Notas iniciais
Olá. Sim, eu sei que hoje é quarta quase quinta. Mas tive meus motivos: Queria um capítulo bem bom e isso levou um tempo, mas aqui estou. Boa leitura.

Kurt aproveitou que Blaine ia demorar por volta de uns trinta minutos e foi tomar um banho. Quando saiu, se trocou, colocando uma roupa casual e algumas de suas roupas dentro de uma bolsa lateral, caso ele fosse ficar na casa de Blaine, coisa que provavelmente iria acontecer, já que ele não havia brigado com o moreno, apenas saiu correndo. Ele estava morrendo de vergonha, mas Blaine foi o único que viu a cena mais cedo, e o moreno provavelmente diria que estaria tudo bem e pediria para o castanho ficar.

Quando Kurt terminou de fechar o zíper da bolsa, seu celular apitou, indicando que acabara de receber uma mensagem de Blaine. Kurt nem chegou a abri-la, apenas recolheu o que era necessário e foi se despedir de Rachel, já que sabia que era o namorado.

– Rach? Eu estou indo. – Disse Kurt indo até a cortina que separava o quarto dela e Finn dos demais cômodos. Rachel que estava sentada de costas na cama, apenas se virou.

– Ok. Boa sorte e tudo vai se resolver, Blaine é um cara legal. – Rachel sorriu para o amigo, que respondeu com um sorriso e soltou a cortina para deixar a amiga em sua privacidade.

Kurt atravessou o apartamento, rolou a porta e saiu, fechando-a atrás de si. O inglês desceu normalmente as escadas. Quando chegou ao hall, viu o carro de Blaine pelas portas de vidro, que de fora, não dava para ver quem estava dentro. O castanho respirou fundo e saiu do prédio, sentindo o vento forte em seu rosto. Kurt chegou à maçaneta do carro, abriu a porta, entrou, mas quando fez, ficou olhando a porta enquanto fechava-a, colocou o cinto olhando para a ponta de metal e depois que não havia como fugir, olhou para o namorado. Blaine ficou observando o namorado sem expressão.

– Oi. – Blaine soltou quando Kurt havia finalmente se instalado. O moreno tentou não pensar muito no que havia dentro da bolsa de Kurt. Kurt sorriu para o namorado sem mostrar os dentes e totalmente sem graça. – Olha, Kurtie, eu-

– E-eu prefiro conversar com você na sua casa. P-pode ser? – Perguntou Kurt enquanto olhava para as mãos no colo. Blaine assentiu e Kurt assentiu para ele, porque viu a cabeça do moreno confirmar. Blaine foi se aproximando para dar um beijo na bochecha de Kurt. Blaine deu partida no carro e saiu da vaga.

[...]

Do apartamento até a casa de Blaine, os dois foram em silêncio. Kurt não fez contado visual com o namorado. Já o americano olhava para Kurt com a esperança que o castanho o olhasse, mas nada disso acontecia, Kurt estava mais do que focado em suas mãos.

Blaine estacionou o carro na lateral do jardim, onde havia um caminho especial para o carro e a garagem logo à frente. O moreno desceu e esperou Kurt sair, quando o castanho desceu, entrelaçou seu braço com o do namorado e foi para dentro da casa do rapaz. Quando entraram, notaram que ainda estava vazia. Enquanto Blaine fechava a porta, Kurt foi direto para a sala, que era do lado da porta de entrada. Kurt se sentou na ponta do sofá, com os joelhos juntos e continuou a encarar as mãos. Blaine calmamente chegou até o arco que separava o corredor da sala e se escorou com as mãos nos bolsos. Aquela situação continuou até que Blaine resolveu falar.

– Posso saber por que você está tão calado? Achei que iriamos conversar. – Disse Blaine no mesmo lugar. Kurt abriu a boca muitas vezes, mas não disse nada. – Kurt, diga o que você quer dizer. Somos namorados, precisamos nos conhecer melhor e eu quero saber o que está havendo com você. – Blaine se sentou ao lado do castanho no sofá. Kurt depois de meio minuto resolveu falar.

– Me desculpa por aquilo mais cedo. – Disse Kurt. – Foi uma surpresa pra mim aquela pergunta e e-eu vou ser sincero com você Blaine. – Kurt finalmente olhou para o moreno. – E-eu não sei se eu estou preparado para ficar tão intimo de alguém novamente. – Blaine encarava o fundo dos olhos azuis. – Faz algum tempo que eu não tenho esse tipo de relações e quando eu fui ter minha primeira vez, eu demorei porque eu sempre me senti inseguro com esse tipo de coisa. – Confessou o castanho.

