Amor Proibido

17 Capítulo + bônus + agradecimentos


Notas iniciais
Nem tive ideia para esse título... Enfim, vou explicar melhor lá embaixo *--*
Boa leitura! Eu quase achei que não terminaria a tempo...

QUINN'S P.O.V

Me sentei ao lado de Santana na hora do almoço, com a intenção de contar as coisas da vida. Mas, bem, as coisas não são como planejamos, certo? Então ao invés de contar o que tinha acontecido na noite passada, eu deixei passar e puxei um assunto muito interessante (sacaram o sarcasmo?) sobre o campeonato contra a Grifinória que se aproximava.

– Acho que ganhamos... Quero dizer, temos as melhores batedoras, eu e você, de toda Hogwarts. Além dos nossos artilheiros, é claro.

– Mas a Grifinória tem melhores goleiro e apanhador. Sabe, os descendentes dos Weasley e Potter. E também tem o Puck.

– Puck não é tão bom assim. — Ela revirou os olhos.

– Claro que é. Ele é o melhor batedor do time.

– Certo, mas é por isso que nosso plano principal vai ser deixá-lo distraído.

– O.k.

Os alunos já levantavam para ir para suas classes. Tínhamos passado o almoço inteiro discutindo sobre algo inútil quando eu tinha milhões de coisas para lhe contar. Que merda.

– Tchau, boa aula. — Ela se despediu, enfiando o último pedaço de torta de abóbora na boca.

– Boa aula.

Eu a observei sair e já ia fazendo o mesmo quando senti uma mão delicada segurando meu braço. Me virei e lá estava Rachel Berry na sua melhor cara de pau.

– Oi, Quinn...

– Oi.

Ela pareceu radiante por eu não ter ficado calada.

– Veio se desculpar por me tratar como objeto?

Seu sorriso murchou.

– Quinn, não é isso... Você não entendeu nada...

– Não, é você que não entendeu nada. Eu sei que fui horrível para você nos últimos anos, mas passei esses tempos tentando concertar tudo para você me dar ao menos uma chance, e tudo o que você fez foi pisar no meu coração como se não fosse nada.

– E-eu... Não era isso o que eu queria, Quinn... Me deixa explicar.

Se fosse uma semana atrás, eu concordaria na mesma hora em ouvir suas desculpas, mas naquele momento eu estava quebrada demais para escutar qualquer coisa que fosse.

Então eu não sei se foi toda a minha paixão por ela explodindo dentro do meu peito, ou se foi a noite anterior, quando ela fez tudo aquilo só por atenção, ou pela humilhação na classe, ou por Santana, que não falava mais comigo por causa de uma coisa estúpida que foi toda culpa dela, ou talvez tudo isso junto que me fez explodir:

– Não quero ouvir nada! Eu fui apaixonada por você todos esses malditos anos, e quando eu quis dizer minhas desculpas você simplesmente ignorou como se não fosse nada! Agora sou eu que não quero ouvir nada de você!

Seus olhos estavam repletos de lágrimas e eu não sabia se foi pela rejeição ou pelos gritos. Mesmo sentindo meu coração arder, eu não me renderia daquela vez.

– Até mais, Rachel.

Não tive coragem de me virar para olhá-la uma última vez antes de sair daquele lugar, porque sabia que ela estaria chorando. E talvez aquilo fosse demais para mim.

SANTANA'S P.O.V

Já era tarde quando consegui voltar para o dormitório. Tinha passado um pouco do horário, pois tinha ficado encarregada de cuidar de dois andares, já que uma das monitoras não pode ir.

Eu já ia falar a senha para entrar na Sala Comunal, quando senti uma mão em meu braço. Meu coração pulou pensando que poderia ser Brittany, mas é claro que eu me decepcionei.

– Kitty, oi. — Cumprimentei sem nenhuma emoção.

– Não acha que é muito tarde para uma garota linda como você estar andando por aí sozinha?

– Não.

