Amor Proibido

10 Afogando as mágoas


Notas iniciais
Finalmente eu consegui terminar esse capítulo, maiores explicações lá embaixo.
Só quero agradecer a todos os 49 leitores que acompanham a fic, tanto os que comentam sempre e me fazem muito feliz, como também os que favoritaram a fic, e a Lua sollo, que recomendou *--*, e também os fantasmas, que não se manifestam mas estão aí lendo... E provavelmente me xingando.
Boa leitura! Esse é em comemoração aos leitores e os 54 reviews!

SANTANA'S P.O.V

As ruas de Hogsmeade estavam todas cobertas de neve, dificultando ao máximo a locomoção.

Depois de muita enrolação, os professores finalmente nos liberaram para fazer a primeira visita à cidade, alguns dias depois do Natal.

Geralmente ficavámos eu, Quinn, Puck e Brittany todos juntos, mas como eu tinha tido um pequeno desentendimento casual com a Britt (e não, aquilo não foi uma briga, foi uma pequena conversa amigável, e quem disser o contrário vai conhecer o estilo Lima Heights de agir), ela não estava conosco naquele passeio. Bem, e nem Puck. Quero dizer, ele ainda tentava inutilmente conversar com a gente, mas Quinn estava muito puta com ele, e como eu sou a melhor amiga tenho que fazer alguns sacrifícios.

- Não façam isso. — Ele tentou novamente.

- Não tenta bancar o melhor amigo agora. — Ralhei.

- É sério, Santana, me ouve. Já fui em uma dessas festas barra pesada e, acredite, vocês não querem ir para lá.

Tudo bem, aqui vai a explicação para as criancinhas que não estão entendendo nada: Depois de passar muito tempo chorando e perdendo sapos de chocolate por aí, eu e Quinn resolvemos afogar nossas mágoas do jeito antigo, ou seja, encher a cara até não poder mais. Por isso aproveitamos a oportunidade perfeita (visita à Hogsmeade) para ir até o Cabeça de Javali, onde fomos informadas que uma festa da pesada estaria acontecendo.

- Escuta aqui, Puckerman. — Parei de andar e me virei em sua direção. — Ninguém aqui precisa de cuidados, tá bem? Então pega esse seu cabeção e da o fora daqui antes que eu te mostre o estilo Lima Heights de jogar o lixo fora.

Ele primeiro olhou para mim e depois para Quinn, que continuava de costas, depois suspirou derrotado e deu de ombros como se dissesse "depois não diga que eu não avisei".

Eu o observei se afastar ao longe para retomar nossa caminhada. Caminhamos em silêncio até o Três Vassouras, onde ficaríamos até a hora da festa, às três horas. Nos sentamos em uma mesa mais reclusa e pedimos duas cervejas amanteigadas.

- Par ou ímpar?

- O que? — Ela me olhou com a expressão mais estranha do mundo.

- É para passar o tempo. — Expliquei.

Quinn revirou os olhos.

- Você é ridícula.

- Fala sério. Eu e Britt sempre brincamos disso.

- Pensei que você quisesse esquecê-la.

- E quero.

Ela bufou e desistiu de continuar a conversa.

Santana Lopez é a mestra das conversas sem final.

Madame Rosmerta veio trazer nossos pedidos, sendo agradecida com sorrisos tortos. Nota mental: Treinar meu sorriso de agradecimento.

- Não olha agora, — Quinn disse, levando a caneca à boca — mas a Brittany tá lá atrás me encarando como se fosse me assassinar com os olhos.

- E por que ela faria isso?

- Sei lá, talvez esteja com ciúmes de mim por causa daquele dia?

- Ela disse que não tinha ficado com ciúme.

- Ai, ai, como você é ingênua...

Eu realmente me esforcei para não virar o conteúdo da caneca em sua cabeça.

Discretamente eu me levantei e me dirigi até o balcão, apenas para confirmar que Brittany estava sentada em uma das mesas, encarando Quinn como se não houvesse amanhã. Quando ela viu que eu estava olhando, ergueu o livro que segurava e escondeu o rosto que — eu a conhecia o suficiente para afirmar isso — estava muito vermelho.

