Amor Amigo

1 Capítulo 1 - Desventura


Notas iniciais
Cá estou eu com mais uma Fic Rose&Emmett espero que gostem e que compartilhem comigo.

Nova Orleans, Luisiana, EUA.

Março de 1996


Uma linda garotinha de apenas cinco anos de idade, acabara de se tornar órfã.


O que parecia ser mais um fim de semana de viagem a negócios acabara se tornando uma tragédia, pondo fim ao conto de fadas particular de uma garotinha de longos cabelos dourados, e jeitinho único de ser.


Rosalie Lilian Hale estava agora sozinha no mundo, sem família alguma a quem recorrer.


O conto de fadas acabara de se tornar uma desventura. Sem parente a quem pudesse recorrer; alguém que pudesse receber sua guarda total ou até mesmo provisória, Rosalie Lilian Hale fora encaminhada a um instituto para crianças órfãs na cidade em que vive, sem ao menos ter tido a chance de se despedir de seus pais.


Depois da queda do avião em que estavam não foram localizados os corpos, muitos dos passageiros desapareceram no mar.


O conselho tutelar de Nova Orleans encaminhara a até então, mansão Hale, uma assistente social para que fizesse a transferência da pequena garotinha ao seu novo lar.


Com ajuda da recente ex-babá fora explicado o que acontecera. Porém a pequena garotinha de feições de anjo, pouco compreendia sobre a morte.


A babá lhe explicou de forma vaga, que seu papai e sua mamãe estavam agora no céu e não mais voltariam. Que eles estariam para sempre dentro do pequeno coração inocente e a acompanharia por toda a vida, cuidando-a e protegendo-a.


Rosalie chorou. Mesmo com sua pouca compreensão a respeito da dimensão da palavra morte, ela viu o desespero explicito nos olhos de sua babá.


Com os olhinhos castanhos repletos de lágrimas a garotinha encarou a babá, pediu que a levassem para ficar com seus pais, mas nada fora possível fazer.


Como seus pais tinham uma grande divida com o banco, Rosalie Lilian Hale acabara ficando sem um mísero centavo.


Enquanto a babá fazia as malas com alguns pertences, Rosalie muito esperta correu até o quarto dos pais. Rapidamente abriu a caixa de joias, que estava dentro do closet e com sua pequena mãozinha agarrou o medalhão, joia de família que em breve seria passado a ela. Dentro do objeto estavam escrito “Família Hale” em letras finas.


A assistente social foi procurá-la tão logo se dera conta de sua ausência.


– O que está fazendo? Temos que ir...


Rosalie se assustou, por reflexo escondeu as mãozinhas atrás das costas.


– Vamos garota! Rápido, rápido. Não pode pegar nada. Tudo que tem aqui, agora pertence ao banco.


Ainda com expressão de susto, Rosalie disse.


– Eu só quero uma foto do papai e da mamãe.


– Pois então que pegue rápido, não tenho o dia inteiro. Tenho outras coisas a fazer depois que te deixar no instituto.


Rosalie, acostumada a ser bem tratada, não apreciou nada o modo como a assistente social lhe dirigiu a palavra.


Com os olhinhos castanhos; agora avermelhados por consequência do choro de outrora, caminhou batendo o pé até a cama dos pais.


Ao lado da cama, na mesinha de cabeceira, pegou um porta-retratos onde havia uma linda foto de seus pais juntos. A mãe, uma linda mulher de longos cabelos dourados e olhos verdes. O pai, um homem alto, feições marcantes, olhos e cabelos castanhos.


Certamente que a pequena garotinha herdara traços físicos de ambos. Os lindos cabelos dourados da mãe, os olhos castanhos e um pouco da personalidade peculiar do pai. Essa junção de semelhanças a deixava extremamente orgulhosa de si.


Seu pai Ramon Hale, tinha o habito de dizer que sua herdeira, Rosalie Hale tinha a beleza incomum da mãe Agatha.


