Notas iniciais
Desculpa. Sorry. Excuse. Entschuldigung. 辩解. Excusa. δικαιολογία. Excuse. 言い訳. оправдание. E mais uma vez, desculpa. Era para eu ter postado ontem, porém me fiz de cobaia e acabei não escrevendo o capítulo todo e fui vencido pelo sono. Mas here I am. Seguinte, quando chegar no dueto, realmente escute a música, porque fica muito legal: http://letras.mus.br/clean-bandit/rather-be/traducao.html. E o que eu escrevi em baixo, é o que acontece no trecho de cima da música. ;) Boa leitura.

Na segunda feira, Blaine havia acordado muito bem. Muito bem mesmo, porque um dos motivos do moreno despertar foram os selinhos de Kurt em seus lábios. Blaine levantou e se arrumou duas horas antes deles irem realmente para escola, porque decidiram que iriam juntos para a universidade e que Kurt ainda precisaria se arrumar em casa.

Houve uma leve discussão de Rachel, Finn e Kurt, porque os dois estavam preocupados com o castanho e achavam que mereciam notícias sobre ele durante a noite passada. Kurt deixou o americano em seu quarto, enquanto iria tomar banho. Quando Kurt saiu, viu que Blaine havia caído no sono. Mas o que o castanho não havia visto, foi que um dos olhos do moreno estava aberto para olha-lo enquanto ele se trocava.

[...]

Depois que se passou a semana, que poderia ser facilmente rotulada como agitada; pelo menos na escola, porque com o mais novo e confuso casal de Londres, tudo ia ás mil maravilhas.

Blaine estava em casa pensando no que poderia fazer no final de semana. O moreno sabia que os amigos estariam ocupados. Blaine também não conhecia ninguém, além de Kurt, então o moreno resolveu que iria fazer um tour pela cidade e visitar lugares diferentes.

Blaine se levantou do sofá azul e foi direto para a dispensa. Lá, o moreno pegou a cesta de piquenique, pães, algumas geleias e pasta de amendoim. Blaine também recolheu algumas frutas. O moreno separou alguns utensílios, como copos, pratos e talheres e pensou em pegar alguns pães doces, queijo, uva e vinho no caminho para a casa de Kurt.

Então, quando boa parte das coisas estavam prontas, Blaine pegou o celular no bolso e digitou uma mensagem para o londrino.

“Bom dia, querido. Está ocupado? – B”

Depois de um curto tempo, recebeu a resposta.

“Não. Na verdade, pensei que poderíamos fazer alguma coisa a noite. O que acha? — K”

Automaticamente Blaine ligou os pontos e viu que Kurt estaria livre pelo resto do dia, então mandou mais uma mensagem.

“Então coloque uma roupa confortável e casual. Estarei passando em sua casa em meia hora. – B”

Como havia tomado banho depois de ter despertado, o moreno apenas jogou uma água no corpo, trocou de roupa e deixou o cabelo com uma pequena quantidade gel. Depois de uma busca, que poderia ser julgada como intensa, Blaine finalmente havia achado a toalha quadriculada de vermelho e branco. Ser cavalheiro e clichê eram os lemas da vida de Blaine. Depois de pegar a cesta, os óculos de sol, carteira e chaves, Blaine saiu pela porta principal e caminhando para o carro na garagem. Depois de algumas quadras, o moreno havia parado em um pequeno mercado e recolheu alguns itens, os pagou e se dirigiu para a casa de Kurt.

[...]

– Rachel, e-eu vou sair. – Kurt pulava de um lado para o outro da casa, tentando encaixar o sapato. – Não sei que horas... Volto, mas se não voltar ou for demorar muito, ligarei. – Disse o castanho aparecendo no batente da cortina, colocando um relógio.

– Ótimo, Finn e eu gostamos assim. – Disse Rachel trocando os canais da TV, sem tirar os olhos da mesma. A morena se achava mãe de Kurt.

– Enfim, Blaine vai chegar a qualquer hora- — O celular do castanho começou a tocar. – Viu? Já é ele. – Kurt apressadamente pegou suas chaves, sua carteira e seu celular. O castanho foi até a amiga e deu um beijo na bochecha. – Tchau, Rach. Até mais tarde. – E assim a porta do apartamento rolou e bateu com força, com um rapaz saindo avoado dela.

