Notas iniciais
Demorei, mas travei na primeira cena. Não me culpem.
Mas espero que fiquem satisfeitas com o que escrevi.
Beijos!

James encarava a parede, Brenda olhava fixamente a foto do cartaz na televisão, Robert estava de pé diante da linha do tempo. Taylor tinha os braços apoiados nos joelhos e mantinha a cabeça baixa como se pensasse em uma solução para tudo aquilo, Terry batia as pontas dos dedos na mesa mantendo certo compasso, ate que o silêncio pesou demais e ele decidiu encerrar aquilo.

- Olha, não estamos em um funeral, então não precisamos de tanto silêncio, o prefeito que tirar os abutres de cima dele e o que seria melhor do que lança-los sobre nós?

- Com relação a questões como esta eu não costumo concordar com o Terry, mas agora abro uma exceção. _ Robert falou em tom provocativo e descontraiu o ambiente. – Ele está certo e o prefeito também, de certa forma, vamos fazer o pronunciamento e acabar com isso. Mas lembrem-se, os federais ainda não podem se envolver. _ Robert piscou para os presentes e se retirou.

- Tudo bem, amanhã cedo nos pronunciaremos a imprensa como o prefeito mandou, mas agora eu quero todos vocês estudando os relatórios de necropsia dos corpos e investigações das cenas dos crimes. _ Taylor disse estendendo para os companheiros cópias dos laudos.

Gabriel já havia tomado banho e assim que Leila entrou no banheiro ele entrou em uma espécie de frenesi e imediatamente trouxe para o quarto o que ele havia pedido para Kelly naquela manhã, flores e algumas velas aromáticas foram rapidamente espalhadas pelo quarto que estava impecavelmente organizado.

Desde que beijara Leila, ainda naquele quarto, ele soube que a desejava. Aquele beijo concretizou a ligação que ambos tinham, mas que ele negava. Beijar aquela boca doce era sua perdição, mesmo sabendo que não poderia ficar ali por muito tempo e que seria perigoso para ela envolver-se com ele foi impossível parar. Leila o fascinava com seu jeito de menina mulher, com aquele misto de inocência e responsabilidade que eram tão características dela, maravilhosas, a tornavam tão perfeita para ele.

Eram um contraste perfeito, tão diferentes e ao mesmo tempo com um encaixe perfeito, como se houvessem sido moldados um para o outro e quem sabe não houvessem sido criados realmente para se completarem, para ficarem juntos?

O som do chuveiro cessou e Gabriel foi capaz de ouvir Leila abrindo o box, em poucos minutos ela sairia, chegara a hora de terminar tudo então Gabriel deligou a luz e saiu para a varanda.

Não houve muito tempo de espera, Leila logo abriu a porta do banheiro e a única luz no quarto vinha da fraca luz da lua e do banheiro, que logo foi apagada mergulhando o quarto na semiescuridão novamente.

- Gabriel? _ Leila andava na direção do interruptor quando percebeu as velas e flores em dispostas pelo lugar. – Gabriel?

A porta da varanda estava aberta e ela pôde divisar a sombra de seu Arcanjo, foi ate lá saber o que aquelas velas e flores significavam.

Como chamá-lo pareceu não funcionar bem, ela lhe tocou o braço fazendo-o sobressaltar-se.

- Você está bem? _ ele perguntou, ela responderia prontamente se seus olhos não estivessem presos ao tórax nu de Gabriel.

- Sim, mas o que as velas e flores significam?

- Não gostou? Fiz para você. Para nós. _ Gabriel viu sua pequena Leila arrepiar-se, mas não pôde dizer se foi pelo que ele disse ou a corrente de ar que passava ali. – Com frio? _ ele pôs as mãos nos braços dela e os acariciou.

- Sim. _ Leila aproximou-se dele, mas não o tocou, segurava com as duas mãos agora a toalha que a envolvia.

O Arcanjo mantinha as mãos nos braços dela, então a puxou para um abraço que seria inteiramente inocente caso a excitação dele não fosse tão nítida. Quando seus corpos uniram-se no apertado abraço, foi possível para ela sentir a rigidez da intimidade dele e seu corpo reagiu a isso de uma forma desconhecida para ela.