Talvez seu cérebro de galinha tenha percebido que eu não estava com saco para aguentar aquele flerte ridículo, então ela tentou uma nova abordagem.

– Que eu me lembre, você está me devendo uma.

– Desculpa, eu não me lembro disso.

Me virei para entrar, mas ela tornou a me virar.

– Santana, eu te dei informações, agora quero meu pagamento.

– Quer saber? Eu não to com saco agora, então porque você não volta outra hora?

Tentei me virar o mais rápido possível e entrar na bendita Sala Comunal, mas ela foi mais rápida e mais forte.

Um instante depois eu estava presa contra seu corpo e a parede, e antes que eu pudesse notar, seu corpo já estava colado ao meu, e seus lábios muito próximos dos meus.

– O que me diz agora?

Seus lábios roçaram aos meus a cada palavra dita, e de repente aquilo não me pareceu uma ideia tão ruim. Já fazia um bom tempo que eu não transava com ninguém e, bem, a culpa era do meu sangue latino que precisava de um corpo quente contra o meu para digerir a comida, além disso, Kitty não era tão má assim.

Mas antes que eu pudesse sequer pensar em fazer alguma coisa, Brittany me veio à mente. Seu sorriso doce e gentil, sua inocência fofa, sua crença em coisas tão bobas, mas ao mesmo tempo tão incríveis. Me lembrei do quanto meu nome ficava duas vezes mais bonito quando vinha de seus lábios, e do quanto eu gostava dos apelidos que ela me dava. Lembrei dos seus olhos claros e brilhosos, que ficavam nublados quando ela estava no ápice do prazer. Lembrei de quando ela me falou sobre a tal Naya Rivera, e me mostrou um poster dela colado na parede, e no quanto eu fiquei com ciúmes ao vê-la tão absorta em outra garota, fiquei algum tempo emburrada, mas como sempre ela consertou tudo e me fez sentir a garota mais especial para ela. E eu soube que era aquilo que eu queria ser. A pessoa mais especial de toda a sua vida.

E então eu soube que não conseguiria ficar com ninguém que não fosse a minha loira. Isso se eu não estivesse muito bêbada, é claro.

– Eu já disse não, Kitty.

Mas aparentemente ela não sabe o que significa isso, pois no instante seguinte senti seus lábios contra os meus. Fechei a boca e tentei afastá-la, mas ela era definitivamente mais forte do que eu. Amaldiçoei que minha varinha estivesse tão fora de alcance, guardada em algum lugar das minhas coisas. Sua língua tentava invadir minha boca, mas eu a mantinha fechada com força.

Antes que a coisa pudesse ficar pior, ouvimos passos no corredor e Kitty me largou. Mas por alguns segundos eu desejei nunca ter ficado livre para ver quem estava ali.

Brittany estava parada a alguns passos de distância, com os olhos marejados e uma expressão completamente chocada. Antes que eu pudesse me explicar ou fazer qualquer outra coisa, ela já tinha sumido pelo corredor, com as mãos no rosto.

Droga, Santana, será que não tem como você dar mais mancada?!

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Bônus de comemoração aos 100 reviews! Eba! Quero agradecer a todas que comentaram, e aí está a opção vencedora! Não tenho muito o que dizer sobre a votação... A opção 1 ganhou por dois votos da terceira, mas ainda assim foi de lavada rçrç

P.S. A história se passa quando as meninas tinham 14 anos, um dia antes do dia 24 (ou seja, dia 23 huaheuheuhe) e é narrado pela Santana.

Capítulo bônus — A primeira vez Brittana

Aquele já era o quarto Natal que eu e Quinn passavamos com a família Pierce. É claro que nossos pais nem sonhavam com isso, mas como eles também não nos queriam em casa, eu e Q passamos a aceitar os convites que Britt nos fazia.

– Oh, olá queridas! — Cumprimentou a senhora Pierce, toda sorridente quando passamos pela porta de entrada.

– Olá, senhora Pierce. — Eu e Quinn dissemos ao mesmo tempo.