– Então não é nada que me envolva? É só uma coisa do seu particular com seu intimo. – Blaine tentava organizar os pensamentos que tivera.

– Não! Não, é-é realmente comigo e só comigo. – Kurt se aproximou de Blaine e segurou as mãos do moreno. – E e-eu quero ter relações com você. – Blaine sorriu. – Mas eu preciso me sentir bem e seguro, para que tudo aconteça bem e do jeito certo. – Blaine concordava com a cabeça enquanto Kurt falava. – Quando chegar a hora, eu irei selar essa parte da nossa relação, mas eu preciso do meu tempo. Temos um acordo? – Perguntou Kurt.

– Claro. – Blaine sorriu e deu um selinho em Kurt. – Eu tive uma ideia. Que tal um jantar? Eu preparo para você, ok? – Perguntou Blaine segurando o queixo de Kurt. O castanho assentiu e eles deram outro selinho. Antes que Blaine pudesse levantar, Kurt puxou seu braço. – E você me desculpa? Você sabe, por hoje mais cedo... – Pediu o castanho.

– Não tem motivo para pedir desculpas, mas se for pra te deixar melhor, eu te desculpo. – Blaine fez Kurt sorrir e se levantou com os dedos entrelaçados com os de Kurt.

[...]

Depois de uma hora meia na cozinha, Blaine e Kurt haviam preparado uma macarronada. Enquanto Blaine terminava de mexer o macarrão na panela, Kurt arrumava a mesa. O castanho estendeu a mesma toalha xadrez do piquenique, pegou duas taças de vinho, talheres e dois pratos. Blaine se virou para mesa com a panela em mãos e colocou bastante macarronada em um dos pratos e depois colocou a panela em cima do fogão novamente.

– Blaine, você se esqueceu do outro prato. – Disse Kurt olhando para o prato vazio.

– Não, hoje serei seu Vagabundo e você será meu Cavalheiro. – Blaine fez referencia colocando um braço em frente ao estomago e estendendo o outro.

Kurt riu e se sentou à mesa. Blaine foi até uma das gavetas e colocou uma única vela no centro da mesa, depois foi à despensa e pegou um de seus vinhos francês. O moreno foi até o rádio e colocou uma velha música em espanhol. Blaine voltou à mesa, sentou na cadeira e segurou as mãos de Kurt.

– Você é demais. Obrigado. – Disse Kurt sorrindo. Blaine deu um leve sorriso e entortou a cabeça. – Vamos comer, meu Vagabundo. — Blaine á ele e á Kurt com o vinho. Depois brindaram e beberam se encarando. – Muito bom. – Disse o castanho ao colocar a taça na mesa.

– Que bom que gosta. Agora vamos ver como está o macarrão. – Blaine pegou o garfo, girou no macarrão, enrolando a comida e guiou para a boca de Kurt. O castanho abriu a boca, um pouco envergonhado.

– Isso está incrível, Blaine. – Kurt dizia com os dedos sobre a boca. Blaine tentou não olhar para a língua do castanho que passava pelos lábios tirando o molho.

– Obrigado. – Blaine sorriu e finalmente comeu o macarrão.

[...]

Depois dos dois conversarem muito, comerem tudo que havia no prato e beberem mais da metade da garrafa de vinho, Blaine pegou a mão do castanho e os dois foram para a sala, onde Blaine guiou Kurt em uma dança lenta. Eles tinham os corpos colados, bochechas juntas, a mão direita de Blaine na cintura de Kurt, a esquerda de Kurt no peito de Blaine e as outras duas juntas. Eles dançavam lentamente no som da música da mulher espanhola e sua língua enrolada. A luz do ambiente estava meio apagada.

– Um inglês, um americano, comida italiana, vinho francês e música latina. Estamos quase sediando a Copa. – Kurt disse ao pé do ouvido de Blaine. O moreno soltou uma gargalhada gostosa, que fez Kurt se arrepiar.

