Notas iniciais
Hello everyone. Venho com mais uma fic pra vocês. Ela foi meio que uma substituição de I Found You.Espero que gostem.

Kurt Hummel era um jovem que foi nascido e criado em Londres, Inglaterra. Atualmente Kurt morava com Rachel e com Finn, sua melhor amiga desde infância e seu meio irmão. Kurt e Rachel estudavam na London University, os dois estudavam Artes Dramáticas. Kurt estava em seu segundo ano de faculdade, assim como Rachel.

Kurt tinha uma vida bem estável: morava na capital da Inglaterra, tinha sua família por perto, sua situação na escola não podia melhorar, a única coisa que Kurt não tinha era um namorado. Não que o castanho não quisesse, era o que ele mais queria, mas Kurt tinha medo depois que seu relacionamento com Adam foi pelos ares. O loiro havia se mudado para os Estados Unidos. Kurt era abertamente gay; as vezes até aparecia alguns caras a fim do castanho, mas nada que ele se sentisse seguro.

Kurt acordou naquela manhã se sentindo animado. Hoje as aulas voltariam. Era o primeiro dia de Setembro e o clima era o casual de um outono: frio e ventoso. Não que ficasse muito abaixo das condições, mas fazia frio o suficiente para que Kurt planejasse vestir um dos seus mais lindos casacos.

O castanho se sentou na cama, abriu os braços ainda de olhos fechados, se espreguiçou, terminando com um suspiro e finalmente a imensidão azul pode aparecer para ver o próprio quarto. Kurt tirou as cobertas de cima do corpo e foi acordar Rachel.

Por Deus, que ela e Finn estejam vestidos... – Kurt seguia inseguro enquanto se dirigia à porta do quarto da amiga e do irmão. Kurt girou a maçaneta e entrou. Se eles estavam pelados, Kurt não veria porque estavam cobertos até o pescoço. Kurt olhou as costas do irmão e viu que ele estava com camisa e logo a sua frente, Rachel também. Kurt sorriu e se afastou da ponta da cama dos dois. Kurt correu e pulou em cima da cama. – Bom dia, casal de circo. – O castanho estava com os braços abertos e de joelhos, Kurt não havia poupado no grito.

Finn deu um pulo enorme na cama, fazendo o garoto bater a cabeça na cabeceira da cama, Rachel apenas apertou os olhos, ainda aconchegava nas cobertas.

– Ótimo, somos pais de uma criança de dezessete anos e não sabíamos. – Dizia Finn esfregando a mão atrás da cabeça.

– Fique quieto, monstro. Vim acordar Rachel, porque afinal, você tem um emprego de bosta em um café.

– Volta aqui! – Finn levantou atrás do irmão que já havia saído como um raio do quarto.

– Ótimo, não tenho um filho, tenho dois. E ainda sou mãe solteira. – Rachel resmungou para o travesseiro. Depois de algum tempo, os dois voltaram para o quarto. Kurt estava sendo carregado por Finn, o castanho estava entre o braço e a cintura do irmão, além de ter os braços presos. Rachel notou a presença dos dois e olhou para eles. – Finn, solte seu irmão, mas solte-o em cima da cama. – Finn assim fez e Kurt engatinhou para o lado da amiga.

Os dois deram as mãos e se olharam e depois fecharam os olhos.

– Que esse ano letivo, seja o melhor de nossas vidas. – Os dois desejaram.

[...]

Depois Kurt foi para o banho, demorou mais do que o normal já que era o primeiro dia e ele queria causar uma boa impressão. Colocou uma camisa branca com um casaco até o quadril azul marinho, um lenço verde com roxo, calças pretas e seu coturno marrom. Kurt arrumou seu cabelo o melhor possível e espalhou seu melhor perfume. Kurt saiu do quarto e encontrou a amiga e irmão tomando café, já que Finn fazia isso na cafeteria, fazia em casa.

