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4 O Cap III


Notas iniciais
Hey galerê, td certo? Mais um CAP fresquinho pra vocês ( mesmo sabendo que, por hora, estão acanhados). Espero que gostem. Dedicado à AnaChan ( que comentou em um cap), vos apresento: O CAP III ! Até as notas finais!

A manhã chegava e pequenos feixes de luz transpassavam as vidraças da porta, suave e calmamente, contrastando com a expressão apreensiva de Iosha sobre mim, e o irmão mais novo. Por um instante, cogitei a possibilidade de ele atravessar a porta e desaparecer. Não o culparia, caso o fizesse, eu mesma o desejava fazê-lo. Mas, eu sabia que ele permaneceria ali, o homem era leal demais para abandonar o barco afundando ao qual todos nos encontrávamos no momento.

Marlon mantinha uma expressão sôfrega, abriu e fechou os lábios três vezes, sem que nenhum som saísse por eles. Ele vai mesmo continuar jogando comigo? Enquanto decidia o que diria ou, se diria, estudei-o disfarçadamente.

As feições inocentes e lívidas não o pertenciam mais, ele era um homem feito, longe demais da aventura de ser um jovem adolescente. Os cabelos tão loiros quanto os da mãe, desciam até depois dos ombros, fora do alcance dos meus olhos. Estilo curioso e peculiar, eu diria. Antes, suas feições eram joviais e, muito embora duras e marcadas. Marlon é bonito? Ora, beleza é relativa, contudo, ela buscou passar bem longe dele, se querem saber. Billy é quem exercia o papel de galã. E, mesmo possuindo um rosto não tão convidativo, a arrogância, aspereza e lábia, eram o que faziam as garotas debandarem para o lado dele. O desgraçado sabia ser galanteador.

Observei-o engolir em seco, fazendo o pomo-de-adão subir e descer. Porque me atentei a isso? Não sei. Ouvi Blaize pigarrear tentando fazer-nos quebrar o contato visual e, impressionantemente, deu certo! Marlon desviou o olhar para algo a minhas costas e... Santo Deus! Aquilo em seus lábios exageradamente grossos era mesmo um sorriso?

Senti alguém fungar em minha nuca e, bater com a mão em meu ombro, pedindo-me passagem. William passou por mim e abraçou o melhor amigo acaloradamente. Sempre chegando nos momentos exatos para me salvar, o infeliz!

Ambos eram da mesma altura, o que me impedia de estudar a reação de Marlon. Porém, se os socos desferidos contra as costas um do outro podiam dizer alguma coisa, era que eu continuaria confusa a despeito da forma peculiar com que os homens se tratam. Ogros.

Eram tão parecidos, e ao mesmo tempo tão contraditórios. Foi difícil compreender como se tornaram amigos e, menos ainda, melhores amigos. Mas, parando para pensar, nunca houve um começo. Era como se sempre houvessem estado juntos, como se Marlon fosse presente a vida inteira.

A única coisa que fazia essa sólida amizade abalar-se, vejam só, era a irmãzinha aqui. Talvez por ciúmes, quem poderia saber. Marlon nunca me engoliu, tampouco escondeu sua insatisfação a minha presença. Sobretudo, quando Will passou a fazer questão que eu estivesse inclusa nos planos que faziam juntos. “Uma metade não é tão eficiente sem a outra”, era o que repetia sempre que o assunto de minha expulsão vinha à tona. Trazida pelo loirinho aí, naturalmente.

— Achei que a megera o prenderia na Sede até que a eleição acabasse! — Marlon soltou Billy e encarou-o ainda com o sorriso em seus lábios. Que raios de eleição é essa?

— Precisei buscar Bine em Nova York! — meu irmão deu de ombros, abraçou Iosha e deu um safanão em Blaize. Isso aí maninho, mostre quem manda!— É bom revê-lo, recruta!

— Igualmente, Mestre! — não tinha tempo ruim pra esse pirralho, pelo visto estava sempre sorrindo e de bom humor. Credo.

— Mestre? Não quis dizer Cabo Nakayama, Blaize? — apontei indignada. Que grande falta de respeito com um oficial!

