Amor Proibido

22 Acerto de contas


Notas iniciais
Hey! Como sempre, estou muito atarefada, mas consegui escrever o capítulo e o bônus ;D
Aviso: Meus neurônios estão meio deteriorados por causa de "Cold Hearted", então eu provavelmente falei muita merda e fiz muitas piadas sem graça. Culpa da Naya abrindo as pernas. Literalmente. Oh God...
Aviso²: O BÔNUS NÃO ESTÁ TERMINADO! Eu o escrevi inteiro no meu caderno, mas quando estava passando a limpo percebi que ainda demoraria muito e não quis ficar enrolando vocês, então eu o dividi em duas ou três partes, isso depende.
É isso. Boa leitura!

QUINN'S P.O.V

No dia seguinte lá estavámos eu e Santana andando novamente pelo corredor, lado a lado, lançando olhares feios para todos que ousavam nos encarar. Sem dúvida, uma das melhores sensações de todas.

- A gente tem mesmo que fazer isso?

- Sim, Satanás, nós temos que fazer isso.

- Já falei para parar de me corrigir, vadia.

- É só você parar de falar errado.

- Ain, assim você me mágoa.

Revirei os olhos.

- E eu não falo "errada", o.k.? É estilo. É assim que todo mudo fala.

- Ah, é claro! É totalmente estiloso falar errado.

- Esse é seu único argumento?

- É o único argumento que eu preciso.

Viramos mais um corredor e finalmente estávamos em nosso destino.

- Olha, escuta. — Santana me puxou pelo braço, me fazendo encará-la. — Se nós entrarmos aí, vão comer nosso cu.

- Pensei que você tivesse gostado quando a Brittany fez isso ontem.

Seu rosto e orelhas ficaram impossívelmente vermelhos. Muitos vermelhos mesmo.

- N-não estamos falando disso, o.k.? Eu quis dizer que vamos entrar no território inimigo.

- Tá vendo no que dá falar "com estilo"?

Me voltei para o grande quadro da Mulher Gorda.

- Qual é a senha? — Ela nos perguntou, mas logo fechou a cara ao ver nossas vestes. — Ah, vocês.

- Ei, olhe lá como fala comigo.

- Fica quieta, Santana. — Me voltei para a Mulher Gorda. — Temos que falar com nosso amigo, Noah Puckerman.

- Não vão entrar sem a senha.

- Fala sério. Por favor, preciso realmente falar com ele. É sério.

- Eu também estou falando sério, mocinha.

Mais um puxão no meu braço e estávamos um pouco afastadas da entrada para o dormitório da Grifinória.

- Qual é, Q, esse é seu plano brilhante? Vir até a maldita torre que fica no puta que pariu e implorar para um quadro velho e feio? Esse foi, sem dúvidas, seu pior plano.

Eu bufei contrariada, mas sabia que ela estava certa.

Olhei mais uma vez para a Mulher Gorda. Talvez se lançássemos um feitiço nela...

- Vamos descer.

- Ótimo.

Demos meia volta e retomamos nosso caminho de volta para o Salão Principal.

- Hei, anime-se: Você pode comer pela Berry também, já que com aquele tamanho ninguém espera que ela consiga comer muito mesmo.

Eu a olhei feio e já ia retrucar quando nos chamaram:

- Ei, você duas! — Nos viramos em direção à voz. — Procurando alguém muito charmoso e com um penteado incrível?

- Mesmo se estivessemos, com certeza não seria você.

Snixx ataca novamente.

- Puck... — Murmurei, sentindo os olhos arderem.

Merda, quando eu tinha ficado tão sentimental?

Puck sorriu e abriu os braços. Não pensei duas vezes, no segundo seguinte eu já tinha me jogado sobre ele. Mesmo sem ver, eu sabia que Santana tinha revirado os olhos e cruzado os braços em sua posição protetora.

- Eu te amo. Obrigada por tudo, Puckassauro.

