Notas iniciais
Oi, galera. Vocês estão me deixando mjuito contente com os comentários aqui e nas redes sociais. Então, corri e consegui terminar este capítulo. Espero que gostem. Obrigada por estarem aqui comigo. Boa leitura... Bjinhos, Denise

Ainda em Washington D.C....

— Você continua um cara de pau, Richard. Não nego que eu correspondi ao beijo. Eu já te disse, é... foi... involuntário... Isto! É isto mesmo. Foi involuntário. – ela falava como se quisesse convencer a si própria, o que não passava despercebido por ele. Emocionada, ela se atrapalhava com as próprias palavras – Isto já está se tornando repetitivo, Richard. Não tem mais cabimento! Acho que é a milésima vez que eu falo hoje, aqui mesmo nesta sala, estas mesmas coisas e você ainda não entendeu? Você pensa o que? Que por eu ter correspondido ao beijo é sinal de que nós podemos retomar de onde paramos? Você pensa o que? Que eu não tenho amor próprio? Você pensa o que? Pensa que eu me esqueci da forma humilhante que você me tratou, das coisas terríveis que eu ouvi de você, das calunias que você me atribuiu? Até hoje você não só pensa, mas tem certeza que eu te traí, Richard. Você nem me concedeu o benefício da dúvida, preferindo acreditar num desconhecido anônimo e me humilhar e me rechaçar da sua vida. Você pensa o que, que eu vou voltar para você sem levar em conta as ofensas e as atitudes que você teve comigo? E que por causa de todas essas suas atitudes eu enfrentei sozinha uma gravidez... e a criação de duas crianças. Você pensa o que, que eu vou voltar para você sem você se desculpar e se retratar... Aliás, eu nunca vou voltar para você, Richard, nunca! Nem mesmo se você se desculpar, se retratar, se ajoelhar na minha frente ou qualquer outra coisa. Você ouviu bem?

— Kate – Rick falou calmo e baixo –, do jeito que você está exaltada, mesmo se eu fosse surdo eu ouviria. – ele sorriu carinhoso para ela, deixando-a calada, momento em que ele aproveitou para fazer um leve carinho na sua têmpora, indo em direção à região da orelha, ajeitando uma mecha, fazendo-a ficar quieta e receber o carinho – mas não fique assim, Kate, nem fale isso. Não repita esta história que nunca vai me perdoar, porque..., eu não digo hoje, mas quando estivermos mais calmos, conversaremos e nos entenderemos e depois você pode se arrepender de ter dito a palavra "nunca".

— Richard, isto o que eu disse agora, sobre que eu nunca vou voltar para você, que nunca vou te desculpar nem que você se ajoelhe na minha frente... Richard, — ela sorriu nervosa – isto é fichinha em comparação ao que você falou de mim. Não é nada. – ela falou baixo, mas demonstrou que ainda estava muito chateada.

— Então vamos esperar. – Richard falava – Kate, não vamos nos precipitar. É como eu disse agora a pouco, não vai ser hoje porque o clima está tenso ainda mais que a minha prioridade também são as nossas filhas, mas quando estivermos mais calmos, conversaremos, vamos ouvir um ao outro e, quem sabe, nos entenderemos...

Kate respirou fundo, fez um muxoxo demonstrando resignação e falou – Vamos ver como vai ser com relação as nossas filhas e como elas vão se comportar diante da novidade que será conhecer você..., conhecer o pai.

Safadinho, Rick foi logo falando – Se bem que quando se trata de amor, quando menos esperar, nós já estaremos juntos e fazendo amor, com o melhor sexo que sabemos fazer juntos.

Kate ficou vermelha, excitada e tímida, diante de tal comentário e se afastou do ex-noivo e exclamou – Richard!

— Kate! – ele arremedou o tom de espanto dela e sorriu – vermelha do jeito que você está diante do meu comentário, dá até para pensar que você não faz amor desde que nós nos separamos... – ele a olhou intrigado – pelo menos do jeito maravilhoso que nós fazíamos o bom sexo que nos deixava exaustos, você se lembra, não é? – completou, quase sussurrando – E, confesso, que não iria me chatear nem um pouco em te colocar na ativa novamente... Já fico excitado só de pensar em te ensinar novamente o passo a passo como receber e dar prazer. Se bem, que com esta prévia que já tivemos hoje aqui... mais de duas vezes, — sorriu cínico— acho que você está bem lembrada... Mas mesmo assim, vou adorar cada momento...