Leila estava envolvida pelos braços de Gabriel, mas mesmo assim sentia-se trêmula, sua respiração ficara anormal e ela sabia que o que sentia era compartilhado com ele quando ouviu o coração descompassado do Arcanjo.

- Por que tanto cuidado com esta toalha? _ mesmo sabendo o motivo, ele teria que tomar a iniciativa de alguma forma.

- Para evitar que ela caia. _ a resposta inocente arrancou um sorriso erótico dele.

- Solte-a. _ ele sussurrou ao ouvido dela, fazendo-a arrepiar-se.

- Mas…

- Por favor. Antes que eu ceda a minha vontade arrancá-la de seu corpo.

Hesitante ela soltou a toalha e afastou ligeiramente os braços do tronco fazendo a toalha cair aos seus pés.

A respiração dele ficou mais difícil ao ver o corpo daquela mulher inteiramente nu, seu desejo foi ao limite do possível enquanto seu membro, rijo como pedra parecia que a qualquer momento romperia o jeans que ele usava.

As mãos de Leila foram para o tórax definido de Gabriel e ela sentiu aquela tensão entre eles aumentar a cada carícia sua naquela pele perfeita. Gabriel também não manteve as mãos paradas e logo a acariciava também, o rosto, pescoço. Aproximou as mãos dos seios dela, Leila fechou os olhos e silvou, Gabriel acariciou os fartos seios com delicadeza, procurando por pontos sensíveis.

As unhas de Leila arranharam seu peito enquanto ele descia suas mãos pela cintura dela e segurava-a pelo quadril, os olhos dela estavam escurecidos pelo desejo assim como os dele também deveriam estar.

Gabriel puxou Leila para si com mais força fazendo seus corpos se chocarem mais rudemente, e o calor do beijo consumiu seus corpos por completo. Ele levantou-a pela cintura e a pôs sentada na proteção da varanda. Instintivamente Leila separou as pernas dando espaço para Gabriel se posicionar entre elas. O beijo continuou por mais algum tempo quando ele decidiu deixar sua boca e dedicar-se aos seios. As atenções dadas a eles através de beijos, língua e leves mordidas levaram Leila ao limite.

- Gabriel… _ o verdadeiro gemido que a voz dela tornou-se enlouqueceu o Arcanjo.

Ele a pegou no colo e levou para dentro do quarto e sentou-a na cama. O olhar entre eles trocado deu confiança a ambos para continuar e tempo a Gabriel de tirar o jeans ficando apenas com a boxer negra revelando o relevo de sua ereção.

Inconscientemente Leila passou a língua pelos lábios enquanto olhava o volume na cueca do Arcanjo.

- Quer mesmo continuar? Porque se… _ ela saltou da cama e uniu seus lábios aos de Gabriel a fim de cala-lo.

- Eu quero. Não sei o que fazer, mas eu quero. _ ela estava ofegante, visivelmente nervosa, mas as palavras soaram decididas.

Gabriel beijou-lhe os lábios suavemente e olhando-a nos olhos disse algo que nunca fora capaz de falar.

- Eu amo você. _ a expressão de Leila estava petrificada e isso o preocupou. – Leila? _ ela piscou como se despertasse.

- Sabe que não precisa me dizer isso para…

- Você não entendeu. _ ele apressou-se em explicar. – Eu amo você. É verdade.

Leila permaneceu quieta apenas olhando nos olhos daquele homem que tanto a fascinava. Sorriu apenas quando sentiu que as palavras dele eram verdadeiras.

- Eu te amo. Sempre amei. _ os olhos dela brilhavam como os de uma criança, o sorriso brilhava em seu rosto perfeito e logo ela estava nos braços do Arcanjo.

O desejo que pairava no ar não havia cedido e parecia uma bomba prestes a explodir quando Gabriel sentiu o baixo ventre de Leila pressionado contra sua ereção. Um tremor tomou conta dos corpos ardentes de desejo, as mãos vagavam pelos corpos, sedentas pelo toque da pele.

Leila prendeu os braços no pescoço do Arcanjo e comprimiu ainda mais seu corpo contra o dele. Gabriel não resistiu e, levando as mãos às nádegas de Leila a tirou do chão fazendo-a envolver seu quadril com as pernas. A intimidade dela roçou na ereção dele e um lânguido gemido escapou dela.