– Você só pode ficar com a fotografia – informou a assistente social.


Irritada, Rosalie a encarou por alguns segundos, como se tentasse intimidá-la. É não funcionou. A assistente social puxou de suas mãozinhas o porta-retratos, devolvendo apenas a fotografia.


O medalhão já estava guardado no bolso da roupa que usava. Depositou um beijinho na fotografia, com lágrimas molhando seu rostinho de anjo, tão lindo.


– Mamãe... Papai... – a pequena Rosalie choramingou, fazendo beicinho.


– Anda garota! – a assistente social reclamou, segurando-a pelo pulso esquerdo ao sair do quarto.


A babá já as esperava com todas as malas, cor de rosa, de Rosalie, do lado de fora da mansão, em frente à fonte no jardim.


A assistente social riu meio irônica olhando para as malas.


– Ela não vai precisar de todas essas coisas. Lá usará uniforme como todas as outras crianças. Nenhuma regalia será lhe estabelecida.


A pequena Rosalie esbugalhou os olhos diante daquela revelação. Passou as mãozinhas no rosto molhado, correndo para abraçar a babá, poucos minutos lhe restavam na companhia de uma das pessoas que mais gostava na vida.


– Mas senhora, essas são as coisinhas dela... – a babá tentou intervir sem sucesso.


– Lamento, mas a criança só poderá levar o essencial – disse com voz firme.


– Babá, eu não quero ir... Porque não posso ficar com você?! – perguntou chorosa, ainda abraçada a babá.


– Eu não sei anjinho, mas eu prometo que irei te visitar. Não chora não, está bem?! – disse limpando o rostinho de Rosalie com suas mãos.


– Mas eu sinto vontade de chorar, babá – fungou com o rostinho colado na barriga de sua babá querida.


– Eu sei minha querida – nesse momento a babá também chorava. – Seja boazinha e obedeça essa senhora, que tudo ficará bem.


– Não... – a pequena Rosalie negou reforçando com um sinal negativo com a cabeça. – Não gosto dela... – choramingou enquanto a babá colocava em suas costas a mochila cor de rosa da barbie e lhe entregava uma boneca de pano, na mochila havia apenas o essencial, como sugeriu a assistente social.


– Vamos! – a assistente social chamou mais uma vez, agora com a porta do banco de trás aberta para que Rosalie entrasse no veículo.


A babá se inclinou um pouco, para se despedir de Rosalie com um beijo na testa.


– Se cuida meu anjinho, a babá não vai estar lá com você, por isso você precisa ser uma garota valente. Não faça tantas peraltices – concluiu chorosa.


– Adeus babá...


– Adeus meu anjinho...


Rosalie andou arrastando os pezinhos, olhando para trás. Antes de entrar no carro puxou os cabelos que estavam presos por baixo da mochila. A pequena se orgulhava dos lindos cabelos dourados que lhe caiam no meio das costas, tão lindos quanto os de sua mãe.


Acenou para sua ex-babá com lágrimas no rosto.


A pequena orgulhosa colocou em si mesma o cinto de segurança, sem mencionar uma palavra. Colou o rostinho no vidro da janela enquanto o carro se afastava. Durante o trajeto, Rosalie esteve sempre a observar o caminho, como se quisesse memorizar.


[...]


Algum tempo depois a assistente social estacionou em frente a um prédio antigo, de três andares, fachada rústica, jardim de grama maltratada e um enorme portão de ferro preto.


Desceu do veículo, depois abriu a porta traseira para que Rosalie também saísse. Rosalie a encarrou com cara de pânico.


– Pode vir, não precisa ficar com medo. Aqui tem outras crianças, não monstros...


Rosalie engoliu seco e mordeu o lábio inferior apreensiva.


Com os longos cílios ainda molhados pelo recente choro dentro do carro, Rosalie acompanhou a assistente social sem mencionar uma palavra. Agarrada a sua adorada boneca de pano, que lhe foi entregue junto com a mochila, por sua ex-babá.


