Amor Proibido
23 Brittana em... ?
Notas iniciais
Eu sei que demorei para caralho para postar, mas eu ando realmente muito ocupada, espero que entendam. Só consegui uma folga agora, com o final do bimestre, mas logo logo a correria volto. Prometo que farei ao máximo para escrever sempre que conseguir e passarei para o computador enquanto estiver fazendo qualquer tipo de pesquisa, para tentar agilizar, mas agora será mais difícil pois os capítulo serão maiores.
Leiam lá embaixo, por causa da enquete!
LEIAM AS NOTAS FINAIIIIIISSS!! LEIAAAAAM!
QUINN'S P.O.V
Assim que me sentei na mesa de café, Rachel Berry sorriu lindamente para mim. Santana sentou-se ao meu lado e se dividia entre sorrir boba e envergonhadamente para Brittany e comer feito um porco. Puck nos cumprimentou com um aceno de cabeça da mesa da Grifinória. Tudo parecia estar finalmente se encaixando, exceto por uma coisa, é claro. Sempre tem que ter uma maldita pedra no meio do meu caminho, e Santana fez questão de me lembrar disso logo cedo.
- O que você vai fazer de "heroico" para a Berry? Não que isso seja realmente difícil, é claro. Você pode pegar um livro de alguma prateleira alta para ela, porque é sempre bonito ajudar os anões.
- Se você fizer mais uma piada sobre a altura da minha Rach, eu vou te dar um chute tão forte no meio das pernas que a Brittany só vai poder te comer por trás.
Ela corou violentamente. Ponto para a Lady Q.
- V-você quer parar com isso? Foi só uma vez e eu estava vulnerável!
- Só o fato de você ter gostado já faz isso virar, automaticamente, uma piada.
- E-eu não... — Eu arqueei a sobrancelha e sorri. — S-só um pouco... Ah, me esquece e vai comer a nariguda!
- O que foi que eu te disse sobre isso?
- Você disse "altura", a piada foi com o nariz.
Revirei os olhos e me levantei para seguir para a minha primeira aula do dia. Santana enfiou mais algumas torradinhas com geleia na boca e me acompanhou.
- É aqui que nos separamos.
- Aham. Você vai congelar de frio cuidando de bichos estranhos enquanto eu me sento em uma sala quente e aprendo sobre o que maisgosto: Aritmância.
- Você sempre tem que me lembrar disso, não é? — Ela revirou os olhos.
- Own, não fica assim não. Eu vou morrer de saudades.
- Se fuder, Fabray! — Ela disse e correu para alcançar Brittany, que a esperava do lado de fora do castelo, obsevando com fascino a neve no chão.
Obsevei as duas entrelaçarem os mindinhos e sorrirem bobamente uma para a outra. Suspirei profundamente antes de seguir meu caminho.
Naquele momento desejei internamente que talvez algum dia eu e Rach pudessemos ser como essas duas.
SANTANA'S P.O.V
- Vem logo, San! Tá tremendo de frio! — Alertou minha Britt, me puxando pelo corredor em direção ao meu dormitório.
Meus dentes batiam involuntariamente de frio, meu corpo inteiro tremia e meus lindos cabelos estavam cobertos de neve. Eu tinha praticamente congelado durante a aula e o professor Hagrid, que mais parecia um troll, liberou Britt para me levar até o castelo e cuidar de mim. Claro que eu não pude perder a oportunidade de lançar um olhar vitorioso para o bocudo antes de ser arrastada em direção ao castelo.
Passamos pela Sala Comunal e entramos rapidamente em meu dormitório, fechando a porta logo em seguida. Britt começou a se livrar de minhas vestes geladas para me enrolar em cobertores. Mesmo sendo um gesto inocente, eu já senti meu sangue latino tornar a circular.
- Aqui, San... Tira sua blusa e se cobre com isso — me estendeu um cobertor pesado — enquanto eu vou deixar a água bem quente para você, o.k.?
Assenti com a cabeça, impossibilitada de dizer qualquer coisa. Britt sorriu e deu um último beijo em minha testa antes de sumir em direção ao banheiro.
