Amor Desejado

24 Capítulo 24 Descobertas...


Notas iniciais
Olá queridas, obrigada por cada comentário, só consegui respondê-los agora de manhãzinha. Meu computador me deixou na mão. Tenho capítulos adiantados salvos no pendrive, ainda bem, então não os perdi. Vamos a leitura?

Bella e Edward, acordaram cedo, tomaram café no restaurante e saíram. Ele queria que ela conhecesse o Museu do Louvre. E ela ficou encantada com as obras tão famosas. Passaram pelas ruas de Paris e almoçaram em um restaurante muito aconchegante. Eles combinaram que não ficariam muito na rua para não se cansarem tanto, como no dia anterior. E hoje jantariam aproveitariam a noite, jantando fora.

Em Forks, todos estavam bem e o casamento do Dr. Mansen, ainda era o assunto mais comentado. Esme e Carlisle estavam em casa quando ouviram a campainha soar. Carlisle foi atender.

-Boa tarde, sou o Dr. José Brow e gostaria de falar com Esme Swan. –o homem se pronunciou.

-Esme é minha esposa, entre e aguarde. –Carlisle falou achando estranho a presença daquele homem.

-Querida tem um homem querendo falar com você, ele se apresentou como Dr. José Brow. Você o conhece, está na sala aguardando. –Carlisle a comunicou.

-Não conheço, mas vamos até lá e descobriremos. –ela falou firme.

-Boa tarde sou Esme Cullen.

-Boa tarde senhora. Meu nome é José Brow e represento seu irmão Charlie e sua esposa Renée. –o homem falou.

-Charlie? Mas ele e sua esposa, morreram há quase 18 anos. Como assim o senhor os representa? –ela perguntou curiosa.

-Tenho um documento, assinado pelos dois, dizendo que se caso acontecesse alguma coisa com eles, todos os seus bens passariam para sua filha, mas se acontecesse algo com ela também, tudo deveria ser transferido à senhora. –ele explicou calmamente.

-Filha? Charlie não teve filhos. –ela falou muito confusa.

-Sim, segundo esse documento eles tiveram uma filha, ela se chama Sofia Swan. –ele falou conferindo o documento.

-Não, há um engano. Meu irmão e minha cunhada morreram em um acidente de carro e não havia nenhuma criança. –ela falou alarmada,

-Estou aqui, minha senhora para fazer valer a vontade de seu irmão, tudo deveria ser entregue a filha quando fizesse 18 anos, anteontem, dia 31 de dezembro foi essa data, mas como todos morreram, tudo será entregue a senhora. –o chão embaixo dos pés dela parece que se abriram.

Como assim Charlie teve uma filha? Porque ele não contou? Oh meus Deus e já se passaram tantos anos, mas os peritos disseram que não tinha possibilidade de haver mais alguém naquele carro. Será que essa seria a surpresa? Uma filha... Será?

-Drº José, mas não ficamos sabendo nada dessa criança, não havia criança no carro, então será que ainda pode estar viva, talvez a deixaram com um parente de Renée, antes de viajarem? –Esme perguntou assombrada.

-Renée, não tinha parentes vivos. Seus pais foram filhos únicos e ela também, os pais morreram em um acidente aéreo, deixando uma grande fortuna para a filha, mas ela era muito simples, casou-se com Charlie e depois de muitos anos tiveram Sofia. Renée e Charlie me deixaram essa procuração para que se fizesse valer seus desejos. Quando fomos comunicados sobre o acidente da família, pensamos que o bebê estivesse morrido também, já que saíram os três para a viajem. Meu escritório fez a reserva da passagem de avião, para os três e Charlie alugaria o carro em Port Angeles. Recebemos o comunicado da locadora de automóveis sobre a morte dos envolvidos. Mas quem conduziu a papelada foi um escritório terceirizado de nossa empresa, para nós a criança também estava no carro. –o Drº relatou o que sabia, mas estava surpreso.

-Meu Deus, então eu posso ter uma sobrinha por aí, perdida? –ela falou com as mãos no coração.

-No avião ela veio, a partir da viagem de carro que não sabemos o que aconteceu. –o Drº falou.

