Notas iniciais
Oi, amantes de caskett!!! ♥ sim, este capítulo ficou maus pequeno, mas é para largarem uns suspiros combinado? ♥ obrigada a AnaPaula por favoritar a fic e atodas as leitoras que deixam um tempo para comentar - vocês são lindas ♥

https://www.youtube.com/watch?v=BBXaS1OJCxc

No capítulo anterior:

Tudo estava correndo bem até que o carro pará no meio da estrada.

—O que aconteceu? – Ela fica preocupada.

—Eu acho que fiquei sem gasolina… — Eu falo preocupado.

—Sério? – Ela arregala os olhos preocupada.

Rapidamente confirmo que estava certo. Era exatamente isso que faltava –eu ficar no meio da rua, no meio da noite, dentro do carro, com Kate. Fantástico!

Pov Kate

Eu não acreditava que isto estava acontecendo. Comecei me lembrando das baboseiras de Lanie dizendo que era o destino.

Não deixava de ter a sua quota-parte de piada.

—E agora? – Eu pergunto, sem mesmo me preocupar muito. Devia estar ficando louca.

—Está preocupada? – Ele me olha de forma intensa. Aquilo me deixa sem jeito. Eu sabia que ele estava fazendo de prepósito.

Ele sabia o poder que tinha o seu charme e sensualismo. Isso me irritava, porque era muito menos experiente que ele. Não sabia sequer como reagir, imagina responder. Instintivamente olho para o seu dedo anelar e sua aliança não está lá.

—Onde está a sua aliança? – A ligação entre o meu cérebro e a minha boca não é estabelecida e eu me xingo mentalmente.

—Você reparou nisso? – Ele me olha surpreendido.

—Eu sei que é meio estranho… — Eu tento disfarçar,mas não consigo.

—Mas sim… eu a minha mulher vamos nos divorciar. – Ele continua me olhando daquele jeito.

—Porquê? – Eu pergunto.

—Ela me traiu. – Ele responde, nunca me deixando de olhar.

—Você não parece muito afetado com isso… — Eu falo a verdade.

—E não estou. – Ele desvia os nossos olhares.

—Ok, isso é grave! – Eu comento e ele ri alto.

—Você é sempre assim? – Ele volta a me olhar.

—Assim como? – Eu franzo o sobrolho.

—Genuína… — Ele responde.

—Ah isso! – Eu rio. – Sim, desde que me lembro.

—Isso me atrai muito… — Ele me olha sincero e depois se apercebe do que tinha dito. – Quer dizer… eu gosto dessa qualidade nas pessoas. – Eu seguro o riso. Ele estava com vergonha! Era um momento memorável.

Pov Castle

Eu estava me sentindo um completo parvo. Gaguejando e sem saber o dizer.

Aliás, eu estava me sentindo como um adolescente na verdade.

—O que a gente vai fazer agora? – Ela me pergunta.

—Eu não faço a mais pequena ideia… a não ser que conheça alguém que nos possa ceder gasóleo… — Eu falo.

—Não a esta hora… E você? – Ela pergunta.

—Também não. – Eu minto, sem mesmo saber porquê. Minha mãe poderia me ajudar de certeza, mas eu não queria. Estava a fim de ficar aqui conversando com Kate.

E eu sei que podia parecer loucura, mas eu estava disposto a arriscar.

—Estamos ferrados. – Ela me olha, rindo.

—Você se está divertindo com isto? – Eu rio também.

—Você também, por isso não pode pôr a culpa toda para mim! – Ela me acusa.

—Ok, metade-metade? – Eu a olho, divertido.

—Feito. – Ela aperta a minha mão.

Não me lembrava de dar gargalhadas tão gostosas como estava dando. Kate era uma ótima companhia e seu sentido de humor me fazia sentir ainda mais atraído por ela. Ela era bem mulher e isso era irresistível.

Jogamos conversa fora por mais de duas horas e era capaz de pensar que seriamos bem capazes de continuar assim até ao amanhecer.

—Não me lembrava de estar tão feliz como estou agora! – Ela fala sincera e pauso o momento.

Apeteceu-me beijá-la. Como se fosse algo que eu realmente precisasse.

A olho em silêncio. Não conseguia tirar os meus olhos dela.

Ela continua falando e eu apenas ouço burburinho. Era como se estivesse embriagado, mas sóbrio. Ela era linda demais e a sua maturidade estava aquecendo o clima de tal forma que eu não tinha palavras para definir.

—Você ouviu alguma coisa do que eu disse? – Ela ri me olhando.

—Não.- Eu estava sério demais. Tentando me comportar como o homem que era. Se fosse um garoto novo já a tinha beijado com toda a certeza.

—O que você está pensando? – Ela fica séria também e sem querer, uma tensão sexual é criada ali.

—Eu não posso falar o que me está passando pela cabeça agora. – Eu contraio o maxilar e continuamos nos olhando. Sinto uma espécie de calor se formar dentro do carro, apesar do frio que estava lá fora.

—Porque não? – Ela me olha de forma provocante, mesmo sem saber o quanto estava mexendo comigo.

—Porque você não iria gostar. – Eu respondo. Sempre nos olhando.

—Você não tem como saber isso. – Ela contraria.

—Então eu posso falar? – Eu peço permissão e ela acena que sim. – Eu estava pensando o quanto eu estou me sentindo atraído por você.

—Professor… -Ela desvia o nosso olhar. Ela estava envergonhada.

—Me chama de Rick, por favor… — Eu peço. – Eu sei que é errado, mas não posso fazer nada contra o que estou sentindo.

—Então não faça. – Ela fala, voltando a me encarar.

Nossos corpos de aproximam sem que nós mesmos consigamos fazer nada. Era como se fossemos ímanes.

—Eu queria tanto te beijar agora. – Meus olhos se focam nos seus lábios carnudos que estavam entreabertos, prontos para mim. As palavras saem pela minha boca sem que eu as consiga controlar.

—Pelo que está esperando? – Eu sinto que também ela se deixa levar pelo momento. E nesse exato minuto em me sinto nervoso. Nervoso como se fosse dar o meu primeiro beijo. O meu coração estava bastante acelerado.

Me aproximo dela com as mãos trémulas. Estava suando. Os vidros estavam ficando embaciados.

Nossos olhos se fecham ao mesmo tempo que nossos lábios se tocam. Eu sinto o quanto ela está nervosa também. Os lábios quentes e macios dela me fazem relaxar um pouco e aproveitar o momento. Ela me cede a passagem para a boca dela e eu logo a invado, buscando por todos os sabores. Nossas línguas se tocam no meio do beijo e acabam se enrolando e dançando de forma lenta e bastante sensual.

Vejo que ela fica mais entregue ao beijo quando aumenta um pouco o ritmo e passa as suas mãos pelo meu pescoço. Aquilo me faz arrepiar da cabeça aos pés.

Acaricio o seu rosto com os meus polegares, enquanto a puxo mais para mim, aproveitando cada canto da sua boca. Estava me sentindo excitado só com aquele beijo.

Ela nos separa. Nossos olhos se procuram e se encontram de imediato. Não havia arrependimento nem culpa. Isso era bom, não era algo que quisesse sentir depois deste beijo fantástico.

Eu senti a nossa conexão e a nossa química desde que os nossos lábios se tocaram.

Eu sabia que não era o mais correto a fazer pela razão, mas meu coração me dizia que sim.