Amor, Você Deveria Voltar
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Último capítulo já! Estou triste e feliz!
Nessas duas semanas ganhei leitoras fiéis que motivaram todos os dias! Muito obrigada! Vocês são perfeitas!
Quero agradecer a katypattz e a salles pelas recomendações maravilhosas! Muito obrigada, vocês não sabem como me deixaram feliz!
Capítulo dedicado, especialmente, a todas que comentaram: BiaPattz01, anjo_das_trevas, Swift_Belle, Marianas2, Andressa_M, janys, vic_twilight, ceciliamarlene,
jjbebe, maykamimura, Goodzinha, dama_cullen, sara_02468,
Bells_and_Ness, AmandaaS2, nessadoso, pryla, salles, Alexz_Cullen, Bex, Anna_Bells, Rezinha_Cullen, Ilanna, juaassaid, Milleney, klol, angelcullen, jessica_veiga e colorada.
Nesse capítulo teremos hentai. Quem não gosta desse tipo de gênero, por favor, pule. Coloquei marcações que indicam o início e o final.
Quatro meses depois
Acordei com o meu celular tocando. Olhei, rapidamente, para o despertador, e gemi de desgosto ao ver que eram duas horas da manhã.
-Alô?
-Graças a Deus, minha menina! Achei que não fosse atender. – Era Jules. A cozinheira da minha antiga casa. – Sei que ele não aprovaria isso, mas eu não posso mais vê-lo desse modo. – Suspirou. – Edward está queimando de febre, Bella. E só sabe repetir o seu nome enquanto delira. Ele precisa de você, querida.
-É algo grave, Jules? – Suspeitei de algo quando ele não foi ao pub na sexta.
-Não sei. Ele não deixa ninguém cuidar dele! Não sei mais o que faço. — Disse desesperada.
-Estou indo para aí, Jules. – Desliguei.
Rapidamente, troquei de roupa e prendi meu cabelo. Esperei dez minutos pelo táxi e assim que avistei os grandes portões da mansão relaxei um pouco. Do contrário que eu esperava, em vez de me sentir acuada ou mal quando entrasse ali depois de tudo, eu me sentia bem, até arriscaria dizer confortável.
Observei as pequenas mudanças. O sofá não estava mais no mesmo lugar, mas meus olhos encheram de lágrimas ao ver a foto do nosso casamento ainda sobre a mesa de centro. Minutos depois, entrei no quarto que durante anos foi meu. Tudo continuava exatamente no lugar. Os quadros, as cortinas, as minhas coisas...
Meu coração perdeu uma batida ao ver Edward sobre a cama. Seu rosto tinha expressão de dor, e o corpo todo suado. Mexia-se constantemente, além de murmurar palavras desconexas. Instantaneamente, aproximei-me. Coloquei a mão sobre a testa dele, porém logo a tirei devido à alta temperatura.
-Bella!Me perdoa... – Olhei-o assustada, todavia logo relaxei. Ele estava apenas delirando.
Depois de dar remédio para diminuir a febre, fiz compressas de água fria. Cogitei a ideia de dar banho nele, contudo no estado em que ele estava não sairíamos nem da cama. Quando a temperatura diminuiu consideravelmente, deitei-me ao lado dele, lutando a todo custo contra o sono, entretanto não consegui.
XXX
Tinha me esquecido de como era bom dormir e acordar nos braços dele. Observei-o por alguns minutos e sem controle, minhas mãos acariciavam o seu resto sereno. Os olhos dele abriram, lentamente, alguns segundos depois. Contemplei o sorriso doce que ele deu a me ver.
-Espero que não seja mais um sonho. – A voz rouca fez com que os meus pelos arrepiassem. – Porque se for, diga que ainda pode me amar.
-Eu te amo. – Disse sem pestanejar e foi como se um enorme peso fosse tirado dos meus ombros. Estava na hora de me permitir ser feliz.
Eu poderia passar anos culpando nós dois pelo o que aconteceu e sofrer sozinha. Mas os meus planos eram outros.
-Isso, definitivamente, é um sonho. Daqui a pouco Jules vai me acordar, e me obrigar a comer aquela sopa de brócolis horrível. – Torceu o nariz de uma forma engraçada.