Movido pelo êxtase dos toques íntimos e os suaves gemidos de Leila, Gabriel tomou a boca dela na sua em um beijo desesperado e intenso. Em resposta a isso Leila arranhou as costas dele e moveu os quadris contra a ereção dele arrancando um delicioso gemido de Gabriel.

Não podendo mais se conter ele a levou para a cama e deitou-a lá, afastando-se somente para arrancar do corpo a cueca que já o incomodava. Leila não pôde esconder o espanto pelo tamanho do Arcanjo.

- Fique tranquila. Não vou machuca-la. _ Gabriel a acalma enquanto lhe acariciava a parte interna das coxas.

Após receber um sinal positivo de Leila, Gabriel se posicionou sobre ela e entre suas pernas. Os dois respiram descompassadamente. Ela sorri como se desse a ele a permissão de continuar. Gabriel movimenta-se devagar, deixando ambos sentirem cada centímetro dele tomar posse dela. A dor e o incômodo foram inevitáveis, mas o carinho e atenção de Gabriel logo findaram o aquele mal estar.

Depois de um tempo de espera a fim de que ela se acostumasse ao tamanho dele Gabriel começou a se movimentar lentamente para não machuca-la mais. Leila envolveu as pernas dele com as dela e enterrando as unhas nos ombros dele ela passou a mover-se junto, mantendo um ritmo semelhante ao dele, os corpos juntos roçando um no outro enquanto o prazer se fazia cada vez mais intenso e poderoso. Gemidos tomavam conta do quarto, enquanto o casal apaixonado se entregava.

Leila abraçou o Arcanjo e entre suspiros e gemidos sussurrou roucamente em seu ouvido:

- Eu te amo. _ recebeu em resposta um forte gemido dele.

A dança dos corpos continuou intensa ate Leila impulsionar o corpo de Gabriel para o lado e ir por cima dele, mas quando o viu sob ela, os olhos fechados fortemente, o maxilar travado foi que Leila se deu conta de que não sabia o que fazer. Ate sentir as mãos de Gabriel em sua cintura e o impulso dele para movimentá-la lentamente ate a própria Leila tomar conta absolutamente da situação cavalgando-o com fervor e imenso prazer, arrancando do Arcanjo altos gemidos beirando gritos.

A sensação de Leila sobre ele era inexplicável, mas mesmo assim rodou sobre ela mais uma vez e acelerou seus movimentos arrancando gritinhos dela a cada estocada. O ritmo das invasões só aumentou ate que ambos chegaram ao ponto máximo do êxtase e a liberação os tomou duramente.

Os dois, agora deitados e ofegantes, permaneciam abraçados e suaves carícias continuavam sendo trocadas.

- Foi bom? _ Leila perguntou um tanto quanto temerosa.

- Ótimo. E o que você achou?

-Maravilhoso. Nunca imaginei que seria assim. _ ela respondeu com um lindo sorriso nos lábios. – Eu te amo Gabriel.

- Amo você Leila, muito.

Um suave beijo foi trocado entre eles antes de cederem ao cansaço e dormirem. Por enquanto.

Lassiter parecia estar em uma corrida contra o tempo, andava rapidamente entre os produtos no supermercado, procurando pelos ingredientes necessários para um jantar memorável para Taylor e ele.

Com as compras em mãos ele seguiu para o laboratório, na recepção perguntou por Taylor e logo a jovem recepcionista estava ao telefone com a perita. Após a troca de algumas palavras, o telefone foi desligado e a jovem moça disse sorrindo:

- Ela não vai demorar.

- Obrigado.

Realmente não se passaram dois minutos até Lassiter poder ver Taylor despontar correndo pelo corredor. Quando viu o sorriso do rosto daquela mulher ele largou as sacolas que segurava e estendeu os braços para segurá-la em um forte abraço. Um abraço que poderia ter durado mais se eles não estivessem no saguão do prédio onde ela trabalhava.

- Está tudo bem? _ ela perguntou enquanto acariciava docemente o rosto do Anjo.

- Sim. Eu só queria saber se você me cede sua casa por algumas horas._ não houve hesitação no pedido.

- O que pretende aprontar? _ ela sorriu e semicerrou os olhos fingindo desconfiança.

- Nada demais. Prometo. Talvez você ate goste. _ ele sorriu sedutor e piscou para ela.