- Bem, o que eu posso dizer? Eu sei que sou incrível mesmo. Só não contava que você iria descobrir tão rápido.

- Tá me chamando de burra?

- Não com essas palavras. — Ele riu.

- O.k., o.k., chega com essa melação. Eu e Q temos muito o que fazer.

Sem me desfazer completamente do abraço, me virei em diração a Santana, que não tinha uma cara nada boa.

- Qual é, San. Deixa de ser chata e junte-se à nós.

- É. Tem espaço suficiente no meu peito musculoso para as duas.

Santana bufou e revirou os olhos, mas veio em nossa direção. Seus braços passaram por minha cintura e pela de Puck, seu rosto se enterrando ao peitoral dele.

- Eu não estou fazendo isso porque gosto de vocês nem nada do tipo, só estou com frio.

- Aham.

- Só para deixar claro.

Eu sorri e me aproximei para depositar um beijo em sua cabeça.

- Nós sabemos, San. Nós sabemos. — Disse Puck com um sorriso idiota.

Talvez não fossemos parentes de sangue nem nada — e agradeço a Merlin por isso -, mas eles eram, sem dúvida, a minha família.

O.k., agora para você que não está ententendo nada, vamos recapitular:

Puck beijou o amor da minha vida, mas foi porque ela pediu para me fazer ciúmes. O.k., eu entendi. Depois ele não aceitou minhas desculpas, tudo bem, é compreensível. E então ele tentou me decaptar com um balaço feroz. Não faz sentido, não é? Eu também achava, até minha cabeça começar a funcionar na noite anterior, quando eu já estava deitada, com Santana roncando em cima de mim.

Até noite passada eu achava que ele tinha tentado me acertar de propósito, mas quando comecei a conectar tudo, percebi que não passava de parte de seu plano. Puck sabia que eu jamais tomaria uma atitude com Rach se algo não interferisse, então aceitou ficar com ela, mesmo sabendo que estava arriscando me perder. Ele sabia que eu ficaria brava e que Rachel não teria a coragem de contar a verdade, mas mesmo assim se arriscou por mim. Então no meio disso mais uma bomba aconteceu: Eu e Santana nos separamos. Pessoas quaisquer nunca perceberiam nada, talvez alguém depois de muito tempo, mas muito remotamente; no entanto, Puck percebeu. Ele sabia que não estavamos bem uma com a outra, então se aproveitou do fato de que eu não estava falando com ele para concertar nossa amizade, correndo o risco de perder nós duas. Por isso ele não tinha aceitado minhas desculpas naquele dia. E era por isso que ele tinha lançado aquele balaço em mim, porque sabia que Santana seria rápida o bastante para me salvar. Também sabia que depois disso nós deixaríamos qualquer coisa boba que nos fez brigar de lado e voltaríamos a nos falar novamente. Todo esse tempo ele esteve cuidando de nós, mesmo quando pensavamos o contrário.

Tudo bem que Puck poderia não ser o melhor cara, mas era com certeza era o melhor irmão. De todos os tempos.

- Credo, vocês são muito gays. — Reclamou Santana.

- Bem, não somos nós que damos a bunda. — Retruquei.

- Uou! Eu definitivamente preciso saber de mais sobre isso!

- Nem pense nisso, cabeça de esquilo, ou eu te mostro o estilo Lima Heights.

- O estilo Lima Heights inclui ficar mais vermelha que as vestes do Puck? — Provoquei.

- Tomar por el culo, Fabray!

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Bônus! Yay! Nossa, esse já é o segundo especial da fic rçrç... Definitivamente não estava nos meus planos! Bem, só quero agradecer muitissíssíssímo a todos que comentam e acompanham a fic... Definitivamente vocês são os melhores!