A assistente social puxou a corda de uma sineta que havia perto do portão, avisando assim de sua chegada. Não demorou muito o porteiro, um senhor de cabelos grisalhos e barba por fazer, se aproximou para abrir o grande portão velho.


Ao entrarem, Rosalie pode ouvir melhor, som de vozes e risos vindo de algum lugar ali perto.


– Seja bem vinda criança! – disse o porteiro amigavelmente para a garotinha de longos cabelos dourados.


Rosalie parecia estática, mal piscava prestando atenção a tudo em sua volta.


A assistente social apoiou sua mão nas costas de Rosalie por sobre a mochila a conduzindo para onde deveriam ir. Rosalie nada respondeu para o porteiro, afinal, não queria estar ali. Ela bem sabia que aquele lugar estranho jamais poderia ser o um lar, o seu lar.


– Vamos por aqui, assim você já vai vendo as outras crianças que estão no pátio – disse a assistente social, indo em direção ao lado esquerdo do prédio, onde havia alguns brinquedos, um tanto velhos, diga-se de passagem.


Com a mochila da barbie nas costas e sua boneca de pano próxima ao peito, Rosalie olhava para todos os lados, olhar de garotinha assustada, não deixando de notar o uniforme que as crianças de quatro a quatorze anos usavam.


Os garotos usavam calça cinza, camisa branca e sapato preto. As garotas usavam vestido cinza, sem detalhe algum, exceto pelos bolsos frontais, sapatos preto e meias brancas três quarto. Porém, algo, além disso, chamou a atenção da pequena Rosalie Hale. Todas as garotas de sua faixa etária usavam um corte de cabelos semelhante, na altura dos ombros. Em uma reação involuntária, Rosalie puxou seus longos cabelos dourados pra frente escondendo-os por baixo da boneca como se tentasse protegê-los.


Sem que ela se desse conta, ali bem ao lado, um garotinho de seis anos de idade, cabelos pretos e olhos em um tom de azul lindo, brincava no balanço, no entanto, parara de balançar tão logo vira a garotinha esconder os lindos cabelos de maneira que julgou possível.


A imaginação fértil do garotinho o fez vê, em vez da mochila nas costas de Rosalie, um lindo par de azas, brancas. Sim, ele a imaginou como sendo um lindo anjo, o mais lindo que já vira nos livros de contos infantis.


O garotinho pulou do balanço e as seguiu, mantendo distância, até a sala da diretora do instituto.


Rosalie olhou para trás e viu que o garotinho as seguia disfarçadamente, mas ela era esperta demais para não notar isso. No interior do prédio, andaram alguns corredores, Rosalie pode notar que havia salas de aula ali também.


No fim do corredor, a assistente social parou em frente a uma porta preta, onde estava escrito, diretoria. Bateu três vezes seguidas, anunciando sua chegada. Uma voz assustadora, aos ouvidos de Rosalie, soou de lá dentro.


– Entre...


A assistente social abriu a porta e fez com que Rosalie entrasse na frente, porém, antes de entrar Rosalie permitiu-se dar mais olhada para trás e ver o garotinho se escondendo atrás de uma grande lata de lixo.


– Ora, ora, ora, quem temos aqui senão a pequena Rosalie Lilian Hale – disse a diretora do instituto, rindo diabolicamente.


Rosalie recuou um passo para trás, receosa.


A assistente social se pronunciou. – Como você já sabe, essa é Rosalie Lilian Hale, filha de um dos casais mais ricos de Nova Orleans, mas que acaba de ficar órfã e sem herança alguma, pois seus pais tinham grande divida com o banco e como não vão poder pagar, pois estão mortos. A garota não tem nenhum parente vivo que possa ser localizado, apenas uma babá que trabalhava para a família Hale. É possível que venha fazer uma visita em breve. A garota está totalmente entregue aos cuidados do instituto. Mas por ser uma garota bonita e de pele clara, talvez, não demore muito para que uma família se interesse por ela. Deixarei com você para que lhe mostre as dependências do instituto e lhe explique as regras. Agora eu vou indo, até mais. Até logo Rosalie, este agora é seu novo lar – dizendo isso se retirou da sala deixando a pequena Rosalie na companhia da mulher assustadora.


