Notas iniciais
Pessoal, obrigada pelos comentários. Espero muuuuuito que vocês gostem deste capítulo. Eu estava ansiosa para postá-lo. Boa leitura, depois a gente se fala. Bjinhos. Denise

37 semanas de gestação...

Kate estava delegando tarefas e repassando temas importantes na espaçosa Sala de Reuniões do seu escritório. A maioria dos advogados estava presente.

Com exceção daqueles que estavam em audiências ou em qualquer diligência no Fórum, todos da sua equipe estavam ali.

Ela passava tarefas, assuntos e dados jurídicos primordiais aos processos e atividades que eles deveriam fazer. Kate não sabia se teria outra oportunidade para fazer esta reunião, pois Lanie avisara que seu parto poderia acontecer, de uma hora para outra a partir da semana seguinte, quando atingiria 38 semanas de gestação e o caso dela era especial, pois eram trigêmeos.

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Antes de começar a reunião, Kate ficara sozinha na sua sala a meditar sobre o momento em que ela estava vivendo “- Se eu fosse empregada de uma empresa privada, eu poderia tirar apenas doze semanas de licença maternidade e este período não seria remunerado, como determina a lei daqui. Contudo, como sou a dona do escritório e estou muito bem assessorada por advogados excelentes e muito bem de vida, obrigada, e o Rick também possui uma excelente condição financeira, muitas e muitas vezes melhor do que a minha, eu ficarei afastada por mais tempo. Vou me dar este luxo porque eu e meus bebês merecemos. Vai dar certo. Estou confiante e feliz como nunca estive.”.

Kate queria parto normal, mas estava preparada emocionalmente para o caso de precisar fazer parto Cesária, porque apesar dela ter tido uma gravidez maravilhosa e sem intercorrências e os bebês estarem em perfeita saúde, eles poderiam querer nascer antes da hora e ela não queria arriscar, afinal de contas eram trigêmeos. Existiam muitos casos de gestações que chegam até 42 semanas, com dois bebês, mas Lanie não queria olhar pelo lado das exceções, ela queria era o bem estar da sua amiga e paciente, além dos bebezinhos, claro. Ela não queria sustos à toa.

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Kate prosseguia a reunião com sua equipe e no meio de uma explicação detalhada de um grande processo, ela sentiu uma pontada e um leve desconforto no lado esquerdo e na parte baixa da barriga. O desconforto lhe dava um frio na espinha e isto ela não estava gostando.

Sem querer dar a perceber aos outros, ela, disfarçadamente, fez uma pausa, respirou fundo e esperou passar. Todos olhavam para ela e, assim, ela percebera que apesar de tentar, não conseguira disfarçar e isso a deixou constrangida.

— Dra. Beckett? A senhora está sentindo alguma coisa? – perguntou uma das advogadas que já tinha filhos e sabia dos incômodos que antecediam ao parto.

— Dra. Beckett, será que já chegou a hora dos bebês nascerem? – outro advogado perguntou.

De olhos fechados e apertados devido ao incômodo, e ainda sem poder falar, Kate fez sinal com a mão sinalizando que já estava passando.

Passados alguns segundos, tudo ficou bem, ela deu um sorriso franco, agradeceu a atenção de todos e seguiu com a reunião.

— Obrigada, pessoal. Acho que foi somente um susto. – um novo sorriso meigo — Podemos seguir.

Perto da hora do almoço, ainda na mesma reunião, ela estava de pé, andando pela sala e explicando aos advogados sobre um caso complicado, quando pontadas desagradáveis e mais fortes que as anteriores voltaram a importuná-la. O sangue lhe fugiu do rosto e sentiu seu corpo gelar, tanto era o incômodo que sentiu. Era uma dor aguda e estava doendo muito. Kate segurou-se na bancada próxima e teria caído se um dos advogados não tivesse se levantado e lhe segurado, sendo imediatamente ajudado por uma advogada.

Eles a puseram sentada em uma poltrona confortável.

Ela ouviu uma advogada telefonar para sua secretária e organizar a ida de Kate para o hospital.

— Não precisa, querida. – Apesar de abatida, Kate conseguira falar, mas foi vencida e muito rapidamente se viu sentada em uma cadeira de rodas que o escritório mantinha para emergências, e posteriormente, sendo levada ao hospital.

