Além da Morte
15 Capitulo 15
Notas iniciais
– Cinquenta anos, meu amor, eu preciso te provar, eu preciso saber do seu gosto. Eu preciso lhe fazer minha!
– O que você pen... – perdeu a voz quando subi minhas mãos por cima de sua blusa. –... Sa que es... – parou novamente quando as desci e infiltrei por debaixo de sua blusa e fui subindo até seus seios. Parei minhas mãos por de cima do sutiã. – BELLS! – gemeu mais alto.
Eu estava perdendo meu controle, meu tesão estava tomando conta do meu corpo. Inverti nossos corpos e fiquei por cima dela. Sentei em cima de sua intimidade e rebolei levemente. Alice tinha os olhos mais do que negros, mesmo no escuro era possível vê-los.
Retirei sua blusa com cuidado e a joguei em qualquer lugar. Desci meus lábios para seu colo e chupei bem próximo aos seus seios
– Bells, não... – pediu já sem voz.
Eu ignorava seus apelos a todo custo, eu precisava dela, eu necessitava dela!
Inverti novamente nossa posição e tirei o feixe do seu sutiã, o retirando lentamente e expondo seus seios perfeitos. Seu sutiã foi parar no mesmo lugar que sua blusa (em algum canto do quarto.).
– Você vai ser minha Alice, isso nem você nem ninguém vai me impedir de fazer. – sussurrei em seu ouvido. – E além do mais, estou apenas adiantando nossa noite de núpcias, minha noiva. – beijei sua aliança e voltei a olha-la.
Beijei seus lábios, um beijo calmo e carinhoso, queria dar prazer a ela e não sentir. Nossas línguas se encontraram e começaram uma batalha nunca feita antes. Alice estava se entregando a mim, eu podia sentir isso.
Fiquei novamente por cima dela, sem desgrudar nossos lábios e interromper o beijo, e percorri minha mão livremente pelo seu corpo. Desgrudei nossos lábios e desci trilhando um caminho molhado de sua boca ao seu peito, passando lentamente pelo seu pescoço e abocanhando seu seio. Chupei vagarosamente o bico dele e suguei o máximo que minha boca permitia. Eu era movida pelos seus gemidos que ficavam cada vez mais alto.
Com a minha mão livre eu massageava seu outro seio, ora devagar outrora rápido. Minha língua fazia pequenos círculos no bico de seu peito, raspei meus dentes por ele e enlouqueci ao ouvi-la gritar meu nome. Troquei de lado e dei o mesmo trato nele, seus gemidos estavam completamente descontrolados. Soltei-os e voltei para sua boca, local onde ganhei o melhor beijo de minha vida, ele era regado de luxuria e possessão.
– Você será minha... – voltei a repetir em seu ouvido. Mordi sua orelha e lambi seu pescoço voltando para seus seios.
– Eu sempre fui... CEUS. ISSO BELLA, ISSO! – Ela pedia por mais.
Larguei seus seios e me sentei em seu colo, desci minhas mãos por sua barriguinha perfeita e desci até o cos de sua calça desabotoando os botões. Levantei-me de seu colo e retirei sua calça a jogando em algum canto do quarto.
Montei nela novamente e olhei em seus olhos.
– Você está muito vestida. – sorri ao ouvir isso.
– Se livra dela. – mandei e ela fez exatamente isso.
Sentou-se na cama – com eu ainda em seu colo. – retirou minha blusa lentamente e ficou admirando meu seios que ainda estavam com o sutiã.
– Vai ficar olhando meu sutiã ou quer o que tem embaixo dele? – provoquei ao pé de seu ouvido. Ela deu um pequeno gemido e rasgou meu sutiã deixando meus seios expostos.
Alice ficou encarando-os e levou sua mão lentamente até lá. Acariciou-os e eu gemi alto. Alice parecia estar em hipnotizada, não se movia, então resolvi ajuda-la.
Peguei sua mão esquerda e a apertei em meu peito fortemente, acho que entendeu o recado, pois fez o mesmo procedimento com a outra mão e continuou sem minha ajuda. Eu gemia baixo e roucamente.
– Alice, o que você quer fazer agora? – perguntei com os olhos fechados.
– Eu não sei... –Beijei seus lábios e olhei em seus olhos.
– Eles são seus, faça o que quiser. – me entreguei a ela que logo os abocanho e chupo-os. Seus lábios estavam frios e em contato com minha pele quente era coisa de outro mundo! Cada lambida que ela dava eu me sentia mais, e mais quente. Suas leves mordidas me levavam ao paraíso e suas sugadas me deixavam sem ar.
Alice inverteu nossa posição e se sentou em meu colo, desceu suas mãos até a minha calça e se livrou dela rapidamente, me deixando apenas de calcinha.