Rosalie a olhou dos pés a cabeça. A mulher usava um uniforme preto, cabelos presos em um coque. Altura mediana e um tanto acima do peso. Seu nome? Ornella Portilho.


A senhora Ornella se aproximou de Rosalie, e puxou os cabelos que a garota ainda tentava esconder por trás da boneca de pano, para analisar seu comprimento. Esse gesto fez o coração da pequena órfã palpitar forte dentro do peito.


– Tão lindo, uma pena que terá que ser cortado – disse mexendo as mãos ansiosamente.


Ao ouvir essa constatação, Rosalie correu em direção à porta em uma tentativa de fugir daquela sala o quanto antes. Porém ao fazer isso, acabou esbarrando em outra mulher que chegava em um momento que Rosalie jugou ser inoportuno. Essa mulher usava um uniforme preto semelhante ao da senhora Ornella.


– Opá! Tentando fugir mocinha?!


Rosalie olhou pra cima, para encarar a mulher que chegara.


– Segure-a, traga de volta! – ordenou a senhora Ornella. – Precisamos cortar os cabelos dela, para que fique igual ao das outras crianças – completou segurando uma tesoura.


– Não! Rosalie gritou. – Não, não, não. Meus cabelos não... – choramingou tentando correr, mas a mulher que chegara a segurou pelo braço, com força.


A senhora Ornella retirou a mochila das costas de Rosalie jogando-a no chão. Enquanto isso, Rosalie continuava se debatendo tentando escapar.


– Coloque-a sentada no banco – ordenou a senhora Ornella, para sua assistente.


– Não... – Rosalie chorava se debatendo com desespero, dando muito trabalho as duas opressoras.


A assistente da senhora Ornella segurava os braços de Rosalie com força, chegando a machucá-la. A senhora Ornella cortou a primeira mecha dos cabelos dourados. O som da tesoura ao primeiro corte fez Rosalie chorar ainda mais.


– Não... Não... – tossiu em meio ao choro. – Meus cabelos... Mamãe... – tossiu outra vez.


Do lado de fora da sala da senhora Ornella, o garotinho correu para perto da porta e ficou observando por entre uma brecha o desespero da garotinha por ver seus lindos cabelos dourados serem cortados contra sua vontade.


Ele não gostou de vê-la chorar, tampouco de ver os cabelos dourados caindo no chão de forma tão cruel. O garotinho não entendia, mas sentiu raiva das duas mulheres por estarem fazendo aquilo com a garotinha recém-chegada. Fechou as mãozinhas em punho lutando contra a vontade de entrar naquela sala e resgatá-la.


Depois de muito choro, os cabelos de Rosalie estavam cortados na altura dos ombros. Não tão bem cortado assim, afinal, Rosalie se debatera durante todo o processo. Embora a senhora Ornella não fosse uma cabelereira, tinha certa habilidade, por fazer isso sempre, nas crianças recém-chegadas, mas essa garotinha de cabelos dourados era jogo duro e não deu mole.


A pequena Rosalie sentou no chão e começou a pegar as mechas de seus cabelos dourados que ali estavam. Em meio ao choro, chamava pela mãe.


– Mamãe... – segurando as mechas e soluçando continuou. – Mamãe, meus cabelos...


A senhora Ornella olhou para Rosalie com desprezo, depois para sua assistente.


– Leve-a para vestir o uniforme! – ordenou.


Rosalie ergueu a cabeça para olhá-la e naquele momento os lindos olhos castanhos que outrora demonstrava medo, agora demonstrava puro ódio, tanto que a senhora Ornella não conseguiu sustentar o olhar, desviando o rosto.