Sua secretária estava ao seu lado, segurado e afagando protetoramente suas mãos, esquentando-as, quando Kate, abatida, pediu – Mercedes, avise ao meu marido e diga qual o hospital que eu estou indo.

Kate conseguira dizer o nome do hospital onde Lanie trabalhava.

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Kate já estava no hospital sendo atendida por sua amiga, que, por sorte, era o dia de plantão dela.

Foram feitos vários exames que constataram que não houve nenhum problema, mas ela ficaria ali por mais algumas horas apenas para observação até sua pressão arterial estabilizar.

Apesar de ter ficado meio estressada por ter que ficar ainda no hospital, Kate ficou aliviada com a notícia de que não iria ter os bebês naquele dia, pois queria que eles esperassem, pelo menos, mais uma semana. Eles precisavam ganhar mais peso.

Lanie recebeu um chamado interno para atender outra paciente e teria que se ausentar e pediu desculpas a amiga — Kate, querida, solicitaram minha presença para atender outra grávida. Quando terminar eu volto. Como você está sozinha, se precisar de algo, é só apertar este botão e a enfermeira vem ver você. – Lanie mostrou a ela um botão que ficava na grade da cama, bem fácil de acessar, onde ela poderia chamar a enfermeira. Em seguida, a médica conferiu o soro com medicamento que estava sendo ministrado na amiga e avisou – Eu retorno antes deste soro acabar para te dar a alta. Até lá o seu bonitão já deve ter chegado, né? Beijo, querida.

Lanie saiu, deixando-a sozinha e Kate detestava ficar sozinha, ainda mais em um momento como este. Mas não tinha alternativa, pois dispensara a companhia da sua secretária e de uma advogada que se ofereceram para ficar ao seu lado.

Kate usava sua própria roupa, um lindo vestido próprio para gestante. Como fora atendida na emergência obstétrica, não foi preciso substituir sua roupa pelo leve e horroroso roupão do hospital. Somente seus sapatos foram tirados. Um lençol do hospital cobria-lhe os pés, as pernas Kate e a região da barriga que já estava muito grande nas suas trinta e sete semanas.

Pouco tempo depois que Lanie saiu, Kate vê a porta abrir e imaginou que seria Richard. Abriu um sorriso para recebê-lo. Mas o sorriso morreu nos seus lábios ao constatar quem era o visitante.

Para sua surpresa, quem entrou no quarto, com um sorriso de orelha a orelha foi uma pessoa que ela nunca esperava ver. Ninguém mais ninguém menos do que Josh Davidson.

“- Deus do céu! Eu não o vejo há mais de dez anos, desde que terminei o namoro com ele e começei a namorar o Richard.” O que é que este homem quer aqui, pelo amor de Deus? – Kate pensava.

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O namoro com Josh não havia terminado muito bem porque ele não quis aceitar o final do relacionamento. O médico ficara nervoso com a rejeição e principalmente quando, durante uma discussão, Kate já sem paciência, declarou que ele tinha que aceitar a situação, porque ela não o amava. E, como se não bastasse, depois de um tempo, ao descobrir que Kate estava namorando Richard, ele a procurou no seu apartamento para tirar satisfação e a ameaçou – Já que você não vai continuar namorando comigo, você também não vai ficar com o Rodgers.

Quando Kate ameaçou telefonar para a polícia, ele saiu dizendo que iria cumprir a promessa.

Aquela ameaça ficou na cabeça de Kate por muito tempo, contudo, o tempo foi passando e nada... Meses, um ano, dois anos e Josh nunca mais aparecera, telefonara ou dera sinal de vida. Melhor assim. O namoro dela com o Rick, e posteriormente o noivado, estava cada dia melhor e Kate nem mais se lembrava da existência do médico.

Quando Richard terminara o noivado, Kate até suspeitara que o envelope, o bilhete e as fotos faziam parte de um plano arquitetado por Josh, mas suas suspeitas não se concretizarem porque ele não a procurou depois do rompimento.

E agora ela estava ali, casada e gravida do Richard, e Josh aparece depois de tantos anos de rompimento, ...

