Amor Amigo

21 Capítulo 21 - A Delicadeza do Amor


Notas iniciais
Capítulo dedicado a Catherine Jetene pela recomendação feita a fic. Fiquei super feliz com o que você escreveu amore :)) Obrigada do fundo do core.

Seis meses depois...


Há poucos dias Rosalie acabara de completar a trigésima primeira semana de gestação. Seu inicio de gestação não fora nada agradável, Rosalie sofrera com fortes enjoos matinais e tonturas frequentes. Teve anemia, porém esta fora estabilizada com a medicação necessária. Até então houve muitas idas e vindas ao hospital fora das datas previstas.


Emmett culpava-se a todo tempo, não suportava vê-la passar mal com tanta frequência. Mas eles não estavam sozinhos, recebiam apoio emocional tanto dos Cullen quanto dos Denali. Ambas as famílias estavam sempre por perto jamais deixando que sentissem sozinhos.


Esme e Emmett estavam sempre presentes em todas as consultas, nenhum dos dois quis abrir mão disso. Embora Esme e Carmen tenham se oferecido para redecorar o quarto de hospedes para o bebê que estava a caminho, Emmett bateu o pé negando ajuda de ambas às partes. Alegou que precisava fazer algo pelo filho para que pudesse sentir-se bem consigo mesmo.


Ele pagou com próprio dinheiro a decoração do quartinho do seu filho, e sentiu-se digno por isso. Já vinha aceitando muito dos outros, e isso não o agradava. Gostava mesmo era de adquirir as coisas com seu próprio esforço.


Kate Denali organizou um chá de bebê para Rosalie há cerca de vinte dias, o que sem duvida, acarretou em muitos presentinhos. Entretanto, Rosalie já tinha comprado todo o enxoval do bebê, os presentes só vieram acrescentar.


Fora somente na vigésima segunda semana de gestação que Rosalie ficou sabendo o sexo do bebê. Era um menino, segundo todos os exames, era um garotão forte e saudável. Emmett paralisou com os olhos marejados de lágrimas diante o monitor quando a doutora sinalizou na tela onde aparecia o pintinho do bebê. Rosalie, muito emocionada, não fazia outra coisa a não ser chorar. Para ela tudo naquele momento parecia ter se tornar ainda mais real.


Emocionado Emmett beijou a barriga da esposa assim que a doutora retirou o excesso do gel com um lencinho. No exato momento em que ele fez isso o bebê mexeu pela primeira vez, o movimento foi curto e suave, mas não passou despercebido pelo pai ansioso e coruja.


Rosalie não encontrou palavras que pudessem ser ditas, era pura emoção. Quando todos ficaram sabendo o sexo do bebê deram inicio a enxurrada de presentes. Esme vinha se mostrando uma avó coruja, enchia Rosalie de mimos e cuidados, sempre que estava com ela adorava acariciar a barriguinha que crescia a cada dia.


Alice ficou eufórica dando sugestões de nomes que parecia não ter fim. No entanto, Emmett já tinha um nome em mente, e sua esposa Rosalie concordou com a escolha. O ser pequenino que logo chegaria para encher aquela família de alegria, já tinha seu nome escolhido, se chamaria Noah Hale McCarty.


Devido todo mal estar que Rosalie vinha sentindo no início da gestação, Esme exigiu que se afastasse do emprego por tempo indeterminado. Outra jovem a substituiu, no começo Rosalie não ficou muito satisfeita, mas não teve outra opção.


Emmett continuava com seu emprego no Pub, que mantinha concorrência com o do seu antigo patrão. Quanto a Royce King, esse cumpria pena em regime semi-aberto.


Devido a gestação conturbada de Rosalie, na maioria das vezes Alice ficava com ela à noite. Quando ela não podia lhe fazer companhia, Rosalie ficava na mansão Cullen, pois Emmett chegava quase sempre por volta das quatro e meia, ou cinco da manhã. Muitas vezes Alice já saia do apartamento direto para o colégio.


Com tanto mal estar que vinha sentindo, Rosalie quase não frequentava as aulas, então acabou fechando a matricula. Em uma conversa com toda família foi decido que ela voltaria estudar assim que o bebê nascesse. Esme e Emmett cuidariam do bebê durante o período em que Rosalie estivesse no colégio. Ela resmungou, mas acabou aceitando.


[...]


Era mais uma tarde como outra qualquer, onde Emmett dormia após uma noite inteira trabalhando. Com a gestação Rosalie quase sempre aproveitava para tirar um cochilo à tarde ao lado de Emmett.


