Notas iniciais
Explico o motivo da demora lá embaixo...
Esse capítulo é dedicado a todas que vem me acompanhando e gostando da fic até aqui e que ainda não desistiram de mim rçrç
Mas é dedicado especialmente para ACMCDM (que recomendo a fic e tem que parar de ter vergonha de comentar, porque eu juro que quem morde é zumbi), GleeChord Maníacos (quem eu - acho - enganei, dando a entender que a fic demoraria rçrç) e tab ferreira (que me deixou muito feliz com os reviews e divulgando a fic por aí).
Beijos e até lá embaixo!

SANTANA'S P.O.V

Me desvencilhei (lê-se dei-lhe uma cotovelada no nariz) e corri o mais rápido que pude atrás de Brittany.

Eu já estava quase morrendo quando cheguei a passagem para os dormitórios da Lufa-Lufa e a minha sorte foi ela ter se atrapalhado na hora de dizer a senha por conta do choro.

- Eu... Bri... Bri... — Tentei me explicar, mas estava completamente sem fôlego.

Droga Santana, quando foi que você ficou tão sedentarista?

Apoiei minhas mãos nos joelhos e contei alguns minutos para tomar ar, completamente consciente de que ela poderei simplesmente se virar e entrar na Sala Comunal, mas eu estava muito cansada para pensar em possibilidades.

Mais algumas respirações e eu pude finalmente erguer a cabeça para encarar os olhos azuis chorosos.

- Não era... o que parecia...

Ela continuou apenas me encarando.

- Eu tava voltando da ronda, aí encontrei com a Kitty que fez seu trabalho de puta do colégio e ficou se jogando para cima de mim, mas eu recusei... — dei alguns passos em sua direção — porque só quero ficar com você.

Ela continou sem expressar nenhuma reação.

- Por favor, diz alguma coisa.

- Eu... Desculpa, San, não consigo conversar direito com você assim... Parece que acabou de sair de uma maratona de sexo...

- Britt! Estou tentando me desculpar...

- É só o que você tem feito atualmente...

Eu suspirei derrotada e me virei para seguir para o dormitório e chorar com a cabeça enterrada no travesseiro (atualmente meu namorado) até não poder mais.

- Mas talvez eu possa começar a aceitá-las...

u me virei tão rápido que até fiquei com medo de quebrar alguma coisa com o impacto.

- Sério? Mesmo mesmo?

- Com uma condição...

- Qualquer coisa. Eu até me jogo da torre mais alta, ou entro na sala dos professores e coloco um daqueles negócios que vibram no bolso de um professor. Qualquer coisa.

Ela pareceu divertida com o meu desespero e por alguns minutos eu desejei não ter sido tão exagerada.

- Você tem que me provar que pode ser um unicórnio melhor.

- Isso é...?

- Nada de brigas, nem de saídas para festas e muito menos continuar a suspeitar dos meus amigos.

- Mas Britt, o Artie é mesmo um... — Ela fez um olhar do tipo "termina isso e a sua chance nunca existiu — cara muito legal.

Minha Britt abriu um pequeno sorriso e se balançou no mesmo lugar, o que foi totalmente fofo.

- Bom começo, Sanny. Agora é melhor eu ir para a cama, se não o bicho papão pega meu pé...

Eu sorri e me aproximei mais.

- Boa noite, meu amor. — Fiz um biquinho e me inclinei em sua direção.

- Boa noite, Santy.

E um beijinho na testa foi tudo o que eu ganhei naquela noite.

QUINN'S P.O.V

Acordei sentindo um leve roçar em meu nariz. Rapidamente abri os olhos só para me desapontar ao concluir que não era Rachel quem estava ali, e sim um maldito pedaço de papel.

Me sentei na cama e coçei os olhos. O dormitório já estava vazio. Tornei a olhar para o pedaço de papel, até meu cérebro ainda cansado processar que se tratava de um bilhete. Imediatamente reconheci a letra de Santana.

Quinn, por favor me encontre na sala de troféus hoje as nove horas. Precisamos conversar.

Santana.

Tão rápido quanto eu tinha aberto os olhos, saltei da cama, vesti uma roupa qualquer e fui correndo para o ponto de encontro, empurrando todo mundo que eu encontrava pelo corredor. Bem, a culpa era deles de estarem no lugar errado quando eu estava tentando fazer as pazes com a minha melhor amiga.

Cheguei na sala e olhei ao redor. Nem sinal da vaca latina.

Precisei me sentar alguns segundos para recuperar o fôlego. Aparentemente um adolescente de dezessete anos não pode correr tanto quanto uma criança de nove. Bons tempos...

Fui tirada de meus devaneios sem noção pelo baque surdo da porta se fechando e logo em seguida o clique da tranca. Mais do que um instinto de sobrevivencia, minha mão logo puxou a varinha de minhas vestes e meu corpo se virou para a porta, a varinha apontada com firmeza para qualquer um que estivesse ali. Mas antes que eu pudesse lançar qualquer feitiço meu corpo estancou — e hoje eu agradeço a Merlin por isso.

- Rachel?!

Notas finais
Esse capítulo é curtinho, mas é importante... O próximo capítulo será dedicado exclusivamente para as mentiras e verdades Faberry.
Agora as desculp- explicações:
Minhas férias acabaram mais cedo do que o planejado e eu realmente não tive tempo para sentar e escrever. É claro que eu poderia ter postado uma merda que eu estivesse cagando em cima, mas não conseguiria viver sem ter feito o meu melhor para vocês... Enfim, talvez não tenha ficado incrível e tudo, mas para mim foi mil vezes melhor do que postar qualquer coisa que eu escrevesse em cinco minutos.
Durante esse tempo eu estava me acostumando com minha nova rotina e agora que está tudo o.k. eu já vou voltar a postar regularmente... No entanto, não terei mais tempo para escrever um capítulo por dia, então os posts serão, no mínimo, semanais.
Beijos e por favor comente quem ainda estiver aí ;D