-Nas locadoras só ficam registrados os dados de quem aluga e não dos ocupantes, não tem como saber. –Carlisle falou.

-Meu Deus! –Esme estava chocada, não pensava direito.

-Bom, vou deixar esse documento com os senhores, podemos marcar um outro dia para a entrega da documentação e relação dos bens? –o homem perguntou.

-Sim, na próxima semana nosso escritório volta ao atendimento, podemos marcar uma reunião lá, pode ser? –perguntou Carlisle.

-Pode ser, tenho que voltar para meu país, mas nos vemos em breve. –os homens apertaram suas mãos em despedida.

-Carl acha que isso é possível? –ela perguntou chorosa e muito emocionada.

-Não sei querida, mas alguém pode ter tirado a criança antes do carro se incendiar. –Carl levantou uma suspeita.

-Mas então ela estaria viva, mas onde? O acidente foi aqui próximo, ela pode estar perto, mas onde meu Deus! –Esme exclamou.

-Talvez em um orfanato. –Carlisle falou e os dois se olharam chocados...

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-Gostou Gatinha, o museu é lindo, não? –Edward perguntou.

-Sim, obrigada por me proporcionar isso tudo. –ela falou sorrindo.

-Amanhã vamos a Catedral de Notre Dame, você se encantará, é tudo lindo. –ele falou dando selinhos nela.

-Já estou encantada com tudo. Você é perfeito Garotão, Paris é perfeita, te amo. –ela falou emocionada.

-Você que é perfeita, meu amor, linda. Vamos tomar um banho? Um banho bem gostoso e descansar. –ele sugeriu.

-Vamos jantar fora mesmo? –ela perguntou.

-Sim amor, vamos a um restaurante, mas não é longe, podemos caminhar um pouquinho se quiser. –ele falou.

-Pode ser, mas vamos ao banho. –ela falou e correu para o banheiro, já tirando suas roupas e jogando em Edward.

-Volta aqui sua danadinha. –ele gritou correndo atrás dela.

Chegaram ao banheiro rindo, ele terminou de retirar as roupas dela e as dele. A pegou sentou-a sobre o balcão, começou a beijá-la, acariciá-la. Ela enlaçou suas pernas em volta dele, o beijo estava cada vez mais afoito e quente. Edward depositou suas mãos sobre os seios dela e passou a massageá-los, apertou os mamilos que estavam rijos de desejo, ela gemeu e se apertou mais a ele. As mãos da menina estavam nos cabelos do marido, ela desceu suas mãos pela nuca, costas, até que chegou nas nádegas e a apertou puxando mais para ela, agora ele gemeu alto. Edward levou sua mão à entrada da menina e percebeu que ela estava o suficiente excitada, encaixou seu membro no sexo dela e introduziu de uma vez, fazendo com que os dois gemessem com o delicioso contato. Ele começou a estocar, os dois estavam entregas as carícias, ao beijo, ao amor que faziam. Todos os seus momentos íntimos eram únicos e cada vez mais a entrega era maior, sem vergonha ou pudores entre eles. Ela gemia alto e ele adorava ouvir. Diziam se amar e o quanto precisavam um do outro, eles estavam em sintonia e chegaram juntos ao ápice do prazer. Se beijaram e sorriram cúmplices. Para eles era muito fácil sorrir, tinham o amor de suas vidas em seus braços.

-Agora vamos tomar banho, sua Gatinha levada e vamos descansar, você me cansou. –ele falou entre selinhos.

-Desse jeito quero viver cansada. –ela falou manhosa e agarrada ao marido.

-Ah, Gatinha, você está melhor do que se fosse uma encomenda. –ele falou rindo.

-Encomendado não, mas um Amor desejado, sim. –ela falou ainda manhosa.

-Sim amor. Você é o amor que desejei.

Ele deu um banho bem gostoso nela, tomou o seu. Foram para a cama e dormiram, queriam estar descansados para a noite.

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-Carl, você acha que a menina pode ser a Bella? –Esme estava chorando de nervosimo.

