Amor E Ódio
29 Hospital outra vez
Notas iniciais
Pedro OFF
Gabi ON
Dias se passaram e nada da dor e embora. Os dias eram os mesmo acorda para bebe, e dormi com o pulso cortado. A dona Leni havia retirado algumas lâminas e bebidas do meu apartamento porém isso não me impediu de sair e compra outras.
Estava em casa sozinha como sempre. Eu não queria que ninguém me visse assim, além da Dona Leni. Ela sempre me falava do Pedro, era quase inevitável não toca o nome dele, durante suas conversas. E tudo que ela fala só fazia arde mais meu coração, ele sai para beber, pegava todas e não estava nem ai para um ser que um dia ele julgou ser sua vida.
Entrei no banheiro e peguei a primeira lâmina que encontrei, encarei ela e logo depois fechei os olhos, assim injetado no meu pulso esquerdo. A dor não era mais tão forte como antes, a dor parecia conforta meu coração um pouco.
O sangue escorria pelo chão do banheiro, tomei um dose da vodka que estava ao meu lado , eu estava me sentindo fraca, estupida e solitária.
Não satisfeita, retirei a lâmina do meu pulso, e injetei no outro assim escorrendo mais sangue que do pulso anterior. Escutei a porta abri mais não me importei, e continuei a me corta.
-Gabi você tá ai?- uma voz masculina gritou do lado de fora do meu quarto, eu apenas não respondi.- Gabriela por favor, abre a porta- ele repetiu.
-Vai embora!- ordenei e bebi mais um gole de vodka.
-Se você não abri eu vou arrombar- ele gritou outra vez e eu ri sarcasticamente.
-Como você entra na minha casa e ainda diz que vai... arrombar minha porta?- falei e bebi outro gole.
-Gabriela, por favor abre- ele repetiu e eu não mexi, também eu não podia, meus olhos começaram a fica pesados a cada piscada, escutei um estrondo, e logo eu estava nos braços de alguém.- Gabi.. o que você fez consigo mesma?- ele disse e eu o encarei, assim vendo o Pedro.
-Pedr..- eu não consiga termina a frase, e comecei a rir, ele estava agachado atrás de mim, e segurava um dos meus pulsos e minha cabeça- Vai embora e me deixa morrer- completei a frase e respirei fundo.
-Não gabi, não – ele me encarou;
-Por que? Por que ainda insistir em algo que nunca mas poderá da certo?
-A esperança é a última que morre, e prefiro fica com a consciência de que eu perdi algo mas pelos menos tentei.
Gabi OFF
Pedro ON
Lá estava ela, fraca, e toda sanguentada nos meus braços. Por que eu sempre tenho está visão dela? Aquilo era de parti o coração, ela respirava com dificuldade nos meus braços. Minha camisa de manga longa branca, já estava toda suja de sangue, mas foda-se é o amor da minha vida.
-Gabi por favor me escuta- segurei seu rosto delicadamente- Sei que não que mais me vê nunca na sua vida, mas por favor me deixe te ajuda? Me deixe cuida de você? Você é forte o suficiente para superar isso. Eu sei, eu conheço minha pequena. Lembra quando te chamei de Alice no pais da maravilha?- ela assentiu fracamente- Então, eu também quis dizer no lado da persistência e superação. Ela nunca desistir, você também não fará isso.
-Pedro- ela colocou sua mão no meu rosto e alisou lentamente- Eu te amo..- ela sussurrou e desmaiou.
Sorri não por ela te desmaiado, e sim pelas palavras ditas antes disto. O mais incrível disto é que ela não emagreceu, seus olhos tinha olheiras, mas seu corpo apesar de frágil pelos cortes, ainda era o mesmo. Segurei em meus braços, fechei sua casa e desci correndo para o meu carro.
Coloquei ela no banco de trás com dificuldade , dei a volta, liguei o carro, assim dando partida e indo para o hospital mais próximo que eu encontrei.
Fiz seu cadastro e logo levaram a minha pequena para dentro daqueles corredores. Fiquei sentando e resolvi não avisa ninguém chega de broncas, desta vez vou fazer do meu jeito.
Pedro OFF
Fale com o autor