– Bem observado. Viajamos por muitos países essa noite. – Blaine encarou os olhos de Kurt. – Obrigado por se abrir comigo. Isso foi mais importante do que qualquer coisa que poderíamos ter tido. Isso diz que você confia em mim. – Kurt sorriu e deitou a cabeça no ombro de Blaine, enquanto os dois balançavam. – Wow! – Exclamou Blaine.

– O que foi? – Perguntou Kurt olhando para o moreno.

– Já está de noite. O tempo passou e eu nem percebi. – Blaine olhou para o namorado. – Esse é o efeito que você causa em mim. Me faz ficar perdido nesses olhos azuis e acabo esquecendo do tempo e da vida a minha volta. Você é especial demais para mim, Kurt. — Quem visse os olhos de Kurt, poderia jurar que luzes de verdade habitavam os olhos do castanho ou ele estava prestes a chorar de tão iluminado que seus olhos agora estavam. Os dois pararam de dançar para Kurt poder beijar Blaine. O castanho colocou as duas mãos na nuca de Blaine e o moreno segurou com as duas mãos os quadris de Kurt. Eles ficaram um bom tempo se beijando, até que Kurt separou os lábios, puxou a mão de Blaine, desligou o rádio, apagou a velha da cozinha e foi para a escada. – K-kurt o que-

– E-eu sei o que passamos hoje de manhã, também sei que disse há algumas horas que esperaria estar seguro. Não sei se isso que você acabou de fazer e dizer foi para ter esse resultado, mas eu me decidi. – Blaine negou rapidamente com a cabeça. – Blaine. – Kurt se aproximou do moreno e o prensou na parede da escada, ficando um degrau acima do moreno. – Ninguém nunca me disse uma coisa dessas antes. Nem mesmo meu primeiro namorado. Minha primeira vez eu me senti confortável, mas não aconteceu uma coisa tão romântica como isso que eu acabei de escutar. Você soube me passar uma confiança que faltava em mim. Não que eu não confiasse em você antes, mas eu precisava de uma coisa para poder seguir em frente. Eu precisava ser tocado no fundo do meu coração e você fez isso Blaine.

Blaine não tinha palavras. O que ele havia feito foi espontâneo e uma coisa descontraída para deixar Kurt relaxado novamente, não para que eles pudessem se relacionar. E o que ele disse, foi tão natural, que era como se ele estivesse pensando e não dizendo.

Os dois subiram as escadas, entraram no quarto de Blaine e acenderam apenas o abajur. Antes que roupas fossem jogadas ao chão, Blaine era quem prensava Kurt na parede agora. Kurt recebeu o beijo mais quente que Blaine já dera nele. No fim do beijo, Blaine passou para a bochecha e foi dando selinhos até chegar ao pescoço de Kurt. As mãos do moreno que se mantinham na cintura de Kurt, haviam passado pelos quadris, desceram para as laterais da coxa, e finalmente puxaram as pernas de Kurt para cima, fazendo o castanho cruzar as pernas envolta dos quadris de Blaine. O castanho aproveitou que Blaine ainda focava em seu pescoço e colocou a sua mão no fim do cabelo de Blaine, puxando aquele finalzinho de cabelo e soltando um gemido a cada vez que Blaine sugava mais seu pescoço.

Quando Blaine percebeu que estava começando a marcar demais, resolveu voltar para a boca. Os dois se beijavam enquanto Blaine fazia uma meia lua para trás e sentava na ponta da cama com o castanho em seu colo. Kurt ainda com as pernas na cintura de Blaine, deixou os pés na direção da espinha do moreno. Kurt segurava delicadamente as bochechas de Blaine. Depois de uns dois beijos, Kurt sem querer moveu os quadris para trás, sentindo a ereção de Blaine e provocando o mesmo, foi quando Blaine não aguentou e separou as bocas, gemendo silenciosamente.

Kurt vendo que precisava tomar uma iniciativa, lentamente desabotoou o terceiro botão da própria camisa encarando fixamente Blaine, que via o peito de Kurt se revelar. Quando todos os botões foram abertos, Blaine colocou as mãos nos ombros de Kurt e desceu lentamente o tecido, aproveitando e alisando suavemente os dedos indicadores sobre os braços de Kurt. Quando a primeira peça de roupa estava no chão, Kurt colocou a mão na barra da camiseta do moreno. Kurt lentamente subiu a camiseta e encontrou a barriga de Blaine com leves pelos colados a pele. Kurt subiu mais e encontrou o tórax de Blaine, coberto de pelos, assim como a barriga. Kurt fez Blaine levantar os braços e com cuidado tirou a cabeça de Blaine de dentro da camiseta. Blaine tinha um olhar tão penetrante e fixo em Kurt, que o castanho ficou mais excitado.