Bem, os dormitórios não tem um banheiro, mas como eu e Quinn concluimos que somos fodas e lindas demais para tomar banho junto com todas as outras garotas de Hogwarts, construímos um banheiro mágico em nosso dormitório, com a ajuda de magia e dos nossos pais, é claro. E para evitar que as outras garotas o usem, nós o colocamos exatamente entre as nossas camas, já que ninguém ousava desafiar Quinn Fabray e Santana Lopez.
Britt voltou e me guiou até o banheiro, ainda enrolada no cobertor. Todo o comodo estava coberto de vapor que saia da enorme banheira de ouro feita pelos duendes. Meu corpo tremeu em antecipação. Deixei o cobertor cair aos meus pés enquanto Britt-Britt fechava a porta. Ela parou no lugar por alguns segundos, apenas me observando. Eu usava apenas uma calcinha amarela de patinhos, que ela tinha me dado de presente uma vez.
- Deus, San, você é tão perfeita...
Eu lhe sorri e retirei a última peça restante antes de entrar na banheira.
A água quente quebrou todo o gelo que ainda restava em meu corpo, me permitindo finalmente relaxar. Não pude conter um gemido de satisfação que saiu de meus lábios.
Minha Britt já tinha tirado todas as roupas quando tornei a olhá-la, me permitindo observar o corpo claro e perfeito. Os cabelos loiros caiam pelas costas em cascata, seus olhos azuis estavam brilhosos, os seis pequenos e firmes de bicos rosados e intumescidos, a barriguinha trabalhada e, por fim, as coxas grandes e torneadas. Totalmente perfeita.
- Vem logo, B.
BRITTANY'S P.O.V
San estava totalmente perfeita sentada na banheira feita por homenzinhos pequenhos que se chamam duentes e geralmente vivem embaixo da minha cama, já que Lord T. sempre vendia cigarros para eles.
- Vem logo, B. — Ela me chamou.
Só então eu percebi que tinha perdido tempo demais obsevando o modo como apenas a ponta de seus cabelos negros e levemente encaracolados boiava na água. Rapidamente tratei de saltitar até a banheira dourada e me sentar desajeitadamente por trás da San, o que a fez reclamar envergonhada:
- B-Britt! É-é para você sentar na frente!
- Mas San... Eu quero ser a dominante daqui para a frente... Além disso, me disseram que as latinas tem tendência a ser as passivas de uma relação amorosa de longo prazo.
- O-o que? E quem foi que disse isso?
- A Rach! Eu pedi para ela repetir até eu decorar para poder te explicar.
- E por que diabos você está trocando ideias com a nariguda?
Eu lhe fiz cara feia. Não era bonito ficar maltratando a Rach quando ela e Quinnie se gostavam tanto.
- Tudo bem, deixaremos isso de lado por enquanto... — Cedeu com um suspiro. — Mas eu posso pelo menos me sentar no seu colo?
- Não. — Respondi com um sorriso que eu sabia que a deixava totalmente derretida.
Não lhe dei tempo de protestar e logo tomei-lhe os lábios carnudos e deliciosos. Sua mãos seguravam firmemente minhas coxas. Depositei minhas mãos em sua barriguinha trabalhada, dedilhando levemente.
- Hunl... — Ela gemeu quando coloquei a língua em sua boca.
Seu corpo lutava para se virar, mas eu era mais forte fisicamente e ambas sabíamos disso.
Minhas mãos subiram em direção aos gêmeos morenos e perfeitos, segurando-os firmemente em minhas mãos. Santana gemeu alto. Senti os bicos enrijerecem ao meu toque e sorri contra a carne macia de seus lábios. Passei a intercalar meus beijos entre a nuca e os ombros enquanto me divertia com seus seios, contornando o bico excitado com os polegares, apenas para vê-la gemer e se contorcer. Eu sabia que aquele ponte de seu corpo era muito sensível.
- Hum... B... Eu não gosto de ser a passiva... — Murmurou de olhos fechados.
- Não, é? — Prendi seus mamilos entre os dedos, sentindo-os impossivelmente mais duros.
- N-Ah! A-assim, B...
Pressionei apenas a ponta de meus dedos contra o biquinho caramelo animado e senti-a ofegar, os lábios carnudos entreabertos. Eu sabia exatamente o que a enlouquecia.
Dei uma leve mordidinha em seu ombro antes de descer uma de minhas mãos para sua barriguinha trabalhada, desenhando círculos até chegar ao ventre, arranhando levemente os pouco pelinhos escuros.
