American Movie

14 This can't happen again


Notas iniciais
HEEEEEEY, BITCHES!!! ♥♥ I'm baaaack ♥ Sim, eu estou postando um capítulo em uma quinta-feira, sendo que faz só uma semana que eu atualizei. Sou legal pacas, fala ai... Tá, parei. Obrigada a: - Emy - Ronny - Uma Direção - lauralynchy - divademi22 - Letícia Merlo - CqC - Invisible Girl - Shamara Lynch - dreamer - Steacy - Little Secret - Raura - Duda Granger Lee Lynch - veronica lynch Eu amo vocês e sei que vocês vão amar o capítulo, porque é cheio de pegação ;)

– Ér, desculpa pelo meu pai. Ele é assim mesmo.

– Está tudo bem, relaxa. Agora me conta... Por que brigaram?

– Bem, eu pedi a ele para que me deixasse ligar para minha mãe. Sabe, já é dia 23 e ela não me ligou. Estou preocupada.

– Hm, eu imagino. Bom, se quiser ligar do meu celular... – ofereceu, se achando por ter um celular.

– Você é um babaca, Austin Moon.

– E você é linda, Allycia Dawson.

POV Ally

Senti minhas bochechas queimarem, mas nada disse. Desviei o olhar e mergulhei. Toquei meus pés na parede, impulsionando-me. Austin apareceu ao meu lado e sorriu, sapeca.

Então, é guerra.

Começamos uma pequena competição. Sim, uma corrida. Eu, obviamente, ganhei. Digamos que o loiro não vai muito à piscinas, então...

– Não vale, você saiu primeiro — reclamou, fingindo estar bravo.

Ri fraco e tentei controlar minha respiração.

Mayra, minha empregada, apareceu na piscina, carregando consigo uma bandeja, onde havia dois copos de suco.

– Deixarei sobre a mesa, tudo bem, Senhorita Allycia? Ah, olá, Austin.

– Oi, tia! — cumprimentou Austin, animado.

– Não há problema algum, Mayra! Obrigada — agradeci.

– Com licença.

Mayra saiu da piscina, deixando-me sozinha novamente com o loiro, que pegou seu suco.

Eu fiquei muito contente em saber que Austin aceitou minha proposta e veio até minha casa. Eu queria tê-lo chamado antes para vir, mas temi que ele recusasse.

– Allycia?

– Ahn?

– Por que você tá me olhando assim? — perguntou, franzindo o cenho.

Ri fraco, mudando meu foco.

– Desculpe-me.

– Tudo bem, — ele riu — eu sei que fico muito gostoso nessa sunga.

Revirei os olhos, fazendo-o rir mais.

– Quero uma revanche. Ida e volta três vezes. Vale-tudo — anunciou — E dessa vez, quem perder paga algo.

– Tudo bem — aceitei, convencida — Se eu ganhar, você terá de convencer meu pai a me deixar ligar para minha mãe. Está pronto pra perder? — indaguei, tocando a parede com meus pés.

– Calma... — pediu — Não vai nem perguntar o que eu vou querer se eu ganhar? — perguntou, convencido.

– Não, porque você vai perder — afirmei.

E a largada foi dada.

Cheguei ao final da primeira volta primeiro. Austin estava bem atrás de mim. Oh, isso seria bom.

Cheguei primeiro na segunda, porém Austin já estava bem perto. Não, ele não pode virar o jogo.

Quando faltava apenas a volta da terceira vez para eu ganhar o jogo, Austin me segurou, impedindo-me de seguir. Ele se colocou na minha frente e segurou minha cintura.

– Isso não vale! — gritei, revoltada.

– Vale-tudo, meu amor.

Então Austin se jogou, de costas para a borda, tocando-a.

– Ganhei — anunciou vitorioso.

Bufei, brava.

– O que vai querer? — minha voz saiu como se eu estivesse indiferente à sua resposta, mas, na verdade, eu estava morrendo de medo.

– Eu quero um beijo.

Neguei subitamente.

– Não. Isso não vale.

Austin se aproximou, enroscando seus braços me minha cintura.

– Por que não vale? — sua voz saiu um pouco magoada, mas eu não me deixei levar.

– Porque somos amigos, Austin. Foi errado da primeira vez e combinamos que não aconteceria de novo.

Ele suspirou, empurrando-me gentilmente contra a borda da piscina.

– E se eu te disser que não acho que foi errado da primeira vez?