Tal comentário fez Kate ficar mais vermelha e mais sem graça ainda, o que não passou despercebido por ele, que preferiu não tocar mais neste assunto.

Mais uma vez Richard a olhou apaixonado e falou lentamente – Kate, então, eu vou aguardar seu contato.

— Richard, uma dúvida... – ela arriscou.

Retornando sua atenção para ela, ele disse paciente, percebendo que ela estava cheia de dedos para fazer a pergunta – Pergunte o que quiser.

Com a fisionomia séria, preocupada e tensa, ela indaga – Eu queria que você me desse a certeza de que ao entrar na vida das minhas filhas, você não as abandonará, pois isso partiria os coraçõezinhos delas. Elas são muito espertas e levadas, mas são doces e meigas e eu não queria que nada nem ninguém, tão cedo, modificasse o modo de elas enxergarem a vida e as pessoas. Eu não queria que elas se sentissem rejeitadas. Eu vivo para protege-las...

— Kate, não tenho como provar agora, mas preciso que você me dê uma chance e acredite. – ele deu uma pausa e com os olhos cheios d'água, ele afirma – Sim, Kate. Eu te dou a certeza que nunca as abandonarei. Só de ver as fotos delas, apontou para os porta-retratos que havia na sala dela, eu já estou perdido de amor por elas. Estou completamente apaixonado e louco para tê-las nos meus braços e enche-las de beijo. E te digo que vou até achar muito difícil me separar delas no momento de voltar para Nova York, mas não terei outra alternativa, pois vocês moram aqui e eu moro lá. Mas eu virei aqui, no mínimo uma vez por semana e, quando você aprender a confiar em mim novamente, elas poderão passar finais de semana e até as férias comigo.

— Só de pensar na hipótese de eu me separar delas mesmo que alguns dias, eu já fico arrepiada... – A voz de Kate fica embargada e ela passa a mão no rosto para limpar as lágrimas que desciam pelo fato de ter imaginado as filhas longe dela.

Percebendo a emoção de Kate, ele comenta, agora com delicadeza – Não fique assim, Kate, por favor. Eu tenho certeza que elas e Alexis se darão muito bem. Já posso vê-las brincando, e Alexis, se sentindo a própria, por ser a irmã mais velha, ensinando coisas novas a elas e minha mãe pondo-as a perder... – sorriu, contagiando Kate, que também sorriu.

— Então... – ele indagou para Kate.

Kate estava comovida com aquele comentário dele e sem condições de falar nada, conseguindo apenas balançar afirmativamente a cabeça. Richard percebeu que tais palavras emocionaram Kate. Ele a olhou apaixonado e falou lentamente – Kate, então, eu vou aguardar seu contato.

Devolvendo o olhar, com a mesma intensidade e, com o coração saindo pela boca, ela disse – Sim. Eu telefonarei para você.

Richard foi embora, levando consigo a pasta da Declaração que ele assinara e também as cinco pastas dos e-mails encaminhados para ele, com seus respectivos anexos, deixando uma Kate tensa, que ficou a pensar quão transtornada ficara ao reencontra-lo.

Kate sentou-se.

Os pensamentos de Kate...

“A mente dela estava cheia de dúvidas, cheia de providências que teria que tomar com relação a suas filhas e por mais que negasse, ela se conhecia muito bem e sabia que apesar de tudo que passara, apesar dos seis anos de dor, ela ainda era totalmente apaixonada por ele. Não tinha ideia de que o amor que um dia sentira por ele ainda estava guardado, aliás, estava escondido, mascarado pela raiva que sentira ao ser injustamente acusada de traição. O amor e a paixão estavam lá, no cárcere, numa grande rebelião, firmes, porém inquietos, aguardando o momento em que seriam libertadas para agir. Não somente uma paixão carnal. Não! Não podia negar. Havia sim a paixão carnal, uma maravilhosa e quente paixão carnal, mas também existia o amor que conseguira sobreviver ao tsunami pelo qual passara. Por mais que houvesse o descontrole natural deles, tendo em vista a paixão que sentiam, teriam que conversar e esclarecer todos os fatos, inclusive acerca da suposta infidelidade conjugal. Iria provar a ele que nunca houvera traição. Daria prioridade para suas filhas, mas uma coisa é certa, não iria deixar passar esta segunda chance de ser feliz ao lado do homem da sua vida, o homem que amava. Iria lutar por ele não importava o preço que precisasse pagar, mas de uma coisa ela não abria mão, sinceridade. No entanto, iria rezar para que não houvesse nenhum imprevisto que os atrapalhassem no meio deste caminho.”