– Por favor, me chamem de Suzan, afinal já nos conhecemos há um tempo. — Ela sorriu e se inclinou para nos abraçar.

A mãe de Britt era bem alta, igual o senhor Pierce, e isso gerou duas lindas filhas igualmente altas. Mas apesar de altos, eles se moviam com a mior leveza do mundo, ao contrário do Finnutil, que vivia tropeçando por aí.

– Vamos, vocês tem que colocar as coisas no meu quarto! — Chamou Brittany, com um sorriso de orelha a orelha que faria qualquer Santana Lopez se derreter naquele momento.

E não foi diferente comigo.

– Cl-claro que sim, Britt-Britt...

Quinn segurou a risada atrás de mim. Algum dia eu ainda esgano essa Fabray folgada.

Brittany subiu saltitando as escadas e parou na porta toda cor de rosa bebe, cheia de estrelas, brilho e adesivos de unicórnio.

Acomodamos nossas coisas em um canto e eu olhei ao redor, só para constatar que tudo continuava do mesmo jeito. A grande cama igualmente porpurinada, o guarda roupa cheio de desenho, uma prateleira cheia de pelúcias, a maioria gatos e unicórnios e que eu tinha dado à ela.

– B, por que você tem um poster da Santana no seu quarto? Essa coisa não te da pesadelos não? — Perguntou Q, apontando para um enorme poster na parede.

E puta que pariu, aquela era eu de camiseta e calcinha, em uma pose super sexy?!

– N-não é a San, Q... — Britt explicou com o rosto e as orelhas vermelhos. — Essa é a Naya Rivera, uma atriz e cantora...

– E por que eu não conheço essa criatura? — Perguntei encarando incredula o poster na parede.

– Ela é trouxa...

Para tudo. Brittany tinha uma foto provocante de uma trouxa desconhecida pendurada na parede?! Que mierda...

– Brittany, por que diabos você tem um poster dessazinha aí?

– Uii, tá com ciuminho, Lopez?

– Cala a boca cachinhos dourados, a conversa ainda não chegou na casa dos três ursos.

– San, não fala assim com a Quinnie...

– Quinnie nada! — Repreendeu a cachinhos, ficando vermelha como um tomate.

– E eu achei essa foto bonita... Então decidi colocar na parede...

– Para que? Ficar olhando de noite? — Perguntei irritada.

Eu sabia que ela era só uma cantora qualquer e que provavelmente nem sabia da existencia da minha Britt, mas imaginar que Britt achava outra mulher bonita fazia meu sangue ferver.

– E-eu não olho sempre, San!

– Quer dizer que olha para ela de noite?! E faz o que mais? Da uns beijinhos?

– Você não tem que ficar brava assim, San... É só um poster.

– É, você tá exagerando. — Completou Quinn, folheando uma revista qualquer.

Eu supirei antes de dizer:

– Vou ajudar sua mãe com a ceia.

E descer as escadas correndo, me sentindo uma grande idiota por ter ficado com ciúmes de um poster. Pelo menos eu não ficava vermelha devido ao meu tom de pele, porque se não eu já estaria mais vermelha que nem tem comparação para esse tipo de tom.

Encontrei Suzan na cozinha, descascando algumas batatas.

– Ei, senho... Suzan, precisa de ajuda?

– Qual é o problema, Santana? Não quer ficar com as meninas lá em cima?

– Ah, não... — Eu me senti envergonhada ao me lembrar da cena de alguns minutos atrás. — É que você sempre faz tanto para gente, que eu quis retribuir...

Ela deu um daqueles sorrisos enormes e sinceros dignos de Pierce.

– Claro, querida. Você pode me ajudar com essas batatas?

– Certo. — Respondi pegando uma das facas em cima da mesa e me sentando.

Na casa dos Pierce tudo era feito manualmente, sem magia, já que as únicas que a possuiam eram Britt e Suzan, então os Pierce decidiram que ninguém usaria. Aquilo não era exatamente legal, mas era uma boa variação de toda a obsessão por magia que pairava na minha casa.