Dei um sorriso vencedor e fui até a sua mesa.

- Deseja algo, senhorita? — Perguntei sedutoramente.

Brittany balançou a cabeça de um lado para o outro veemente.

Escorreguei para o banco ao seu lado e me aproximei de seu rosto, ainda coberto pelo livro. Ela passou mais alguns segundos completamente estática, como se estivesse tendo certeza de que eu tinha ido embora. Então ela tirou o livro do rosto.

- Oi.

- Ai! — Britt levou a mão ao coração. — Que susto, San!

- Desculpa princesa, não era minha intenção.

Ela corou com o apelido.

- Tudo bem... Lord T. sempre me da sustos assim...

Nossos olhos se encontraram e eu não pude conter um sorriso.

- Sobre o outro dia... — Comecei, mas antes que eu pudesse mandar todo o meu orgulho para a casa do caralho e me humilhar para ter minhas desculpas aceitas, o bocudo veio atrapalhar tudo, é claro.

- Oiee, meu amor. — Ele se inclinou para beijá-la, mas ela desviou o rosto e acabou sendo um beijo na bochecha.

- Oi, Sam...

BAM! Ponto para Santana!

- E aí, boca de caçapa.

- Oi, Santana. — Ele me fuzilou com os olhos. — Então... Vamos indo, Britt?

- Como assim "indo"? — Perguntei.

O bocudo deu aquele sorriso do gato da Alice, que ficava identico com a sua boca enorme.

- Você não contou à ela, Britt? — MINHA (só deixando claro) Britt olhou para o chão sem responder. — Nós vamos passar o dia inteiro juntos hoje, comemorando seis anos de namoro.

O.k., tudo bem que eu tinha dito que sabia que ela voltaria para o bocudo depois do Natal e mesmo assim eu continuaria lutando por ela e tals, mas só colocando na prática eu percebi que não estava nem um pouco pronta para essa bomba.

Então eu me levantei da mesa mandando tudo para o puta que pariu e corri para onde a Fabray estava sentada, me encarando como se eu fosse de outro mundo.

- Você xingou em espanhol de novo. — Ela comentou.

Fiz um muxoxo e a ignorei.

- Tudo bem, criança. Eles já foram.

Eu suspirei e passei a mão pelos cabelos.

- Vem, vamos indo também. — Ela se levantou e me puxou com ela em direção ao balcão.

- Já está na hora?

- Sim.

QUINN'S P.O.V

O lugar era abafado e sem nenhum tipo de luz externa. Todas as janelas tinham sido fechadas e o cheiro horrível de bebida pairava no ar.

Muitas pessoas de diferentes idades dançavam loucamente no centro, onde tinha uma pista de dança improvisada e ua música qualquer tocava no volume máximo. Mais ao canto estava o balcão e algumas mesas. Eu rapidamente puxei Santana para lá.

- O que desejam, moças? — Perguntou o barman, que provavelmente nem tinha notado nossa aparencia jovem.

Ou talvez ele só não estivesse ligando.

- E aí, gato? — Cumprimentou Santana fazendo charme. — Dois Firewhisky's, por favor.

- Santana, eu não gosto disso. - Sussurrei em seu ouvido para ser ouvida.

- Não são para você, Fabray. — Ela revirou os olhos. — São para mim. Peça você mesmo sua própria bebida.

Santana Lopez é sempre Santana Lopez.

- Um Hidromel, por favor. — Falei me dirigindo ao barman, que engolia Santana com os olhos.

Pegamos nossas bebidas e nos sentamos em uma das poucas mesas do local.

Muitas garotas bonitas, com roupas nada típicas do mundo bruxo, dançavam sozinhas na pista. Mas por algum motivo eu não conseguia me concentrar em nenhuma delas. O.k., talvez o motivo se chamasse "Rachel Berry".