- Acho que alguém precisa de uma depilação... — Comentei com um sorriso divertido, sabendo que isso a deixaria vermelhinha.
- Britt! — Reclamou emburrada. — Isso não se diz em uma hora dessas! Agora eu também não quero mais fazer!
Santana tentou se desvencilhar de meu abraço, mas eu fui mais rápida e apertei mais firmemente seu biquinho com a mão que continuava em um dos gêmeos. Isso a fez desmontar imediatamente.
- Ohhh... A-ah... Britt...
- Gosta disso, San?
- Siiim... Tão bom...
Continuei brincando com seu mamilo enquando meus dedos afastavam gentilmente os grandes lábios para massagear o sexo excitado e totalmente molhado em "V". Santana gemia cada vez mais alto, contorcendo-se em busca de um contato maior. Contornei sua entrada antes de penetrá-la com apenas um dedo, fazendo movimentos lentos e ritmados. Senti meu próprio centro se apertando, pedindo por um pouco de atenção, e começei a friccioná-lo contra o bumbum moreno e macio. Introduzi mais um dedo dentro de seu núcleo quente e apertado, passando a ritmá-lo com o movimento de meus quadris e a pressão sobre o biquinho caramelo erguido.
- Oh, Britt... Isso... A-assim... Ooohhhh...
Comecei a estimular seu clitóris com meu polegar enquanto aumentava o movimento de meus dedos. Eu já sentia meu próprio prazer muito perto, meu quadril se movendo rapidamente.
- Oh, Brittany!
Suas paredes internas se contrairam e apertaram em volta e meus dedos, seu gozo se derramando enquanto todo seu corpo se enchia de espasmos. E, é claro, aquela imagem foi mais do que suficiente para desencadear meu orgasmo. Segurei fortemente um de seus gêmeos enquanto nos recuperávamos. Adorava o modo como seus seios se encaixavam perfeitamente em minha mãos. Massageei seu centro por mais alguns instantes antes de deixá-lo.
- Eu te amo, Santie.
- Eu te amo, Britt-Britt. — Ela virou o rosto para mim. — Muito mesmo.
Sorri e me aproximei de seus lábios, tomando-os em um beijo calmo e profundo. Quase que automaticamente minhas mãos subiram para os gêmeos perfeitos, massageando-os com paixão. Eu já disse que amava o modo como eles se encaixavam perfeitamente em minhas mãos? Eram como dois montinhos de algodão doce feitos especialmente para mim. Mas eles não eram feitos por duendes, é claro.
- Hum... B... — Chamou, pousando suas mãos por cima das minhas, que continuavam a brincar com seus seios, tentando pará-las.
Sorri ao perceber que seu biquinhos já estavam animando-se novamente. Cessei os movimentos e pousei minhas mãos em sua barriguinha, acariciando levemente com o polegar.
- Quer tomar banho agora? — Ela me perguntou depois de alguns segundos em silêncio.
Neguei com a cabeça.
- A água já está esfriando, babe. É melhor cobrir seu corpo latino antes que congele de novo.
San assentiu e se levantou, deixando a água correr por sua coluna em direção ao bumbum moreno até as coxas torneadas.
Levei alguns segundos apenas olhando-a antes de me levantar e me enroscar em uma grossa toalha junto com ela. Passamos alguns minutos beijando e trocando carinhos antes de seguirmos para o quarto para nos trocarmos.
- Pode pegar uma muda de roupas minha. Eu ainda tenho aquele blusão cinza de unicórnio, se você quiser.
Um pouco depois de nossa primeira vez, mamãe levou eu, Santy e a Quinnie para uma loja de roupas, onde compramos vários blusão com diversos desenhos e eu tinha escolhido para a Santy um cinza com um unicórnio rosinha no centro, porque me lembrava seu coração: frio como uma muralha por fora e bonito como um unicórnio por dentro.
- Então eu aceito! Já que essa é sua única roupa que tem desenho...
- Não acho que uma Lopez usando uma blusa de unicórnios daria muito medo, Britt-Britt.
- Só por seu Lopez já daria muuito medo...
Ela sorriu confiante e envergonhada.
- Você acha, é?
- Uhuum... — Passei meus braços em volta de sua cintura, colando-a ao meu corpo. — Você coloca medo nas pessoas... Além de ficar super linda bravinha.