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Realidade...

Assim que saiu da sala de Kate, Richard passou pela sala da secretária de sua ex-noiva e despediu-se gentilmente da jovem senhora.

— Até breve, Sra. Mercedes Kynooty. – sorriu esbanjando simpatia.

Mercedes respondeu ao cumprimento educadamente.

Os pensamentos de Mercedes...

“Nossa Senhora! Eu estou percebendo que ele está ainda mais bonito do que quando chegou e, não consigo entender ao certo com o que ele quis dizer com o “até breve”... Hummm!!! Mais uma vez, como boa secretária, eu tenho que deixar a vida particular da Dra. Beckett para ela mesma resolver, pois não tenho nada que ver com a vida privada dela e daquele bonitão. E que pedação de mau caminho...”, pensou Mercedes.

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No amplo hall, Richard apertou o botão dos elevadores e, enquanto esperava, telefonou para a empresa de táxi que o servia todas as vezes que ele se encontrava em Washington D.C.. Solicitou o motorista de sempre e teve sorte, do mesmo estar livre naquele momento.

Richard foi embora, levando consigo a pasta da Declaração que ele assinara e as cinco pastas de e-mails com seus respectivos anexos. Por mais que disfarçasse, ele estava tenso e ficou a pensar quão transtornado ficara ao encontrar Kate.

Aprumou-se.

Os pensamentos de Richard...

“A mente dele estava cheia de dúvidas, cheia de providências que teria que tomar com relação a suas filhas e por mais que negasse, ele se conhecia muito bem e sabia que apesar de tudo que passara, apesar dos seis anos de dor, ele ainda era totalmente apaixonado por ela. Não tinha ideia de que o amor que um dia sentira por ela ainda estava guardado, aliás, estava escondido, mascarado pela raiva que sentira ao descobrir a traição. O amor e a paixão estavam lá, no cárcere, numa grande rebelião, firmes, porém inquietos, aguardando o momento em que seriam libertadas para agir. Não somente uma paixão carnal. Não! Não podia negar. Havia sim a paixão carnal, uma maravilhosa e quente paixão carnal, mas também existia o amor que conseguira sobreviver ao tsunami pelo qual passara. Por mais que houvesse o descontrole natural deles, tendo em vista a paixão que sentiam, teriam que conversar e esclarecer todos os fatos, inclusive acerca da infidelidade conjugal, isto é, se realmente houve uma traição. Ele agora já estava em dúvida diante de tudo que ela falara. Desta vez seria maduro o suficiente para deixar que ela se pronunciasse a respeito e, quem sabe, provar que nunca houve traição. Daria prioridade para suas filhas, mas uma coisa é certa, não iria deixar passar esta segunda chance de ser feliz ao lado do amor da sua vida, a mulher que amava. Iria lutar por ela não importava o preço que precisasse pagar, mas de uma coisa ele não abria mão, sinceridade. No entanto, iria rezar para que não houvesse nenhum imprevisto que os atrapalhassem no meio deste caminho.”

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Assim que entrou no taxi, Richard cumprimentou o motorista, o Sr. Edward Candeia. – Olá, Sr. Candeia. – ele era um senhor grisalho, rechonchudo, com grandes olhos verdes e aproximadamente sessenta e cinco anos e muito sorridente.

O motorista respondeu sorrindo – Olá, Sr. Rodgers. Que bom reencontrá-lo. Coincidentemente, eu estava falando com minha esposa que já tem mais de um mês que o senhor não vem a Washington D.C.. – sorriu com sinceridade – Então, para onde o senhor quer ir? Vai para o seu hotel de costume ou tem outra programação? – perguntou animado.

— Eu vou me hospedar no mesmo hotel de costume, Sr. Candeia, mas antes de me levar ao hotel, vou te pedir um favor, pode ser? – perguntou, com a mesma animação do motorista.

— Claro, Sr. Rodgers. Pois diga.

Richard disse a Edward o nome da Praça que ouvira Kate falar com a sua empregada e onde estariam suas filhas. – Eu quero ir para esta praça. Você me deixa lá e depois leva estas seis pastas para a minha suíte do mesmo hotel onde eu sempre fico hospedado. Eles já estão te esperando. Não entregue estas pastas a ninguém. Você mesmo coloca todas elas sobre a mesa da suíte, ok? Depois disto, você pode retornar à praça e me aguardar, ok? – indagou.