O relógio marcava quinze horas e trinta minutos. Rosalie vestia um shortinho jeans com cintura de elástico especial para gestantes. Na parte superior usava apenas um sutiã com estampas floral em tons pastel. Seus lindos cabelos dourados estavam espalhados pelo travesseiro. De olhos fechados ela acariciava sua barriguinha de sete meses, murmurando a velha canção de ninar que aprendera com Emmett, mesmo sem saber a letra eles sempre seguiam a melodia inesquecível.


Fazia cerca de uma hora que o pequeno Noah não parava de mexer, e isso estava deixando Rosalie um pouco desconfortável.


Emmett acordou e se permitiu observar, por alguns instantes, a cena tão linda, que era sua jovem esposa de olhos fechados acariciando seu ventre avantajado.


Emmett aproximou seu rosto do pescoço de Rosalie, depositando um beijo na pele clara e perfumada. Sussurrou próximo ao ouvido permitindo-a sentir seu hálito quente contra a pele sensível.


- Ele está mexendo muito?


- Aham... – sussurrou em resposta, levando uma das mãos ao rosto de Emmett acariciando a barba por fazer.


Emmett levou sua mão direita, espalmando sobre o ventre avantajado, acariciando de uma extremidade a outra. Inclinou-se depositando um beijo singelo na pele fina. Com os lábios próximos a barriga ele murmurou em um pedido.


- Ei bebê, não judia da mamãe não. Sossega um pouquinho. O papai sabe que você está ficando impaciente, o espaço aí está diminuindo não é garotão?! – voltou a beijar a barriga da esposa, porém sem interromper o carinho. Depois de alguns minutos Noah sossegou um pouco.


- Ele já te obedece – brincou Rosalie. – E gosta do som de sua voz, posso apostar que sim.


- Se continuar judiando a mamãe, nos vamos ter uma conversa muito séria quando você chegar. Teremos uma conversa de homem para homem – sussurrava próximo à barriga, em seguida se inclinou alcançando os lábios de Rosalie em um beijo apaixonado.


- Amor... – sussurrou Rosalie após o beijo.


Emmett estava distraído dedilhando o contorno dos seios dela – agora bem maiores –, próximo a borda do sutiã.


- Sim – disse ele em resposta, depositando um beijo no vão entre os seios. Rosalie suspirou sentindo o toque dos lábios quentes contra sua pele sensível, seu corpo reagindo ao toque com ansiedade e desejo.


- Tanya e Alice irão ao salão daqui a pouco. Você se incomoda se eu for com elas? – Emmett a encarou bem próximo ao rosto, com uma sobrancelha levemente erguida. – Eu só vou aparar as pontas dos cabelos, e, talvez aproveite para fazer as unhas – explicou.


Emmett segurou uma mecha dos cabelos dourados trazendo-a próximo ao seu nariz, aspirando o perfume.


- Eu amo os seus cabelos, Rose – confessou ele. – Nem vou pedir para não cortar muito porque sei que isso você jamais o faria. Ainda me lembro de quando o cortaram lá no instituto, e de como você ficou triste. Tenho ódio mortal da senhora Ornella até hoje por isso. Mas nada de fazer depilação nas mãos de homem, está ouvindo?! E nem adianta dizer que o carinha é gay porque não irei acreditar nisso. Pode ser apenas uma jogada de mestre para ficar próximo da mulherada. Você com essa barriguinha linda está terrivelmente sexy, amor – sussurrou próximo ao ouvido. – Não quero ninguém olhando o corpo da minha mulher.


- Seu bobo ciumento – murmurou ela, batendo levemente no braço forte de Emmett.


- Porque eu te amo, Rose. Você é muito importante pra mim. Ninguém sente ciúmes do que lhe é indiferente.


- Eu sei amor, e eu também te amo. E quer saber, não gosto nada de como a mulherada te olha, principalmente as piriguetes, em sua grande maioria, frequentadoras do Pub. E não fique dando brecha para nenhuma delas puxar papo, ok. Porque do contrario, eu te castigo. E você sabe como...


- Ah Rose, minha vida – disse ele, deslizando sua mão direita em um dos braços dela. – Eu sou tão apaixonado por você amor que mal percebo que existem outras mulheres no mundo. Tem noção do quanto me domina? Do quanto te desejo?! – sua mão desceu até a coxa direita de Rosalie apertando firme. – Você vai demorar pra voltar?


- Acho que não – respondeu ela, deslizando seus dedos finos por entre os fios curtos dos cabelos de Emmett. – Por quê?


