Amor Submerso

26 Capítulo 26: Inicio do treinamento


Notas iniciais
Gente, eu to travada pra escrever. To com uma ideia de fic muito legal e ela fica assombrando minha mente e tirando minha criatividade pra Amor Submerso. Então perdão, está sem revisão, acabei de acabar e não achei tão legal, foi apenas um capítulo introdutório pras coisas que vão acontecer, eu acho.

Ah, talvez eu demore um pouco para postar por motivos de saúde ok? ><'

Naquele dia quando chegamos à casa de Dianna apenas tomamos um longo banho e caímos em um sono profundo, uma nos braços da outra. Levantamos tarde da noite para comer alguma coisa, encontrando várias sacolas de compras e Scarlet junto ao Dante dormindo em um colchão perto do sofá. Fizemos o máximo de silêncio possível, mesmo que isso nunca fosse um problema para nós duas. O inferno veio no dia seguinte. Às cinco e meia da manhã Scarlet praticamente arrombou a porta do quarto de Dianna e entrou com uma animação que era estritamente proibida para aquele horário do dia.

-Vamos começar o nosso treino – Scarlet falou nos empurrando praticamente da cama – Acabou a moleza. Fernanda você vai treinar pela manhã com a princesa peixe e seu irmão, Dianna vai vim comigo e Dante.

-A tarde eu preciso ir até o Santuário... – Dianna começou a falar ainda sonolenta.

-Isso a gente ver na hora, se conseguir sair andando do primeiro treino poderá fazer qualquer coisa – Scarlet sorriu soberba.

-Não machuque ela – acabei despertando completamente.

-É um treino, não tem como não sair como um hematoma ou outro. Ninguém aqui é uma delicada Barbie, agora vocês fazem parte da Irmandade! Agora vamos! Ou eu vou puxá-las pelo cabelo porta a fora!

Tinha momentos que Scarlet apresentava uma aura tremendamente assustadora e mandona. Tomamos banho em banheiros separados e enquanto estava debaixo da ducha tinha percebido que essa rotina já não me era de fato estranha. Já tinha experimentado uma semana de treinos com Nathan e apesar de Lynn passar uma sensação de que iria ser bem mais puxado com ela, era algo que estava preparada. Minha preocupação era com Dianna. Apesar de saber que provavelmente ela me venceria em uma batalha mano-a-mano, ainda assim me pegava pensando nela sendo machucada pela Scarlet que a mandava fazer exercícios pesados e parecidos com os filmes de ação mais loucos.

Ao chegar na cozinha para o café da manhã, eu usava um shortinho azul escuro e uma regata cinza. Dianna já estava lá, usando também um short curto vermelho e uma blusa cavada nos braços exibindo o seu top preto. Aproximei-me dela e dei um rápido beijo em seu pescoço, não conseguindo evitar um sorriso presunçoso ao ver a marca de um chupão ali.

-Parece que seguiram o conselho da Sky – Lynn falou assim que entrou na cozinha e flagrou o momento.

-Sky? – Dianna repetiu tão confusa e curiosa quanto eu.

-Sim, a Scarlet – Lynn explicou ficando sem jeito e tentando disfarçar ao se servir de café.

-Hum, já estão nos apelidos íntimos? – provoquei sem resistir.

-Não! – minha mãe desceu o copo na mesa produzindo um som estridente com o impacto – Não gosto dela, aquela ruiva insuportável e soberba!

-Aham – eu e Dianna falamos ao mesmo tempo.

-Tome logo seu café, vamos até a Ilha Prometida treinar o dia inteiro. E só para avisar não é por ser sua mãe que vou pegar leve. Ao contrário, posso ser seu pior pesadelo.

Lynn piscou divertida e saiu da cozinha com seu café. Suspirei e sentei ao lado de Dianna para comer um pouco antes de partir para a sessão tortura. Servir um pouco de torradas com geleias e um suco de abacaxi feito da fruta. Dianna terminava a sua vitamina de frutas e ficou me observando comer até que eu me incomodasse com o olhar insistente que ela tinha sobre mim.