Eu voltei a nossa posição inicial – eu por cima dela. – e fiz questão de fazer um caminho completamente molhado e cheio de mordidas até sua calcinha. Cada lugar que eu passava dava uma lambida e uma mordida, quando cheguei ao seu umbigo enfiei minha língua nele e a vi arquear as costas para trás. Desci mais um pouco minha boca e cheguei até sua calcinha. Rasguei aquele pedaço de pano — que tampava minha mina de ouro — com a boca e cuspi seus pedaços para qualquer direção.
Levantei-me e apreciei seu corpo completamente nu em minha cama, ela estava de olhos fechados e com o peito subindo e descendo rapidamente.
– Vai mesmo ficar-me olhando? – perguntou ainda de olhos fechados.
– Eu estou apenas observando o paraíso. – comentei. – quero gravar cada pedaço de seu corpo.
– Tem outra forma de fazer isso. – suspirou e eu sorri maliciosa.
Retirei minha calcinha e deitei meu corpo em cima do seu. Gememos quando nossas intimidades se tocaram levemente. Beijei seus lábios rapidamente e voltei a trilhar aquele caminho até minha perdição. Cheguei até sua intimidade e passei a mão levemente ali, ganhando um pequeno rosnado em troca.
Alice gemia e rosnava de acordo com os movimentos de meus dedos em sua intimidade. Acariciei seu clitóris – já inchado pela excitação – e desci meus lábios até ele e o chupei com força.
– ISABELLA! – Rosnou meu nome. – OH DEUS, ISSO, VAI. – rebolou inconscientemente em minha boca, o que me fez chupar ainda mais forte.
Minha língua lambia toda a extensão de seu sexo enquanto meus dentes faziam questão de raspar em toda parte que passava. Desci minha boca até sua entrada e infiltrei um pouco a minha língua nela. Alice se contorceu toda na cama e gritou ainda mais. Sai de lá e voltei para o seu clitóris que permanecia inchado. Subi minha mão e apertei seu seio com força e vontade. Apertava ele à medida que ia sugando e mordiscando lá em baixo.
– Bella, eu não aguento mais... – ela rebolou em minha boca, isso me deixou louca. Desci minha mão e apertei a parte inferior de sua coxa, bem próxima a sua intimidade, fazendo-a abrir mais as pernas.
Usei meu dedo para esfregar sua intimidade bem próxima a sua entrada enquanto minha boca cuidava prazerosamente de seu clitóris. Foi questão de tempo para ela gritar entre rosnados e seu liquido escorrer por entre meus dedos. Lambi e engoli todo seu gozo e subi até sua boca a beijando fervorosamente nos lábios.
– Bells, isso foi... – ela tinha dificuldades para falar. Sorri com isso.
– Está apenas começando, meu amor. – olhou-me maliciosa.
Olhando em seus olhos eu desci minha mão direita pelo seu corpo e cheguei até seu sexo. Com meu dedo indicador eu a penetrei lentamente, mas Alice era muito apertada – mesmo para apenas um dedo meu, e logo senti uma coisa ali.
– Você ainda é virgem. – Constatei aquilo. Ela assentiu e um sorriso enorme brotou em meus lábios.
– Eu só poderia me entregar a uma pessoa, e ela era você. – falava entre lufadas.
– Você quer mesmo que eu faça isso? – perguntei insegura.
– Eu necessito de você. – falava com urgência.
– Olhei nos meus olhos, não desgrude deles por nada. – assentiu impaciente.
Voltei com meu dedo para sua entrada e forcei-a lá. Alice urrou dor e fechou os olhos.
– Abra-os. – ordenei e fez exatamente o que mandei.
Olhando em meus olhos eu a penetrei de pouco a pouco até sentir meu dedo todo dentro dela. Alice rosnava e gemia alto. Deixei meu dedo ali e esperei que se acostumasse, Demorou poucos segundos para começar a mover seu quadril em minha mão e pedir por mais.
– Por favor, Bells, vai... – implorava.
Obedeci-a e comecei a fazer movimentos vagarosos de vai e vem até sentir que ela acompanhava meu ritmo e rebolava juntamente com a minha mão. Acelerei aos poucos os movimentos e tive o prazer de ver a cara de prazer da minha Alice. Senti que ela já havia se acostumada comigo, então resolvi colocar mais um dedo. Ao penetrar esse segundo dedo, sem nenhum aviso, Alice arregalou os olhos e rosnou. Não liguei para isso e continuei com os movimentos, acelerando-os ainda mais.
– Isso... VAI... Mais Bells, mais meu amor. – não aguentou e fechou os olhos jogando a cabeça par atrás.
Desci até sua intimidade e comecei a chupa-la enquanto a penetrava com um terceiro dedo.
– BELLA! – Seu grito de dor e prazer me encheu de tesão e acelerei o ritmo das chupadas e das estocadas o mais rápido que eu pude. Alice chegou ao ápice e gozou intensamente em meus dedos e em meus lábios. Mais uma vez eu suguei até a ultima gota de seu liquido maravilhoso e subi para beija-lhe a boca. – Isso foi de mais... – falava com dificuldades.