– Pode colocar as batatas descascadas nessa outra bacia. — Ela apontou para a outra bacia em cima da mesa.

– O.k.

– E como andam as aulas, Santana?

– Vão bem...

– Soube que você ajuda bastante a Britt... É muito importante para mim e para meu marido que ela tenha uma amiga tão legal assim.

– O-obrigada... Eu tento ajudar sempre que posso...

Novamente, agradeço a Merlin que eu não possa corar.

– E então, você e Britt já tiveram sua primeira vez?

Fiquei tão surpresa com a pergunta que em um movimento desastrado a batata semi-descascada voou da minha mão e foi parar perto do gato gordo da Britt, que me lançou um olhar intimidador, como se aquilo tivesse sido de propósito para acertá-lo.

– Vou tomar isso como um não... Mas você pretende fazer isso em breve?

Eu estava tão chocada que tinha certeza que minha boca já estava aberta, mas eu não conseguia dizer nenhuma palavra. E dizer o que? Que pretendia transar com a filha dela o quanto antes? Que tipo de pergunta era aquela? E o que diabos ela estava insinuando? E como ela tinha descoberto que eu gostava da Britt?

– Santana, não precisa ficar com vergonha... Somos muito abertos para falar sobre isso nessa casa... Além disso, posso ver o quando vocês se gostam apenas pelo olhar... E Britt já me disse que gostaria de ter sua primeira vez com você.

– A-ah... E-ela d-disse?

– Uhum. E também sobre seus "sweet lady kisses".

Se eu estivesse bebendo água e isso fosse um filme, essa seria com certeza uma daquelas cenas em que eu cuspiria toda a água.

– Santana, vamos, não seja tímida... Você ao menos já pensou sobre isso, certo?

Não ser tímida? Ah, claro. Até porque falar sobre transar com a filha de sua futura sobre é muito normal.

– E-eu...

– Mamãe, chegamos! — Gritou uma vozinha.

Salva pela garotinha!

– Oi, meu bebe...

Uma mini Britt veio correndo até a mãe e a abraçou com força, logo atrás vinha o senhor Pierce.

– Como é que vai, menina latina? — Ele me perguntou sorridente.

Eu me levantei para abraçá-lo.

– Muito bem, homem loiro.

Ele jogou a cabeça para trás e riu sonoramente, para logo em seguida dar um beijo na esposa.

Sempre me parecia estranho, mas as vezes eu tinha quase certeza que os Pierce eram muito mais minha família do que minha família de verdade. E talvez um dia eles realmente pudessem ser.

– E como é que vai a minha bebezona? — Ele perguntou se referindo a Britt.

– Gigante. — Respondi com um sorriso.

Nesse instante Britt desceu saltando os degraus da escada, com Quinn logo atrás, e se jogou nos braços do pai.

– Senti tanta saudade, papai!

– Eu também, minha princesa, eu também...

– S! Q! — Comemorou a pequena ao nos ver. — Vocês estão aqui...

– Sim... E você nem nos notou aqui antes. — Respondi fazendo-lhe uma careta.

– Desculpe... Ei, eu tenho que mostrar meus novo desenhos para vocês! Venhão!

***

Estávamos todos sentados na sala depois do jantar, exceto por Britt, que tinha dito que estava cansada e subiu para o quarto. Eu não tinha falado com ela desde aquela hora, talvez por vergonha, mas eu já não tinha mais certeza.

A pequena contava sobre sua escola para os pais, que ouviam como se fosse a coisa mais fascinante do mundo, o que eu nunca entendi, talvez porque nunca recebi essa atenção dos meus pais.

– Ei, S, me ajuda a pegar uma coisa lá em cima.

– Eu não. Vai você.

Quinn me olhou feio por alguns segundos antes de se levantar da cadeira e me puxar pelo braço em direção a escada. Ela subiu a escada correndo, me fazendo tropeçar algumas vezes nos degraus e quase cair. Quando chegamos ao quarto de Britt, a doida varrida abriu a porta e me empurrou para dentro, fechando-a logo em seguida. Devido a força do empurrão, eu acabei de desiquilibrando e caindo de joelhos, usando as mãos para evitar um acidente maior que envolvesse minha cara.