Observei Santana virar a garrafa de firewhisky de uma só vez e fazer uma careta depois.

- Desse jeito você não vai conseguir nem voltar para Hogwarts.

Ela me lançou um sorriso de "nem ligo" e virou a segunda garrafa.

Olhei para meu hidromel e tomei um gole. Santana me olhou com desprezo pela minha falta de bebedeira e saiu da mesa, provavelmente atrás de mais bebida.

***

Mais ou menos meio hora tinha se passado desde que Santana tinha deixado a mesa. Eu já estava na terceira dose de hidromel e um pouquinho alterada, mas nada que me fizesse perder a cabeça e sair agarrando qualquer uma que eu visse pela frente.

Já ia pedir a quarta dose quando a latina finalmente retornou a mesa.

Eu já a tinha visto em seus três estágios de bêbada nas várias festas que nossas famílias organizavam, então sabia de cor cada uma delas. Primeiro, a clássica bêbada feliz; segundo, a bêbada seduzente; e terceiro, a bêbada chorona e histérica.

De vista eu reconheci em qual das opções Santana tinha chegado, e para a minha sorte era a única que eu rezava para não ser.

- Hey, Q... — Ela disse se aproximando de mim.

- O-oi... — Passei a mão pelos cabelos visivelmente nervosa.

Eu poderia encarar uma Santana carente que me abraçava sem segundas intenções, mas não sabia se poderia resistir a uma Santana totalmente sexy e fora de controle.

Ela tinha tirado as vestes pesadas e agora estava só com uma blusa branca de botões abertos até os gêmeos, dando uma bela visão das curvas perfeitas e também de seu sutiã vermelho de renda; uma calça preta colada, que ralçava a bunda perfeita e as coxas torneadas; e um salto alto.

Praticamente a visão do pecado.

- Vem, Q. — Ela disse me pegando pela mão.

- V-vem? Ir onde? — Perguntei arregalando os olhos e olhando para todos os lados a procura de qualquer um que pudesse me ajudar.

Ela riu baixinho do meu desespero.

- Não se preocupa, Q. — Ela se virou e se aproximou do meu ouvido para sussurrar a última parte. — Não vou fazer nada que você não queira.

Senti meu sexo arder e aprisionei um gemido na garganta. Não queria que ela ficasse mais convencida ainda achando que eu estava gostando. Tudo bem, eu estava. Mas fala sério, quem não gostaria de ter Santana Lopez agindo totalmente sexy com você?

Fomos para a pista de dança, junto com meio mundo, e como se tudo lá conspirasse a favor de Santana, a música Like a Virgin de uma cantora que eu esqueci o nome começou a tocar no maior volume.

A latina começou a dançar no ritmo da música, se virando de costas para mim, prensando nossos corpos juntos. Ela empinou a bunda perfeita e começou a rebolar, esfregando-a contra a minha pélvis, fazendo meu sexo pulsar mais difícil. Eu já estava suando frio e ela parecia muito contente ao ver o quanto suas provocações estavam funcionando.

- E aí, gostando do show, Q? — Ela perguntou ainda de costas para mim, seu hálito quente batendo contra minha orelha.

Automaticamente meu olhar vou parar em seus lábios carnudos, que pareciam dez vezes mais convidativos.

Santana ainda esfregava seu corpo contra o meu, nossos lábios estavam muito próximos e como se já não bastasse eu estar quase tendo um orgasmo ali mesmo, ela ainda pegou minhas mãos e foi passando por suas coxas, pela cintura, passou pelo abdomen perfeitamente definido e finalmente as pousou em seu seios cheios e redondos, ainda cobertos com tanta roupa.

Dessa vez eu não pude conter um gemido e fazê-la sorrir torto.

Estavámos tão entredidas uma com a outra que nem nos demos conta que a música tinha parado e todos estavam nos encarando. Alguns com desejo, outros com repulsa.

- Vamos para um lugar mais reservado. — Ela sussurrou e pegou minha mão.