Agora sobre a votação... Como sempre acontece, muitos leitores apareceram apenas para votar rçrç... Mas eu fico feliz por ver o povo aparecendo... Enfim, a primeira opção ganhou. Aqui como ficou a votação:

1ª opção: 8 votos

2ª opção: 6 votos (1 dentro do filme, 4 assistindo o filme e um não especificado...)

Antes de deixar vocês lerem, só quero deixar claro que esse bônus inteiro foi escrito a mão, em um caderno que eu deveria usar para anotar as matérias, mas enfim, eu sangrei e suei muito para escrever esse especial para vocês, então espero por comentários... Tipo, literalmente sangrei. É coisa da menstruação rçrç. O suor não, foi efeito especial de Hollywood :D

Capítulo bônus 2 — A primeira vez da Quinn

QUINN'S P.O.V

A neve caia lá fora totalmente despreocupada com todos os seres humanos na Terra. Não, eu não tinha certeza se estava realmente nevando, era apenas uma suposição de acordo com o frio do caralho que tinha feito na noite anterior. Mas, bem, eu sou Quinn Fabray, então a maioria de meus palpites estão certos.

Tentei me espreguiçar, mas um corpo pequeno e quente colado ao meu me impediu. Baixei os olhos apenas para encontrar Santana dormindo tranquilamente, sua cabeça pousada em meu peito e sua resporação suave contra meu pescoço.

Ela tinha desmaiado em cima de mim depois de passar a noite inteira chorando e reclamando do lufano Sam Evans, o atual namorado de Brittany S. Pierce, o "amor de sua vida". Eu diria que aquilo tudo era uma idiotice se não fizesse exatamente a mesma coisa desde meus onze anos.

Santana franziu o narizinho perfeito, formando uma caretinha adorável, depois levou a mão ao local, coçou e tornou a dormir, os lábios carnudos entreabertos.

Sorri ao me lembrar de quando tínhamos seis anos e dormiamos exatamente na mesma posição. Claro, muito tempo tinha se passado desde então, e os anos lhe tinham feito muito bem. Os lábios se tornaram mais carnudos e suculentos; seu corpo, antes tão magro e esquio, agora tinha adquirido forma e curvas, seios grandes e fartos, batizados por ela de "gêmeos", os quais eu já tinha visto superficialmente, mas nunca tocado; o abdomen perfeito e bem definido, com leves gominhos, que ficavam ainda mais bonitos em sua pele de caramelo; as coxas morenas e torneadas, que também eram muito convidativas; e por fim o bumbum moreno e durinho, totalmente apertável. Ela deveria ser a garota mais quente de Hogwarts de acordo com os muitos admiradores, depois de mim é claro. E da minha (só que não) Rachel. Mas, bem, a maioria das pessoas não concordavam com isso.

Fui desperta de meus pensamentos por algo caindo no chão, fazendo um audível "clic". Uma das garotas fúteis com quem dividíamos o quarto deu uma risadinha, as outras a acompanharam. Santana fez cara feia.

- Manda elas calarem a boca, Q.

- Manda você, vadia fogada. Já não basta dormir em cima de mim?

Ela sorriu e se aconchegou mais.

- Você tem tendência a ser travesseiro: Só serve para dormir mesmo. — Santana rola para o lado e começa a rir alto.

Bufei e retruquei:

- Quando foi que suas piadas ficaram tão chatas?

- Quando começaram a ser sobre você. — Respondeu entre risos.

Bufei mais uma vez antes de jogar o travesseiro em sua cara e me levantar.

Para nossa alegria, as outras garotas já não estavam mais lá. Talvez tivessem ouvido Santana e ficado com medo de seu mau-humor. Graças a Merlin por isso.

Peguei uma muda de roupas em minha mala, colocando-a na beira da cama, e fui escovar meus lindos cabelos loiros e sedosos — morram de inveja. Pelo espelho pude ver Santana me observar, umas das mãos apoiando a cabeça.

- O que você tem? — Ela me perguntou.

- Como assim? Eu estou ótima.

