma genérica.

Ao perceber que a ligação telefônica foi finalizada, Kelly retornou ao lado da advogada – Dra. Beckett, tome mais um pouco do chá.

Kate aceitou porque, além de gostoso, o chá de gengibre é excelente para este tipo de mal estar.

Kate bebia o chá quando Kelly perguntou – Você passou mal assim... Ficou tonta, quase desmaiou e... enjoou... Fiquei preocupada... Sem querer invadir sua privacidade, você comeu alguma coisa que não te fez bem?

Sem rodeios, Kate informou – Estou grávida...

Tal notícia deixou Kelly surpresa – Oh!

— É. Estou grávida. – confirmou — E do nada eu fico tonta e estou enjoando muito. – por cautela, Kate preferiu omitir que passara mal por causa do choque que levara ao ouvir os planos loucos de Kelly em casar com Richard e, por educação, omitiu também que seu estado se agravou por conta do perfume da copeira. – Ainda bem que desta vez eu não desmaiei.

Apesar de estar possessa ao saber do interesse de Kelly em Richard, Kate sorriu sem graça por conta do seu mal estar. Sabia também que não ficara tonta por conta da gravidez e sim pelo susto que levou ao saber da intenção da moça de casar com o "seu" noivo. Controlando a raiva, ela pensou “SEU” noivo. Tinha vontade de dar uns tapas naquela assanhada... Mas tinha que se controlar, por isto, evitava olhar para a indiana. Mantinha os olhos baixos.

Só que a empresária, alheia aos reais motivos que levaram Kate a passar mal, queria conversar e passou a indagar – É seu primeiro filho, Dra. Beckett?

— Não. — Kate mantinha a ideia inicial e não entraria em detalhes, apenas falaria por alto. – Com esta gravidez agora serão seis filhos.

— Nossa Senhora! – a indiana não conseguiu disfarçar o espanto. – Seis filhos? Sério?

— Eu e meu marido estamos muito contentes com esta nova gravidez.

— Você é tão nova... Seis filhos?... Quais as idades?

Já melhor, Kate sorria, sem conseguir ocultar a alegria em contar sobre a gravidez. Alisando a barriga plana, resume – De recém-nacido até onze anos – arremata.

— É... Parabéns! ... Quantos meninos e quantas meninas? – A curiosidade da indiana parecia não ter fim.

— Ao todo serão três meninas e três meninos. – ela omitiria que tivera as gêmeas e agora esperava os trigêmeos – A mais velha é Alexis e aí as idades vão diminuindo... Beatrice, Annie, Bernardo, Arthur e Bryan.

— Lindos nomes. Parabéns! – Kelly sorriu – Se com uma filha eu já fico tão preocupada... Imagina você, com seis... – a empresária estava impressionada. De repente se lembrou – Hey, Dra. Beckett, seu rosto não está mais pálido. – a moça pegou as mãos de Kate – Nem está mais gelada. Graças a Deus! Você já está melhor?

Ainda com vontade de dar umas sacudidas naquela indiana, Kate se controla e, forçando um sorriso, responde – Estou melhor, obrigada. Este chá de gengibre, além de delicioso é revigorante.

De repente, Kelly ficou com uma dúvida – Não é que eu quisesse escutar sua conversa, Dra. Beckett, mas como a sala não é tão grande a ponto de impedir que eu a ouvisse... Você telefonou para seu marido e pediu para ele vir buscar você? Ele está aqui Nova York? Ele veio com você?

— Não. – Kate negou – Ele já estava aqui... Quer dizer nós já estávamos aqui em Nova York. Ele... – ela se corrigiu novamente — “nós” temos uma empresa aqui em Nova York e, apesar de morarmos em Washington, D.C., ele sempre está aqui para reuniões. Então, sempre viemos para Nova York. Nós e as crianças. Não nos separamos delas por nada, exceto quando é uma rápida viagem de negócios durante o dia, porque neste horário elas estão na escola... E por conta disto, nós mantemos um apartamento aqui, assim não precisamos ficar em hotel quando viemos para passar a noite ou para passar o final de semana.

Neste momento ouve-se o som do telefone. Kelly vai atender e, segundos após desligar, ela comunica – A Sra. Ramires informou que seu marido chegou. Ela vai fazê-lo entrar.

Mal terminou de falar, a porta se abriu e Richard, alto, forte, lindo e maravilhoso entrou na sala.