Quando você conhecia a San depois de muito tempo, sabia exatamente quando ela estava corada, apesar de seu tom de pele disfarçar. E esse era exatamente um desses momentos.
- Bem, eu tenho sangue latino... — Disse com um sorriso tímido.
Aqui está uma dica para quem tem ou algum dia vai ter uma San para cuidar, mas não a minha, é claro: Sempre amacie o ego dela antes de colocar seus verdadeiros planos em prática, assim o mau-humor vem com menos intensidade.
- Você é minha latina bravinha...
- Hm... Sou, é? — Ela passou a mão por meus ombros, deixando-as ali.
- É sim. Toda minha — dei-lhe um beijinho no nariz — e só minha... — Sussurei me aproximando de seu lábios.
San fechou os olhos para receber o beijo e eu sorri para o sucesso do meu plano.
- San?
- Hm?
- Eu estava pensando em uma coisas esse dias... Mas só vai ajudar se a minha latina bravinha me ajudar...
- É? E o que você estava pensando?
Nossos rostos se afastaram, mas continuamos na mesma posição.
- Bem...
***
- No me gusta dessas suas ideias! — San reclamou de braços cruzados.
Ela estava sentada na cama com um pijama de frio com gatinhos desenhados e uma carinha de bravinha linda. O cabelo negro caia pelos ombros, deixando-a ainda mais adorável. Como um pequeno gatinho latino.
- Você fica tão linda assim...
San corou com o elogio.
- B-Britt! Não muda de assunto!
- Tão fofa... Eu tenho vontade de te encher de beijinhos! — Falei me aproximando da cama.
- I-isso não vai funcionar!
- O que não vai funcionar, minha bravinha?
- Isso! Você não vai me convencer amaciando meu ego!
- Não, é? — Perguntei me colocando no meio de suas pernas. — Então acho que vou ter que incluir uma nova tática...
Ela engoliu em seco.
Segurei a parte de trás de suas coxas e passei suas pernas em minha cintura, fazendo-a deitar.
- Por favor, minha latina brivinha. — Pedi manhosa.
Comecei a distribuir beijinhos em seu rosto, murmurando um "por favor" a cada um deles, enquanto minhas mãos subiram para massagear os gêmeos, sentindo os bicos animando-se. Eu sabia que ela tinha acabado de ficar completamente desarmada.
- Por favor, Santie!
- E-eu...
Eu lhe fiz minha melhor carinha de gatinho sem dono. Ela nunca resistia.
- Ah... O.k., Britt-Britt. Nós vamos fazer isso... — Eu sorri e lhe dei um beijo longo em recompensa. — Droga! Você sempre me derrota!
- Não tem problema, você continua sendo a minha bravinha.
Ela sorriu envergonhada. Eu sorri junto ao perceber os biquinhos pressionarem em minhas mãos.
- O que você acha de cuidar da sua bravinha agora? — Me sugeriu com um sorriso malicioso.
- E você ainda diz que não gosta de ser a passiva...
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Capítulo bônus 2, segunda parte — A primeira vez da Quinn
Santana me encarava atônita sentada na beira da cama.
- Então você aceitou transar com ele.
- Aceitei.
- Aceitou transar com o Puck.
- Sim, aceitei.
- Você, Quinn Fabray, aceitou transar com o Puck.
- É, eu aceitei.
- Com o Puck. Aceitou tr-
- Já disse que sim, porra. Agora chega dessa palhaçada.
Ela piscou duas vezes, atordoada.
Eu bufei irritada. Já era ruim o suficiente Puck ter esfregado algumas verdades na minha cara, não ajudava nada minha suposta melhor amiga ficar me olhando com cara de tacho.
- Quer saber? Você fique aí com sua idiotice maior do que a habitual que eu tenho mais o que fazer.
Dito isso peguei meus livros e sai do dormitório batendo os pés e a porta logo em seguida, para dar efeito.
Foi uma pena eu ter me esquecido que ainda estava de pijama e que o efeito provavelmente deveria ter sido cômico ao invés de impactante.
***
O jantar deveria estar começando aquela hora, mas eu estava totalmente sem fome. Puck deveria estar lá em baixo também, devorando a comida para depois me devorar.