– San... — Ouço a voz de Britt me chamar e eu automaticamente olho para cima.

Seus olhos pareciam dez vezes mais brilhantes do que o normal, mas não foi aquilo que me chamou atenção.

– Britt... O que...

Ela estava vestida com uma baby doll amarela, completamente transparente, que revelavam os seios pequenos e perfeitos, a barriga retinha, uma calcinha amarela de patinhos e as coxas torneadas. A luz da lua que invadia o ambiente pela janela a deixava sem dúvida dez vezes mais linda. Como se fosse possível.

– San... Você... — Ela olhou desconfortávelmente para mim.

Só então eu me lembrei da posição em que eu tinha caído, e que se encaixava direitinho com a ocasião. Eu estava totalmente de quatro por ela.

– Ah... E-eu cai... — Me levantei rapidamente. — V-você não devia ficar v-vestida só com... com isso. Faz frio, você vai pegar um resfriado...

– Então vem aqui me aquecer...

Eu já tinha sentido tesão por Britt muitas vezes, a maioria completamente inútil, mas agora era totalmente real.

– A-ah... E-eu...

– Ainda tá chateada por causa do poster da Naya, não é?

Quem? Ah! O poster...

– Vem aqui... — Ela pegou minhas mãos e me fez sentar na beira da cama.

Apesar do frio, eu estava suando.

– Sabe por que eu coloquei esse poster aí?

– N-não...

– É porque... ela é igual você. — Falou a última parte sussurrando, como se fosse um segredo. — E as vezes eu... toco lá... lá embaixo... pensando em você...

Arregalei os olhos diante da informação. Essa seria uma boa hora para fizer que eu também me tocava pensando nela?

– B...

– E e-eu também te amo muito! Por isso eu queria que... minha primeira vez fosse com você...

Naquele momento eu achei que nunca poderia ficar mais feliz, então eu aproveitei meu momento radiante para colar meus lábios nos seus, beijando-a com delicadeza e paixão.

– Eu também te amo, B... — Murmurei entre o beijo. — Amo tanto...

Fui inclinando meu corpo sobre o dela, fazendo-a deitar cama e subindo em cima do seu corpo perfeito. Me separei um pouco de seus lábios apenas para admirar o modo como os cabelos dourados e perfeitos se espalhavam pelo lençol cor de salmão, deixando-a totalmente perfeita.

Suspirei antes de retomar aos seus lábios, sugando o lábio superior lentamente, para depois desce para o lábio inferior e contorná-los com a ponta da língua, fazendo-a entreabir os lábios para me receber. Nossas línguas dançavam lentamente, sem nenhuma pressa, vez ou outra ela parava para sugar minha língua, me arrancando alguns gemidos contra o beijo.

Eu já me sentia totalmente molhada apenas com aquele beijo, e com mais um pouco eu quase podia sentir o orgasmo. Desci para seu queixo, aplicando alguns beijinhos antes de acariciá-lo com a ponta do nariz, em um gesto de carinho. Britt suspirou e passou as mãos inquietas pelas minhas costas. Desci mais um pouco, para seu pescoço, aplicando beijos de boca abaerta e algumas mordidinhas, por fim deixei um chupão forte o suficiente para marcá-la e fazê-la gemer um pouco mais alto.

Me movi um pouco para puxar sua baby-doll para fora de seu corpo, jogando em qualquer lugar. Passei alguns segundos admirando os belos seios arrebitados, com biquinhos rijos e rosados.

– San... Não tá respirando... — Ela me olhou preocupada e passou a mãos por meu rosto.

Então eu percebi que tinha prendido a respiração, e a soltei devagar.

– Eu só... nunca fiz isso antes... E quero que seja perfeito para você...

– É com você, então já é automaticamente perfeito...