- Estou louco para fazer amor com você. Percebe o poder que exerce sobre mim garota? Meu corpo inteiro reage quando encosta ao seu. Mas é possível que quando você voltar eu já tenha ido para o Pub – ele deslizava suas mãos nas coxas de Rosalie enquanto falava.


Sentindo sua pele formigar em resposta as carícias, mordendo o lábio inferior ela respondera.


- Podemos resolver isso quando você voltar...


- Quando eu voltar você estará dormindo amor. Eu não vou te acordar, não com essa barriguinha linda que muitas vezes não te deixa dormir. E a baixinha estará dormindo no quarto do nosso bebê. Aquela pestinha tem ouvidos biônicos – sorriu brincalhão.


- Não fala assim – resmungou Rosalie, sorrindo. – Você e o Edward implicam com ela, mas no fundo bem que a amam, e muito. Não sei a quem vocês tentam enganar.


- Ah, aquela baixinha sapeca é nossa caçulinha, né amor?!


O celular de Rosalie que estava sobre a mesinha de cabeceira, avisou da chegada de uma mensagem de texto. Era de Tanya, avisando que estavam a caminho. Rosalie fechou o aparelho, e colocou novamente sobre a mesinha. Emmett estendeu a mão pegando a câmera fotográfica que estava bem ao lado.


- O que vai fazer? – questionou ela.


- Vou tirar fotos suas com esse barrigão lindo.


- Mas você faz isso todos os dias desde que minha barriga começou a crescer – disse Rosalie, com um sorriso bobo. Olhou novamente em direção à mesinha de cabeceira, porém dessa vez, o objeto de busca era o porta-retratos onde havia uma foto de sua barriga já de sete meses que Emmett beijava, mantendo suas mãos uma de cada lado do ventre avantajado. – Essa é a minha favorita – confessou.


- É a minha também amor. Podíamos ampliá-la e colocá-la na parede do quartinho dele para que saiba que o amamos desde sempre – Emmett acariciava a barriga de Rosalie ao falar.


- É uma ótima ideia – concordou orgulhosa.


- Fica quietinha aí que eu já volto.


- Aonde você vai? Eu preciso me arrumar Emm, daqui a pouco as garotas estão na portaria me esperando.


- É rapidinho, aguenta aí – avisou a um passo da porta do banheiro.


Rosalie rolou os olhos imaginando o que ele poderia estar tramando. Não demorou muito, ele voltou segurando em uma das mãos um batom vermelho já sem tampa. Em seus lábios havia um sorriso travesso, revelando covinhas encantadoras e apaixonantes. Aproximou-se da cama indo de joelhos até Rosalie.


- O que vai fazer? – questionou, segurando a mão de Emmett que segurava o batom. Ele sorriu levando a mão delicada de sua esposa a altura de seus lábios, depositando um beijo.


- Vou escrever bem aqui – disse ele, fazendo carinho no ventre avantajado.


Rosalie sorriu, tocando a mão máscula que acariciava seu ventre. Então Emmett começou a escrever com o batom da própria Rosalie o nome de seu filho, Noah, um pouco abaixo do umbigo. Virou-se colocando o batom sobre a mesinha de cabeceira, pegando a câmera novamente.


- Ah, eu não consigo ver direito – resmungou Rosalie. – Preciso olhar em um espelho amor.


- Calma aí amor. Você já vai ver – disse Emmett, posicionando a câmera. – Agora sim – murmurou ao som do primeiro click fotográfico. Em seguida se inclinou beijando os lábios de Rosalie demoradamente. Logo depois retomou sua posição anterior, tirando fotos e mais fotos. – Eu te amo loirinha – declarou em meio aos flashes.


- Eu também te amo, seu bobo. Agora já chega me deixa ver como ficou – pediu estendendo as mãos.


Emmett lhe entregou a câmera e sentou-se ao lado para ver também. A cada fotografia que passava Rosalie rolava os olhos e sorria completamente orgulhosa do marido bobo e carinhoso que a vida lhe deu. Vez ou outra ele lhe acariciava os cabelos dourados.


- Ficaram lindas, amor – disse Rosalie olhando no fundo dos olhos de Emmett.


- Claro que sim. Como não ficaria?! Você é a barrigudinha mais linda desse mundo.


Rosalie colocou o a câmera sobre o colchão, levando ambas as suas mãos as bochechas de Emmett, apertando-as razoavelmente.


- Minha vida, meu garotão bobo – murmurou, roçando seu nariz ao dele em um beijinho de esquimó. – Agora me deixa ir, ainda tenho que me arrumar.


- Tem certeza de que quer mesmo ir? Não está se sentindo mal? E o bebê está mexendo muito?