-Calma querida, vamos ao orfanato, vamos rever toda a papelada de sua entrada, não vamos tirar conclusões precipitadas. –Carlisle falou para acalmá-la, mas seu coração também estava acelerado, precisava ser forte e manter sua cabeça no lugar pela esposa.

-Não Carl, sempre a achei muito parecida com ele, os cabelos loirinhos, os olhos tão verdes e sinceros, até sua personalidade parece com a dele. Não pode ser coincidência. Olha, até a data do aniversário, segundo o pediatra que a atendeu quando chegou ao orfanato, ela tinha perto de seis meses, e o advogado disse que a menina fez 18 anos dia 31 de dezembro. Nós comemoramos os 18 anos de Bella dia 1 de janeiro, apenas um dia de diferença, não pode ser somente coincidências. –ela falava chorando.

-Calma amor, não adianta nada ficar desse jeito, podemos estar errados e o sofrimento seria maior, vamos fazer tudo com a cabeça fria, no lugar. –ele falou abraçado a ela.

-Oh Deus! Mas eu quero tanto que seja. –falou e se agarrou ao marido chorando.

-Eu também amor, mas vamos ter calma, tudo será resolvido. –ele falou e beijou os cabelos da esposa.

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-Amor já está pronta? –Edward perguntou.

-Sim, podemos ir quando quiser. –ela respondeu.

-Está linda! –ele falou com um enorme sorriso e deu um selinho em sua boca.

Os dois decidiram ir de táxi mesmo. O restaurante era lindo, luxuoso, muito aconchegante e a temperatura do local estava agradável. Edward pediu uma mesa mais ao fundo em um local mais reservado.

-Você ainda gosta de se sentar ao fundo dos restaurantes. –ela falou se lembrando do tempo que trabalhava como maitre.

-Gatinha, apesar de tudo, sou um pouco tímido, prefiro ficar mais escondidinho. –ele respondeu sorrindo tímido.

-Eu sei amor e foi muito fofo quando quis se sentar mais próximo a mim, quando a inda estávamos nos conhecendo. –ela falou.

-Foi uma luta interna aquele dia sentar tão à frente, ajudou já estar tarde e o restaurante quase vazio. Mas você ousada que é, dominou a conversa. –ele falou sorrindo.

-Ah, Garotão sempre gostei de conversar e você me chamava, me atraia, com esse seu olhar. –ela falou mordendo os lábios.

-Te atraia, é? Você também a mim, aquele dia eu corri tanto para conseguir te ver, valeu o esforço. –ele falou segurando as mãos dela.

-Sim, a partir dali, daquela carona, não nos separamos mais. –ela falou sorridente.

-Te amo Gatinha, tanto que parece que não cabe dentro de mim. –ele falou olhando para ela.

-Mas em mim cabe, cabe direitinho e bem gostoso. –ela falou baixinho de forma maliciosa e ele arregalou os olhos...

-Sua safadinha, como você fala uma coisa dessas para mim e em um lugar que não posso te agarrar e me enfiar em você? –ele falou sussurrando próximo ao ouvido dela, a era voz baixa, rouca, carregada de desejo e ela se arrepiou e gemeu.

-Vamos pedir logo. –ela falou rindo e ele acompanhou.

-Oh, se não é o famoso Drº Mansen. –os dois ouviram uma voz que Edward conhecia muito bem...

“O desejo é uma árvore com folhas; a esperança, uma árvore com flores; o prazer, árvore com frutos”. (Guilherme Massien)

Notas finais
Espero ansiosa por seu comentário. Hoje foi só o início do desenrolar do passado de Bella. No capítulo 2, eu já tinha escrito nas notas iniciais que Bella era filha de Charlie e Renée, hoje começaram as descobertas, o desvendar de tudo acontecerá na sequência dos capítulos, foram muitos acontecimentos, não dava para colocar tudo de uma vez, lembrando também que nosso casalzinho continuam em lua de mel, kkkkkk. Quero mandar um beijo a minha querida Milla Souza (vejam o perfil dela, tem ótimas histórias), me desculpe por te deixar na mão amiga. Próximo capítulo dia 30/10. bjs.