-Tenho várias maneiras de convencê-lo de que isso não é um sonho, Cullen... E uma delas é te amando.
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Surpreendendo a ele e até mesmo a mim, posicionei-me sobre o seu abdômen rígido. Sem dar tempo para a vergonha, distribuiu beijos por todo o seu rosto, da testa ao maxilar e finalizei com um simples encostar de lábios. Ouvi os suspiros dele enquanto brincava com o seu pescoço, dando leve mordidas as quais deixariam futuras marcas arroxeadas.
Levantei um pouco o corpo, e sentei no colo, um tanto mais abaixo, praticamente, sobre a masculinidade a qual já dava claros sinais de vida. Ergui um pouco a camisa de tecido fino, enquanto distribuía beijos por todo o caminho à medida que a tirava completamente.
Salivei ao ver o peito musculoso em minha frente. O tempo em nada o prejudicará, apenas deixou-o ainda mais gostoso e definido. Logo depois, circundei os mamilos rosados com meus dedos para depois substituí-los por minha língua. Eventualmente, Edward incentivava-me com gemidos roucos próximos ao meu ouvido.
-Doce Jesus... – Pressionou minha bunda com as mãos másculas, todavia, imediatamente, tratei de tirá-las de lá, antes que meu último lapso de consciência fosse para o espaço.
Acariciei a região do tórax, causando pequenos arrepios, e trilhei beijos até o umbigo. Nesse instante, ele fechou os olhos e inclinou a cabeça, levemente, para trás.Fiquei surpresa com os resultados, contudo não daria moleza a ele.
-Olhe para mim. – Pedi autoritária e meu marido obedeceu.
Apertei seu pau pulsante sobre a calça e, se possível, ele ficou mais duro. Levantei e resolvi centrar a minha atenção nos membros inferiores. Deslizei as minhas unhas pelas pernas torneadas, e por fim, cheguei até os pés cobertos por meias brancas. Tirei-as lentamente, a fim de fazer o caminho de volta para as suas coxas. Afaguei-as, vagorosamente, às vezes esbarrando, acidentalmente, em seu pau.E quando isso acontecia, Edward murmurava palavras impróprias e de baixo calão as quais me deixavam ainda mais excitada.
Brinquei por alguns segundos com o elástico da calça do pijama, antes de tirá-la completamente e vi que ele estava sem cueca. Finalmente, pude ver o membro ereto e grosso o qual encontrava-se em seu estado máximo de excitação.
-Acho que ele sentiu minha falta. – Depositei um único beijo na cabecinha, e lambi o pré-gozo que saía.
-Não tenha dúvidas. – Arfou com dificuldade e foi com as mãos para tocá-lo, porém repreendi meu marido com o olhar.
Tomei-o em minhas mãos, que ficavam pequenas ao redor dele, afinal, eram 26 centímetros muito bem aproveitados e louvados por mim. Meu Deus como eu pude cogitar viver sem ele? Eu me referia a Edward ou a seu pau? Aos dois talvez.
Enquanto friccionava minhas coxas uma na outra, rodeei a cabecinha e coloquei um pouco em minha boca, suguei a glande, provocando o barulho de pequenos estalos. Em seguida, lambi todo o comprimento para, por fim, colocá-lo em minha boca, enquanto acariciava a parte que não coube com as mãos, por meio de movimentos similares.
Rocei as suas bolas e, pouco depois, afaguei-as com a minha boca, levando Edward à loucura.
-Por Deus! – Edward emaranhou as mãos em meus cabelos, com o propósito de guiar meus movimentos.
-Hoje, sou eu quem amará você. Do meu jeito. – Tirei, delicadamente, seus dedos. Em busca de autocontrole, segurou fortemente a cabeceira da cama tão forte que pensei que quebraria. – Só para o seu prazer, meu amor.
Retornei meus movimentos, ainda mais dedicada em fazê-lo gozar. Cerca de dois minutos depois, senti que ele ficou tenso, sinal claro de que a libertação estava próxima. Meu marido tentou me afastar, quando estava preste a gozar, todavia o impedi. Aumentei a intensidade dos movimentos e em questão de minutos senti o líquido quente em minha boca.