Neste momento, quase foi Kelly que passou mal.

Assim que Kelly olhou para a figura do Richard ela gelou e mais uma vez não conseguiu disfarçar ao perguntar – Você? – e olhando para Kate, atônita, quis saber – É este o seu marido?

— Eu o que!? – Richard olhou para a indiana sem entender o motivo do espanto da moça. E, educadamente, respondendo a pergunta que a moça fizera a Kate, ele mesmo fala – Sim, eu sou o marido dela.

Em questão de segundos, Kelly olhou de Richard para Kate várias vezes, como se estivesse acompanhando uma partida de pingue-pongue, até que meio perguntando, meio afirmando se dirigiu a ela – Eu... Você é casada com Richard Rodgers!!??... Eu não sabia... Eu não sabia que ele era casado... – Kelly, mais uma vez, olhava de Richard para Kate, fixando o olhar na advogada e, meio sem graça afirmou – Eu te contei meus planos... Oh, meu Deus!... – a indiana estava visivelmente encabulada.

Kate estava adorando ver a reação da empresária e se contendo para não transparecer esse sentimento.

A indiana estava estupefata. – Porque você deixou eu terminar de falar aquelas coisas? Porque você não me interrompeu e.... — Kate que há pouco tempo havia passado mal, estava agora no seu estado perfeito e vibrando em poder deixar a moça boquiaberta e constrangida por tudo que havia confidenciado.

Num esforço sobre-humano porque ainda estava enfurecida com a moça, Kate informou com muita educação e com um leve sorriso nos lábios — Não tive chance. Você não parava de falar... Não fazia pausa... Além disso, eu passei mal.

Richard não compreendia aquela conversa e não entendia o porquê da fisionomia de espanto daquela moça, contudo não podia deixar de perceber que ela era surpreendentemente bela. Não tinha noção de quem ela era... Talvez fosse filha da proprietária da “NICE CLOTHES”. Era uma jovem de uma beleza atípica, com características marcantes nos seus traços fortes. Os olhos, o corpo, os lábios carnudos... Os cabelos... Parecia um manto negro por baixo do manto banco... Ela era toda encantadora. Constatou que ela era indiana e se vestia como tal. Tudo isto ele percebera em milésimos de segundos, assim que entrara na sala e a encontrara parada feito uma estátua, tal o seu espanto ao vê-lo.

Como advogada, Kate estava costumada a lidar e decifrar expressões faciais das pessoas, então detectou um olhar de admiração de Richard ao avistar a indiana e a moça não o olhava diferente, pois estava visivelmente perturbada com a chegada dele e isto Kate não gostou. Bateu uma pontada de ciúmes e insegurança e estas duas sensações não lhe agradaram nem um pouco. Se uma sensação sozinha já não era boa..., imagina as duas juntas “ciúmes + insegurança”... Não! Isto não poderia dar certo.

Contudo, pensando rapidamente, Kate tentou não dar importância a isto, pois ela própria ficara surpresa ao ver a indiana. Kate a achara linda, com uma beleza exótica, somado ao fato dela estar vestida com roupas tradicionais da sua terra.

Pasma em ter Richard Rodgers à sua frente, Kelly deixou seu manto branco escorregar pelos sedosos cabelos, indo parar nos seus braços e, abalada, olhava firme para Richard.

Kate pensava “- Sim, por mais que a reação dele tivesse sido igual ou similar a minha, o ciúme ainda está aqui... Persiste... Por mais apaixonado e comprometido que ele esteja comigo, não quero dar chance à má sorte. Tenho que acabar logo com isso.”

Coincidentemente, antes mesmo da Kate intervir, neste mesmo momento, Richard deixa de emitir olhar de admirar a indiana e volta sua ação para a noiva e segue em passos rápidos até ela, olhando-a com amor e isto Kate também pode perceber, fazendo seu coração bater mais rápido e ficar cheio de alegria – Querida! – Ele quase sussurrava e se sentou ao lado dela, segurou ambas as mãos entre as suas, levando-as aos lábios, beijando os dedos delicados, passando a fazer um monte de perguntas, uma grudada na outra, sem dar a Kate tempo para responder – O que você teve, meu amor? Você está melhor? Você tomou os medicamentos que a Lanie passou para enjoo? – Neste momento, sem se preocupar em camuflar sua ansiedade, ele a puxou para um abraço acolhedor e carinhoso, onde era nítido o amor que sentia por Kate e isso, mais uma vez, a alegrou.