– Eu te direi que prometemos que não repetiríamos e que somos amigos — ri fraco, sentindo seus dedos acariciarem minha cintura, por baixo da água.

– E se eu te disser que quero que aconteça de novo? — perguntou, colando nossas testas. Suspirei.

– Então te direi que somos amigos.

Ela sorriu, quase tocando nossos lábios.

– E se eu te disser que não sei se quero mais ser só seu amigo?

Estremeci, fechando meus olhos com força.

Não, não e não. Isso não pode acontecer.

Austin é meu único amigo. Meu único confidente. Meu único porto seguro. Não posso arriscar perdê-lo! E imagina quando meu pai descobrir que tudo não se passa de uma mentira?

Isso definitivamente não pode acontecer de novo.

Afastei-o, com cuidado.

– Desculpe-me, Austin, mas isso não acontecerá novamente.

Apesar de afastá-lo, ainda estávamos próximos. Conseguíamos sentir a respiração um do outro. Isso para mim era perto o suficiente.

– Precisamos parar de negar que sentimos algo um pelo outro — comentou, roçando sua boca na minha.

– Eu não sinto nada por... — sussurrei, atordoada, mas ele me interrompeu.

– Mas eu sinto.

Senti sua boca tocar a minha por completo, em um selinho demorado. Mesmo sendo apenas um toque, pude sentir o gosto de seu beijo misturado com a saudade de seus lábios nos meus.

Nossa, isso foi tão clichê.

Sua língua tocou meu lábio inferior e eu me entreguei. Passei meus braços ao redor de seu pescoço, sentindo sua língua se entrelaçar a minha.

Estávamos nos beijando novamente.

Isso é tão errado!

Acariciei seu cabelo, inclinando minhas costas para trás. Deitei minha cabeça na borda da piscina, separando nossos lábios.

Austin levou suas mãos até minhas costas, enquanto mordiscava meu pescoço.

Eu estava tomada pelo desejo. Eu precisava parar, mas já não comandava mais meu corpo.

Seu lábio tocou o meu novamente, fazendo-me levantar a cabeça. Enrosquei minhas pernas em suas costas, ficando em seu colo. Sua mão foi até minha bunda, acredito que para me dar apoio, já que estava pendurada nele.

E o beijo passou de lento para agitado.

Eu já não acariciava seu cabelo, eu o puxava. Austin já não beijava mais meu pescoço, mordia-o.

Estávamos... Necessitados? Céus, a quem eu estou tentando enganar? Estávamos excitados, simples assim.

Sua mão deslizou pelas minhas costas, novamente, e eu senti a parte de cima de meu biquíni ser solta. Separei nossos lábios, por uns simples milésio de segundo, tomando ar.

– Austin... Temos que parar.

– Eu não consigo parar — admitiu, mordendo meu pescoço — Eu não quero parar.

Gemi baixinho, apertando seus ombros. Joguei a cabeça parar trás, tomada pelo desejo.

Eu preciso parar! Estamos indo longe demais, Céus!

– Não — soltei ofegante, saindo de seu colo.

Afastei-me, tomando uma distância considerável entre nós. Levei minha mão até minhas costas, amarrando — ou tentando amarrar — o nó do biquíni.

Estávamos ambos ofegantes.

– Eu acho que devo ir embora, não é? — perguntou, parecendo envergonhado, olhando para o fundo da piscina.

Meneei a cabeça em negação.

– Precisamos conversar, Austin.

POV Austin

Eu estava louco.

Sim, eu estava louco por Allycia Dawson, a garota riquinha e mimadinha, que eu, há alguns dias, odiava.

Eu só... A quero tanto.

Allycia chamou Mayra e pediu que trouxesse-nos toalhas. Depois, fui ao quarto de hóspedes banhar-me, enquanto Allycia fazia o mesmo, em seu banheiro.

Terminei meu banho rapidamente. Estava curioso para saber sobre o que Allycia queria conversar. Ela se afastará de mim?

Não. Isso não pode acontecer.

– Austin, como estava a piscina? — perguntou Lester, interessado.

– Estava ótima, sr. Dawson — ri, meio maliciosamente. Estava realmente ótima.

– Austin, você sabe que temos câmeras na piscina, não sabe? — perguntou, rindo. Senti meu rosto enrubescer – Não fique acanhado, garoto. Sei que gosta da minha filha e eu gosto de você por isso.