— Excelente! Pode deixar comigo, amigo. – respondeu sorridente, cheio de energia.

Então foram conversando animadamente até a Praça onde encontraria suas filhas. Richard tentava passar tranquilidade, mas por dentro seu coração estava acelerado, pois iria enfrentar uma situação nova, com suas filhas, as filhas que soubera da existência somente naquele dia, pessoas que fariam parte da sua vida e que ele já as amava incondicionalmente e, portanto, não queria, de forma alguma, magoá-las nem amedronta-las. Ao chegar, despediu-se de Edward e foi andando pela bonita praça, muito bem cuidada, arborizada e florida, até encontrar o local destinado a brincadeiras infantis, com balanços, escorregadores, gira-gira, mini-casas para brincar de boneca, e outros brinquedos muito coloridos e próprios para crianças.

Ao chegar ao local, ficou em pé num local estratégico, onde dava para ver todas as crianças que ali estavam. De repente, sentiu um aperto bem forte no peito, como se a bomba cardíaca fosse parar, mas não. Ao invés de parar, seu coração deu um salto no peito e bateu descompassado ao reconhecer Beatrice e Annie, suas filhas. Sem que percebesse, lágrimas escorriam dos seus olhos com a visão daquelas que até poucas horas nem sabia que existiam. Lentamente, caminhou na direção delas, mas parou distante.

Apesar de querer abraça-las e beijá-las, Richard não iria fazê-lo. Não tinha intenção de falar com elas, apenas vê-las. Queria apenas olhar para elas, porque não havia combinado nada com Kate e não queria, de forma alguma, causar transtorno ou um rompimento, haja vista que ela dissera que iria primeiro conversar com as garotas e prepara-las para o encontro. Não podia nem queria quebrar regras. Por isso, se sentou num banco próximo ao local onde elas estavam e ficou observando a brincadeira delas.

Elas eram sorridentes e, como a própria Kate falara, eram muito espertas e levadas e, naturalmente, dominavam as brincadeiras com outras crianças da mesma faixa etária. Richard ficou sorrindo bobo, diante de tal constatação. Elas não podiam ser diferentes, sendo filhas de quem eram. Tanto ele quanto Kate eram assim, levados e dominadores. Rick sorriu, pois ambos eram “alfa”. Richard já não chorava, ele sorria ao lembrar dos momentos divertidos, românticos e excitantes que passaram juntos no passado e também dos momentos tensos, porém não menos excitantes e românticos que passaram naquela tarde. Foram poucas horas, mas poucas horas intensas. Estava longe, distraído nos seus pensamentos e só voltou à realidade quando escutou duas vozes lindas e infantis dizendo – Papai, papai – falavam ao mesmo tempo – Você voltou de viagem.

Quando deu por si, Richard estava cercada pelas filhas que se jogaram nos seus braços, cada uma sentada em uma perna dele, e, passando os braços pelo seu pescoço, continuaram a abraça-lo, deixando-o feliz, contudo, atordoado, sem entender o que estava acontecendo e, ao mesmo tempo, morrendo de medo de Kate.

Após alguns segundos, Beatrice e Annie, já mais calmas, passavam as mãozinhas pelo rosto de Richard fazendo carinho e falavam juntas, atropelando uma a outra, demonstrando que estavam alegres por vê-lo.

— Papai, você demorou tanto. – uma das meninas falava. Ele não sabia distinguir quem era Beatrice e quem era Annie.

— Nós sempre perguntamos por você, mas a mamãe sempre diz que não sabe quando você ia voltar. — a outra falava.

— A mamãe disse que ela não conseguia falar com o seu telefone e que talvez seu telefone estivesse quebrado. – a outra falava.

Neste momento, Richard se comove ao perceber que suas filhas ficaram mais calmas e estavam emocionadas. Faziam carinhos no rosto dele e o olhavam com tanto amor. O olhavam como se estivessem confirmado que ele era de verdade. Lágrimas escorriam pelos olhinhos das duas, deixando-o bobo.

— Papai, você é mais bonito aqui. – uma das garotas falou, trazendo Rick para uma constatação... Rapidamente pensou “Como elas me conhecem?”. Percebeu que tinha que falar alguma coisa, para evitar que os três chorassem. Então, resolveu fazer graça e descontraí-las.

— Meus amores, o papai estava com muita saudade.

— Eu também, papai – ambas falaram simultaneamente.