-Ok, perdeu algo aqui? – perguntei depois de beber um gole do suco.

-Meu coração, talvez – Dianna falou serena e com tamanha naturalidade que me fez corar – E estava pensando no quanto minha vida vai mudar. Tudo o que eu pensei para mim se transformou.

-Ainda teremos um lado normal, mesmo que seja bem menor – falei mais para mim mesma – Mesmo que por pouco tempo.

-Nunca imaginei que seria tão apegada a alguém, mas se você estiver em todos os tempos de minha vida, mesmo que no modo normal ou modo vida louca estilo sobrenatural, não me importo mais.

Eu já ia beijá-la, que mulher era aquela para ser tão perfeita? Mas Nathan entrou apressado na cozinha fazendo com que nos afastássemos automaticamente. Ele recuou prontamente.

-Desculpa, não quis atrapalhar! – Nathan pediu – Nossa mãe pediu pra mandar andarem mais rápido, e eu vim trazer os novos celulares.

Nathan aproximou e entregou para cada uma de nós um novo modelo do iPhone que fazia praticamente tudo e mais um pouco que eu poderia imaginar. Tinha acabado de lançar nos Estados Unidos o que me fez perguntar como ele tinha conseguido um exemplar daquele!

-Adoro o meu cunhado, sempre que ele aparece está dando algum presente caro – Dianna brincou, mas estava tão incrédula quanto eu segurando o aparelho.

Acabei rindo e saindo com uma torrada presa entre os dentes. Dianna, Scarlet e Dante foram os primeiros a saírem alegando irem para um lugar tão secreto que nem mesmo nós poderíamos saber. Mas no fim era apenas para que eu não soubesse onde era e fosse sequestrar a Dianna. Seguimos de táxi até a marina para de lá seguirmos para a Praia do Leão, dessa vez não era necessário nenhum barco para fingir que estávamos indo para algum lugar já que ali estava a família peixe reunida. Como ainda era madrugada havia nenhuma alma na praia para notar que entramos no mar e não saímos. Foi notório o alivio que minha mãe sentiu ao se transformar em sereia novamente, sorrindo tão grande quanto possível.

“Fazia tempo que não usava minhas pernas, é tão esquisito ainda” – Lynn explicou enquanto nadava ao meu lado, Nathan ia um pouco mais a frente.

“Bem vinda, estou me sentindo estranha agora” – comentei enquanto olhava para minha cauda de sereia.

“Então acho que concentraremos o nosso treino da manhã para isso, você é mais forte na água, tem de saber se mover dentro dela” – Lynn decidiu.

Apenas fiz que sim com a cabeça e continuei a nadar perto deles. Sinceramente? Era como voltar a ser criança e tentar dar os primeiros passos. Por mais que eu soubesse como nadar, Lynn e Nathan eram muito mais rápidos e hábeis debaixo da água. Quando chegamos na ilha eu estava totalmente cansada, como se tivesse corrido uma verdadeira maratona. A falta de costume com a cauda iria ser mesmo um problema se eu não soubesse como me mover debaixo da água. A grande bondade do dia foi minha mãe ter deixado descansar na praia por quinze minutos, cheguei até a beber um pouco de água de coco. Mas logo voltamos para o mar e o verdadeiro treinamento começou.

Eu era um verdadeiro desastre como sereia. Nathan geralmente era o mais calmo, mostrando como mover o corpo corretamente e como localizar as melhores correntes para se ter impulso. Não era simplesmente bater a cauda e ser feliz, não, tinha de ter toda uma sincronia com o movimento do tronco. Se para andar balançamos os braços para ter equilíbrio e coordenação, nadar com a cauda exigia certos movimentos com o braço e coluna dos quais eu não estava nem um pouco acostumada. O pior? Era minha mãe. Lynn havia se transformado em uma professora carrasca que sempre era dura em suas palavras e exigia o máximo de mim. Tínhamos montado um percurso até simples. Dar um giro de 360 graus em um círculo de circunferência grande em uma velocidade alta, depois seguir para os corais de formação alta e passar por suas colunas, entrar em um pequeno tubo rochoso e com algas que coçavam a pele se tocadas e voltar para o ponto de partida. Nathan conseguia fazer aquilo em dois minutos e alguns segundos. Eu? Mal conseguia passar direito pelos corais e acabei realmente mal com as algas, parecendo que tinha uma forte alergia.