— Não. Eu quis dizer exatamente o que disse, senhora. Mestre! — ele me encarou sério demais para meu gosto. E, que história é essa de senhora? Devo ser mais velha que ele uns bons seis anos, apenas.

Marlon encarou-me novamente, desta vez com mais curiosidade que receios. Pelo visto, Billy ainda era o único capaz de amenizar a tensão entre nós. Observei-o acenar com a cabeça, e tudo o que meu corpo conseguiu fazer foi retribuir o gesto. Cavalheiresco da parte dele finalmente cumprimentar-me, não é?

Uma musiquinha irritante ecoou pela cozinha. O melhor amigo do meu irmão escorregou a mão para o bolso das jeans, e puxou o celular para o ouvido atendendo à chamada. Ouvi seus ombros estalarem ao cederem à tensão, visivelmente cansados. E, aí está, algo que eu nunca o vi sentir. Cansaço! Marlon era excepcionalmente enérgico o tempo todo.

—” Pegue o que puder, sem nada a devolver!” — ele olhou para Billy pedindo desculpas e desapareceu pela porta da garagem. Ele realmente citou Sparrow? Não creio. Cretino! Blaize e Iosha se entreolharam dissimulados.

—Aposto dez pratas em desejo! — o garoto passou a nota novinha para o outro sorrindo ladino.

—Dobro em ciúmes! — Iosha juntou mais um montante de dólares e entregou-os a William. Fui obrigada a levantar uma sobrancelha de escárnio. Meu irmão agora é algum tipo de cafetão, e eu não estou ciente?

Saí de detrás do balcão, inconscientemente o havia usado como escudo. Nunca se sabe! Peguei uma maçã verde na fruteira em cima da mesa. Mais azeda do que minha vida, essa fruta não pode ser! E, passei pela porta de vidro rumo à praia. O sol começara a nascer e trazia consigo um vento morno e aconchegante. A areia ainda gélida pela noite passada, começou a entrar pelas frestas de meu coturno surrado, forçando-me a tirá-los e deixá-los no deque dos Dixon.

Olhei de esguelha para minha antiga casa. Será que seu interior estaria tão diferente quanto o exterior? Imagino se os Blaize conseguiram tirar as marcas de boladas das paredes da garagem. Se o assoalho do quinto degrau da escada ainda rangia solto, ou se já o haviam concertado. Será que a família atual o usava como esconderijo como eu o fazia? Quisá acharam meus gibis contrabandeados! Haviam também as marcas de caneta permanente no batente do banheiro, onde marcávamos o quão mais alta que Billy eu estava ficando. O que haviam feito a elas?

Quem me visse aqui, parada, olhando para aquela casa com certa nostalgia, nunca poderia imaginar que aquele lugar havia sido bem mais como uma prisão, do que necessariamente um lar. As regras para um convívio pacífico dentro da residência Nakayama eram, em sua totalidade, muito semelhantes as normas do exército.

Bom, no fim das contas, fui obrigada a voltar do meu “passeio matinal pelo bairro” bem antes do que o desejado. Lá pelas nove da manhã eu já estava de volta, muito a contragosto, naturalmente. Porém, se soubesse que as coisas estariam tão fora de lugar como, evidentemente estavam, eu não teria me aventurado.

Com imenso pesar, fui obrigada a constatar que a dona da minha loja de doces preferida havia falecido e, um de seus filhos — um homem arrogante e muito mal-educado — é quem herdou o estabelecimento. E, não somente isso, as pessoas estavam estranhas também. Veja, quando passei em frente ao cruzamento da escola primária, lá pelas oito, o guarda de trânsito, senhor Loures, fitou-me carrancudo e sem querer muita conversa, mesmo eu o cumprimentando educadamente. Qual é, eu não atravessei duas quadras desde a sorveteria, para ser tratada com total descaso.

Contudo, não podia culpá-lo. Pelo visto, algumas pessoas do bairro tomaram conhecimento do ocorrido de anos atrás. Do acidente, do desentendimento com os Dixon, e do escandaloso julgamento pelo qual Marlon tivera que se submeter quando eu o responsabilizara pelo atropelamento de Samantha Jones. Me pergunto quanto o “esquadrão fofoca” havia aumentado da história verdadeira.

