Notas iniciais
O anel: http://1.bp.blogspot.com/_xBRfBBsXdmk/SFPb0ksR33I/AAAAAAAAAF8/pisiOz_c7vE/s320/anel+prata+zircone.jpg

-Desculpa?! — o riso dela era poderoso. fitava-me com raiva.

-És uma puta. — olhei-a com os olhos feitos em lágrimas.

-E tu, uma estupida e insignificante humana que nem dá valor à estupida vida.

Sorri-lhe.

O meu olhar deslocou-se para a minha direita , onde vi uma pedra suficientemente bicuda para cortar a pele com um simples corte. Foi então que se fez luz na minha cabeça. Se ela era a criadora de Angel, era mais forte que Angel, logo, precisava de uma distracção. — tim tim tim tim ! — eu sou a distracção perfeita.

-Tens razão. não dou. — sorri-lhe e corri para a pedra e fiz um corte. O meu sangue "O-" começou a sair-me pela pele , fazendo uma pequena poça vermelha no meu braço. Os olhos dela não se deslocavam de mim, foi então que ela me atacou. Sugava-me o sangue directamente da ferida. Sentia medo, dor.

Angel olhava-me, tentando controlar os instintos animais que lhe desejavam possuir o corpo e mente.

-Angel.. — sussurrei. — ajuda-me...

Ele acordou nesse mesmo momento e lançou-se a Margo, atirando-a contra a parede, fazendo com que a parede ficasse destruída.

-Vamos! — nesse mesmo instante, ele tomou-me no seu colo e começou a correr dali para fora. fomos dar a uma floresta perto da cidade. Chegamos lá em 2 minutos — de carro demoraria 20 minutos — , ele deitou-me no chao e mordeu o seu pulso.

-Bebe , anjo . — eu bebi e recuperei rapidamente as forçar. Nesse mesmo momento, atirei-me para os seus braços, com medo. Não medo de morrer, mas sim medo de o perder.

-Porque que tudo tem de ser tão dificil?! — olhava-o nos olhos. Só reparara que estava a chorar quando ele me passou seu suave dedo na face e limpou uma lágrima.

-Tudo ficará bem.. Estou aqui... — ele apertara-me de novo como me apertara à alguns minutos.

-E-eu amo-te... — gaguejei — A ultima coisa que quero é perder-te para aquela... — ele sorrio e interrompeu-me.

-Foste muito corajosa. — isso provocou-me um pequeno sorriso na cara.

-Simplesmente fi-lo por ti... Para te... Para te salvar daquela cobra... — olhei para baixo a sorrir.

-Isso serão ciúmes? — ele sorrio.

-Ham... Nós não namoramos... Não oficialmente. — olhei para ele com uma cara que parecia gritar: pede-me em namoro.

Ele ajoelhou-se e tirou uma caixinha do seu fato. Abriu-a e mostrou-me o que se encontrava lá dentro. Um anel lindo de prata .

-Meu anjo, aceitas namorar comigo? — o sorriso dele abriu-se como nunca se tivera aberto.