Taylor não fora treinada para deixar detalhes passarem e nem para ser facilmente enganada, mas preferiu entrar no jogo de Lassiter e ver o que ele faria com tudo o que comprara. Retirou as chaves do bolso e deu a ele, já ia se despedir quando um beijo seu foi roubado, tomada pelo desejo que Lassiter despertava nela, Taylor permitiu-se ficar entregue por um instante, mesmo sabendo que todos os olhavam.

Quando o beijo foi quebrado os dois se olharam tentando recuperar o fôlego e riram da situação.

- Meu primeiro beijo com plateia. _ ele gracejou.

- Constrangedor, mas eu preciso voltar ao trabalho. Cuida bem da minha casa ate eu voltar. _ ele acenou positivamente enquanto a via rumar pelo corredor, olhando algumas vezes para trás.

Lassiter se foi, mas alguém queria respostas então seguiu Taylor ate o laboratório de DNA e quando a viu sozinha, entrou sem fazer barulho.

- Quer me contar imediatamente o que está havendo na sua vida que a sua amiga de anos, no caso, eu, não pode saber? _ por mais que o tom fosse rude Brenda estava somente e extremamente curiosa.

Taylor riu quando a amiga sentou-se, vermelha, olhando-a inquisidora.

- Sinceramente, eu não tenho ideia do que está acontecendo comigo e que rumo a vida está tomando, mas eu acho que se continuar assim eu vou…

- Você vai se apaixonar por ele?_ Brenda arriscou completar a frase sorrindo.

- Sim. Creio que sim. _ as palavras quase se atropelavam na boca de Taylor.

- Acho que só você não percebeu querida, mas já está apaixonada por ele. Só não se permitiu assumir ainda, mas vai. Em breve vai.

Brenda saiu da sala sorrindo, deixando para trás o peso que suas palavras tiveram sobre Taylor.

Kelly e Melyane permaneciam em uma verdadeira vigília por Payne juntamente à Virgem Escriba que parecia ter descido de seu posto de grande deusa e se permitira ser vista como uma mãe que sofria junto à filha.

- Quanto mais ela ainda vai demorar? _ Kelly estava nervosa e já demonstrava cansaço, mas não sairia dali sem uma resposta de Althea e muito menos deixaria Melyane suportando tudo sozinha.

Melyane se deixou concentrar em Kelly e sentiu o carinho por ela aumentar lembrando-se da jovem quando fora criada e posta sob sua guarda para que fosse ensinada sobre suas funções e deveres com o corpo celestial e com os humanos.

A ligação entre Kelly e Melyane foi instantânea e nenhuma das duas esperava por isso. Melyane era conhecida como um dos Arcanjos mais rígidos já existentes, aquela que não admitia falhas, mas a Kelly foi apresentada outra face, de Melyane recebera carinho, compreensão e paciência e tentara retribuir da mesma forma.

As falhas de Kelly sempre foram reparadas de forma paciente e carinhosa, contradizendo totalmente a rigidez de Melyane com os demais, a primeira vez que Kelly presenciou o Arcanjo repreendendo duramente ficou incrédula, não conseguia acreditar que aquela era o mesmo Arcanjo que cuidava dela como ninguém.

- Melyane? _ em um piscar de olhos Kelly já se encontrava sentada na cama ao lado do Arcanjo.

- Ela vai voltar logo. _ Melyane sussurrava e seu olhar estava longe como se algo para ela não estivesse certo.

- Você está bem? _ Kelly acariciou carinhosamente as costas da outra, mas a resposta foi um abraço apertado, um abraço verdadeiramente desesperado.

Trez e iAm chegaram ao Iron Mask ao cair da noite e passaram a verificar o estoque de bebidas, estavam reajustando o ângulo das câmeras quando a porta da saída de emergência abriu-se ruidosamente assustando os dois sombras que trataram de sacar suas armas.

Preparam-se para atacar, mas foram surpreendidos pela entrada da sua dama misteriosa entrar majestosa e sorrir-lhes sedutoramente. A visão da beldade a sua frente tirou-lhes tanto a voz quanto o fôlego.

- Olá rapazes, sentiram minha falta? _ a risada maliciosa encheu os ouvidos dos Sombras e o cheiro dela logo suturou o ar inebriando-os.