Dei a volta pela casa, pretendendo voltar por onde saí, sem chamar atenção. Mas, paralisei ao olhar por além das portas de vidro. Algo não estava certo na cena que se seguia.

Os garotos estavam divididos entre as banquetas na bancada e a mesa de café, Will sentava virado para porta, tentando — julguei — acalmar uma Sra Dixon visivelmente alterada. Kuso, aquela era uma situação desagradável de se presenciar. Ela estava de pé a um lado da mesa, o rosto vermelho, e as mãos voavam freneticamente gesticulando enquanto falava. Vi Marlon do lado oposto, também de pé e rubro, os punhos fechados sobre a mesa e os olhos enfurecidos.

Dei meia volta, e sentei-me na areia, agora quente, encarando a agitação do mar. Os conflitos Marlon versus Sra Dixon não era nada amistosos ou civilizados. A verdade é que, ambos eram tão parecidos e sinceramente expressivos, que uma discussão acalorada logo transformava-se me uma guerra eminente.

De qualquer forma, seja lá quais foram os motivos para aquela discussão começar, não era a minha presença que a amenizaria. Muito pelo contrário, a probabilidade da trégua entre a matriarca e minha pessoa acabar, era notória. E mais, nada daquilo era do meu interesse. Mesmo que o medo de ser a causadora, pairasse em minha mente conturbada.

Ouvi a porta abrir-se e se fechar com um baque, forte demais para ser cordial. Os passos batiam contra o deque, e descendo os degraus apressadamente. Senti meus músculos tencionarem quando alguém parou atrás de mim. Ele estava me estudando, encarando-me. Eu podia sentir seu olhar sobre minha pele, fazendo-a queimar desconfortavelmente. Possivelmente seria apenas por causa do sol, mas, veja bem, essa era a posição que Marlon me obrigava a estar. Arredia.

— Quando decidiu retornar? — a voz grave misturou-se ao som das ondas e do vento. Busquei autocontrole suficiente, respirando fundo. Preciso portar-me civilizadamente, mesmo que a pessoa do outro lado seja ele.

— Não foi uma escolha minha, de qualquer forma. — dei de ombros. Minha voz estava fraca e, eu torci para que ele não percebesse minha vulnerabilidade. Senti-o sentar-se ao meu lado na areia, encarando a praia com demasiada curiosidade.

— Quanto tempo nos brindará com tua companhia? — ele finalmente voltou-se para fitar-me. Eu não cederia desta vez, não o olharia de volta.

— Sumi dez anos, justamente para não dar informações privilegiadas sobre a minha vida, ou o que faço dela. Caso não tenha compreendido! — cuspi começando a tremer a perna involuntariamente.

— Perdi três anos e meio da minha vida, preso dentro de uma cela podre, graças a você, Sabine. Me deve muito mais do que informações! — ele alterou a voz, prestes a urrar, mas então esmurrou a areia e respirou fundo. — Perdi toda a confiabilidade que tinha. Rebecca nunca me perdoará por ter jogado o nome da sua preciosa família, na lama!

— Você nunca foi confiável, Dixon. Não se finja de rogado. Não me culpe por tuas idiotices. Eu te avisei! Avisei que a próxima seria a última vez. Fiz-me entendida quando disse que não o ajudaria novamente, caso não desse um fim ao que estava fazendo. Pensei ter sido bastante clara! — tomei coragem e olhei-o e, não gostei nada do que vi. Mágoa. — Você puxou o gênio explosivo da tia Becca, sabe que o que ela fala é no calor da emoção. Não devia dar tanto crédito! — viram só? Dei para trás. Era disso a que me referia, quando disse que seu olhar me desarmava.

— Tia Becca? — ele riu pelo nariz sem qualquer humor. — Ela sabe que ainda a chama assim? — a atmosfera tensa começou a se dissipar. Porque? Não, sei.

— Não a deixe saber! De qualquer maneira, ela não sabe muito sobre mim, no momento. Olha-me como se eu fosse Janeth. Como se eu tivesse obtido gosto por destruir a vida alheia somente por diversão!