“Vamos de novo!” – minha mãe exclamou com um olhar frio.

“Não, espera” – implorei ofegante mesmo debaixo da água – “Eu preciso de um tempo, estou acabada mãe!”.

“Não sabemos se temos tempo” – ela negou prontamente – “Não podemos sempre contar com a sorte ou que Dianna esteja sempre ao seu lado. Esse é o seu ambiente, você é forte nele, tem de acreditar nisso e aceitar”.

“Não, não é meu ambiente!” – eu estava cansada, com minha cauda coçando e ardendo por causa das algas do tubo e tendo uma ditadora como treinadora – “Sinto muito se passei minha vida toda como humana, prefiro minhas pernas!”.

Aquele não era bem o momento para dar uma de filha rebelde. Mas por mais que Lynn houvesse se tornado importante em minha vida, não fazia nem dois meses que ela era minha mãe. Meu lado sereia estava angustiado, afinal o vínculo de mãe e filha era forte, mas meu lado humano estava furioso com toda essa exigência que ela estava me passando. Então como uma verdadeira adolescente, sai nadando em direção a praia.

“Onde vai?!” – Lynn perguntou já sem seu tom de professora-ditadora.

“Descansar! Estou com fome, me coçando e ardendo como se estivesse no inferno!” – me alterei sem nem ao menos virar para ela.

Mas como eu disse, eu sou um desastre como sereia enquanto ela era a mais forte das princesinhas do mundo submerso. Logo minha mãe estava a minha frente de braços cruzados, seus longos cabelos loiros flutuando agitadamente debaixo da água.

“Não vê o quanto isso é importante? Se você for mesmo a escolhida vai passar perto da morte várias vezes! Eu tenho de te preparar para isso!” – Lynn estava se defendendo.

“Eu não pedi por isso!” – voltei a nadar passando por ela, mas uma corrente de água me fez retroceder meio que me embolando nela. Dessa vez toda a minha paciência foi embora, já não pensava direito – “Mas que porra foi essa?! Eu disse que quero sair! E eu vou sair, porque a senhora não manda em mim. Que o mundo se exploda, eu não pedi para ser escolhida, eu não pedi para ser sereia!”

“Você está sendo teimosa e apenas querendo se mostrar superior. Eu só quero o seu bem filha!” – minha mãe também insistiu – “Você tem de obedecer tudo o que eu disser se quiser ficar forte”.

Nadei para perto dela, ficando na sua altura e com um olhar de pura teimosia, raiva e revolta. Sim, eu estava enfrentando minha mãe sem me importar com as consequências.

“Você pode ser uma princesa, você pode ser a fodona na magia. Mas nunca, jamais, irá me controlar, de todas as pessoas nesse mundo eu pensei que você fosse a que mais entenderia. Não estou desobedecendo você, apenas dizendo que preciso de um tempo para me recuperar porque eu sou meio-humana também. Agora pare de surtar, eu vou aprender isso tudo, mas ao meu tempo também e não no seu, porque eu não sou uma orgulhosa, teimosa e prepotente sereia princesa com alto nível de energia mágica. Eu não sou você”.

Dessa vez quando eu me afastei nada me impediu. Quando a água estava na altura de meus seios eu desfiz minha calda e nadei como uma humana para a areia. Ao chegar lá fui até o nosso pequeno acampamento e me joguei sobre uma toalha grande estendida. Olhei para minhas pernas e vi várias marcas vermelhas inflamadas e com algumas bolhas. Resmunguei alto e tentei levantar para pegar alguma coisa, mas uma mão segurou o meu ombro. Ergui o meu olhar e para meu alívio era apenas o Nathan, não queria discutir novamente com minha mãe. Sem dizer nada meu irmão pegou de uma mochila uma pomada, sentou a minha frente e esticou uma de minhas pernas sobre a dele para poder passar a pomada. Suspirei e pensei no irmão que tinha.