– Animado, Kiddo? – Perguntou ao irmão.

– Mais do que nunca. Alguma coisa me diz que esse vai ser um dos melhores anos da minha vida. – Respondeu Kurt totalmente empolgado, o castanho parecia ter levado um choque.

Rachel encarava o amigo com um sorriso bobo.

[...]

Os três amigos se dirigiam em direção à universidade pelas ruas de Londres.

– Pessoal, preciso ir. Vejo vocês em casa mais tarde. – Disse Finn dando um beijo em Rachel, um abraço em Kurt e correndo para atravessar a rua.

– Agora que estamos a sós, posso falar. Kurt, você precisa encontrar alguém...

– Ih, lá vamos nós outra vez... – Resmungou Kurt enquanto caminhava com os braços dados com a amiga.

– Kurt é sério, você precisa encontrar alguém que te faça feliz novamente. Tem oito meses que você não sai em um sábado. Quando eu volto com Finn: ou você está dormindo ou vendo pela milésima vez Grey’s Anatomy.

– É que é muito bom! – Kurt se defendia.

– Dormir ou assistir? Porque você dorme todas as noites e pode assistir de tarde. Mas não, faz isso em um sábado. – Rachel bufou e olhou para os pés enquanto caminhava. – Kurt, eu te amo, você sabe disso. Mas eu quero te ver feliz, coisa que você não tem estado. Você precisa de um namorado, para você ficar cem porcento em todas as áreas da sua vida.

– Rachel, eu vou encontrar alguém, você vai ver. – Kurt disse não encarando a amiga. – Eu só preciso de um tempo. – Kurt olhou pra ela, que deu uma olhava severa para o amigo. – Ok, já tive meu tempo. Eu preciso ter calma pra voltar à ativa, não é como se hoje eu fosse encontrar alguém.

– Eu sei, mas eu espero que você realmente tente. Hoje os calouros vão entrar, procure alguém. – O castanho havia recebido uma cutucada na costela. Kurt sorriu mostrando os dentes para os pés.

– Ok, ok. Vou tentar achar alguém, mas não te garanto nada. – Respondeu o mais alto olhando para a amiga.

– Tudo bem, pelo menos já é um começo. – Os dois voltaram a caminhar mais rápido.

[...]

Os dois chegaram à escola e como de costume, hoje haveria as apresentações dos professores e do diretor para os calouros. Enquanto os alunos se aglomeravam no pátio, atentos ao diretor, Kurt olhava em volta para ver se gostava de alguém, mas ninguém chegou a interessar o castanho. Eram todos do tipo de Adam: loiro e musculoso. Kurt precisava de outro, de alguém diferente.

Quando as apresentações e boas vindas acabaram, o sinal foi batido. Enquanto alguns conversavam, outros iam pra suas salas, Kurt foi para o quadro de avisos, para conseguir algo extracurricular ou alguma coisa onde talvez pudesse encontrar um possível-talvez-quase-incerto-futuro namorado. Geralmente a LU era cheia de programas, mas parecia que esse ano, as coisas estavam meio limitadas e Kurt tinha apenas algumas opções. Com esses cursos, Kurt achava que era quase impossível achar um gay.

Kurt não tinha prestado atenção, mas o pátio estava ficando cada vez mais vazio.

– Uhn, hey. Licença, você pode me ajudar? – Kurt tirou os olhos das folhas de papel para encontrar os mais lindos olhos castanhos que um dia houve de ver. — Você poderia me mostrar a universidade? É que eu sou novo aqui.

Kurt estava encantado. O rapaz era lindo demais pra ser verdade. Era como se alguém tivesse aparecido pra ele no momento certo. Ele tinha cabelos pretos e lotados de gel, olhos incrivelmente castanhos, uma boca que parecia ser incrível e poderia fazer coisas incríveis. Ele só pecava em duas coisas: no modo que se vestia e na altura. Não que Kurt não poderia deixar se envolver, só que todos os namorados dele formam mais altos. Mas qual era o problema? Ele queria alguém diferente.