O castanho desceu as escadas, atravessou o saguão, passou pelas portas da entrada e já foi entrando no carro de Blaine, que sempre ficava estacionado em frente a porta do prédio. O moreno que o aguardava com um dos braços sob o volante e um sorriso encantador, tirou o braço e tratou de colocar as duas mãos nas duas bochechas de Kurt, assim que o castanho entrara. Kurt ficou surpreso de momento, mas logo correspondeu ao beijo, colocando levemente a mão na cintura de Blaine. Depois de ficarem sem folego e com os lábios vermelhos, Kurt resolveu perguntar.

– Aonde vamos? – Perguntou o castanho segurando as mãos de Blaine.

– Você é quem sabe. Mas eu realmente gostaria de ir a um parque...

– Podemos ir ao ... – O castanho mordeu um lado dos lábios e pensou sobre todos os parques de Londres. – Ao Hyde Park! É um dos melhores.

– É, você me conhece... – Disse o moreno ligando o carro.

– Como assim? – O castanho que já colocava o cinto.

– Nós iriamos para esse de qualquer forma. – Disse Blaine saindo da vaga.

– Você é um idiota mesmo. – Kurt gargalhou e começou a prestar atenção no caminho, para poder guiar Blaine.

[...]

Quando os dois chegaram ás redondezas do parque, Blaine deixou o carro estacionado em um estacionamento perto da entrada do parque. Os dois caminharam de mãos dadas até adentrar o espaço. O casal andou em silêncio, enquanto observavam os pássaros e arvores. Blaine estava com a cesta na mão, e a outra segurando a de Kurt. Os dois chegaram até uma grande arvore velha.

– Aqui está bom? – Perguntou o moreno.

– Está perfeito – Respondeu Kurt.

O moreno deixou a cesta no chão e pegou a toalha que estava abaixo da alça, pegou duas pontas e deu as outras duas para Kurt, onde os dois lançaram a toalha para cima e depois cuidadosamente a guiaram para o chão. Quando a tolha foi posta, Blaine automaticamente deitou sobre ela e ficou sentindo o tecido bloqueando a grama, para que ela não chegasse ao seu rosto.

– Já gostei desse lugar. – Disse Blaine com uma voz engraçada devido a bochecha estar sendo amassada pelo chão. Kurt apenas gargalhou.

O castanho se sentou, encostando as costas na arvore.

– Venha aqui. – Kurt indicou o seu colo, dando duas batidas no mesmo. Blaine se levantou o suficiente para engatinhar e deixar a cabeça sobre as pernas do inglês. Kurt por costume começou a mexer no cabelo de Blaine. Kurt ficou mexendo no cabelo do mais novo, até que sentiu que não havia tomado café e que seu estomago estava faminto.

Enquanto Blaine estava de olhos fechados, apenas sentindo aquela brisa do vento e as luzes do sol que estavam sob a superfície de sua pele, Kurt abriu a cesta e veio com um dos menores cachos de uva até os lábios de Blaine. Sem estranhar, o moreno abriu a boca e deixou a uva passear pela sua boca.

– Isso é bom... – Disse o moreno ainda de olhos fechados e com as duas mãos repousadas sob o peito. Kurt aproveitou e deixou mais uma uva pairar sob os lábios avermelhados.

Blaine de supetão levantou e beijou Kurt nos lábios. Os dois faziam uma mistura de morango, do hálito de Kurt, com uva. Kurt aproveitava cada centímetro que era liberado e Blaine colocou a mão no maxilar do moreno para aprofundar mais o beijo. Os dois ficaram embaixo da grande arvore enquanto alguns casais passavam, algumas crianças brincavam com seus cachorros e ninguém parecia os tratar diferente.

[...]

Em meio a brincadeiras e carícias, boa parte da comida havia sido ingerida, mas o resto acabou voltando para a cesta. Agora Kurt estava com a cabeça no peito de Blaine e o moreno tinha as duas mãos atrás das cabeças.

Blaine:
We're a thousand miles from comfort, we have traveled land and sea
But as long as you are with me, there's no place I rather be

Kurt se voltou para o moreno com um sorriso enorme. Ele conhecia e adorava essa música que o moreno cantarolava sem intenção alguma.

