Amor Proibido
21 Amizades. E outras nem tanto.
Notas iniciais
O.k., eu sei que demorei para caralho, mas eu tenho tido muuuuuuuuito pouco tempo para escrever ultimamente, então por favor me deem uma folga. Além disso, esse capítulo foi beeeeem grande (6 páginas no word) e espero que possa compensar... Além do bônus no próximo capítulo!
Falo mais lá em baixo, então leiam, por favor. É importante.
*AVISO* CONTÉM CENAS FORTES DE SEXO, QUEM NÃO GOSTAR NÃO LEIA. E MUITA "VIADAGEM" TAMBÉM. ESSE CAPÍTULO FOI ESCRITO ENQUANTO EU DEVERIA ESTAR ESTUDANDO PARA A PROVA DE QUÍMICA, ENTÃO SE VOCÊ É A MINHA PROFESSORA, POR FAVOR NÃO LEIA.
N/A: LEIAM AS NOTAS FINAIIIIIIIIIS! AAAAAHHH! LEIAM!
QUINN'S P.O.V
Continuei de olhos fechados, esperando a dor que provavelmente significaria que meu crânio tinha rachado ao meio e meu nariz — lindo de morrer — feio em duzias de pedaços. Mas ela não veio.
Será que a pancada tinha sido tão forte que eu já tinha morrido? E eu nem sequer tinha sentido dor... A morte era para ser assim? E se fosse... Onde estava a minha linda Rachel Berry vestida como anjinha? Uma anjinha com muita pouca roupa, de preferência... Na verdade, melhor ainda ainda sem roupa nenhuma...
Antes que eu pudesse continuar contando os benefícios da minha morte sem dor, uma voz suave me chamou por meu apelido carinhoso que a muito tempo eu não ouvia:
- Abre os olhos, sua vadia loira!
Ouvir Santana sendo apenas a Santana de sempre depois de longos meses era música para meus ouvidos, e eu só podia pensar que não poderia existir nada melhor. Exceto um beijo da Rachel, é claro. Ou fazer amor com a Rach, o que seria melhor ainda.
Droga, eu já estava ficando pervertida que nem a Santana.
Arrisquei abrir um olho lentamente, mas tudo o que eu pude ver era a minha melhor amiga completamente lind- preocupada, com a ruguinha de preocupação na testa, sobrancelhas franzidas e lábios entreabertos. De repente meu coração bateu mais rápido.
Abri o outro olho e olhei em volta, apenas para constatar que o balaço que quase atingiu minha linda face já estava em algum outro canto do mundo, e que todos os olhares estavam direcionados para mim e para Santana. Meu cérebro conturbado levou alguns segundos para assimilar o que tinha acontecido.
- Você ficou louca?! — Exasperei quando finalmente entendi o que tinha acontecido. — Podia ter levado aquela bolada no meu lugar!
Ela sorriu aquele sorriso lindo e autoconfiante.
- Sou uma boa batedora. A melhor, eu diria.
Tão rápido quanto tinha surgido, a confiança se avaporou de seu rosto, dando lugar a olhos marejados e lábios trêmulos, que sempre indicavam o ínicio de choro.
- Eu... Q... Pensei que... Eu... — Pensei em pedir para ela se acalmar, mas conclui que não seria a melhor das opções nessas condições. — Q, eu... Me desculpa.
Antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa sobre o que aquilo significava, Santana já tinha avançado sobre mim, colando seus lábios carnudos e mácios aos meus. Mas não foi um beijo como os outros que tínhamos trocado antes e durante aquela maldita noite na festa, foi mais como um selinho cheio de sentimentos, mas principalmente saudade e amizade. Não era para ser algo voluptoso, apenas uma demonstração do quanto eramos importantes uma para a outra. E naquele momento eu decidi que nunca mais deixaria algo bobo como uma noite de sexo bebado atrapalhar isso.