Eu respirei fundo. Minhas mãos estavam trêmulas. Não queria fazer aquilo. Não mesmo. Mas se não fizesse, então o que? Provavelmente morreria virgem, com uma casa cheia de fotos da Rachel, alguém que nunca retribuiria meu amor.
Respirei fundo novamente, tentando me controlar. Subitamente a porta se abriu. Santana passou por ela e se sentou ao meu lado na cama.
- Que surpresa você por aqui. Pensei que estaria engolindo tudo o que visse pela frente na mesa de jantar, como se nunca tivesse visto comida na vida.
Ela sorriu maliciosamente antes de responder:
- Eu não só vi, mas também já fui comida.
- Affe, me poupe. — Revirei os olhos.
Ficamos em silêncio, ambas olhando para a frente. Foi Santana que o quebrou:
- Q...
- Hm? — Me virei em sua direção.
Repentinamente seu rosto estava perto demais.
- S-Santana, o-o que...
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, seu dedo indicador pousou levemente em meus lábios.
- Shhhh... Não diz nada...
O.k., aquilo estava estranhamente parecendo um daqueles filmes melosos que Brittany nos obrigava a ver centenas de vezes quando íamos passar as festividades em sua casa, e eu sei que isso soa totalmente cliche, mas eu estava totalmente excitada naquele momento.
Ela se aproximou mais ainda e no segundo seguinte seus lábios tocaram os meus. Seus lábios eram macios e carnudos, totalmente beijáveis. O beijo foi lento e carinhoso, sem língua, e só foi quebrado quando eu me afastei para buscar ar.
Só notei que minha mão estava em seu rosto e meu polegar acariciava sua bochecha quando abri meus olhos para observá-la. Tentei tirar minha mão, envergonhada, mas ela a manteve no lugar.
- Q, sabe que eu te amo muito, não é? Não é um amor louco e insano, como o que eu sinto pela Britt, é mais como... quente e protetor. Entende o que eu digo? — Abri a boca para responder, mas fui cortada: — Não atrapalha meu raciocínio, vadia!
Santana Lopez, a mãe da bipolaridade.
Ela segurou minhas mãos e continuou:
- Eu realmente me preocupo com você Q, e não quero que sua vez seja com o Puck. Bem, pelo menos não desse jeito... Enfim, quero que você faça isso com alguém que ama e te ame de volta e não por falta de opção.
- Então...?
Ela suspirou antes de falar:
- Você me ama, Q?
- Claro que sim, S. Do mesmo jeito que você me ama. — Revirei os olhos. — Tá tão carente assim?
- Cala a boca, imbecil. To tentando ser legal aqui.
Já mencionei que Santana também é a rainha da delicadeza?
- Bem, você me ama, eu te amo, então...
Então o beijo fez sentido.
- Pera. Você quer transar comigo?
- E-eu só pensei que seria melhor para você e...
Eu a beijei novamente, impedindo-a de continuar.
- Eu amo você, S.
Segurei o rosto perfeito com ambas as mãos e aproveitei para beijá-la novamente. Suguei o lábio inferior antes de entreabrir a boca lentamente, dando espaço para as línguas se encontrarem, dançando sensualmente juntas, quase me fazendo gozar só com aquele toque.
Lentamente fui me inclinando sobre ela em meio ao beijo. Senti Santana protestar em baixo de mim e separei nossos lábios.
- S-sabe, já que a inexperiente é você, su eu quem devia tomar o controle.
Eu sorri contra os lábios carnudos.
- Acho que dessa vez você quem vai ser a minha experiencia.
Não lhe dei tempo de protestar e logo colei minha boca a sua novamente.
Deitei Santana em minha cama, pousando delicadamente sua cabeço no travesseiro. Minhas mãos passaram a trabalhar em sua gravata frouxa, jogando-a para o lado ao fim do trabalho e fazendo o mesmo com sua vestes. Parei alguns segundos apenas para admirar uma Santana Lopez apenas de calcinha e uma camiseta branca de botões, com um adesivo de unicórnio rosa do lado esquerdo do peito. Seus cabelos negros e levemente cacheados estavam em contraste perfeito com as roupas de cama cor de creme. Me inclinei sobre ela novamente e capturei-lhe os lábios agora muito vermelhos. Carinhosamente desci meus beijos para a mandibula, dando pequenas modidas próximas ao queixo. Eu a senti suspirar baixinho e subi para um novo beijo. Sorri em meio ao beijo ao senti-la travar uma verdadeira batalha contra minha gravata.