Rosalie não compreendia, mas naquele momento ela acabara de descobrir o real significado da palavra ódio. A pequena de cabelos recém-cortados saiu daquela sala segurando sua mochila, depois de tê-la pego no chão junto com sua boneca de pano. O olhar fixo na senhora Ornella, intimidando-a.


O garotinho correu para se esconder tão logo se aproximaram da porta.


Rosalie descobriu logo depois que a assistente da senhora Ornella, que a segurou com força deixando marcas em seus braços, se chamava Joana.


Rosalie a seguiu até o dormitório feminino no piso superior. Lá havia apenas camas simples e uma cômoda para cada criança ao lado de sua respectiva cama.


Joana indicou para Rosalie qual seria sua cama dali em diante. Na cômoda retirou um uniforme e passou para Rosalie.


– Vista isso e depois dessa para jantar no refeitório juntos com as outras crianças. Não se atrase ou ficará sem jantar. Então, aprese-se! – avisou sem nenhum tipo de afeição, apenas informou ao se retirar, deixando à pequena Rosalie sozinha em um lugar totalmente estranho para ela.


Rosalie começou a se despir, devagar e sem choro, mas quando estava só de calcinha o choro veio à tona novamente. Chamou pela mãe, fungando.


– Mamãe... Mamãezinha... – se atrapalhou um pouco ao pôr o uniforme, uma vez que nunca havia feito isso sozinha, sua mãe ou até mesmo a babá a ajudava sempre que precisava.


Embaixo do colchão da cama que fora destinada a ela, Rosalie escondeu o medalhão e a fotografia de seus pais.


Saiu do dormitório feminino. No corredor encontrou outras crianças. Rosalie não sabia onde ficava o refeitório por isso decidiu segui-las.


O refeitório ficava no térreo, em um salão ao lado do prédio principal. Havia um corredor com uma cobertura por onde as crianças podiam ir, caso estivesse chovendo, e foi por lá que Rosalie passou seguindo as outras crianças.


Dentro do refeitório havia três grandes mesas com bancos igualmente grandes. Estava repleto de crianças, que pegavam a comida no balcão e seguiam para seus acentos.


A pequena Rosalie entrou na fila. Ao receber sua bandeja, fez careta, não gostando do que vira ali. Com o olhar varreu o salão em busca de um lugar vazio onde pudesse sentar.


Atravessou o salão com a cabeça erguida. Parecia uma mocinha, mas era apenas uma garotinha assustada, magoada e solitária.


Na mesa ao lado estava o garotinho que viu cortarem seus cabelos. Ele não tirava os olhos da direção onde Rosalie estava.


A senhora Ornella estava de pé em frente à porta do refeitório, com cara de poucos amigos. Este era o motivo de estarem todos em silêncio.


Depois do jantar todos foram para o dormitório. Meninos e meninas em dormitórios distintos.


Rosalie vestiu o pijama, que era igual ao das outras meninas. Deitou na cama, estranhou o colchão, pois diferente do de sua casa, esse era duro.


Assim que as luzes foram apagadas, Rosalie se encobriu inteira, com medo do escuro, uma vez que em sua casa, sua mãe sempre deixava uma luminária acesa para que a pequena se sentisse mais segura.


Com a mente vagando, ela chorou baixinho.


– Mamãe... Cortaram meus cabelos... – murmurou como se falasse com a mãe.


A pequena chorou praticamente a noite inteira, até que fora vencida pelo cansaço e acabou dormindo com lágrimas no rosto.



Notas finais
E aí meninas? O que acharam do primeiro capítulo? Pobre Rose ficou órfã e ainda teve seus lindos cabelos dourados cortados a força.
E o garotinho? Aposto que suspeitam? Sim?! Hahahahah
Quero dizer que os capítulos serão postados sempre nos mesmos dias dos capítulos de minha outra fic. A Quando o Amor Acontece
Digam-me o que acharam?
Vejo vocês nos reviews
beijo, beijo
Sill