Até aquele momento eu não tinha percebido que ainda estávamos à muitos metros do chão, e que provavelmente morreríamos se caíssemos daquela altura. Graças a Merlin o balanço da vassoura me fez despertar e me separar de Santana para manter a vassoura novamente estável no ar, antes que alguma tragédia acontecesse.
Sorrimos uma para a outra por alguns instantes, como a confirmação de que tudo estava bem agora. E também de que os gritos de aprovação da platéia eram mais altos do que seria humanamente possível.
- Ae, porra! "Ceis" duas vão ficar de beijinho ou vão terminar a porra dessa merda de jogo do caralho?! — Berrou Bastoise, o capitão do time.
Eu e Santana nos entreolhamos e sorrimos. Aquele jogo já estava ganho.
***
Depois de muita comemoração pela vitória, eu e Santana tínhamos finalmente tínhamos conseguido ficar sozinhas no vestiário. Ainda estávamos comemorando nossa "volta-da-amizade-100%-gay".
- Não acredito que fomo idiotas o suficientes a ponto de deixar uma noite idiota estragar nossa amizade. — Comentei. — A culpa foi sua.
- Como é, vadia? Não foi a primeira vez, e além disso eu estava bêbada.
- Aquela vez também foi culpa sua. — Ela abriu a boca para protestar, mas eu agi antes. — Além disso, aquilo foi diferente. Combinamos de não levar em consideração.
Santana se limitou a dar de ombros.
- De qualquer jeito, estou feliz que estamos de boa novamente. Tenho tanta coisa para te contar...
- Eu sabia que você tinha sentido a minha falta. — Ela revirou os olhos convencida.
Eu bufei e comecei a me despir das vestes do quadribol.
- Hey, Q. — Ela chamou baixinho e eu me virei, apenas para vê-la baixar o olhar envergonhada. - Eu também senti dua falta.
Sua última frase foi muito menos do que um sussurro, mas eu pude ouvir com clareza por conta da quietude do vestiário.
Apesar de ainda achá-la uma idiota — e muito fofa — por esconder seus sentimentos, não pude deixar de sorrir com a declaração.
- Hei, tira esse sorriso idiota da cara. — Ela ralhou corando.
E sim, eu a conhecia a tempo suficiente para saber quando ela estava corando.
- Awn, que bunitinho. — Fiz minha melhor voz de bebe, o que eu sabia que a irritava profundamente e me aproximei para apertar suas bochechas. — A Santie tá toda vermelhinha.
Ela fechou a cara e tentou se esquivar.
- Para com essa merda, Fabray! — Ignorei e apertei ainda mais forte. — Hmmff... Ahr, porra, sai!
Eu não pude deixar de sorrir. É, mais uma vez no mesmo dia. Milagre.
- Ham ham.
Nos viramos rapidamente, como se fossemos crianças pegas fazendo algo errado.
Brittany estava na porta dos vestiários, com os braços cruzados e uma cara nada boa.
- Br-Britt... Não é o que parece... — Santana tentou, mas ao ver a cara de ex-quase-namorada, mudou de tática. — É tudo culpa da cachinhos dourados. Ela me agarrou. Eu juro.
- Ah, é claro. Vamos todos culpar a loira. — Parei por alguns segundos. — Loira de olhos verdes. — Complementei com um sorriso amarelo.
Ao contrário do que pensei, Britt não disse uma palavra sequer, apenas aponto o dedo indicador para Santana, convidando-a a seguí-la, e saiu do vestiário.
Mais do que depressa a latina correu ao seu encontro, exatamente como um bichinho de estimação.
Se bem que de cachorra ela já tinha tudo mesmo, não é?
SANTANA'S P.O.V
Segui Brittany até um canto mais afastado no corredor que dava para o vestiário. Nenhum barulho. Ninguém a vista.
Minha Britt olhou para os lados, verificando se a barra estava limpa, depois me encarou. Apenas uma pequena fresta de luz, saída do vestiário onde Q ainda estava, iluminava o local.
Nem me dei ao trabalho de decifrar e seu olhar, apenas comecei a confessar, como um condenado à Azkaban.