"Não, não é por isso". Pensei.

– Obrigado, Sr. Dawson. Agora se me dá licença, Allycia me aguarda.

Ele sorriu, mas antes que eu pudesse entrar no quarto da garota, avisou:

– Meus sócios virão para cá essa noite e usarão o quarto de hóspedes. Não se importa em dormir com a Ally, importa-se?

– Não, senhor.

– Quer o quarto 06? — perguntou, rindo.

– Não será necessário — afirmei — Não essa noite, obrigado.

Bati na porta.

– Entre — ouvi baixinho.

Entrei no quarto, encontrando Allycia sentada na cama, um pouco corada. Ela vestia um simples pijama de seda azul. Sentei-me em sua cama, próximo ao seu pé.

– Já vou avisando que se for pedir para nos afastarmos, pode parar, porque eu não farei isso — afirmei.

Ela sorriu, olhando para o edredom estendido sob ela.

– Não pedirei para que se afaste. Eu não quero que se afaste.

Sorrimos um para o outro, envergonhados. Deus, por que tínhamos que ser tão complicados?!

– Mas acho que temos que aprender a nos controlar — ela pareceu se recompor — Aquilo não pode acontecer novamente. Austin, nós... Se eu não tivesse parado aquilo, nós teríamos... — ela desviou o olhar, corando.

– Sim, nós fomos longe demais — reconheci, apesar de ter consciência de que queria ir até o fim daquilo.

– Eu e você... — ela suspirou, e corrigiu — Nós não vamos nos afastar, nem fingir que o outro não existe, nem nos evitarmos, mas temos que aprender a controlar nossos hormônios. Eu admito que um beijo também não nos fará mal algum — suas bochechas ficaram avermelhadas — Não que eu queira, porque eu... Ah, foda-se, isso não importa. O ponto é: Temos que nos controlar, para que o que quase aconteceu não aconteça.

Assenti, concordando.

– Tudo bem, prometo que tentarei controlar-me.

Ficamos alguns segundo em silêncio, sem saber o que dizer exatamente.

– Eu vou, ahn, dormir com você hoje, tudo bem? Seu pai que pediu...

– Ah, sim, claro. Sem problemas — ela sorriu de canto, dando-me espaço para que eu me deitasse ao seu lado.

Deitei-me, então, cobrindo-nos com o grosso tecido do edredom.

– Vamos dormir, pequena? Estou com sono...

Ela sorriu, deitando a cabeça em meu peito. A envolvi em meus braços.

– Por que você me chama de pequena, mas não me chama de Ally? — perguntou, curiosa, sem se levantar.

– Porque todos te chamam de "Ally", ficaria sem graça. Já de "pequena", só eu posso te chamar.

Tá, não era bem por isso. Eu não sei, na verdade, o motivo. Não a chamo de "Ally", pois apelidos significam intimidade, mas se usarmos essa lógica "pequena" é muito mais íntimo...

Ela, porém, pareceu satisfeita com minha resposta, pois sorriu docemente, envolvendo meu tronco com seus braços.

I'm thinkin' bout how
People fall in love in mysterious ways
Maybe just the touch of a hand
Me, I fall in love with you every single day
I just wanna tell you I am

So honey now
Take me into your lovin' arms
Kiss me under the light of a thousand stars
Place your head on my beating heart
I'm thinking out loud
Maybe we found love right where we are



Notas finais
Link: http://www.vagalume.com.br/ed-sheeran/thinking-out-loud.html#ixzz3St8OFkSn Gif de: http://25.media.tumblr.com/be2dd198a3c9da687856eac336fd45d8/tumblr_moczxuMrTO1rbq22qo1_500.gif Gif perfeito pro momento, né? Eu sei =3 Comentem, tá bom? Se não comentarem, não continuo, olha que lindo! Mentira, mas comentem! Ah, mas sem comentários, eu vou demorar pra continuar, tô avisando. Se tem uma coisa que eu tô aprendendo em Administração é que tudo na vida tem seu preço. Ah, e que tempo é dinheiro. Portanto, comentem, não custa nada. Eu comento todas as fanfics que leio e minha mão nunca caiu ;) Eu editei o capítulo (23:48 - horário do Brasil), porque eu reli e encontrei alguns errinhos, então agora espero que esteja tudo certo. Qualquer coisa, avisem, por favor. Hehehe, capítulo com 1690 palavras... Huehuehue, parei.