- Uma Lopez perdendo para uma simples gravata?
- Não provoca, Fabray. Você e a Britt com a maldita mania de dar nó na maldita gravata.
- Bem, ao contrário de você, eu não tenho a intenção de tirá-la em qualquer canto do castelo para comer uma garota qualquer. — Falei com um meio sorriso enquanto me desfazia facilmente de minha gravata.
- Não tinha, baby. Porque depois que acabarmos aqui, você nunca mais vai querer parar. — Ela sorriu e me deu uma piscada maliciosa, que me deixou ainda mas excitada.
Suas mãos agéis retiraram rapidamente o resto de minhas vestes, me deixando apenas com uma calcinha de renda branca e um suéter vermelho. Logo nossos lábios já tinham se colado novamente em um beijo sedento de prazer e ao mesmo tempo cheio de carinho.
Retomei meu caminho anterior em direção ao seu pescoço, me demorando um pouco apenas sentindo seu cheiro embriagante e me distraindo ao distribuir pequenos beijos em qualquer pedaço de pelo esposto. Passei minha língua em seu ponto de pulso e sorri ao sentí-la tremer.
- D-Deus, Q...
Apliquei um forte chupão em seu pescoço, incentivada por seus gemidos, para logo depois acalmá-la com a língua e continuar meu trajeto. Fui descendo meus beijos por seu corpo à medida que abria os botões de sua blusa. Me detive no final do abdomem perfeitamente definido e proveitei para observá-la da posição em que eu me encontrava. Com a camisa totalmente aberta era possível vizualizar sua pele perfeitamente caramelizada, os gêmeos perfeitos subiam e desciam, cobertos pela renda escuro do sutiã, seus olhos ainda mais escuros pelo desejo me encaravam com ansiedade, os lábios carnudos e vermelhos estavam entrabertos para ajudar na respiração.. Uma única palavra a descrevia naquele momento: Perfeita.
Para me igualar à ela, retirei rapidamente meu suéter e o sutiã branco que usava, jogando-os para o lado. Suas mãos subiram para massagear meus seios, mas eu as detive, tomando-a em mais um beijo. Suas mãos firmaram-se em minha coluna e eu procurei pelo feicho de seu sutiã, abrindo-o assim que encontrei. Santana deslizou a peça pelos braços e jogou a peça junto com as outras, deixando os gêmeos completamente expostos. Me detive alguns segundos para admirar os seios morenos mais do que perfeitos. Eles não eram enormes, como o de algumas alunas trouxas, mas também não eram pequenos. Estavm um pouco acima do médio, como se tivessem sido esculpidos a mão. As auréolas tinham uma cor rosadas quando calmas e ficavam mais escuras à medida que os bicos levantavam, chegando a atingir uma tonalidade castanha claro quando totalmente eretos, como estavam naquele momento. Os bicos estavam bem erguidos e excitados, bastante salientes e convidativos. Sorri ao me tocar de que aquilo significava que ela estava tão excitada como eu.
Pois é, até no sexo eu era meio lerda.
- Huh. Você vai ficar só olhando, Q?
Percebi que tinha passado tempo demais apenas olhando e tratei de beijá-la com ferocidade. Suas mãos tornaram a agarrar meus cabelos com força quando desci meus beijos para seu pescoço em direção aos seios. Primeiro beijei o vale entre eles, logo depois me movendo para o monte direito, que parecia implorar para ser tomado. Deixei um pequeno chupão ao lado do mamilo para depois contorná-lo com língua, apreciando a textura rija e o gosto da pele em meus lábios. Passei a apertar e girar o biquinho excitado entre o polegar e o indicador enquanto me concentrava em sugar o direito lentamente, usando a língua para lambê-lo vez ou outra. Santana começou a ter espasmos e se contorcer abaixo de mim, seus gemidos prazerosos me incentivavam a sugar cada vez mais rápido, alternando entre o esquerdo e o direito.
- D-droga, Q... S-se você c-continuar com i-isso e-eu vou... O-ohhhhh!
Ela parou de se contorcer e seu corpo ficou subitamente mole, uma expressão satisfeita em seu rosto.
- San, você...
De repente ela pareceu envergonhada.
- E-eu...
Sorri e a beijei delicadamente.