Blaine pegou a cintura de Kurt, deitou o castanho e subiu em cima dele. Kurt mais uma vez sentiu a ereção de Blaine em cima da sua e gemeu. Blaine focava sua boca no peito de Kurt e suas mãos no botão da calça do inglês. O americano desabotoou a calça, e desceu os beijos conforme ia descendo a calça. A calça chegou ao calcanhar de Kurt e o castanho tirou sozinho com os próprios pés. Blaine que havia ficado de joelhos na cama; entre as pernas abertas de Kurt, desceu os shorts até os joelhos, revelando a cueca azul e a ereção. Kurt olhou para o volume e depois fixamente Blaine. O moreno encarava a reação de Kurt.

Blaine finalmente se livrou do short e se sentou encostando as costas na parede, já que a cama era colada com a parede. Kurt foi lentamente de joelhos até o colo de Blaine, onde abriu as pernas e montou no colo do mesmo. Blaine gemeu, jogando a cabeça para trás por conta do atrito. Mais uma vez Blaine tomou a boca de Kurt para si. Enquanto os beijos aconteciam, Kurt tinha uns espasmos e levantava um pouco, ficando de joelhos, chegando a encostar a ereção na barriga de Blaine. O moreno aproveitou e desceu a mão até a bunda de Kurt.

– Finalmente. – Disse Blaine em meio ao beijo. Kurt deu uma leve risada em meio as respirações pesadas.

Os dois se beijavam loucamente. Blaine não perdia a oportunidade de apertar a bunda de Kurt quando ficava sem folego. Kurt achou que Blaine provavelmente estaria com algum tipo de medo, mesmo que não parecesse, então mais uma vez resolveu tomar iniciativa. O castanho parou o beijo e lentamente tocou no peito de Blaine com as duas mãos. O moreno estranhou, mas deixou para ver o que iria acontecer. O inglês lentamente foi descendo as duas mãos, enquanto tudo isso era feito, ele não tirava os olhos de Blaine. Do inicio das coxas, Kurt sentou no fim; quase nos joelhos de Blaine. Kurt finalmente parou e quando parou, foi no quadril de Blaine; direcionou a mão direita para o meio, para poder pegar no pênis de Blaine.

Blaine fechou os olhos e deixou Kurt fazer o que ele quisesse. Kurt ficou massageando o pênis, enquanto Blaine levantava um dos joelhos por reflexo. Blaine abriu os olhos para poder ver o namorado com um olhar brilhante de desejo. Kurt colocou os dedos dentro do elástico da cueca, Blaine assentiu elhar de desejo.lexo.se nos joelhos de Blaine. Kurt finalmente puxou a cueca do moreno. Kurt deixou a cueca sair pelos pés e ficou de joelhos na frente de Blaine. Blaine sabia o que Kurt estava fazendo, mas não acreditava, então voltou para a ponta da cama. Kurt colocou a mão no pênis livre de Blaine, fazendo com que as costas do moreno arqueassem e apertasse as mãos no colchão. Kurt foi chegando lentamente até o membro. Quando chegou perto o suficiente, estendeu a língua e a passou pela toda a extensão de Blaine. O moreno apenas abriu a boca e arregalou os olhos. Provavelmente suas pupilas estavam dilatadas. Até que Kurt colocou o membro todo em sua boca. Blaine deu um gemido alto.

[...]

Depois de Kurt deixar Blaine totalmente derretido em cima da cama, era a hora de Kurt aproveitar.

– Blaine, onde está os... – Blaine entenderia.

Com as mãos trêmulas, o moreno indicou a ultima gaveta da cômoda. Kurt saiu do chão e foi até onde havia sido instruído. Quando abriu, achou alguns preservativos e um lubrificante. O castanho voltou para cama e sentou no colo de Blaine novamente, mas havia esquecido que ainda estava de cueca. Blaine notou a desvantagem.