Blaine e Kurt:
I would wait forever, exulted in the scene
As long as I am with you, my heart continues to beat

Como se tivesse sido programado, o casal se levantou sorrindo e cantando, recolheu a toalha e cesta e saíram correndo de mãos dadas pelo parque. Eles precisavam daquilo.

Blaine e Kurt:
With every step we take, Kyoto to The Bay
Strolling so casually
We're different and the same, gave you another name
Switch up the batteries

Os dois começaram a andar de mãos dadas, mas não como pessoas normais, mas como as duas pessoas felizes do mundo, que saltavam e faziam as pontas dos calcanhares se juntarem. Blaine rodava Kurt, que se sentia uma verdadeira princesa, mesmo não sendo e nem gostando de ser tratada como uma, mas ele gostava da sensação de leveza. Até que o castanho juntou as duas mãos com as de Blaine e começam a girar no meio do caminho de terra do parque, como se estivessem apenas os dois, mas com aqueles sorrisos nos rostos, não poderia haver outra pessoa que os fizessem mais felizes.

Blaine e Kurt:
If you gave me a chance I would take it
It's a shot in the dark but I'll make it
Know with all of your heart, you can't shame me
When I am with you, there's no place I rather be

Kurt e Blaine agora se encontravam na parte de cima de um ônibus de dois andares. Os dois haviam deixado a cesta e seus outros pertences no carro, eles estavam indo ver a cidade. Brincar com velhinhos e turistas em cima de um ônibus de dois andares era o que os dois estavam fazendo. Kurt e Blaine apontaram os microfones invisíveis para os passageiros do ônibus, que cantaram juntos e ainda se levantaram para o tal feito.

Passageiros:
N-n-n-no, no, no, no place I rather be
N-n-n-no, no, no, no place I rather be
N-n-n-no, no, no, no place I rather be

Kurt fez com que um velhinho mal-humorado cantasse e dançasse.

Blaine e Kurt:
We staked out on a mission to find our inner peace
Make it everlasting so nothing's incomplete
It's easy being with you, sacred simplicity
As long as we're together, there's no place I rather be

O ônibus havia os deixado no gramado atrás do Big Bang, onde os dois acabaram comprando sorvetes de casquinha e continuaram cantando. Havia vários turistas, um vendedor de flores e um homem que fazia enormes bolhas de sabão.

Blaine e Kurt:
With every step we take, Kyoto to The Bay
Strolling so casually
We're different and the same, gave you another name
Switch up the batteries

Os dois acabaram encontrando um grupo de violinistas sentados e ensaiando, que quando os viram cantando, os acompanharam com seus instrumentos, enquanto o casal cantava e interpretava uma valsa no meio do gramado.

Blaine e Kurt:
If you gave me a chance I would take it
It's a shot in the dark but I'll make it
Know with all of your heart, you can't shame me
When I am with you, there's no place I rather be

Os dois agora estavam dentro de um compartimento no Big Eye, onde assim como no ônibus, conseguiram contagiar as outras pessoas.

Passageiros do Big Eye:
N-n-n-no, no, no, no place I rather be
N-n-n-no, no, no, no place I rather be
N-n-n-no, no, no, no place I rather be

Kurt foi pego de surpresa pela cintura e quando foi girado, ficou frente a frente com Blaine. Kurt só soube encarar aqueles olhos cor-de-avelã e os lábios avermelhados e dizer as próximas palavras como a maior verdade da sua vida e absurdamente perto dos lábios do moreno.

Kurt:
When I am with you, there's no place I rather be

Para um final perfeito, os dois foram se aproximando até que Kurt tinha os braços envoltos do pescoço do moreno e Blaine as mãos na cintura de Kurt, mas com todo o drama de beija-lo e deixa-lo se.

Como em um filme, todos os que estavam em volta, os aplaudiram. Com o fim do beijo, eles se separaram e sorriram para as pessoas. Kurt segurava o braço de Blaine e escondia a bochecha atrás do braço de Blaine.

[...]

Depois de um dia agitado, o casal voltou para o Hyde Park de ônibus para pegar o carro de Blaine e talvez estender a noite.

– Hoje foi incrível! – Garantiu Kurt enquanto os dois caminhavam. Kurt segura o antebraço de Blaine.