- A-aquele beijo no jogo não teve nada a ver com amor ou coisa parecida. Eu só fiquei muito aliviada de ter chego a tempo e... — Vacilei ao perceber seu olhar ainda rígido. — E o... o... Britt-Britt, por favor, diz alguma coisa...
Nada.
- E-eu sou uma idiota... Me desculpa... Por favir, faz alguma coisa... Qualquer coisa...
Por alguns segundos continuamos apenas paradas, nos encarando. Sua feição permanecia dura, e eu sentia meus olhos úmidos, prontos para derramar mais malditas lágrimas (minhas inimigas mortais).
E então ela estendeu o braço em minha direção. Por alguns segundos eu achei que fosse levar um tapa, por mais estranho que isso soasse para alguém como Brittany. Mas o que aconteceu foi totalmente o contrário.
Sua mão estendida passou por minha nuca, fechando os dedos em torno de meus cabelos, logo em seguida me puxando contra si, o que me fez gemer baixinho de dor e prazer. Nossos lábios se chocaram (aleluia, irmão!) depois de tanto tempo, e foi como uma explosão de felicidade dentro do meu pequeno e frágil coração. Sentir seus lábios finos era a melhor sensação de todas. Depois do orgasmo, claro.
Britt entreabriu os lábios pedindo passagem com a língua e eu não demorei a conceder, sentindo sua língua explorando cada cantinho da minha boca enquanto eu fazia (tentava) o mesmo na sua. Continuamos com essa dança sensual por mais alguns minutos, até perdermos totalmente o fôlego.
No entanto, eu não tive tempo para me recuperar.
No instante seguinte eu estava presa contra a parede fria, as pernas envoltas em sua cintura e os braços ao redor de seu pescoço, procurando inutilmente não cair de bunda no chão.
- Br-Britt.. o-o que...
Seus lábios vorazes cortaram qualquer fio de raciocínio, sua língua novamente pedindo passagem, mas para dessa vez dar atenção a minha, chupando-a com vontade, me fazendo gemer um pouco mais alto.
Antes que eu pudesse perceber, minha blusa de botões já estava aberta, revelando meus seios descobertos.
- Você não usa sutiã, não? — Ela reclamou contra meus lábios, mas não me dei tempo de responder.
Sua mãos vagaram por meu abdomen (muito bem definido, devo dizer) até chegarem aos gêmeos já entumescidos, massageando-os lentamente, me fazendo gemer em meio ao beijo.
Se fosse alguns meses atrás, eu já teria tomado o controle, mas por alguma razão meu cérebro não processava mais nenhuma ação, estava completamente tomado pelo tesão. Talvez fosse a falta de sexo.
Seus beijos desceram para meu pescoço, me permitindo puxar o ar para dentro dos pulmões, mesmo que eu o fosse perder segundos depois, ao sentir uma forte mordida em meu ponto de pulso.
Deus dedos agéis agora beliscavam meus mamilos, puxando-os e girando-os nos dedos apenas para deixá-los mais rijos. E também para me fazer gemer mais alto.
Mesmo com tão pouco, eu já sentia todo meu corpo arder e vibrar, principalmente no meio das minhas pernas, que eu tinha certeza que estava encharcada.
- Gosto tanto quando seus biquinhos ficam durinhos assim, San...
Senti meu sexo pulsar mais difícil.
- É? E o-o q-u-u-ee v-ov-você gos-s-sta de... faze-er-r co-om eles?
Fala sério, Santana, será que não tinha como você gaguejar mais?
Minha Britt sorriu contra a carne macia do meu pescoço e ergueu o rosto para me olhar nos olhos, repondendo com sua voz rouca capaz de me fazer gozar apenas ouvindo-a:
- Eu adoro colocá-los na boca quando estão durinhos assim — tornou a paertá-los entro os plegares e indicadores para me mostrar — e sugá-los bem devagar, porque eu sei que isso te deixa toda molhadinha para mim...
Eu gemi e joguei a cabeça para trás.
- Então faz...