– Você ainda está com essa droga? – Blaine cravou as unhas na parte de trás da cueca de Kurt, e de uma vez só, abriu a cueca. Ele esticou mais o rasgo, para poder fazer em duas, mas conseguiu o suficiente para poder tirar sem que Kurt levantasse de seu colo. O moreno jogou o tecido longe e apertou a bunda de Kurt. – Está pronto? – Blaine tirou a mão direita de uma das nádegas de Kurt e passou o polegar pela bochecha do castanho.

Kurt assentiu e Blaine também fez. Blaine abriu o plástico de um dos preservativos, tiro-o e colocou em seu próprio membro. O moreno também aplicou o lubrificante na parte de cima do pênis e na entrada do namorado. Quando Blaine colocou as duas mãos na cintura de Kurt, o castanho sabia que era hora dele agir. O castanho ajeitou o membro em sua entrada e lentamente foi descendo. Doía por ser a primeira vez em muito tempo que Kurt não fazia sexo. Depois de alguns minutos, enquanto Blaine massageava o membro de Kurt e o castanho retomou seu folego, Kurt sentiu que podia se movimentar.

Vagarosamente Kurt começou a fazer movimentos no colo de Blaine. Blaine agora respirava pela boca. Os movimentos de Kurt foram ficando mais fortes e rápidos. Blaine não abria os olhos há muito tempo, ele apenas deixava tudo acontecer. Kurt parava de subir e descer e às vezes para rebolar no colo do moreno. Blaine não aguentava mais ficar parado. O americano segurou na cintura de Kurt, jogou ele deitado na cama, colocou as pernas do castanho em volta da sua cintura, deixando os pés novamente no fim da espinha e fez movimentos de “Vai-e-Vem”. Blaine aproveitou para beijar o namorado.

[...]

O casal trocou de posições durante uma hora. Os dois estavam quase em seus limites. Blaine pensou rápido e preferiu dar prazer para Kurt primeiro, para depois pensar em si. O moreno rapidamente agarrou o pênis do inglês e bombeou rapidamente. Blaine estava indo tão rápido, que Kurt havia parado com o que estava fazendo e apenas sentiu as mãos do amante. Depois de alguns segundos, Kurt apertou a coxa de Blaine, abriu a boca e chamou por Blaine em seu ápice. Blaine não queria fazer o resto trabalho por si só, para aquilo não acabar como um abuso, então esperou Kurt voltar ao normal para o castanho continuar. Kurt que estava de costas para o peito de Blaine, se virou, colando os peitos. Kurt abraçou as costas de Blaine com o braço esquerdo, deixou que o direito fosse para o cabelo de Blaine, colocou as duas pernas dobradas nos dois lados de Blaine e rapidamente mexeu apenas a bunda. Aquilo estava enlouquecendo Blaine, que achou que se colocasse as mãos nas nádegas de Kurt, o castanho iria desacelerar.

Quando Kurt percebeu que Blaine já estava de olhos fechados e com a boca aberta, conclui puxando o cabelo de Blaine sedutoramente. Se rendendo ao prazer, Blaine finalmente também chegou ao sue ápice. O moreno sentiu que não conseguia manter os olhos retos, então apenas cruzou a visão e depois fechou os olhos para aproveitar aquilo. Após muitos minutos de respiração pensada, Blaine disse:

– Que tal um banho? – Perguntou enquanto tirava a franja de Kurt dos olhos. Eles haviam deitado um de frente para o outro para poder descansar. O preservativo já havia sido jogado fora. Kurt assentiu.

Como Blaine não botou fé na resposta de Kurt e viu que logo o castanho dormiria, o pegou no colo e o levou para o banheiro. Blaine deu banho em si e em Kurt, que ainda continuava mole. Quando deitasse, iria dormir rapidamente. Blaine se secou e secou o namorado. Kurt pouco se importava como estaria para Blaine. Agora Blaine o conhecia mais do que muitos. Os dois foram pelados para quarto, onde Blaine colocou roupa nos dois e deitou Kurt, que logo se aconchegou no travesseiro de Blaine. O moreno limpou o esperma de Kurt do chão, se deitou e ficou observando Kurt dormir na sua frente.

[...]

– Jefferson! – Nick entrou em casa seguindo o namorado.

– Nick, cala a sua boca. – Jeff começou a tirar os sapatos. – Você me irrita. Você quando está errado, se acha “O” certo e ainda se faz de besta. – Jeff se virou para o namorado e apontou o dedo na cara do mesmo.

– Pelo o amor de Deus, Jefferson. Aquele cara estava dando em cima de você que eu vi! – O moreno passava as mãos pelos cabelos, bagunçando-os.