— Talvez tenha alguma verdade no que acabou de dizer. Possivelmente tenha se tornado apenas mais um membro do séquito de tua mãe! Age e fala como ela, louca e impassivelmente! — o loiro levantou-se e saiu. Ele realmente havia dito o que ouvi ele dizer? Estava mesmo me comparando à víbora Nakayama, apelidada carinhosamente de mamãe? O que ele sabia sobre mim, afinal? Ele não pode decretar em que me tornei, não quando trocou nem uma dúzia de palavras comigo!

Para ilustrar o tamanho da minha indignação, vou contar um pouco mais sobre minha progenitora. Com licença. Janeth Nakayama, biomédica forense de renome, bem-sucedida e respeitada. Contudo, nenhum de seus prestígios fora adquirido com real esforço. Mamãe costumava comprar e subornar metade da cidade para que pudesse regê-la conforme seu bel prazer.

E, imaginem só, a mulher foi criada sob rédeas curtas por um veterano de guerra rigoroso, enfurnada em um colégio militar desde a tenra idade, cujo lema era: “Siga a tradição militar e, faça o que puder para que teus filhos andem pelo mesmo caminho. Em corda bamba, se preciso for!”. Alguma dúvida do porque eu tenha ido parar no colégio militar aos dezesseis?

Ora, para decepção do meu avô, Janeth foi condescendente por anos demais, em sua própria opinião. E, o que quero dizer com isso, é que ela passou a insistir que fossemos para o colégio militar apenas quando a amizade entre seus filhos e os Dixon passou a ser algo intragável. A verdade, é que os únicos capazes e corajosos o suficiente para desafiá-la e contradizê-la, éramos nós, seus próprios filhos! Não, era não. E, colégio militar estava fora de cogitação.

Quanto a amizade entre William e Marlon, bem, não fora apenas uma vez que a ouvi chamá-los de “Coelhos Dixon”. E, a cada vez que a ouvia dizer isto, eu tinha ainda maior certeza de que o fato de os vizinhos terem filhos demais a incomodava profundamente. Ademais, não era um total espanto quando papai balançava a cabeça concordando, sem nada a dizer, realmente.

Ponderando com mais calma, é difícil entender como um homem tão amável tornara-se submisso e subordinado a própria mulher. Embora não demonstrasse qualquer amabilidade, eu sabia que ela existia. Thomas Nakayama era natural do Hawaii, onde foi adotado por Oji-san. Depois mudou-se para Long Beach, onde cursaria faculdade e buscaria melhores oportunidades para dar uma vida regrada ao pai. Me lembro bem de ouvi-lo contar das tardes que passou surfando na praia onde morou. Agora, é meio difícil de acreditar que foi real, uma vez que surfa nas vontades e desejos audaciosos de Janeth.

Veem a que tipo de mulher Marlon me compara? E, qual é a base? Janeth prefere ter marionetes as quais manipular ao invés de uma família! E, consigo recordar com nitidez o sorriso de escárnio em seus lábios, quando decidi não acobertar Marlon depois do acidente. Ela parecia deleitar-se na desgraça de um Dixon, mais especificamente do que estava levando seus filhos para dentro da areia movediça.

Compreendo a raiva e frustração de Marlon. Ele estava cego pelo poder que pensava obter. Erroneamente, claro. Culpar-me pelo ocorrido é a forma menos masoquista de encarar a situação. Porém, quando pensou em usar-me para se safar das represálias, sobretudo da justiça, não era tão ruim para ele eu ser parecida com Janeth.

Marlon sabia perfeitamente o que fazia, e as decorrências disso quando veio com a ideia, embora, Billy e eu fossemos novos e inconsequentes demais para perceber isso, na época. Meu irmão foi o primeiro a embarcar nessa aventura sem pé nem cabeça. Segundo ele, parecia-lhe uma ideia simples e lucrativa. Tomado pela adrenalina de estar burlando todas as regras de Janeth, e seguidamente, as leis, Will passou pela iniciação, furtando pequenos objetos da loja de conveniência de Two Harbors.