— Querido, eu estou bem. – Kate, delicadamente, se afastou do abraço. – ela o olhava e tentava demonstrar que estava melhor.

Rick a olhou atravessado, com os olhos semicerrados, como quem não estava acreditando nela. Como se ela quisesse aparentar que passava bem, quando na verdade estava mal. Percebendo o olhar de dúvida dele, Kate afirmou delicadamente – Juro, amor. Estou melhor mesmo.

Sentindo-se bem, Kate, ainda com as mãos entre as do noivo, ela deu a entender que queria se levantar. Ele se levantou e a trouxe junto ao seu lado.

Beckett olhou para Kelly e depois para o noivo – Richard, eu quero te apresentar a proprietária da “NICE CLOTHES”, Sra. Kelly Wilker. – e agora, olhando do noivo para Kelly, ela repete a apresentação – Sra. Wilker, este é meu marido, Richard Rodgers.

Tentando não aparentar que estava abismado ao saber que aquela moça não era a filha da Sra. Kelly Wilker e sim a própria Kelly Willer, Richard estendeu a mão para cumprimentar a indiana. Apertaram-se as mãos e trocaram sorrisos.

Voltando a ficar incomodada com os sorrisos, Kate tratou logo de chamar o noivo para ir embora.

– Então, Sra. Wilker, eu já vou embora. Foi um prazer te conhecer...

Kelly interrompeu Kate – Dra. Beckett, terminou que você não chegou a me falar sobre o motivo da sua visita...

Sem revelar o motivo que a levara ali, Kate responde de modo cortês — Não se preocupe, Sra. Wilker. Eu volto a ligar para marcarmos outra reunião.

Intimamente, Kate sabia que nunca mais colocaria seus pés naquela empresa, muito menos naquela sala. Também não daria ousadia para Rick em narrar os delírios e desejos da indiana com relação a ele. Sem chances de mudar de ideia. Já que notara que ele ficara perplexo com a figura da indiana, Kate não queria dar espaço ao azar.

— Faça isto mesmo, Dra Beckett. – Kelly assentiu e sorriu para o casal — Estarei esperando, pois fiquei curiosa para saber o motivo da sua visita. – Quando voltar, venha com o Sr. Rodgers.

Ao ouvir a última parte do convite da indiana, mesmo sem perceber qualquer insinuação maliciosa da empresária, Kate sentiu uma queimação no pescoço. Ficou enfurecida. Por mais que o tom da moça não fosse sedutor com relação ao Rick, Kate não gostara, pois já ficou imaginando coisas.

Richard e Beckett estavam lado a lado prontos para sair ao escutar tal solicitação, quando Kate percebeu que Rick, cheio de simpatia, já estava sorrindo e, pelos gestos de braços indicava que ele já iria responder. Contudo, Kate foi mais rápida, e antes mesmo dele emitir qualquer resposta ou qualquer opinião, que "sim" ou que "não", Kate, com olhar vitorioso e um sorriso de satisfação, se apoiou no noivo, pondo o braço direito sobre as costas dele, dirigiu seu olhar à empresária e avisou – Antes dito eu volto a entrar em contado com você para te entregar o convite do nosso casamento.

— Casamento? Como assim!? – Kelly estava sem compreender — Mas vocês já não são casados?

— Sim, somos. – Kate confirmou – Mas é que vamos renovar nossos votos. Queremos fazer uma festa linda com todos os nossos filhos e nossos amigos e familiares...

— Tá... entendi...

Kate e Richard despediram-se da empresária e foram embora, deixando uma Kelly Wilker boquiaberta e pensativa, pois, tentava assimilar tudo o que acontecera naquela sala naquele início de manhã. Muita coisa para tão curto espaço de tempo.

Continua...

Notas finais
Rick aflito - http://33.media.tumblr.com/219b0d88e6a7870c990863124675dff6/tumblr_nmtzhxZAQd1r679i6o1_500.gif Kelly Wilker pasma - http://i2.cdn.turner.com/cnnnext/dam/assets/150923113535-priyanka-chopra-0923-exlarge-169.jpg CASKETT lado a lado - http://40.media.tumblr.com/b25da62e4d89789b7f5302aee6067ba2/tumblr_n0idycwFtH1qli0cno1_500.jpg