Com um sorriso, Britt colocou as mãos na parte de trás das minhas coxas e me puxou para cima contra a parede, deixando meus seios na altura de seus lábios finos e deliciosos. Ela depositou leves beijinhos de boca aberta no vale entre os gêmeos, subindo ainda em beijinhos para o seio esquerdo. Ela sempre fazia isso. Primeiro o esquerdo, porque fica do lado do coração. Fui eu quem ensinei isso a ela.
Sua boca cobriu meu mamilo rijo e dolorido, me fazendo gemer em aprovação. Ela sugou o bico lentamente, para depois contorná-lo com a língua, vez ou outra deixando que a ponta de seus dentes o tocasse. Eu duvidava que existisse maior tortura do que isso. Sua boca continuou brincando com meu mamilo esquerdo, colocando toca a auréola na boca e sugando lentamente, depois mais rápido, tornando a contar o biquinho impossivelmente mais rijo com a língua.
Eu tinha certeza que já era possível me ouvir gemendo no Salão Principal.
Meu quadril já se movimentava aceleradamente contra sua barriga em busca de atrito quando Britt passou a dar atenção ao outro seio do mesmo modo. Eu já teria implorado para ser tocada onde precisava, mas tinha certeza que não conseguiria dizer nada.
Minha Britt sorriu, prendendo o biquinho erguido entre os dentes. Eu gemi mais alto.
- Parece que os gêmeos sentiram minha falta... — Comentou divertida.
- Não só eles... — Empurrei um pouco mais meu quadril contra seu abdomen.
Ela sugou meu mamilo mais alguns segundos antes de responder:
- Quer que eu te foda, San?
E então eu literalmente soltei uma cachoeira pela genitália.
- S-sim... Britt... Por favor...
Sua boca voltou a trabalhar em meu seio esquerdo, enquanto suas mãos lutavam para levantar minhas vetes.
-Oooohh! — Gemi quando senti suas mão me segurarem firmemente pelo bumbum.
Sua mão subiu um pouco mais, apertando firmemente minha bunda (muito bem durinha, devo dizer) até chegar ao ânus, contornando-o ao afastar o pano da calcinha. Eu tentei gemer em protesto, mas soou mais como um pedido desesperado para que ela tomasse qualquer tipo de atitute.
- Relaxa, San... Eu vi isso em um filme... — Filme? Por que diabos minha inicente Britt ficava vendo filmes assim? — E a mulher gostou bastante...
Puxei o máximo de ar que consegui para dentro dos pulmões, tentando protestar:
- Britt... N-não... E-eu...
Mas me perdi completamente quando senti apenas a pontinha de seu dedo médio invadindo meu buraquinho apertado. Mesmo com tão pouco, eu já me senti como se tivesse acabado de cumbrir pena em Azkaban e visse a luz do sol pela primeira vez na vida. Talvez os trouxas chamariam isso de "se sentir nos céus", ou algo assim, mas acho essa expressão muito vaga e ridícula, então prefiro usar minhas próprias expressões.
Cravei minhas unhas em seus ombros ao sentí-la empurrando seu dedo dentro de mim. Ficamos assim alguns minutos, ela não fazia nenhum movimento além de disbribuir beijos entre meus seios, estava apenas esperando eu me acostumar. Eu estava quase desistindo da transa por conta dessa ideia maluca quando senti uma avalanche de prazer me acertar em cheio. Eu não sabia de onde veio, só precisava de mais.
Comecei e me mover contra seu dedo, que eu podia sentir estremamente apertado dentro de mim.
- B... Mais...
Ela sorriu pela segunda vez e começou seus movimento lentos, com apenas um dedo, voltando a se concentrar nos meus seios. Seus movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, combinando com a minha respiração cada vez mais ofegante e os gemidos mais altos. Mais algumas estocadas e eu arqueei meu corpo, jogando a cabeça para trás e os seios para frente, apreciando aquele maravilhoso orgasmo, diferente de todos que eu já tinha experimentado.