Qual não foi a minha curiosidade ao ouvi-lo relatar sobre as ondas de êxtase que percorriam seu corpo, quando o atendente percebeu seus bolsos cheios demais, e precisou correr para não ser reconhecido. E, não, eu não sou fortemente influenciável, porém, tratando-se de William, eu pendia para este lado. E, foi assim que entrei para o “bando dos ursos”.

Quando, finalmente, fomos pegos pelo guarda do Supermercado que saqueávamos, muitos meses depois da primeira vez, e vi o rosto de Janeth se contorcer de raiva contida ao pagar a fiança na delegacia e apagar todos os registros em nossos nomes com apenas uma porção de notas sobre o balcão do delegado, percebi o tamanho do poder que eu obtinha sobre aquela mulher. E, aqui, abro um adendo de que, talvez, eu não seja tão diferente assim de Janeth, de fato.

Furtávamos, saqueávamos, roubávamos, assaltávamos, desenfreadamente. As coisas só foram tomando proporções alarmantes cada vez que nos aventurávamos. Na tentativa desesperada de superar a adrenalina anterior com algo mais perigoso, acabamos extrapolando a linha do aceitável. E, foram nesses momentos que comecei a enxergar qual o rumo que estávamos tomando, direto para um buraco sem fundo. Ou uma cela, possivelmente, já que até a influência subordinativa de Janeth tinha seu limite.

Nesse ponto, eu sabia perfeitamente os motivos pelos quais o melhor amigo do meu irmão estava planejando assaltos cada vez mais cobiçosos. E, no nível em que estávamos, os Dixon não conseguiriam pagar uma fiança tão alta, menos ainda, teriam condições psicológicas de ampara-lo, uma vez que a última briga entre a matriarca e Marlon sobre ele não cursar faculdade, os havia desestabilizado emocionalmente.

Movida pelo ímpeto de fazê-lo compreender que precisávamos parar, resolvi conversar com Marlon, antes que as coisas fugissem de controle. Will concordou que a graça do que fazíamos já não existia, porém, não tinha coragem de confrontar o amigo. E, foi nessa noite, embriagado e sob o volante, que nos envolvemos no acidente que matou a jovem Samantha Jones.

Eu tinha dezesseis anos na época. Marlon era maior de idade, estava bêbado, e era quem dirigia, então, podem imaginar o que houve a seguir. Fui inquirida ainda no hospital, onde os policiais tomaram meu depoimento. E, foi naquele instante, que decidi que daria fim ao que vivíamos. Deixei a justiça tomar seu curso natural, informei a Janeth que partiria para Nova York ainda aquela semana, e faria o que tanto desejava. Abandonei a ilha sem que o julgamento de Marlon houvesse se iniciado, e entrei para o colégio militar.

Céus, era essa a Sabine que Marlon se lembrava, não é? Aquela que o traiu, que o largou para apodrecer na cadeia sem dó ou piedade e, simplesmente fugiu para enfurnar-se num colégio militar, fazendo a cabeça de seu melhor amigo e levando-o consigo! Provavelmente, Marlon me culpa até mesmo por William ter me escolhido a ele. Kuso!

Notas finais
E ai pessoas, o que acharam? Se pronunciem a respeito. Eu não mordo, sabe?! Bem, no mais... Sabine até que se saiu bem nesse reencontro, não foi? Agradeçam ao Billy-Salvador-das-Causas-Alheias! Vocês também vão querer entrar no bolão do Iosha e Blaise? Alguma aposta? HAHAHA, eu sei, eu sei, vocês não entenderam a aposta! Mas, tudo vai se esclarecer, se não no CAP IV, no próximo, prometo! Falando em próximos caps... eu até imagino que vocês estão notando que as coisas não estão de fato andando, que a Sabine só está tendo flash backs. Mas, preciso avisar que terão mais alguns, mas vou trabalhar pra que haja alguma ação do presente, pra que não fique tão cansativo. Embora, os flash backs sejam necessários pra entender as reações da Bine, e o todo o processo do TEPT. UFFA!!! Não esqueçam de comentar e dar pitaco, ein? Vejo vocês no CAP IV! Kissus.