– Com toda certeza! Creio que nada poderia ter estragado o dia de hoje. – Assim que Blaine fechou a boca, Kurt tropeçou em uma pedra que não havia visto. O castanho acabou ficando de joelhos e com as duas mãos no chão. – Kurt! – Blaine se abaixou para ajuda-lo. – Está tudo bem? – Perguntou enquanto segurava o cotovelo de Kurt, para o castanho se levantar.

– S-sim, apenas ralei as mãos e devo ficar com marcas roxas nos joelhos, mas só isso. Nada de demais. Vamos. – Kurt voltou a andar como se nada tivesse acontecido, mas logo teve os pés retirados do chão por Blaine. – Bla... O que diabos você está fazendo? — Kurt disse no colo do moreno.

– Carregando um grave ferido. – Disse Blaine entrando no estacionamento.

– Eu não estou gravemente ferido. – Kurt agora tinha os braços cruzados e uma das sobrancelhas levantadas.

– Sim, você está. – Blaine tomou aquilo como uma brincadeira, aonde Kurt iria, querendo ou não, participar. Depois de algum tempo o castanho compreendeu.

– Oh sim, estou gravemente ferido. Me leve, preciso de cuidados. – Disse Kurt com uma mão na testa. – Seja meu médico, doutor Blaine. – Completou o castanho em pensamentos.

Blaine pegou a chave que estava no limpador do para-brisa, apertou o botão do alarme, destravando as portas, abriu a porta e colocou o castanho cuidadosamente no banco do carro. Blaine deu a volta no carro e entrou.

– Sua carruagem-barra-ambulância está saindo, senhor. – Disse Blaine colocando o cinto e ligando o carro.

– Por favor, essa dor está demais. Não estou aquentando. Corra Blaine, corra! – Kurt fingia se contorcer dentro do carro.

Run, Blaine run. Blaine run. – Cantarolou o moreno enquanto seguia com o carro para a saída. Blaine pagou ao homem do estacionamento e a barra foi erguida para que o carro saísse. – Minha casa ou sua casa? – Perguntou o moreno enquanto virava o volante, entrando na avenida.

– Hospital! – Kurt acabou gargalhando e foi acompanhado de Blaine. – Minha casa. – Respondeu o castanho. Blaine tentou esconder o desapontamento. – Droga.

– O que foi? – Perguntou Blaine olhando ligeiramente para Kurt, mas logo voltando para a estrada.

– Vou ficar com essa maldita música na cabeça. – Blaine riu e voltou a cantar.

So run, Blaine run, Blaine run! Daddy please don't, it wasn't his fault, he means so much to me.

– Por favor, não canta essa música se a Rachel estiver em casa.

– Por quê? – Blaine sorria porque seria convidado para entrar na casa de Kurt.

– Nem queira saber...

[...]

Blaine deixou o carro na rua e subiu com Kurt para o apartamento do inglês. Lá, Blaine acabou cuidando dos machucados de Kurt.

– Prometa mais uma vez. – Disse Kurt segurando as mãos e Blaine sentando em um banco baixo na sua frente.

– Eu, Blaine Anderson, prometo que o remédio não causará dores em Kurt Hummel. Posso passar antes que infeccione? – Perguntou o moreno.

– Ok... – Respondeu Kurt e mostrou as mãos com um pouco de certeza. Quando o plástico que aplica o remédio tocou as mãos do castanho, ele fechou os olhos, mas logo os abriu. – Isso nem doí. Quando eu era pequeno, isso era um terror.

– Eu disse. – Falou Blaine sorrindo para Kurt. – Esperava isso de mim, não de você. – Kurt sorriu e resolveu ignorar.

– Aquilo ardia mais que o inferno. Lembro que meu pai me ensinava a andar de bicicleta com um desses no bolso, mas ficava o tempo todo com as mãos nos bolsos para esconder de mim. Quando eu caia, ele corria para dentro de casa e em menos de um segundo voltava e me dizia que todo pai rápido e preocupado corria para pegar o remédio para não infeccionar. – Kurt olhava para o nada e se lembrava da velha infância. – E por guardar isso no bolso, penso que ele era o melhor pai de todos. – Kurt sorriu.

– Só por isso? Porque achar que seu pai é o melhor do mundo só por guardar remédios no bolso, é estranho. – Comentou Blaine e depois riu.