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— Josh, o que é que você quer aqui? – Kate perguntou séria, contudo tentava aparentar tranquilidade.

O homem sorria cínico e não deu atenção à pergunta – Kate, você continua linda... – ele a olhava inteira, centímetro por centímetro e isto a incomodou muito. — Eu diria mais linda ainda, se é que isto é possível. Deus! Mesmo grávida você está belíssima... Não engordou além do necessário, ao que parece...

Ela o interrompeu de forma cortante pois não queria ouvir mais nada dele – Josh, chega de chorumela... O que é que você quer aqui? Aliás, não vejo motivo para você estar aqui. Saia, por favor.

Ainda com cinismo, ele faz um gesto com os braços indicando o local ao redor – Kate, você me pergunta o que eu estou fazendo aqui? Este é o meu local de trabalho, minha linda. Eu sou médico, você está lembrada? Eu trabalho aqui.

— Esta parte do hospital é destinada a emergências obstétricas. E você é cardiologista e não obstetra...

— Huuummm! Resposta certa! Estrelinha dourada para você! – ele falou com sarcasmo – Mas acontece que eu vi seu nome no quadro de emergências, assim que cheguei aqui, porque fui chamado para atender uma gestante que estava com batimentos cardíacos muito fora do normal...

— Oh, meu Deus! Como ela está? – Kate se preocupou pela saúde da moça.

Com sorriso de quem parecia desequilibrado, ele respondeu – Morreu! – ele fez um sinal com as mãos, pouco se importando com a vida da moça – Pluft! Já era!

Kate estava com cara de nojo daquele que um dia fora seu namorado. Ela ficou incomodada com a situação e com o pouco caso do médico pela saúde da sua paciente – Você é louco, Josh! Você é louco!

— É a vida, Kate. É a vida! Uns nascem..., outros morrem e hoje foi o dia dela.

— Saia daqui, Josh. Saia!

— Eu vim fazer companhia para você. Eu vi seu nome na listagem de pacientes e fiquei surpreso. – ele chegou ao lado da cama e passou a mão pela barriga dela.

Ela estava com nojo daquele ser estúpido e estava assustada – JOSH, SAIA DAQUI. – ela gritou.

Ele não deu a mínima ao pedido dela — Você sumiu de Nova York, Kate. Nunca mais ouvi falar de você. Se eu soubesse que você também morava aqui em Washington, D.C., eu teria te procurado.

Kate se esforçou para ficar calma porque se continuasse tensa, iria ser pior para ela própria e para seus bebês — Josh, por favor, saia daqui.

— Quem é o pai do seu bebê? Um namorado? Ou você não sabe quem é?

Kate contou até dez para não explodir — É o meu marido.

— Você se casou... – ele fez uma cara de desagrado – Bem que eu vi seu nome modificado... Eu vi Katherine Beckett Rodgers... — ele torceu levemente a boca e ficou pensativo e após dois segundos ele falou — Hey, ... Rodgers... Então aquele...

Ela o interrompeu — Sim, eu me casei com Richard Rodgers. – ela falou orgulhosa do maravilhoso marido que tinha.

Ao ouvir o nome do empresário, o médico ficou possesso – O que? Você se casou mesmo com aquele imbecil.

— Ele não é imbecil, Josh. Fique você sabendo que ele é o melhor marido do mundo e o melhor pai que eu poderia arranjar para meus filhos. Minhas filhas adoram o pai e ele adora as filhas. E agora para a nossa alegria, nossa família vai aumentar.

— Você já tem filhas com ele? Não acredito! – ele estava aflito.

— Sim, temos filhas lindas e maravilhosas e repito, ele é o melhor marido que uma mulher poderia sonhar e eu o amo. Sou louca por ele. – Josh chegou perto dela, acariciou suas pernas e depois foi subindo até a barriga e não parava de acariciar Kate — TIRE AS MÃOS DE MIM, JOSH, TIRE A MÃO DA MINHA BARRIGA. VOCÊ ESTÁ ME INCOMODANDO. SAIA DAQUI, JOSH! EU AMO O RICHARD E ELE É O MELHOR MARIDO DO MUNDO! – Kate apertou o botão para chamar a enfermeira e, por coincidência, naquele mesmo momento Richard entra no quarto e apesar de ficar feliz e orgulhoso com o que a esposa falara sobre ele, ele ficou possesso ao encontrar o tal Josh com a mão na barriga de sua mulher.