- Como entrou? As portas estavam fechadas! _ Trez perguntou confuso, mas a resposta dela foi apenas um belo sorriso e movimentos que exalavam erotismo.

- Quer beber algo? Eu… vou buscar. _ iAm saiu quase correndo para o bar onde rapidamente preparou uma espécie de coquetel de frutas com Vodka,

Trez guardou sua arma e sentou-se junto a ela olhando-a fixamente.

- Por que me olhas tanto? Enxergas algo errado? _ ela parecia não se importar com a resposta que ele daria, mas com certeza não era do tipo de mulher que esquecia uma pergunta feita.

- Não, apenas estava lembrando-me de quando nos vimos. Você me disse…

- Eu lhe disse que ainda não era sua vez.

- Sim. Por quê?

- Porque assim como eu dei atenção às sensações que seu irmão me proporcionou eu queria fazer o mesmo com você. Na verdade, vim aqui para isso.

Trez estava petrificado na cadeira, parecia uma estátua de expressão de surpresa. O outro sombra, iAm, havia se afastado dos dois como se soubesse que o detentor da atenção da linda jovem era Trez.

Kelly permaneceu sentada tranquilamente como se esperasse a investida do grande homem a sua frente, mas antes que os lábios dele se unissem aos dela, uma mão delicada o deteve.

- Antes de tudo; meu nome é Kelly. _ um sorriso singelo apareceu no rosto dela, fazendo um sorriso encantador se estampar no rosto dele.

- Lindo nome. _ seguindo-se ao sussurro Trez tomou calmamente a boca de Kelly.

Era impossível para ela decidir qual dos dois irmãos tinha o melhor beijo e desconfiava que jamais decidiria.

Quando a língua dele acariciou a sua um gemido não pôde ser contido por parte dela que logo tratou de prender s braços em volta do pescoço dele deixando-o aprofundar ainda mais o beijo.

O beijo durou alguns minutos que lhe tiraram o fôlego, olhando na direção do bar Kelly pôde ver iAm olhando com pura cobiça, soltou-se de Trez e caminhou ate o homem parado no bar do local, provocando a ambos com o sensual balançar dos quadris.

A respiração de iAm estava descompassada e Kelly sorriu sensualmente para ele enquanto o segurava pelas laterais da jaqueta de couro e o puxou para ela mordendo seu lábio antes de permitir-se beijá-lo.

Assim como fez com Trez ela se entregou ao beijo suspirando e gemendo baixinho a cada carícia ousada. Logo seu corpo foi preso entre Trez e iAm. Trez dedicou seus beijos ao pescoço dela enquanto iAm continuava beijando sua boca. Kelly nunca imaginou que ser envolta por dois pares de mãos seria tão bom, mas as sensações das carícias dos dois eram excitantes.

Infelizmente o encanto dos três foi quebrado pela chegada das garçonetes e demais seguranças. Kelly recompôs-se e soprando beijos para os dois saiu dizendo um simples.

- Vejo vocês em outra hora.

Trez e iAm, sustentando bobos sorrisos, foram ate as portas da frente para abrir a boate dando início a sua jornada de trabalho.

Taylor chegou em casa esperando para ver Lassiter sentado no sofá vendo qualquer coisa na TV, mas as luzes estavam apagadas, a única luz proveniente na sala era um abajur que ficava ao lado do sofá. Ela entrou olhando para os lados procurando qualquer vestígio do loiro que ela ansiava por ver.

Lassiter viu Taylor entrar na sala e jogar a bolsa sobre o sofá enquanto se dirigia para a cozinha e encontrava parte da surpresa dele. Seu peito se encheu de felicidade e algo mais que ele não soube explicar ao vê-la sorrir vendo a mesa corretamente posta.

Ele saiu da varanda com duas taças de vinho tinto nas mãos, beijou-lhe o pescoço lhe ofereceu uma taça.

- Vamos jantar? _ ele puxou a cadeira para ela sentar-se.

- Claro. Obrigada querido. Está tudo incrível, impecável. Obrigada.

- Não precisa me agradecer, o sorriso no seu rosto é o melhor pagamento que eu poderia receber.

Notas finais
Bom, gostaram?
Se gostaram me digam. Se não gostaram, me digam também.
Beijos meus amores!