Senti Brittany tirar seu dedo de dentro de mim e distribuir beijinhos em meus mamilos enquanto eu apreciava meus espasmos.
- Para quem não queria fazer, você até que gostou bastante... — Comentou com um pequeno sorriso.
Senti minhas bochechas esquentarem e me senti raídamente envergonhada. Abaixei o olhar para tentar disfarçar.
- Hei... San... Olha para mim... — Levantou meu queixo, me fazendo encarar as orbes azuis como o céu. — Eu te amo... Minha unicórnia safada...
Meu rosto ficou impossivelmente mais quente antes de responder:
- Eu também te amo, minha Britt-Britt.
Nossos lábios se tocaram novamente, dessa vez em um beijo terno e apaixonado. Meu frágil coração voltou a martelar com força.
- Por que isso agora?
- Hum?
- Quero dizer... Você ficou brava comigo todos esses meses, e de repente me agarra no meio de um corredor vazio, não que eu não tenha gostado, longe disso, mas...
- Porque você fez sua maior atitude de unicórnio quando salvou a Quinn daquela bola voadora... E com isso você ganhou seu chifre.
- Hein? Que diabo de chifre é esse? Eu dispenso...
- Quando um cavalo mágico faz algo bom, ele ganha um chifre e vira um unicórnio mágico.
Conclusão: Eu tinha me metamorfoseado de cavalo para unicórnio apenas salvando a Quinn de um balaço. Imagine o que eu viraria se a salvasse de sua má sorte.
- San...
- Sim, Britt-Britt?
- Acho melhor você vestir a blusa de novo... Sinto que seus gêmeos estão chamando por mim...
QUINN'S P.O.V
Assim que Santana saiu atrás de Britt eu me virei para terminar de me arrumar. Claro que eu não ia ficar esperando as duas voltarem, porque, bem, nós todos já sabemos onde isso ia dar.
Senti um movimento atrás de mim e me virei rapidamente, mas não rápido o suficiente para preparar meu pobre 'corassaum' (coração) para o que estava por vir.
Tive tempo apenas para vislumbrar uma Rachel Berry completamente em pânico vindo em minha direção antes de meu coração saltar pela boca. Bem, não literalmente pela boca, porque seus lábios colados aos meus impediriam qualquer coisa do tipo.
Rachel segurava me rosto com ambas as mãos, seus lábios macios e com gosto de caramelo estavam pressionados fortemente aos meus. Lentamente ela começou a relaxar e passou a me segurar com menos força, entreabrindo os lábios calorosos para dar passagem a língua, e eu, como uma boa garota, não perdi tempo ao imitar o movimento. Quando nossas línguas se encontraram foi como um grande milk shake — eu tinha esperimentado essa especiaria trouxa aos doze anos, na casa da Brittany — de emoções positivas. Meu coração batia descontrolado e rápido, quase como se fosse ter uma parada caridiáca a qualquer momento, mas eu não me importei. Não me importei com nada mais durante os poucos minutos que duraram aquele beijo, até a falta de ar nos separar.
- Rach... Eu...
Então eu percebi que nao queria falar. Queria beijá-la de novo. Puxei o máximo de ar que pude e me aproximei de seus lábios novamente. Mas como tudo o que é bom dura pouco, ela se afastou.
Puta que pariu.
Eu a olhei entre confusa e irritada. Como eu disse, não sou feita de paciencia.
- O que foi agora?
- Ain, sua grossa!
Oxe?
- Eu... — Encarei seus olhos a beira de lágrimas e imadiatamente me chutei por dentro. — Me desculpa, Rach... Eu faço qualquer coisa, mas, por favor, não fica mais brava comigo....
De repente as lágrimas pararam e ela deu seu melhor sorriso.
- Ótimo, porque eu vi um suéter vermelho in-crí-vel e queria muito...
- Mas que diabos...
- Enfim, não pense que esse beijo significou que eu ignorei o "ato heróico" e começarei a te beijar por aí agora...
