Notas iniciais
Olá, lindas!

Não sou boa com palavras, porém gostaria de agradecer a todas por tudo!E não tenham dúvidas, vocês se tornaram muito especiais para mim!

Dedico o capítulo pra vocês que companharam durante essas duas semanas, sempre me incentivando e fazendo valer a pena: Andressa_M,Polly_Fic,Marianas2,salles,Anna_Bells,Alexz_Cullen,
Swift_Belle,IDSC,BiaPattz01,Rezinha_Cullen,AriadneyWhitte,
janys,angelcullen,ceciliamarlene,vic_twilight,
nessadoso,Milleney,jjbebe,PriscilaPattz,dama_cullen,
maykamimura,crismarie,jessica_veiga,colorada,Ilanna,DrikaF,
Bex,anjo_das_trevas,juaassaid e karol_swift.

Não estou pronta para dizer adeus, então, por favor, leiam as notas finais, tenho um recado para vocês!

Boa leitura

POV Edward

“E nunca acaba ela é lágrima que escorre da minha alma eternamente”

(Jeff Buckley)


Passaram-se quatro anos, os mais perfeitos de toda a minha vida. Bella continuou a faculdade. Era incrível como ela se dedicava e corria atrás dos próprios sonhos. De repente, ela não era só a minha Bella, mas também Isabella, uma mulher incrível e uma futura professora brilhante de literatura. E eu a amava. Se possível, ainda mais.

Ela possuía tudo o que uma mulher podia ter de perfeito. Continuava a mesma de sempre, simples e centrada, porém tornou-se mais madura. Seu sorriso doce e meigo permanecia cativante e os cabelos ainda ficavam avermelhados ao sol.

Aquela era a noite de formatura dela e seguindo a vontade dos colegas de classe, Bella aceitou ser a oradora.

-Aos cinco anos eu queria ser médica para cuidar do papai da mamãe, quando eles ficassem velhinhos. Todavia, descobri que não podia ver sangue, então medicina não era uma boa opção. Aos oito, pretendia ser veterinária, porque meu primeiro cachorro, Bob, ficou doente e queria curá-lo. Porém, peguei birra de animais, após meu sexto peixinho morrer asfixiado. Aos dez optei por direito, afinal, queria colocar na cadeia o garoto responsável pela minha primeira desilusão amorosa, só depois vovó Swan me explicou que homem é igual a biscoito, vai um e vem oito. Aos treze queria ser jornalista, contudo meu pai me alertou que eu poderia morrer de fome. Como eu compraria as minhas bolachas recheadas? Aos quinze quis fazer engenharia, entretanto após a minha quarta recuperação de matemática no 1º colegial, concluí que talvez, só talvez, os números não gostassem de mim. Aos dezoito, não tinha a mínima noção do que fazer. Pensei em filosofia, história, até mesmo artes cênicas. Depois de todas essas dúvidas, e todos os testes vocacionais possíveis, hoje, tenho certeza que Literatura foi a melhor escolha que eu poderia ter feito. Graças a ela, nesses cinco anos fiz grandes amigos, vivi grandes experiências, e cresci não por fora, mas por dentro. Só tenho que agradecer a cada um de vocês, meus amigos e professores, que hoje fazem parte da minha família. Bom, acho que é só isso... E, ah, que a festa de formatura chegue logo. Entregue os diplomas logo, Sr.Morrison!

Todos riram ao final do discurso e aplaudiram-na de pé. Antony, nosso filho de apenas sete meses, batia palmas em meu colo e sorria, enquanto olhava a mãe no palco. Depois, levou a mãozinha até a boca e sugou-a, sem nunca deixar de olhar para Bella.

Bella... Minha Bella estava linda, radiante. Cumprimentou os colegas pelo caminho, e quando chegou até nós estava com os olhos marejados.

-Maamaaa! – Tony, tentava comunicar-se usando a própria língua. Manhoso, estendeu os braços para que a mãe o pegasse.

-Meu amorzinho! – Bella beijou a cabeça dele, enquanto aninhava-o em seu colo.
— E eu? Também não ganho? – Fiz bico de propósito.
-Mas é claro, meu bebezinho! – Rimos, até mesmo Tony deu uma pequena gargalhada. Envolvi ambos em meus braços, e após dar um beijo em minha esposa, beijei as mãozinhas babadas do meu filho.

-Eu amo vocês. – Eu disse. Bella mesmo sem palavras, respondeu com o olhar e, simultaneamente, o Antony, em um gesto de amor, tentava arrancar o botão da minha camisa. – Obrigada por tudo! Por me amar, pelo melhor filho do mundo, por ter voltado para mim, por me fazer um homem mil vezes melhor do que antes... Por ser perfeita. – Selei nossos lábios, beijando a minha esposa com todo o meu amor. Todavia segundos depois, um rapazinho muito ciumento quebrou o clima.

-Daaadaa! – Falava com entusiasmo, querendo toda a atenção da mãe.

-É duro ter que competir pelo amor da sua mulher com um garoto que usa fraldas! – Recebi um tapa no braço. Tony sorria expondo a boquinha, com apenas os dois dentes da frente, como se tirasse sarro da minha cara. – Ah, seu garoto sapeca! – Peguei-o do colo da mãe, e comecei a fazer cócegas em sua barriga. – Você gosta não é? Realmente, esse puxou ao pai. – Apenas a preferência por loiras não foi hereditária.

Segundas chances foram feitas para serem usadas. E Eu usei a minha.

“A gente conhece milhares de pessoas, nenhuma delas te toca realmente. E então conhece uma pessoa e a sua vida muda... pra sempre.” (Filme Amor &Outras Drogas)

Leiam as notas finais, por favor!

Notas finais
Gente, tive um surto ontem a noite.

Percebi que algumas coisas na fic não saíram como algumas leitoras queriam e não quero desagradar ninguém.

Os comentários de vocês me deram muitas idéias, e pretendo explorá-las.Por isso, decidi, que caso vocês estejam dispostas a continuar me acompanhando, farei alguns bônus nos quais em cada um abordarei um tema diferente.E aí, vocês topam? Rs

Se vocês gostarem da ideia começarei a postá-los semana que vem, possivelmente segunda-feira, pois preciso de tempo pra escrevê-los.

Mas, mudando de assunto... quem se apaixonou pelo Tony??

Se não tem como ser o pai, aceito o filho! Rs

Super, mega, ultra, hiper ansiosa pela opinião de vocês!

Até mais!