Trocamos beijos molhados por mais alguns minutos antes de eu cortá-los:
- S-San, eu... Eu queria, sabe, te tocar lá... Mas eu não sei como fazer...
Ela sorriu lindamente antes de responder:
- Ei... Não precisa ficar com vergonha... Eu vou te mostrar como se faz, aí você pode tentar em mim, o.k.?
Eu assenti e deixei que ela tomasse o controle da situação, invertendo nossas posições. Santana desceu os beijos pelo meu pescoço, intercalando-os com chupões antes de descer em direção aos seios. Ela os massegeou por alguns minutos, me fazendo soltar alguns gemidos de prazer, antes de tomar o bico direito nos lábios enquanto brincava com o esquerdo, seus lábios cobrindo toda a auréola rosada de meus seios, sugando devagar, fazendo meu corpo soltar descargas de prazer. Agarrei seus cabelos negros com força quando ela se mudou para o outro seio, repetindo os movimentos antes de descer para minha barriga definida. Santana distribuiu beijos e mordidas por todo meu abdomem, chegando ao ventre ainda cobertos pela calcinha, se mudando para a parte interna de minhas coxas, aplicando mais alguns beijos de boca aberta no local, apenas observando minhas reações. Subitamente sua boca subiu para meu clitóris, abocanhando-o entre os dentes ainda por cima do pano.
- O-ohh m-merda, San! Me come logo!
Santana sorriu antes de descer a peça compretamente destruida por minhas coxas, jogando-a em algum lugar do quarto. Ela abriu minhas pernas, colocando-as apoiadas em seus ombros antes de passear com a língua por meu sexo, apreciando o sabor. Nessa altura eu já tinha certeza que meus gemidos poderiam ser ouvidos do Salão Principal. Sua língua se concentrou em meu clitóris, fazendo círculos que me faziam ver estrelas, as vezes sua boca se fechava e sugava por alguns instantes antes de deixar a língua voltar a trabalhar, o que também era muito bom. Muito bom.
- Hm... Você tem um gosto ótimo, Q... — Eu gemi alto em resposta.
Senti a ponta de seu dedo médio brincar em minha entrada, me fazendo contorcer, apesar do medo do que estava por vir.
- Eu vou... vou fazer agora, o.k.?
Assenti com a cabeça, ainda em êxtase.
Seu dedo médio adentrou meu centro apertado, causando um desconforto grande, mas não realmente doloroso. Eu estava muito excitada, apesar da dor, e sabia que aquilo estava ajudando.
Santana deu dois beijinhos em meu ventre antes de me olhar, como se estivesse esperando que eu me acostumasse.
- S-San... Tudo bem... Mexe... — Pedi me contorcendo.
Ela sorriu e voltou a trabalhar em meu clitóris enquanto movimentava seu dedo em meu centro. Eu podia sentir o dedo saindo e entrando, o ritmo aumentando junto com seu trabalho em meu clitóris. Sentia uma sensação incrível se aproximando, como seu eu estivesse prestes a despencar de um penhasco, e sentir seus lábios se fechando em torno do mei ponto de nervos e segundo com força, junto com as estocadas rápidas e firmes, foi o suficiente para me fazer cair em um orgasmo alucinante. Meu corpo se encheu de espasmos e eu levei alguns minutos para me concentrar novamente. Santana subiu com beijinhos até meus lábios, onde eu pude sentir meu próprio gosto.
- Isso foi... incrível.
- Claro que sim, foi comigo. — Ela revirou os olhos com um pequenho sorriso.
Não pude deixar de sorrir de volta.
- E que tal eu tentar minhas experiencias você agora?
- Hm... Isso me parece ótimo.
Eu sorri novamente antes de tomar-lhe os lábios, invertendo novamente nossas posições.
Mesmo sem ter tido minha primeira vez com Puck, eu tinha a total certeza de que não podia ter sido melhor do que com Santana. Afinal, é de Santana Lopez que estamos falando.
LEIAM AS NOTAS FINAAAAAISSS!!! AGORA! JÁ!
Notas finais
Como vocês notaram, tivemos o P.O.V da Britt-Britt nesse capítulo, e futuramente vou incluir a Rachel. As duas terem entrado só mais tarde tem um propósito, o.k.? Vocês verão mais para frente ;)
Beijos e até a próxima!
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