Demonstrando segurança, Richard Rodgers chegou ao lado da esposa, a cumprimentou e deu um selinho — Oi, amor! – ele sorriu para Kate ao cumprimentá-la e chegando ao lado do médico, se esforçou para não se exaltar e indagou – Você não ouviu o que minha esposa falou? Tire as mãos dela e saia daqui. Agora!

— Ah! Que lindo! Que marido protetor! É você quem vai tirar minha mão da barriga dela?

Tentando ao máximo ser paciente, Richard respondeu – Não, Josh, eu não vou encostar em você. É você mesmo quem vai tirar, sozinho, a mão da barriga da minha mulher.

A contragosto, o médico tirou a mão da barriga de Kate e começou a provocar Richard — Quer dizer que não adiantou você receber bilhete e fotos evidenciando que você era corno... Mesmo assim casou com ela?

Atônito com as palavras do médico, Richard se afastou alguns passos. Nem ele nem Kate haviam falado com ninguém sobre os bilhetes e as fotografias. Ao ouvir aquele comentário ácido, milhões de acontecimentos e seis anos de sofrimento passaram pela cabeça de Richard... Deus do céu! Josh fora o autor das fotos adulteradas e dos malditos bilhetes... Se não fosse o acaso, eles ainda estariam separados, ele não conheceria suas filhas e não teria uma vida feliz com ela.

Richard fervia de raiva. Suas narinas dilatavam ao respirar, mas mesmo assim, conseguiu perguntar — Josh, você falou "bilhete"? – ele não queria ter dúvida.

— Sim. Bilhete e duas fotografias provando que você é corno.

Sem pensar duas vezes Richard avançou no médico e deu um murro no seu rosto, jogando-o no chão.

Ao cair no chão, Josh tenta se levantar, mas percebe-se tonto. Sacode um pouco a cabeça para recobrar a agilidade e olha meio assustado para Richard que, irado, esbraveja e passa a dizer verdades ao médico – Você é um infeliz! Um frustrado! Um invejoso! Não ouse mais encostar em um fio de cabelo da minha mulher, nem mesmo ‘falar’, ‘escrever’, sequer ‘pensar’ no nome dela. Você está entendendo? Você está escutando ou quer que eu repita? Não ouse chegar perto da minha família.

Mesmo tonto, o Josh indaga com tom de ironia – Você está me ameaçando?

— Não. Eu estou apenas te avisando. Mas se você quiser se arriscar, tente encostar na minha mulher ou nos meus filhos.

Richard fica ao lado de Kate, que aquela altura estava aflita com o que acontecia ali.

Josh se levanta meio trôpego, passa a mão nos lábios doloridos e percebe sangue neles. Retira um lenço do bolso do seu uniforme azul de médico e limpa o sangue.

Os dois homens se encaram. Se os olhos de Rick fossem um fuzil, Josh já era um homem morto.

Naquele momento, entra uma enfermeira para atender ao chamado que Kate havia feito e, apesar de perceber as caras mal humoradas dos homens, não desconfia de nada.

— Chamou, Sra. Rodgers?

Kate disfarça – Eu já posso ir embora?

A enfermeira olha os batimentos cardíacos da paciente e vê que estavam acelerados.

— Sra. Rodgers, o soro ainda não terminou e... Oh, seus batimentos cardíacos estão acelerados – a enfermeira olha para Josh – Que bom que o Dr. Davidson está aqui. Ele pode dar uma conferida e fazer um exame na senhora...

Imediatamente, Kate a interrompe, aperta a mão do marido que acariciava a sua e, tentando ao máximo disfarçar sua raiva, ela avisa – Não quero que o Dr. Davidson encoste em mim. – pensou rápido em uma desculpa — Ele é conhecido nosso. Eu e meu marido não queremos misturar as coisas. Ele não veio aqui como médico, veio apenas me visitar, e já está de saída.