- Então por que diabos você me beijou se disse que só faríamos isso depois que eu "te conquistasse"? Já não basta de confundir minha cabeça, mulher?
- Você poderia ter morrido por causa daquele balaço! — Ela reclamou com indignação.
Eu abri a boca para argumentar, mas no meio do caminho percebi que seria melhor para mim ficar calada e aproveitar o fato de que tínhamos pelo menos nos beijado.
- Então... Já vou indo, o.k.? Nos vemos depois...
- Tá bem. Depois.
- Hum... Quinn?
- Hum?
Eu a encarei e no segundo seguinte seus lábios estavam sobre os meus novamente, em um selinho demorado.
- Até mais.
Eu a obsevei sair do vestiário com um enorme sorriso no rosto.
***
- Hahaha! Se fudeu, Fabray! — Riu Santana.
Eu peguei um travesseiro e acertei-lhe a cabeça.
Estavamos sentadas uma de frente para a outra em minha espaçosa cama no dormitório. Sabiamos que já passava da meia noite, então tínhamos lançado o feitiço abaffiato em torno da cama, permitindo que falassemos alto. Aquela era uma espécie de "comemoração" à nossa amizade estar normal — na medida do possível — novamente. Eu tinha lhe contado sobre o tal "ato heróico" que Rach tinha me proposto e a vadia, ao invés de ajudar, zombou da minha cara.
- Vai se fuder, Lopez.
- Eu fiz isso algumas horas atrás. — Ela sorriu, piscando maliciosamente.
- Aff, poupe-me dos detalhes. — Revirei os olhos. — Vai, me ajuda a pensar algo heróico para fazer a Rach me amar.
Ela franziu a testa por alguns instantes.
- Você pode salva-la da maça envenenada da bruxa. Ah, não, pera. Quem come a maça é a branca de neve, não os anões! — Ela novamente caiu na gargalhada.
Não sei se foi a minha cara nada boa ou o semancol que ela deveria estar tomando, mas a risada cessou antes do esperado.
- Fala sério! Isso foi hilário!
- Eu não entendi uma palavra do que você disse.
Santana revirou os olhos.
- Sua ignorante. É um conto infantil!
- Não é nada.
- É sim! "A Branca de Neve e os Sete Anões". A Britt que leu para mim.
Foi a minha vez de sorrir maliciosamente.
- Quer dizer que você senta do ladinho dela para ouvir histórinhas infantis? Own, que bunitinho.
Eu me inclinei para frente e apertei suas bochechas. Ela me olhou feio.
- Harfmff... Para com isso... Sai, sai pra lá! Isso de novo não!
E pela primeira vez, depois de longos tempos, eu pude dormir com um sorriso no rosto.
O.k., isso foi extremamente gay e emotivo. Vamos fingir que eu nunca disse isso então.
N/A: LEIAM AS NOTAS FINAIS!! É SÓ ABAIXAR A TELA MAIS UM POUQUINHO!
Notas finais
E aí, o que acharam do capítulo? Esse é um dos mais esperados e importantes para a fic, e deu bastante trabalho para escrever, então espero que tenham gostado!
OMG! 163 REVIEWS! Isso merece um bônus! EEEEBAAAA! Opções:
1- Primeira vez da Quinn. Isso inclui o citado no capítulo "não foi a primeira vez" Quinntana.
2- Brittana em filme pornô. *Elas estarão dentro do filme ou vendo o filme?*
Dessa vez serão só duas opções rçrç... Assim é mais fácil de contar ponto (ou seja, a autora é preguiçosa). Não será valido quem escolher as duas! É só uma.
Qual é, são 97 leitores, então vamos pelo menos colaborar na votação...
Então... RECOMENDAÇÕES? RÇRÇ... Eu sei que isso é chato, mas faz parte rçrç... Além disso, é tão bom ler as recomendações de vocês... E os reviews também ;D
Beijos ;D
P.S. A VOTAÇÃO SERÁ VALIDA ATÉ SEXTA (OU SEJA, AMANHÃ) AS 00:00.
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