Notas iniciais
tô sem tempo, logo mais a fic mudaram de local, beijos e boa leitura

Gabi ON

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Abri os olhos e me vi deitada em uma cama de hospital, olhei em volta e vi o Pedro sentando no sofá perto da cama dormindo. O hospital praticamente virou meu refugio, aonde eu podia me cura sem fazer novos cortes.

Me espreguicei, e logo um médico entrou.

-Bom dia- ele falou sorridente e foi abri a cortina, mas antes de abri toda eu intervi.

-Não.. ele ainda está dormindo- apontei pro Pedro e o médico assentiu.

-Ok- ele veio para perto de mim.-Você já pode ir pra casa, mas por favor me prometa não beber, muito menos sem mutila, e tem que ser alimenta ok?- ele falou me encarando.

-Tá..- respondi sem animo.

-Me prometa?- ele me encarou.

-Pode deixa doutor, aparti de hoje irei cuidar dela- a voz do Pedro dominou a sala, ele se sentou no sofá e encarou a mim e ao médico- Bom dia.

-Bom rapaz, cuide bem dela, é uma moça muito bonita para sofre com essas coisas- ele deu alta e saiu.

-Vou tomar banho para a gente ir pra casa tá?- eu falei levantando devagar da cama e o Pedro veio me ajudar.

-Vamos para sua casa, vou paga aqui e antes vamos passar em casa, vou pega umas roupas para mim e avisa a minha mãe- ele falou e eu assenti.

Entrei no banheiro, e ele se retirou. Me arrumei, ajeitei minhas coisas e sai da sala do hospital. Pedro se encontra no carro parado enfrente ao hospital, no qual estava rodeado de fotógrafos. Sai calmamente, e quando coloquei os pés fora do hospital, milhares de pessoas começaram a me pergunta.

-O que faz no hospital mais uma vez?

-Voltou com o Pe Lanza?

-Como você está emocionalmente?

Minha reação foi continua andando e ignora a todos. Entrei no carro, Pedro riu de canto, e deu partida no carro. O caminho até sua casa foi tranquilo, silêncio e estranho. Pareciamos dois desconhecidos no mesmo carro pegando carona para o mesmo local. Era estranho está assim com alguém que um dia me dominou sua vida.

-Obrigada- falei, quebrando o silêncio, assim agradecendo por salva minha vida outra vez.

-Não precisa agradece, eu já lhe expliquei por que faço isso..- ele continuou a olha pra frente.

-Eu sei...- susperei- Pedro- ele estacionou e me olhou- Não precisa mesmo fica comigo.

-Não Gabriela, eu prometi ao médico, não vou deixa você naquele estado outra vez, não desta vez- ele me encarava sério.

-Tudo bem ... Mas depois não venha reclama que eu estou pedindo muita coisa- ri, para descontrair o local e ele correspondeu.

-Será um prazer, servi a uma princesa, bom, vamos subir? Ela quer vê você- depois que ele disse isso, logo pensei, lá vem bronca.

-Vixé, a sogra vai me dá um esporro- ri de canto,e o Pedro riu largamente após escutar que chamei sua mãe de sogra. – Desculpa. A tia Leni, eu me acostumei tanto a chama-la de sogra, que virou vicio-ri.

-Pode chama, logo mais ela será mesmo- ele disse e desceu.

Desci junto e sorrir de canto pelo o que ele falou. Entramos no elevador e o silêncio permanência. Eu estava gelada, só de pensa na bronca que irei levar da Leni, na qual prometi nunca mas fazer isto. Chegamos ao apartamento, ele tirou a chaves do bolso, e abriu o mesmo. Assim que entrei não vi a Tia Leni.

-Vamos pro meu quarto- ele seguiu e eu fui atrás.

Entrando no seu quarto, me deparei com sua estante de prêmios, seus milhares de ursos, cartas e outras coisas. Mas algo me chamou mais atenção, ao lado do DVD havia um porta-retrato com uma foto nossa. Me aproximei e pude notar que era a mesma foto do hospital, ela estava machada nas bordas de lágrimas talvez, mas continuava linda.

-Por que nunca me mostrou esta foto?- falei pegando o objeto e virando para mostra-lo.

-Por que eu pretendia fazer um presente com está foto, e está foto é só minha, assim como aquelas ali- ele apontou com a cabeça, e assim que virei vi um mural recheado de fotos nunca vista por mim.

-São lindas- olhei atentamente a todos, e não tinha uma que eu não estava feliz.

-Bom- ele suspirou atrás de mim- Vamos? Já peguei tudo- ele disse e eu assenti.

Coloquei o porta-retrato e formos para sala. Por sorte a Tia Leni decidiu adiar minha bronca, com isso, arrumamos tudo e formos para minha casa.