- Está tudo bem Emm.


- Tudo bem então – disse ele ao sair da cama, estendendo a mão para ajudar Rosalie levantar. Ficou observando ela acariciar a barriguinha avantajada enquanto seguia em direção ao banheiro. – Você está tão linda – elogiou pegando a câmera que estava sobre a cama. Quando Rosalie virou para olhá-lo ele tirou mais uma fotografia.


- Bobo – murmurou ela, maneando a cabeça ao entrar no banheiro deixando a porta entreaberta.


Assim que ouviu o barulho do chuveiro, Emmett saiu do quarto indo em direção à cozinha. Ele usava apenas a cueca boxer vermelha. Abriu a geladeira, escolheu alguns de seus ingredientes favoritos para um sanduiche. Sobre o mármore da pia começou a prepará-lo. Serviu-se de um copo de Coca-Cola bem gelada em seguida sentou-se em um dos bancos altos em frente ao balcão. Deu sua primeira grande mordida no sanduiche, saboreando sua obra prima. Estava agora concentrado no lanche, em o quanto tinha ficado saboroso, ou talvez, fosse apenas sua fome que estava muita.


Alguns minutos depois Rosalie chegou à cozinha, seu perfume denunciando sua chegada. Emmett que estava de costas virou-se para olhá-la. Rosalie usava um vestido de cor creme, com uma fita abaixo dos seios que fazia um laço lateral. Seu comprimento era na altura dos joelhos. Nós pés usava sapatilhas, levando em consideração as semanas se gestação e suas dores nas pernas, o uso das sapatilhas eram mais adequados. Seus longos cabelos dourados estavam presos em uma belíssima trança lateral.


- Cada vez mais linda – elogio Emmett, seguido de uma piscadela. – O que eu faço com você, hein? – disse ele de forma divertida.


- Tenho algumas ideias em mente – respondeu, igualmente com uma piscadela, provocativa.


- Não brinca não... – sibilou Emmett, sendo interrompido pelo toque do interfone. Deixou o sanduiche no prato sobre o balcão e foi atender.


- Pronto – disse ele. – Certo ela já está descendo... – desligou, e ao olhar novamente para Rosalie a encontrou analisando seu sanduiche com curiosidade.


- O que tem aqui amor?


- Um monte de coisas que seu eu for falar vai levar alguns minutos – brincou. – O porteiro avisou que Tanya, Irina e Alice estão em frente ao prédio te esperando.


Rosalie arriscou-se a dar uma mordida no sanduiche. Emmett lhe estendeu o copo de Coca-Cola oferecendo um gole, ela meneou a cabeça negativamente, dispensando.


- Já estou descendo Emm. Te vejo mais tarde – avisou indo em direção a porta da cozinha.


- Espera um pouco, vou vestir uma roupa e te acompanho até o carro – avisou andando a passos largos se aproximando de Rosalie, que aproveitou a proximidade para limpar um pouco de ketchup no canto da boca dele em seguida lambeu o dedo.


- Não precisa Emm. Fica aqui e termina seu lanche. As garotas estão me esperando, não tem porque se preocupar.


Emmett segurou a mandíbula de Rosalie com apenas uma de suas mãos e a beijou nos lábios com amor e devoção.


- Qualquer coisa me liga – avisou após o beijo, agora afagando a barriga de Rosalie. – Cuida da mamãe bebê. E não chuta muito não hein. Tenha cuidado Rose – pediu um tanto preocupado.


Rosalie rolou os olhos, com aquela preocupação exagerada.


- Eu estou bem Emmett, e o nosso bebê também – tranquilizou, tocando a mão dele que acariciava sua barriga. – Tchau amor.


- Tchau – respondeu ao abrir a porta do hall de entrada para ela.


Rosalie seguiu em direção ao elevador, com um Emmett incerto observando-a se afastar. Enquanto as portas do elevador se fechavam ela acenou brevemente com a mão direta. Emmett a provocou fazendo um beicinho dramático, Rosalie inclinou a cabeça para trás gargalhando, em segundos ela já não o via mais.


Em frente ao prédio as três amigas estavam a sua espera. Tanya estava ao volante de um Mercedes-Benz Classe A A-160 Classic, Spirit Mec. Alice no banco do carona e Irina no banco traseiro. Assim que viu Rosalie se aproximar, Tanya saiu do veiculo para recebê-la, cumprimentando-a com um beijo no rosto e um afago na barriga avantajada.


- Como vai a futura mamãe e esse bebezinho, hein? Esse garotão tem se comportado bem? – brincou.