A enfermeira olha de Kate para Josh, vê a cara sem graça do médico, percebe o ambiente tenso, mas não fala nada sobre isto – Ok, Sra. Rodgers. Eu vou avisar a Dra. Parish sobre a alteração dos seus batimentos cardíacos. Mais alguma coisa? – diante da negativa de Kate, ela vai na direção da porta e completa – Eu já volto.

Assim que a enfermeira sai, fechando a porta atrás de si, Kate olha para Josh com muita raiva e comunica – Josh, eu acho melhor você ir embora e te aconselho ouvir o que meu marido te avisou: Nunca mais me procure, fale ou escreva meu nome, sequer pense em mim. Siga sua vida. Procure ser feliz, porque, como eu já te disse, eu sou a mulher mais feliz do mundo, tenho o melhor marido, os melhores filhos e a melhor família do mundo. Adeus!

Josh a olhou com um jeito que ela nunca tinha visto. Ele estava sem graça, triste. Não havia raiva, ironia ou sarcasmo no olhar dele.

Ele ficou parado um segundo ao pé da cama hospitalar, olha Kate, torce a boca com um jeito de quem estava consciente de que nada mais podia ser feito. Gira o corpo em direção à porta e antes de sair olha para Richard e fala sério, mas sem raiva – Parabéns! Você tem uma excelente mulher. Uma mulher de ouro. – Depois olha para Kate e a cumprimenta demonstrando sinceridade – É, eu vou seguir em frente. Adeus, Kate, sejam felizes.

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Josh Davidson saiu não só do quarto, mas saiu definitivamente das vistas e da vida do casal Richard e Kate Rodgers.

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Após a porta se fechar, Kate ergueu os braços para o marido como forma de pedir abraço e ele a atendeu.

— Meu amor, ainda bem que você chegou. – Kate sussurrava, meio chorosa.

— Amor da minha vida – ele deu um beijo na face dela — Eu vim assim que a Sra. Mercedes Kynooty me avisou. Eu invadi todos os sinais vermelhos. Ainda bem que eu cheguei a tempo de tirar aquele verme perto de você. Querida, você ouviu o que ele disse... Foi ele o autor dos malditos bilhetes e fotografias...

— Rick, por favor, não vamos mais falar sobre isso... Já passou... Ficou lá atrás... Nada que a gente faça agora, vai resolver... O bom é que, ao acaso, desvendamos o mistério e melhor ainda, estamos juntos, felizes, nos amando cada dia mais.

Ele deu um leve beijinho nos lábios dela.

Kate pegou a mão direita do marido e deu uma olhadinha no estrago. Ele havia fechado a mão e dado o murro no médico e agora a mão estava vermelha e um pouquinho machucada na região das dobras dos dedos, devido ao choque com o rosto do médico. Kate acariciou a mão do marido.

— Meu herói! – ela brincou para quebrar o clima de tensão.

Richard fez uma cara exagerada de dor com relação à mão direita – Seu herói destreinado. Eu tenho que treinar mais, viu? – para descontrair ainda mais ele faz um gesto engraçado com as mãos e acrescenta um gracejo – Ele escapou de boa... Ele deu foi sorte... Eu queria ver se eu tivesse aqui com meu sabre de luz...

Os dois desataram a rir, de lágrimas escorrerem pelos olhos.

Continua....

Notas finais
Já estamos amarrando alguns fios soltos, mas a fic ainda não acabou Agora que vocês já leram, então eu posso falar: Cleo, eu quero te agradecer imensamente por ter me fornecido este vídeo do Rick esmurrando o crápula do Josh!!! Obrigada mesmo. Bjinhos a todos e vejo vocês nos comentários. Ah, pode favoritar e recomendar, ok??? ========================= Josh - http://vignette1.wikia.nocookie.net/castletv/images/5/54/Josh.jpg/revision/latest?cb=20121109155034 https://i.ytimg.com/vi/wt5uQeLNdNg/maxresdefault.jpg Rick dá um murro em Josh - http://pbs.twimg.com/tweet_video/CILlQE1UEAQwBL0.mp4 Rick fala que queria bater mais em Josh - http://24.media.tumblr.com/03a5c1478e1eda9de09ffba42e3157e6/tumblr_mjxidlH9hy1rx3dayo1_250.gif