– Uh, claro. – Disse Kurt depois de parar de observar o garoto. Os dois haviam iniciado uma caminhada rumo ao norte, onde Kurt achava que deveria saber o primeiro local onde o moreno deveria conhecer. Parecia que o castanho só conseguia inspirar, o peito dele já estava começando a ficar alto de tanto ar que se pusera em seus pulmões. – Uh... E-eu sou Kurt. Kurt Hummel. – Kurt estendeu a mão para o garoto.

– Blaine Anderson. – Respondeu o garoto apertando a mão de Kurt.

Kurt pensou que esse era o melhor nome que um dia ele havia escutado.

– E qual seria seu curso? – Perguntou o castanho.

– Arte dramática. Aula... – Blaine pegou um papel de dentro do bolso – ... De dança com o professor Robert...

– Legal, iremos estudar o primeiro período juntos. Como estudamos juntos, você me acompanha e depois eu te mostro o resto. – O moreno concordou guardando o papel de volta de onde havia pegado. Kurt tentava mais do que tudo parecer simpático. Houve um pequeno intervalo enquanto eles caminhavam pelos corredores, mas Kurt o quebrou. – Mora aqui há muito tempo?

– Oh, não. Sou dos Estados Unidos. Estou apenas fazendo intercambio. Irei deixar a universidade no fim do semestre. Mas de qualquer forma, meus pais compraram uma singela casa pra mim na rua Abbey Road.

– Wow! Desculpe meus modos, mas uma casa lá deve valer uma fortuna. Tipo, é a rua dos Beatles! – Kurt sorriu sem graça, mas havia feito Blaine rir. O moreno concordou com a cabeça. Kurt queria saber mais sobre o garoto – De qual parte dos Estados Unidos você é? – Kurt sorriu para o garoto.

– Era de Westville, Ohio. – Kurt tinha um tio chamado Earl que vivia em Lima. – Eu era da Dalton Academy, fazia parte do clube do coral, os Warblers. — Kurt levantou as sobrancelhas.

– Sério? Eu também era do clube do coral na minha antiga escola. – Kurt sorriu. — Mas então, você mora sozinho?

– Bom, na verdade moro com meu amigo, Nick e o namorado dele, Jeff. — Blaine notou a cara de espanto de Kurt e recuou um pouco pra longe do castanho. — Você não tem preconceito, certo? — Blaine fez cara de bravo, juntando as sobrancelhas.

– Estou usando um casaco com um lenço colorido. Você realmente acha que eu sou preconceituoso ou no mínimo hetero? E como não reparou no meu tom de voz? – Kurt sorriu e Blaine o acompanhou na risada. Os dois voltaram a caminhar pelos corredores.

– Então você gay? – Disse Blaine olhando Kurt de baixo para cima. Kurt soltou uma risada gostosa, que agradou Blaine.

– Talvez? – Kurt jogou um olhar de provocação para Blaine. Os dois pararam na frente da sala.

– Talvez eu descubra a verdade, Kurt Hummel. – Blaine piscou para Kurt e entrou na sala.

Kurt olhou para baixo. – Só há uma verdade Anderson: Você mal conhece a escola, mas já conseguiu encrenca. – Kurt levantou a cabeça sorrindo e também entrou na sala.

Kurt mal sabia, mas todos seus pensamentos sobre ir com calma para arranjar alguém, haviam ido embora assim que viu Blaine Anderson. E sim, ele tinha encontrado alguém hoje. Era como Kurt havia previsto: será um ótimo ano para ele, ou talvez, um semestre.

Mas assim que Kurt olhou para a mão de Blaine, que estava com a mão em cima do piano, viu um objeto reluzente e dourado nele: um anel.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Deixem seus comentários de primeiras impressões e sobre o que querem. See you later...