- Não tá não. Tá mais pensativa, e nós duas sabemos que loiras não são de pensar — ela se deteve -, exceto minha Britt-Britt, é claro. Ela é um gênio.

Eu suspirei e decidi ignorar o comentário. Sorte a dela.

- Hm... Tenho que te contar uma coisa.

- É sobre a Berry de novo? Porque eu já te disse que qualquer espécie de gnomo só trás probelmas.

- Cala a boca. — Medi minhas palavras antes de continuar: — Ontem a noite, quando você estava correndo atrás da Britt depois do jantar...

Flashback on

Rachel sorriu para algo que Finn Hudson (apelidado carinhosamente de saco de batatas por Santana) disse em seu ouvido. Senti meu sangue ferver.

- Se você olhar demais, o nariz da baixinha vai cair. — Comentou Puck se sentando ao meu lado.

Revirei os olhos e o ignorei.

Rachel se levantou e foi embora com a comedora de toots (fosse o que isso fosse) e o gayzinho porpurinado, que eu jurava que dava uma conferida na bunda do Hudson quando Rachel não estava olhando.

Eu me voltei para Puck, que me olhava estranhamente.

- Que foi? Perdeu alguma coisa na minha cara?

Quinn, a "queen" da meiguice.

- Acho que sim. Meu coração.

Senti meu rosto arder. Não era comúm as pessoas elogiarem a bitch mais fechada da escola.

- O que deu em você?

- Eu... Q, quero te propor uma coisa.

Eu aguardei. Ele respirou fundo, tomando coragem.

- Eu estava penando e... — eu realmente me controlei para não dizer uma maldade nesse momento. Lady Q, a rainha do autocontrole. — Você quer perder a virgindade comigo?

Eu literalmente me engasguei com o ar.

- O-o que? Ficou louco?

- Olha, Q, eu realmente gosto de você. Somos melhores amigos, eu me preocupo com essas coisa, não quero que você acabe transando com um qualquer que não vai nem se preocupar em chupar seus peitos antes de enfiar o pênis na sua buceta de virgem. — Eu tinha certeza que estava mais vermelha que os pimentões que Santana tinha engolido no jantar. — Além disso, vamos mandar a real: As chances de você, algum dia, pegar a Berry são praticamente inexistentes — abri a boca para protestar, mas fui mpedida -, e nós dois sabemos disso.

Eu bufei contrariada. Sabia que, apesar de meu coração insistir o contrário, ele tinha razão.

- E o que nós dois transarmos tem a ver com todo esse seu dircurso-deixar-a-Quinn-de-baixo-estima?

- Bem, você não quer sair virgem dessa escola e nem transar com um qualquer, não é?

Eu fiquei em silêncio. Ele entendeu.

- Foi o que imaginei. Então... Amanhã a noite está bom para você?

Senti como se estivesse marcando um treino de quadribol ou uma data para fazer um trabalho qualquer, como se minha pureza não fosse nada demais. A sensação era muito mais do que horrível. Por alguns segundos eu imaginei se era para ser assim mesmo, mas esse pensamento se dissipou assim que me lembrei do amor nos olhos de Brittany no ano passado, quando ela me pediu ajuda para ter sua primeira vez com Santana. Talvez esse negócio de "se sentir especial" só funcionasse com amor.

Por fim, suspirei e disse:

- Tá bem. Até amanhã.

Notas finais
HAUHAUSHAUA' O que acharam?
*ENQUETES*
1- Preciso de ideias para o tal "ato heroico" que a Lady Q vai ter que realizar. Qualquer sugestão é bem vinda rçrç
2- O que acham que vai acontecer na primeira vez da Q? Lembrando que eu adoro ferrá-la rçrç... Enfim, me contem seus pensamentos.
Obrigada a todos que leem e acompanham e me desculpem pelos erros ruins, eu digito com muita pressa e acabo errando rçrç...