– Oh sim, claro que há outros motivos, mas esse é um dentre vários. – Sorriu Kurt. Blaine sorriu de volta e soltou as mãos de Kurt.

– Pronto. – Disse fechando a tampa do remédio.

– Obrigado. Agora vou cuidar dos joelhos. – Disse Kurt se levantando.

– Vá colocar um short, que eu passo a pomada em você. – O moreno disse ao se sentar no sofá. Kurt assentiu e abriu as cortinas para entrar no quarto. Depois de alguns minutos, Kurt voltou em seu pijama. Blaine tentou mais do que tudo não abrir a boca para o que via. Kurt estava apenas de cueca e camiseta. – Achei que teria vergonha de ficar só de cuecas para mim. – Blaine tinha um sorriso sacana no rosto.

– I-isso não é uma cueca... É um short... – Explicou Kurt olhando para as pernas de fora.

– Ahn... O-ok. – Blaine corou muito forte. – Imagino que para achar a barra da cueca não esteja muito longe. – Pensou o moreno. – Onde está a pomada? – Perguntou Blaine coçando a cabeça. Kurt se virou e foi buscar no banheiro. – Puta merda.

– Aqui. – Kurt entregou e se sentou onde Blaine estava antes. Cuidadosamente o moreno deixou um pouco cair sobre os dedos e passou sobre a região da pele de Kurt. Quando terminou, recebeu um agrado. Kurt selou os próprios lábios com os de Blaine. – Obrigado, querido. – Kurt voltou para o banheiro com a pomada que havia recolhido.

Puta merda, Kurt!

Blaine?

– Delícia. Q-quero dizer, s-sim?

– Você poderia dormir aqui hoje? Mesmo que eu não tenha ficado tão doente quanto você. – Kurt agora falava do quarto. – Queria que passasse a noite aqui.

– C-claro... – Gaguejou o moreno. — Espero que isso não leve onde eu estou pensando.

Kurt voltou do quarto com uma de suas cobertas. Kurt se sentou onde estava quando Blaine passou a pomada e tirou cuidadosamente os sapatos de Blaine e colocou as pernas do moreno em cima do sofá.

– Que tal um filme? – Perguntou Kurt indo á TV.

– Por mim está perfeito.

– Desculpe, mas eu adoro os clássicos da Disney, então você terá que ver “A Bela e a Fera” comigo. – Disse Kurt colocando o CD do filme e pegando o controle.

– Se eu cantar as músicas, não reclame. – Disse Blaine.

– Ai meu Deus, Blaine. – Blaine abriu as pernas e Kurt se deitou de lado no pequeno espaço. – Esse é um dos motivos para eu te adorar. – Kurt beijou Blaine e voltou a se deitar. O castanho estava com as pernas no meio das pernas de Blaine, de lado e com a cabeça sobre o peito do americano, que o envolveu em um abraço aconchegante. Kurt jogou a coberta por cima dos dois e colocou a cabeça de Blaine sobre as almofadas do sofá. Logo, o filme começou.

[...]

– Eu já disse, se eu ver aquela assanhada mais uma vez passando na sua frente e se oferecendo, eu pulo sobre aquele balcão e mergulho a cabeça dela no café quente. – Disse Rachel ao entrar no apartamento, com Finn em seguida. O mais alto apenas rolou os olhos e trancou a porta. Finn estranhou o silencio repentino de Rachel.

– Rach, o que foi? – Perguntou o ex-jogador olhando para a noiva que estava estática. Rachel apenas apontou e sorriu para a cena.

Enquanto os créditos do filme rolavam, Blaine estava com uma das mãos para fora do sofá, enquanto Kurt estava sobre o braço do moreno e com a mão no peito do mesmo. Rachel tomou a liberdade de pegar o próprio celular e tirar uma foto dos dois.

– Um dia esses dois vão me agradecer por isso. – Rachel encarou a foto enquanto sorria. Finn desligou a TV, colocou a coberta sobre os dois meninos e depois caminhou até a judia, colocando uma das mãos nas costas dela.

– Vamos, amanhã você os admira. – Disse Finn levando a menina para o quarto e apagando a luz do abajur.

Notas finais
Puta merda, mas que delícia! -q? Música: http://letras.mus.br/clean-bandit/rather-be/traducao.html Semana que vem eu vou escrever na terça sem falta. See you latter.