Senti meus olhos marejarem e eu voltei aos seus lábios, transmitindo todo o amor que eu sentia por aquele beijo.

– Te quiero, cariño...

Refiz todo o meu caminho anterior, chegando aos seios perfeitos. Contornei um dor mamilos com a ponta da língua, fazendo círculos antes de colocá-lo na boca, sugando com carinho. Girava levemente o outro biquinho no polegar e indicador enquanto trabalhava em um dos seios, logo em seguida me mudando para o outro. Passei mais alguns minutos me deliciando com seus seios, até ela me chamar.

– San... Por favor...

Eu sorri e desci lentamente meus beijos por sua barriga definida, chegando a calcinha. Apliquei alguns beijos na parte interna das coxas expostas, antes de retirar sua calcinha e jogá-la junto com a baby doll. Admirei o centro brilhante e completamente encharcado, mas antes que eu pudesse tentar qualquer coisa, Britt me puxou para seus lábios novamente e inverteu as posições.

– Você tem muita roupa... — Ela explicou.

Rapidamente, eu a ajudei a retirar todas as minhas roupas, e em poucos segundos estávamos ambas nuas.

– Posso continuar de onde parei? — Perguntei sorrindo maliciosamente.

Ela se aproximou para sussurrar em meu ouvido:

– Não... Agora é a minha vez.

Nem tive tempo de argumentar e logo senti os lábios finos contra meu pescoço, aplicando beijos carinhos e me fazendo gemer baixinho. Ela deslizou até meus gêmeos, massageando-os por alguns segundo, apenas apreciando minhas reações, no instante seguinte senti sua lígua contra meu mamilo, lambendo-o tímidamente, para logo depois colocar toda aréola na boca e sugar lentamente, me fazendo gemer alto e me contencer na cama. Ela mudou para o outro seio, sugando com mais fome, alternando entre lento e rápido e entre o seio esquerdo e o direito. Eu queria terminar o que tinha começado, mas senti-la completamente entretida com meus seios era muito mais com o que minha mente podia lidar.

– Oh... B... Eu quero você amor... Me deixa fazer... — Pedi entre gemidos e repirações.

– Hum... — Ela resmungou, não parando de se deliciar com os gêmeos. — Aqui tá tão bom...

– B...

Antes que minha mente já totalmente tomada pelo prazer pudesse compreender o que estava acontecendo, Britt me puxou para ficar sentada, deixando nossas pernas estendidas, as minhas por cima das dela, nossos centros umidos muito perto, mas sem tocar.

– Eu quero fazer isso com você, San... — Ela contou timidamente.

Eu sorri com a sua fofura e me aproximei para beijá-la fazendo nossos seios apertarem-se e arrancando gemidos de ambas. Logo senti seus dedos brincando em meu clitóris, escorregando para cima e para baixo. Sem perdeu tempo levei minha mão até seu sexo, massageando em V e fazendo-a gemer. Como se fosse cronometrado, nossos dedos encontraram a entrada uma da outra ao mesmo tempo, entrando vagarosamente, liberando algumas caretas de dor e gemidos. Esperei um tempo para movimentar meus dedos dentro do centro apertado e a senti fazendo o mesmo. Mas a dor não durou muito, e logo estávamos fazendo movimento de sair e entrar com os dedos, usando o polegar para massagear o clitóris. Naquela posição nosso mamilos rijos se encontravam a cada movimento feito, tornando a ação mais prazerosa. Os gemidos ecoavam alto e não demorou para o orgasmo chegar.

– San!

– Britt!

E até hoje eu não faço ideia de quem tenha gridado primeiro. Talvez as duas.

Eu me deixei cair de costas contra a cama macia e Britt veio logo junto, agarrando-se ao meu tronco enquanto sentíamos os batimentos acalmarem e os tremores passarem.

– Te amo, San... — Ela murmurou com uma voz cansada.

– Te amo, cariño...