– E por isso você acha pode ficar nesse nervoso todo? Por uma pessoa dar em cima de mim e eu nem ver, muito menos ligar? – Retrucou Jeff. O loiro começou a subir as escadas.

– É claro que você não liga, foi com você. Eu queria ver se alguém tivesse dado em cima de mim. Aí eu gostaria de ver qual seria sua reação, Jefferson! – Nick ainda seguia o namorado.

– Para de me chamar de “Jefferson”, Nick. Isso está me irritando. Vou começar a te chamar por “Nicholas”, pra ver se você para com isso. – Jeff havia virado no meio da escada.

– Não muda de assunto! Você sabe que não está ileso nisso. – Jeff bufou e rolou os olhos. Os dois voltaram a subir as escadas.

– Ai, por favor. Nick deixa eu te dizer uma coisa: Se eu não fiz nada, minha consciência está limpa e não tenho nada para provar! Você me entendeu? Nada! – Jeff gritou a ultima parte.

– Você não fez, mas ele fez e eu tenho todo o direito de ficar com raiva! – Nick cruzou os braços. Jeff mais uma vez rolou os olhos e foi para o quarto de Blaine. Sem ao menos bater, o loiro já foi entrando.

– Blaine, por favor, me ajuda e conversa com o seu ami- Blaine?

Nick e Jeff viram o quarto bagunçado. Roupas jogadas, alguns preservativos e um lubrificante jogados, alguma coisa que se parecia com uma cueca, mas estava muito estranha, para de fato ser uma. A luz do corredor, com a porta aberta batia bem no rosto do castanho.

– Ahn? Rach? – Kurt sonolento abriu um dos olhos e olhou em volta, viu que estava na casa de Blaine, então se lembrou do que havia acontecido. Quando olhou para o outro lado do quarto, viu a porta aberta e duas figuras na frente; logo notou quem era. – AH! Jeff! Nick! – Kurt se cobriu até o queixo, achando que ainda estava nu e acordou Blaine sem querer.

– O que diabos...

– Ai meu Deus. M-me perdoem meninos. E-eu não- Quero dizer, n-nós não tínhamos a intenção. – O casal foi lentamente andando para trás, vermelhos e mortos de vergonha. – Me desculpa. – Os dois fecharam isso.

– Desculpa, Kurt. E-eu não-

– Não, está tudo bem. Pior seria se eles tivessem visto o que aconteceu antes. – Blaine gargalhou e se jogou de volta nos travesseiros. Kurt ficou olhando para o namorado que abraçava seu quadril e pensou em algo. – E-eu vou ao banheiro. – Kurt que estava sentando na cama, tirou os cobertores de si, colocou os pés no chão, pegou sua necessarie, que estava junto com a sua bolsa no canto do quarto e foi para o banheiro. O castanho voltou no corredor, já que o quarto de Blaine era o ultimo do corredor e entrou no banheiro. Lá, Kurt se olhou no espelho por um bom tempo. – Você teve uma das melhores noites da sua vida, se não foi a melhor. Você está certo sobre isso e viu que Blaine se importa o suficiente com você. Vá, Kurt. – Pensava Kurt. O castanho continuou se encarando por mais um tempo, então respirou fundo e abriu a pequena bolsa. De lá, Kurt tirou um objeto e colocou em si. Kurt se olhou novamente e deu um sorriso sincero. O castanho apagou a luz e fechou a porta.

Kurt havia colocado a aliança.

Notas finais
Opa! Capítulo 10 e lemon 10 ♥ Não repeti muita coisa no lemon pra não ficar tão grande e pra não ficar repetido. Klaine está oficialmente, publicamente e completamente on. Obrigado quem esperou. Dedico esse capítulo para as meninas e meninos do grupo do Whatsapp, para a Gabi, Larissa, Laura, a Taah que me deu essa linda frase que o Jeff disse, a Lillian que sempre vai morar no meu core por conta de seus comentários lindux e principalmente para a Queen: Giovana. Minha amiga e parceira de PWT. Espero que tenham gostado. Se você está com ódio do Blaine pela promo. Me manda uma mensagem privada, que eu te conto uma teoria que faz muito sentido. E "American Boy" (música) ficou perfeita; foi quase um solo do meu morzão. Vejo vocês depois. BAYYYY