-Caralho, Bella!Que boca!
Levantei da cama e desabotoei s botões da camisa que eu usava e logo me desfiz da minha calça.A calcinha e o sutiã tiveram o mesmo destino, o chão do nosso quarto. Os olhos dele acompanhavam cada movimento e queimavam o meu corpo. Nunca, em toda a minha vida, vi tanta luxúria nos olhos de Edward.
Resolvi provocá-lo um pouco mais. Apoiei uma perna na cama King Size, deixando o meu sexo completamente exposto para ele. Acariciei o meu clitóris, ao mesmo tempo em que invadi o meu interior com dois dedos e tornou-se impossível não gemer. Pelos olhos entreabertos, pude vê-lo se masturbar também, enquanto me observava.
-Edward! -Toquei os meus seios descobertos, fazendo com que Edward ficasse louco e acelerasse os movimentos.
-Bella! – Gemeu em resposta. Alguns minutos depois, veio até mim e me jogou na cama, puxando as minhas pernas para que as eu enrola-se em seu quadril. Sem aviso algum, penetrou-me de uma vez só, fazendo com que eu gritasse de prazer. Com movimentos frenéticos, entrava e saia, rapidamente, fazendo com que suas bolas batessem em meu corpo.
-Era assim que você queria, love?Meu pau fundo e forte dentro da sua boceta? – Afirme com um aceno, incapaz de falar. – Responda, Isabella! – Olhou-me desafiador, antes de abocanhar meu seio túrgido. Devido a demora da minha resposta, parou de se mover.Que culpa eu tinha, afinal, se não conseguia encontrar a minha voz?
-Me fode logo, Cullen. – Pera aí, não era eu que mandava nessa merda? Foda-se
-Então rebola no meu pau, gostosa! – Pedindo com jeitinho, não tem como negar!
Senti Edward latejar dentro de mim, e apertei-o com minha boceta. Já sentindo a aproximação do orgasmo. Envolvi as costas largas, trazendo a cabeça dele para o vão dos meus seios os quais foram aliciados de todas as formas.
-Goza comigo e pra mim, amor! – Edward sussurrou baixinho em meu ouvido. Foi o nosso estopim.
-Eu te amo! – Gritei assim que atingi o ápice. Quase que no mesmo segundo, senti o jato quente dele me preencher. Era tão bom estar em casa novamente.
“Doce amor, você deveria mudar de ideia,
Oh amor, eu estou esperando por você.”
(Jeff Buckley)
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Amanhecera, e continuamos na cama. Edward afagava meu rosto com as pontas dos dedos, enquanto eu acariciava seu peito nu. De vez em quando, soltava suspiros tristes e, algumas vezes durante a noite, o vi tentando segurar as lágrimas. Nunca, em todo o nosso tempo juntos, ele me apertou tão forte contra o próprio peito quanto naquela noite. Parecia que ele temia que eu desaparecesse a qualquer segundo. Era nítido que a excitação de antes havia desaparecido como num passe de lágrimas dando lugar a tensão.
-Amor, você deveria voltar. – Pronunciou-se pela primeira vez, depois que fizemos amor. – Juro que dessa vez será diferente. Eu prometo. – O rosto dele estava tenso e os olhos fechados. Beijei-lhe as pálpebras, segundos antes de ele abri-las.
-Eu já voltei. – Sussurrei, colando nossos rostos e forçando-o a olhar para mim.
Peguei sua mão a qual carregava a minha aliança no dedo mindinho. Dei um beijo sobre ela, antes de tirá-la e colocar no lugar do qual ela nunca deveria ter saído.
Era hora de recomeçar... Só que dessa vez ao lado dele.
XXX
Notas finais
Não vou me despedir agora, pois ainda temos o epílogo! Deixarei para abrir o bocão amanhã!
Super, mega, ansiosa para saber a opinião de vocês!
O que acharam?
O nosso casal teve um final merecido? Ou não?
Obs: Desconsiderem o hentai. Sou péssima com eles.
Até o epílogo!
Beijos
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