Subimos para o andar de cima, onde tinham vários quartos, a maioria deles ocupados, de onde saíram gritos e gemidos que eu duvidei que poderiam pertencer a seres humanos.

Santana me guiou até um quarto desocupado mais no fundo, me empurrando para dentro dele e fechando a porta logo em seguida.

O lugar não era escuro. Um pouco da claridade entrava pelas frestas da cortina, deixando o ambiente pouco iluminado, mas não escuro.

A latina me guiou até a cama, fazendo-me sentar e se sentou no meu colo deixando uma perna de cada lado.

- O que acha de tirar um pouco dessa roupa? — Ela perguntou apontando para minha capa grossa e as vestes de Hogwarts.

- E-eu não sei se é uma boa ideia, S...

- Qual é, Q. Nós duas sabemos que queremos isso, além disso estamos bêbadas, podemos culpar o álcool... — Ela colocou uma mecha de meu cabelo atrás da minha orelha.

- A amizade, S... N-nós... concordamos em deixar só na amizade...

Santana pareceu se irritar e segurou meu rosto com ambas as mãos, me obrigando a olhar para ela.

- Olha nos meus olhos e diz que não me quer agora... Diz que não quer me foder até eu não aguentar mais...

Abri a boca, mas nada do que eu esperava saiu. Eu poderia ter feito um enorme discurso de motivos pelos quais não poderíamos transar, mas tudo o que meu corpo queria era falar foda-se para tudo isso e fazê-la gritar tão alto quanto as pessoas gritavam nos outros quartos. Então foi o que eu fiz.

Rapidamente inverti nossa posições, a deitando na cama e ficando por cima. Ela sorriu e mais que depressa eu ataquei os lábios cheios e carnudos, sugando o lábio inferior antes de contorná-los com a ponta da língua, fazendo-a abrir a boca para receber minha língua sedenta por prazer. Nossa línguas dançavam juntas em um ritmo perfeito, esfregando-se e fazendo-a soltar pequenos gemidos. Sem perder tempo começei a desabotoar sua blusa, que já tinha se tornado um empeçilho. Assim que consegui tirá-la desci meus lábios para seu percoço, passeando com a língua e aplicando beijos suaves. Ela suspirava com meus toques e aquilo só me deixava mais excitada.

- Q... Tira isso... — Ela pediu, se referindo as minhas vestes.

Retirei todas as peças pesadas, ficando apenas com uma lingerie branca.

Santana deu um sorriso safado ao me ver apenas com aquelas peças e eu me aproximei para beijá-la furiosamente. Ela levou suas mãos até o fecho do meu sutiã, arranhando antes de abri-lo e jogá-lo para o lado. Antes que eu pudesse raciocinar, ela já tinha levado os lábo para um de meus seios, passando a ponta da língua no mamilo rijo. Eu a observei contorná-lo com a ponta da língua, antes de colocá-lo na boca e sugar com força, me fazendo jogar a cabeça para trás e gemer alto. Santana começou a se inclinar sobre meu corpo, e eu estava tão entretida em seu ótimo trabalho com meus seios que nem me dei conta do que estava acontecendo. No entanto, antes ela pudesse assumir o comando, eu inclinei meu corpo contra o seu novamente, deixando-a deitada embaixo de mim.

- Eu sei que nenhuma das garotas com quem você fica te domina, mas eu não vou ser uma delas. — Sussurrei em seu ouvido, fazendo-a estremecer.

- Q... — Ela protestou, mas acabou soando mais como um gemido.

Eu sorri e abri seu sutiã, jogando-o para qualquer lado. Sem perder tempo eu retomei os beijos em seu pescoço e começei a massagear os grandes gêmeos, fazendo-a gemer baixinho.

Transformei meus beijos suaves em mordidas ferozes e fui descendo até os seios perfeitos, admirando-os antes de cair de boca em um deles, contornando o biquinho rijo e sensível com a língua para depois prende-lo entre os dentes, fazendo-a arquear e chamar meu nome. Dei atenção ao outro seio da mesma forma, minha mão substituindo a língua. Fiquei desse jeito até ouvi-la me chamar com mais intensidade e arquear os quadris, em um pedido silencioso para ser tomada.