– Mas eu mal comecei... – subi em cima dela e acariciei seu colo. – Você realmente não achou que seria, não é? – Perguntei maliciosa e ela arregalou os olhos.
– Bells... – perdeu a voz quando apertei seu peito. – Bells eu... – a calei com um beijo .
– Por muito tempo eu recebi prazer de várias pessoas diferentes, mas nunca cheguei a dar. Você é a primeira e única que dominou meu coração, quero lhe dar o prazer extremo. Quero que se sinta completa de todas as formas possíveis. – beijei seus lábios. Ela passou sua mão pelo meu peito e os apertou, gemi com isso, mas logo segurei sua mão. – Acho que não entendeu, eu vou lhe dar prazer e não o contrario. – olhei em seus olhos e voltei a beija-la.
Ela abriu os lábios e eu aprofundei mais o beijo infiltrando minha língua naquele lugar maravilhoso. Eu explorava sua boca como se fosse um lugar desconhecido, como se fosse à primeira vez ali. Sua língua fazia o mesmo na minha boca, queria dominar cada canto dela, como se já não fosse dela o suficiente.
Nossas línguas se encontraram e aquele choque térmico nos fez gemer de prazer, a apertei mais em mim e puxei sua nunca trazendo sua cabeça para mais perto ainda. Nossas bocas se fundiam. Nos separamos ofegante.
– Eu tenho muito que lhe dar ainda, meu amor. – falei com duplo sentido. Desci meus lábios para seu colo.
– Anh... Isso Bells. – Colocou sua mão em minha cabeça e puxava meu cabelo à medida que eu descia. Quando cheguei até sua intimidade ela gritou. – ISAAAABELLA. – Seu gemido foi tão prazeroso que eu quase gozei ao ouvi-lo...
POV Alice.
Bella estava acabando comigo – Eu era uma vampira, nós não nos cansamos nunca! – eu estava completamente mole, mas ela me excitou novamente e tão rapidamente que achei que isso fosse impossível.
– Você é minha Alice, minha e de mais ninguém. – falava possessivamente em meu ouvido.
– Eu sou toda sua. – rosnou ao ouvir isso. Ela mais uma vez ficou admirando meus seios, mas logo os engoliu. Gemia loucamente com aquela boca quente tocando em meus seios, eu não conseguia dizer uma frase coerente.
– BELLA! – Gritei de prazer ao sentir sua mão quente e macia descer por meu corpo e parar em cima de minha intimidade. – POR DEUS, ISSO... – Enlouqueci ainda mais quando esfregou seus dedos em meu clitóris e enfiou a pontinha dele em minha fenda.
– Alice, minha gostosa. – sussurrou em meu ouvido.
– Você ainda não gemeu meu nome... – Inverti nossa posição e passei minha mão por sua intimidade e constatei o quão molhada ela estava.
– Atrevida você. – falou séria e contendo um gemido. – irá sofrer com esse atrevimento. – enfiou seu dedo sem nenhum aviso.
–AH! – Gritei quando a senti me preenchendo. Ela tinha movimentos rápidos e maravilhosos. Introduziu mais dois dedos me levando ao céu rapidamente.
– Já gozou, meu amor? – sua voz regada de malicia sussurrou em meu ouvido ao ver que gozei fortemente em sua mão. – Eu queria tanto senti-la novamente em minha boca.
– Bells... – minha voz não passava de um sussurro. Ela ficou por cima de mim e desceu sua cabeça até minha intimidade. – AH! – gritei novamente quando sua língua invadiu-me juntamente com dois dedos.
– Eu quero senti-la e prova-la de novo, de novo e de novo. – confessou e voltou a chupar-me e meter seus dedos em mim.
A cada estocada que me dava, era um gemido seguido de rosnado que eu soltava. Quando eu estava para gozar ela colocou seus quatro dedos dentro de mim... Cai exausta em sua cama.
Subia trilhando beijos carinhosos e finalizou com um beijo em minha testa.
– Bella... Você... – estava sentindo-me uma humana novamente, eu estava sem folego para dizer o quão bom isso tudo foi.
– Eu sei, eu amei prova-la. – leu meus pensamentos. Acho que posso me acostumar com isso... – Claro que pode, safada. – rimos e olhei em seus olhos.
– Você não existe, não mesmo. – beijou meus lábios levemente e aconchegou-me ali.
– Nem a morte foi capaz de nos separar. – Falou. Senti sua respiração menos acelerada e se entregou ao mundo dos sonhos.
Nosso amor foi posto a prova há 50 anos, hoje ele mostrou o quão forte e perfeito é. Superamos a distancia, a morte e a luxuria. Nosso amor é tão grande que nem a perca da memoria foi capaz de abala-lo. Isabella Marie Salvatore era, é e sempre será minha, minha futura Sra. Cullen.
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