— Mas antes vocês tem que ajudar o papai. Eu acho difícil distinguir quem é Bia e quem é a Annie, porque vocês são tão parecidas. Como faço para distingui-las.

Richard percebeu que acertou no tema, pois as duas pararam de lacrimejar e se embolaram na risada.

— Todo mundo se atrapalha, papai. Eu sou a Beatrice, e uso argolas quadradinhas. – explicou, pegando uma das orelhas e mostrou a argola ao pai.

— E eu sou a Annie, papai, eu uso argolas com aro redondo. – fez igual a Bia e pegou uma das orelhas, deu um leve toque na argola e mostrou ao pai — Todo mundo se atrapalha, pois nós somos muito parecidas mesmo. – falou com propriedade e sorriu.

— Pronto, agora vai se fácil. Então, Bia e Annie – falou olhando para cada uma delas, ao falar seus respectivos nomes. Voltou a falar – Papai estava com muita saudade e, para matar esta saudade, vai encher vocês de beijos – e passou a beijá-las do rosto e nos cabelos, fazendo-as rir muito. — Também preciso saber como foi que vocês me reconheceram. – ele arriscou a perguntar.

A esta altura, Beth, que não desgrudava os olhos das meninas um só segundo, estava ao lado do banco onde elas estavam com Richard e olhava a cena emocionada, mas não podia fazer nada para impedir, pois sabia que ele era o pai das gêmeas. No entanto, por dever satisfação à Dra. Beckett, com quem estava há cinco anos, decidiu telefonar para ela.

Quando as gêmeas já estavam espertinhas e não mamavam mais, Kate teve que voltar a advogar, pois precisava de dinheiro. E, para fazer isso ela precisava conseguir alguém de confiança para ficar com as meninas. Então Lanie indicou Elizabeth que era irmã de Samantha, que era sua empregada de confiança antes mesmo de se casar com Esposito e ter seus próprios filhos.

Beth pega seu celular e telefona para sua patroa. Com o aparelho no ouvido, Beth ouve o som correspondente a chamada.

Chegando à praça, Kate se dirige ao local combinado para pegar suas filhas, sendo surpreendida com a visão delas no colo de Richard na maior alegria e risadaria.

Kate ouve Bia tentar explicar ao pai – Papai, claro que nós pudemos reconhecer você...

Neste exato momento, o ruído do toque do celular de Kate chama a atenção de Richard e das meninas, que de imediato olham para a mãe e falam simultaneamente para ela. – Mamãe, mamãe o papai voltou.

Kate pega o celular, confere a origem da chamada, lança para Beth um olhar tenso, que imediatamente desliga o seu aparelho, afastando-se um pouco do local, para não causar constrangimento.

Tenso e com o olhar fixo em Kate, Richard carregou cada uma das filhas, tirando-as das suas pernas e as colocou em pé no chão, cada uma de um lado. Ele se levanta e fica ao lado das gêmeas, de frente para a ex-noiva. As meninas estavam tão alegres com o momento que cada uma delas se preocupou apenas em dar as mãos ao pai – fato que não passou despercebido de Kate — que nem perceberam o clima tenso entre seus pais.

Richard e Kate, boquabertos, se olhavam.

Continua...

Notas finais
A minha tensão também aumentou..... Preciso de comentários.... Enquanto vocês estão lendo, eu vou responder aos comentários referente ao capítulo 15 e depois vou instalar um programa que minha amiga Elaine me ensinou e tomara que eu tenha aprendido... kkkkk... mas se eu não acertar vou te chamar, viu Elaine... kkkk Bem, vou aguardar comentários, tá... para saber se vocês estão gostando e coisa e tal.... Antes que eu esqueça... Vou pedir que se gostarem FAVORITEM esta fic e quem sabe, eu mereça RECOMENDAÇÃO, ehim??? Bem também tenho que botar minha leitura de fics em dia... Adoro ler e comentar fics. rsrsr Bjinhos, viu??? Denise ................................................................................................... links Kate ruborizada - http://media.tumblr.com/tumblr_lv8xgxTHje1qd42jxo1_500.gif Rick sorriu cínico - http://images6.fanpop.com/image/photos/32400000/Richard-Castle-richard-castle-32437278-500-281.jpg Kate passa a mão no rosto - http://i2.ytimg.com/vi/fGET9F7Ein4/0.jpg Kate e Rick boquiabertos - https://41.media.tumblr.com/8ca69a12c22625a5fe14235ef0348e1e/tumblr_nhkmbp21Qw1qzh47to1_500.png