- Q...

Eu deixei mais um chupão em um dos gêmeos e trilhei um caminho de beijos e mordidas até a virilha coberta pela calcinha de renda vermelha. Retirei a peça e afastei suas pernas, me dando uma boa visão de seu centro já encharcado. Começei a beijar a parte interna de sua coxa, me aproximando de sua entrada e brincando por lá, mas sem tocá-la.

- Merda, Fabray! Para de brincadeira e me fode logo!

Não foi preciso um segundo aviso e eu a penetrei com dois dedos, começando a fazer movimentos fortes e ritmados dentro de sua boceta completamente molhada para mim. Usei os lábios para estimular o clitóris inchado e usei minha mão livre para massagear um dos montes morenos. Senti meus dedos se apertarem dentro dela e ergui os olhos para observar os gêmeos balançando-se magestosamente a cada estocada.

Ergui meu corpo até poder olhá-la nos olhos escuros e nublados, beijei os lábios entreabertos com luxúria, adorando estar no comando. Isso até seus dedos afastarem o tecido de minha calcinha e me penetrarem de uma só vez.

- Oh, merda, San!

Apoiei minha testa contra a sua, sentindo sua respiração pesada e seu sorriso convencido. Não demorou muito para estarmos nos movendo no mesmo ritmo, seios roçando a cada toque, os corpos suados fazendo movimentos de vai e vem sincronizados.

Santana foi a primeira a se desfazer em meus dedos, gritando alto meu nome, o impulso necessário para desencadear meu próprio orgasmo, me fazendo cair sobre seu corpo suado.

Ficamos algum tempo nos recuperando naquela mesma posição. Não era confortável, mas nenhuma das duas parecia querer sair de lá.

- Isso foi...

- Incrível. — Ela completou com um sorriso.

Beijou meus lábios calmamente, diferente de todos os beijos que tínhamos trocado naquela noite, e retirou os dedos de dentro de mim, movimento que eu imitei, massageando o sexo sensível antes de rolar para o lado.

Santana se virou de costas para mim e eu a abraçei naquela mesma posição. Ficamos assim por um tempo, até eu perceber sua respiração mais calma e vê-la dormindo em um sono tranquilo. Puxei a coberta para nos cobrir e me aconcheguei mais em seu corpo perfeito.

Eu sabia que no dia seguinte ela provavelmente não se lembraria de nada, e também sabia que isso poderia afetar nossa amizade tanto positivamente (amizade colorida) quanto negativamente (fim da amizade), mas resolvi não me preocupar com isso agora. Santana era minha melhor amiga, e nem mesmo uma noite de sexo intenso me faria amá-la de uma forma diferente.

Finalmente senti o sono e o pouco de álcool que eu tinha ingerido tomarem conta de mim. Deixei que minha pálpebras se fechassem e esperei minha mente parar de trabalhar.

A última coisa que me lembro sobre aquela noite foi, como sempre, pensar em Rachel Berry me chamando de esposa, em um universo distante. Mas isso também não era novidade.

Notas finais
Eu tive uns problemas aqui, além de falta de tempo e um bloqueio criativo escroto.
O capítulo não ficou tão incrível como eu imaginei, e vocês provavelmente vão querer me matar depois disso, mas eu prometo que tudo isso só faz parte de um propósito maior.
Não vou prometer mais nada, porque eu obviamente não estou conseguindo cumprir, mas estou com boas esperanças de que os posts vão começar a se regularizar...
Enfim, quero agradecer a todos que acompanharam a fic até aqui e que acompanharão até o final, que já está bem próximo, talvez uns três capítulos mais e um epílogo... Calma, é brincadeira. O fim não está tão próximo assim, vocês terão que me aguentar por mais um tempo.
Beijos e até o próximo post!
P.S. Quem se sentiu enganada com essa falsa afirmação de fim, me xinga os comentários que eu deixo!