-Ela está muito zangada? – perguntei incerta pela primeira vez – Eu sei que explodi e que ela está preocupada e...

-Nossa mãe está com medo – Nathan explicou olhando para mim por alguns segundos antes de voltar a atenção para meus machucados – Essas algas eram para serem inofensivas para nós. Ela nem deve saber que você está machucada desse jeito.

-E nem precisa – disse prontamente, mas depois gemi alto com o toque dos dedos dele nas feridas – Isso arde!

-Eu sei, mas irá fazer sarar logo – Nathan explicou calmo e sorriu um pouco, mas logo voltou a ficar sério – Nossa mãe sofreu um forte treinamento, talvez esteja apenas se adaptando ao seu ritmo Nanda, mas também entendo você.

-Não precisa escolher um lado. Somos uma família e pode ter certeza, vamos brigar bastante porque isso é simplesmente normal – tentei tranquilizar ele e depois voltei a resmungar – Mas ela é teimosa! O que custava ter me deixado voltar em paz por alguns minutos.

-Porque ela é igual a você – dessa vez meu irmão riu – Estão convictas de alguma coisa, vão atrás e simplesmente o fazem. Pensei que vocês duas iam se atacar ali mesmo.

Acabei rindo com ele e bufando a cada vez que ele tocava em um machucado em minha perna. Depois disso eu e ele fizemos o almoço, Nathan foi pescar enquanto eu fui atrás do tempero. Quando voltei para a barraca Lynn estava lá, sentada e pensativa, com uma fogueira pronta a sua frente e um armamento sobre ela para cozinhar. Respirei fundo e decidi relevar, não precisava ficar com raiva de algo que já passou.

-Hey, espero que seja uma boa cozinheira e não saiba só fazer aqueles sushis estranhos da caverna – comentei quando me aproximei.

-Tive de aprender quando passei um tempo aqui em terra – Lynn falou um pouco surpresa, mas ao me ver sorrir também sorriu... Até que seus olhos encontraram-se com minhas pernas cheias de pomada – O que foi isso?!

-Aquela pequena coceirinha que eu falei – expliquei e dei de ombros – mas já está bem melhor.

-Estava doendo tanto assim?! – Lynn me olhou preocupada – Deixe-me te curar e...

-Não. Gastar energia a toa com isso? Eu sei que vou me machucar mais sério depois, quando o treino ficar realmente pesado – disse em descaso, pegando uma taboa e pondo no colo para poder cortar as coisas que tinha pego.

-Desculpe, eu deveria ter parado quando você pediu e...

-Tudo bem mãe – respondi de um jeito sincero – Fiquei bem chateada, mas pude gritar com você a vontade sem levar um castigo. Pensamento positivo, tivemos nossa primeira briga de muitas que estão por vim.

Ela deu um sorriso lindo que até mesmo eu, que era sua filha, fiquei encantada. Entendam, minha mãe era uma sereia linda, mas como humana se tornava uma mulher mais que espetacular com aqueles traços divinos e cabelos loiro enormes. Nathan chegou com alguns peixes que eu não reconheci e logo estávamos distraídos montando o nosso almoço. Ai sim que finalmente relaxei e até mesmo me diverti, era um momento onde estava minha família de sangue.