Rosalie sorriu.


- Hoje ele decidiu tirar o dia para chutar, mas até que agora está quietinho – ela afagava a barriga ao responder. – Acho que devo dizer, esteve muito serelepe, até parece que é realmente parente da Alice.


- Ah qual é – resmungou Alice, colocando a cabeça para fora do veículo. – Eu sou tia dele sim, e ele vai puxar a mim – disse ela, completamente orgulhosa.


Tanya e Rosalie gargalharam ao se encaminhar as respectivas portas do veículo.


Irina que estava no banco traseiro, abriu a porta para que Rosalie pudesse entrar. Devagar ela sentou-se colocando o cinto de segurança. Logo foi cumprimentada por Irina com um beijo na bochecha e mais um afago na barriga. Era irresistível para sua família e amigos vê-la e não acariciar aquela barriguinha tão linda.


- Emmett acabou de ligar no meu celular – disse Irina.


- Como assim? – questionou uma Rosalie surpresa. Tinha acabado de se despedir dele, não era possível que já estivesse preocupado.


- Disse para cuidarmos muito bem de você, e para não deixá-la sozinha em momento algum. Ou do contrario, teríamos que prestar contas com ele.


- Claro – murmurou Rosalie rolando os olhos. – Esse ursinho não tem jeito. Ele queria descer, com certeza era para falar isso, mas como eu disse que não era preciso ele falou por telefone enquanto eu descia. Que danado.


- É porque nós vamos te sequestrar Rose, e depois ligar pedindo o resgate – disse Alice sorrindo. – Esse Emmett viu, é um super protetor, e apaixonado que só vendo. Até parece que não vamos cuidar direitinho da nossa barrigudinha.


Ambas sorriram.


- Aposto que daqui a pouco ele liga outra vez – murmurou Tanya, girando a chave na ignição. – Acho tão lindo a forma como ele cuida e se preocupa com você, Rose. E eu que achava que amor assim fosse impossível de existir.


Ao lado de Rosalie, Irina resmungou.


- Quero alguém pelo qual eu possa me apaixonar assim.


- Eu já encontrei o meu faz tempo... – Alice zombou. – Mas acho que nosso amor é impossível. Papai não me deixa namorar oficialmente com o Jaz, então a gente vai dando uns beijinhos escondidos – sorriu travessa.


- Pingo de gente mais assanhada, nunca vi igual – implicou Tanya enquanto prestava atenção no transito.


- E o Hanry, Tanya? – perguntou Rosalie.


- Viajou ontem para ver os avós, mas logo está de volta. Detesto quando ele vai para Paris sem mim. Tenho certeza de que a avó dele, a tal de Desireé, fica jogando as francesinhas sem sal pra cima do meu homem. Velha dos infernos.


- E daí que a avó do Hanry quer que ele case com uma francesa, ele gosta mesmo é de você. Dane-se a opinião da velha – disse Irina. – Quer saber, vocês é que tem sorte. Todas são correspondidas. Olha o meu caso, fui me apaixonar por um cara que nem nota a minha existência.


- Isso é só questão de tempo Irina. Você é linda, duvido que ele não tenha te notado ainda – disse Rosalie.


- Esse cara é um imbecil se não te notar – resmungou Tanya.


- Quem é o idiota? Sim, porque para não te notar é porque no mínimo o cara é muito idiota – reclamou Alice. – Ou ele é gay. Aí minha filha desista, parte pra outra, porque desse mato não sai cachorro.


- Vocês não o conhecem. Quem sabe se der certo, um dia eu o apresente a vocês.


- Até lá ficamos todas curiosas – reclamou Rosalie.


- Deixa comigo Rose – avisou Tanya. – Logo eu descubro quem é o príncipe encantado da Irina e te conto.


- Ei eu estou ouvindo isso. Na verdade, estou começando a achar que ele é um sapo, mas vai que eu beijo e ele vira príncipe. Ou eu viro uma sapinha também. Será que a tinha Carmen e o tio Eleazar ainda iriam gostar de mim mesmo sendo uma sapinha? Oh dó.


- Eca – resmungou uma Alice com cara de nojo.


Ambas sorriram a caminho do salão de beleza, enquanto Irina lembrava-se do seu, talvez, não tão príncipe assim.



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Notas finais
Emmett está todo cuidadoso com os dois amores de sua vida, ai, ai, esse ursinho viu u_u só love ♥

Entonces, hahahahahaha ai, ai, o que acharam do capítulo?

Espero vê-las (os) nos reviews :)

Beijo, beijo

Sill