Senti sua respiração fraca contra meu seio e soube que ela já teria dormido, então eu apenas me movi para puxar o cobertor e nos cobrir, deixando o sono me tomar logo em seguida. Já estava dormindo quando ouço um barulho vindo a porta.

– Já é seguro entrar? — Perguntou Fabray, apenas com a cabeça dentro do quarto.

– Mas que caralho, Fabray...

– Não reclama, latina idiota. Fui eu que trouxe aqui, me deixar dormir em paz é o minímo que você pode fazer por mim. — Ela se moveu para dentro do quarto e se esqueirou para debaixo das cobertas.

– Mas o que... Você não pode dormir na mesma cama que a gente! — Murmurei baixinho para não acordar a minha B, que dormia como um anjinho.

– E você tá vendo outra cama por aqui? Prometo que não olho para a sua garota.

Eu bufei e revirei os olhos.

– Se olhar te arranco os olhos.

– Ui, que medo! Acho que caguei nas calças, me ajuda a limpar?

– Vai se fuder Fabray.

Observei Britt dormir tranquila sobre meu peito e aquela conhecida felicidade me inundou. Mesmo que a vadia da Fabray estivesse na mesma cama que eu e minha Britt completamente nuas, eu fiquei feliz de estarmos todas juntas.

– Boa noite, admiradora de anões.

– Merda, Santana, vai se fuder!

– Fiz isso minutos atrás.

– Affe, me poupe... — Ela se virou de costas para mim.

Eu já estava quase pegando no sono de novo, quando ouvi sua voz baixinha:

– Boa noite, S...

Eu sorri e fechei os olhos, me entregando a bença que ganhamos, chamada sono.

***

No dia seguinte eu e Britt descemos de mindinhos entrelaçados, todas sorridentes.

– Bom dia, mamãe!

– Bom dia, Suzan.

– Bom dia, meninas. Tem pão na mesa e leite na jarra em cima do fogão.

Eu me movi para encher um copo de leite e entregá-lo a minha Britt, recebendo um sorriso brilhante em troca. Eu sem dúvida faria de tudo para ver aquele sorriso perfeito.

Coloquei um pouco de leite no meu copo e tinha colocado um pouco na boca, quando Suzan se virou e perguntou:

– Pelo visto, a noite foi boa, hein?

Dessa vez eu literalmente cuspi o que tinha na minha boca.

***

Isso aqui não é nem de longe parte do capítulo, mas eu não podia deixar de reeditar isso aqui para falar o que eu tenho para falar rçrç

Eu postei esse capítulo antes, e fui ver como ele tinha ficado na edição do site, mas quando cheguei no 'menu' da fic quase tive um treco ao ver mais duas recomendações... Não sei se só passou pelo analise do Nyah! agora, ou se eu sou muito tapada para não ter visto antes, mas quero agradecer imensamente a GleeChord Maníacos e a ThamOliveira, que recomendaram a fic ontem e me deixaram muito feliz... Sério, eu nem tenho palavras para descrever o quanto vocês foram incríveis na recomendação e me deixaram imensamente feliz... Quase entrei no computador (literalmente) só para ver se eu tinha lido certo... Aqui é só um pequeno agradecimento, ainda vou falar muito mais nos comentários, então vocês que se preparem rçrç

A única que não ficou muito feliz foi minha mãe, que ficou super brava porque eu acidentalmente meio qe quebrei minha cama pulando nela... E quase quebrei o chão também, porque depois eu fui pular nele... Enfim, quero agradecer imensamente as recomendações... Já deu para perceber que fiquei histérica xD

Notas finais
*morrendo de alegria*
E aí, o que acharam? Quero sabem nos comentários...
*ENQUETE* Quem se acerta primeiro? Brittana ou Faberry? E o motivo... rçrç
GleeChord Maníacos e ThamOliveira, sugiro que se preparem, porque eu ainda vou falar muito nos reviews... E se não deixarem reviews com medo de mim, eu mando por mensagem mesmo rçrç Ou descubro seu endereço e fico mandando carta por Sedex :D