Depois disso retornamos para debaixo da água e dessa vez eu estava até mesmo mais motivada. Se eu não fosse aprender a fazer aquelas coisas por talento iria aprender por teimosia e orgulho! Primeiro que eu não queria dar mais motivos para receber aquele olhar duro de minha mãe, segundo que eu queria ficar tão forte quanto ela. Lynn era a sereia ideal para mim, poderosa, linda, gentil e ao mesmo tempo uma guerreira. Nathan ficava ao meu lado incentivando, dando dicas e até provocando para me deixar mais desafiada. No final acabamos dividindo o circuito por partes, iria treinar cada pedaço antes de fazer todo o percurso. Ao anoitecer eu já sabia me movimentar muito melhor, apesar de agora ter algumas feridas “alérgicas” em meu braço por causa daquele maldito tubo. Ele era estreito, porém para Nathan e Lynn era como deslizar no meio do nada. O desafio era manter a velocidade sem se mexer muito e esse era o problema, eu não sabia me mexer direito quanto mais ter velocidade com poucos movimentos. Acabamos deixando as coisas para o próximo dia e finalmente nadamos de volta, dessa vez eu fui praticamente puxada pelo Nathan já que estava muito cansada para fazer um caminho longo daquele.

Na casa de Dianna encontramos a pirata e Dante jogando na televisão. Só naquele momento comecei a imaginar como havia sido o treinamento dela, se minha mãe havia sido tão má comigo, Scarlet parecia do tipo que era o Satanás andando na Terra.

-Onde está Dianna? – perguntei prontamente.

-Lá encima tomando banho, faz uns vinte minutos que ela está no quarto – Dante falou sem desgrudar os olhos da tela.

-Ela sobreviveu – Scarlet acrescentou rindo zombeteira – Apesar de eu ter duvidado que conseguisse.

-E pedimos pizza! – Dante exclamou e saltou do sofá – Não seu filho de um lêmure das sombras, era para atirar no outro.

-Você sabe que você que controla não é? – Scarlet caiu na gargalhada.

Deixei-os lá e fui direto para o quarto de Dianna. Ao entrar a minha morena estava sentada na cama passando hidratante nas pernas. Seu braço esquerdo estava enfaixado com ataduras e sua bochecha esquerda tinha um corte pequeno. Assim que entrei ela ergueu o olhar para mim e abriu bem os olhos esverdeados quando viu os meus machucados, se bem que eles estavam bem menos vermelhos.

-Parece que vamos sofrer até pegar o jeito – sorri de lado e olhei para a porta do banheiro, o quarto dela era uma suíte – Vou tomar um banho rapidinho, me espera?

-Claro que sim. Eles pediram pizza não é? O Dante estava todo animado com essa ideia – Dianna comentou retribuindo o meu sorriso.

Arqueei uma sobrancelha ao escutar o nome de Dante, mas deixei para lá. Fui até o banheiro e tomei um banho dos deuses. Amava o mar, mas ficar com aquela sensação de estar totalmente limpa e sem sal no corpo era inexplicável. Quando sai usava um short de algodão curto e uma blusa folgada, Dianna estava esparramada na cama com sua televisão ligada e quase dormindo. Fui para a cama e deitei, só então descobri que estava morrendo de sono.

-Como foi com os piratas? – perguntei curiosa.

-Treinamos esquiva e defesa – Dianna virou o corpo de lado e ficou me olhando – Perdi as contas de quantas vezes fui ao chão hoje, meu lindo traseiro está todo dolorido. E você, como foi?

-Um desastre total, não sou muito boa como sereia – admiti e engoli em seco – O que me dá um pouco de medo, como posso ser uma maga guerreira se mal sei nadar como Lynn ou Nathan?

-Talvez por você ter algo que eles não tenham – Dianna falou com carinho – Você é meio-humana e meio-sereia, algo de muito esquisito você deve ter.

-Que consolação ein – reclamei e ri – Eu estou com tanta fome e sono! E de pensar que hoje é apenas o primeiro dia.

-Vamos então, a pizza já deve estar chegando e tenho medo de deixar aqueles loucos sozinhos.

Dianna levantou e me puxou para fora da cama. Fomos para a sala juntinhas e com sorrisos bobos. Não era preciso mais do que isso para que eu fosse realmente feliz, apenas estar ao lado dela para mim, naquele momento, era suficiente.

Notas finais
Eu to pensando em fazer uma festa de carnaval e nessa festa fazer uns POVs especiais. O que acham?