Além da Eternidade - 1° temporada
86 Finalmente 'sozinhas'
Notas iniciais
Finalmente 'sozinhas'
Na manhã seguinte, Thay acordou cedo, tomou um banho bem caprichado, um café rápido e saiu de casa. Ela não queria estar em casa quando Vitor acordasse. No caminho para empresa ela resolveu ir até o apartamento de Beta. Com certeza Beta estaria dormindo, mas ela precisava de um abraço dela. Ao chegar ao apartamento, Thay tocou a campainha umas três vezes até que a porta se abriu.
Roberta: Amor? – Thay sorriu.
Thayane: Desculpa vir tão cedo, mas eu queria te dar um beijinho. – Beta sorriu e esfregou seu olho.
Roberta: Tudo bem amor, entra. – Thay entrou e Beta fechou a porta.
Thayane: Ai que pecado te acordar! – Beta sorriu de novo e a abraçou.
Roberta: Não tem problema amor, adorei a surpresa. – Thay a apertou contra seu corpo. Depois da noite ruim que teve, ter Beta em seus braços lhe trazia a paz de novo.
Thayane: Vamos pro quarto.
Elas foram até o quarto e Beta escovou os dentes e deitou-se novamente. Thay ficou ao seu lado, fazendo carinho nela.
Thayane: Tava morrendo de saudade. – Beta sorriu.
Roberta: Eu também.
Thayane: Saiu que horas da boate?
Roberta: Quase cinco.
Thayane: Muito movimento?
Roberta: Bastante, graças a Deus. – Ela riu. – E sua noite, como foi?
Thayane: Um saco, como sempre quando não to com você.
Roberta: Por que? Aconteceu algo?
Thayane: Não, mas eu queria ta com você e não podia.
Roberta: Que linda! – Beta a abraçou de novo. – Vamos nos ver hoje?
Thayane: Com certeza! Vitor viaja hoje, lembra?
Roberta: Ah é! Eu to dormindo ainda. – Sorriu.
Elas namoraram mais um pouquinho e deu a hora de Thay ir para a empresa.
Thayane: Eu vou indo amor. Mais tarde te ligo pra combinarmos a noite.
Roberta: Ta bom amor, te levo na porta.
Elas foram até a porta, se beijaram durante alguns segundos e Thay foi embora. Roberta voltou para a cama e rapidinho pegou no sono. Thay foi direto para a empresa e começou seus afazeres.
Na hora do almoço, Thay foi com Angel até o restaurante de sempre e almoçaram ali. Enquanto almoçavam iam conversando.
Thayane: Ai amiga, minha noite foi horrível!
Angel: Nossa, o que aconteceu?
Thayane: Eu transei com o Vitor.
Angel: Não! Mas como você conseguiu?
Thayane: Tomei quase uma garrafa de vinho sozinha e fui. Eu não queria, obvio, mas eu não tinha mais como dar desculpas e como ele vai viajar hoje! Espero ter sido a última vez.
Angel: Pretende terminar com ele quando?
Thayane: Assim que ele voltar. Não quero ficar nessa de duas casas, não.
Enquanto elas conversavam, Beta ligou para Thay avisando que estava ali perto e queria vê-la. Não demorou muito e Beta chegou ao restaurante.
Roberta: Oi Angel. – Beta deu um beijo no rosto de Angel. – Oi meu amor. – Beta deu um beijo na trave em Thay.
Angel: Oi Betinha!
Thayane: Oi neném.
Roberta: Eu vim rapidinho, queria te dar isso. – Beta ofereceu um chaveiro com duas chaves e um controle de portão.
Thayane: Que isso amor?
Roberta: São as chaves do meu apartamento e o controle de lá.
Angel: Olha que lindo!
Roberta ficou mais uns minutos com elas e logo foi para a boate. Thay e Angel conversaram mais um pouco e foram para seus trabalhos também. La pelo meio da tarde, Vitor ligou para Thay informando o horário do seu voo e Thay foi encontrá-lo no aeroporto.
Ao chegar no aeroporto, Thay cumprimentou os sócios e amigos de Vitor e ficou um pouco com ele.
Vitor: Vai sentir a minha falta? – Thay o olhou.
Thayane: Claro. – Ele sorriu bobo.
Vitor: Não vejo a hora de chegar em casa. Apesar de todos esses anos, ainda não me acostumei a ficar longe de você. – Thay sorriu forçada.
Thayane: Não vamos falar disso ou será pior.
Vitor: Tem razão.
Eles conversaram sobre qualquer outra coisa mais uns minutos e logo anunciaram o voo dele. Vitor deu um abraço apertado em Thay e a beijou já com muita saudade. Ela tentou fingir o mesmo sentimento, mas não foi capaz, porém Vitor não percebeu ou fez que não percebeu.
Assim que saiu do aeroporto, Thay voltou para sua empresa, terminou de fazer o que havia pendente e foi para sua casa onde deu ‘férias’ coletiva para os funcionários de sua casa, já que queria ficar a sós com Beta o mês inteiro. Ela alegou que passaria uns dias na casa de sua amiga Angel por conta de sua gravidez. Assim que falou com os empregados ela ligou para Beta perguntando se podia ir a sua boate conversar. Em meia hora ela estava na boate.
Thayane: Com licença. – Entrou na boate e avistou Beta próxima do balcão.
Roberta: Oi meu amor. – Andou até ela, deu um selinho e a abraçou. – Tudo bem?
Thayane: Tudo sim e com você?
Roberta: Melhor agora. – Elas sorriram e a funcionária que estava com Beta sorriu junto. – Aconteceu alguma coisa?
Thayane: É o Vitor, ele foi viajar já.
Roberta: Sério? Vem, vamos ao escritório.
Beta dispensou a funcionária e seguiu de mãos dadas com Thay até seu escritório. Chegando lá, Beta sentou no sofá e Thay sentou-se em seu colo.
Roberta: Então a partir de hoje você é minha e só minha? – Sorriu.
Thayane: Só dá minha neném! – Sorriu junto. – Já dei até férias para os empregados da minha casa, teremos a casa só pra nós. – Beta mudou seu semblante e Thay percebeu. – Que foi amor? Não gostou da ideia?
Roberta: Não, não é isso. É que...eu não vou me sentir a vontade lá, entende?
Thayane: Acho que sim. Mas então?
Roberta: Eu tinha pensado em irmos pro meu apartamento.
Thayane: Vamos pra onde você quiser! – Elas sorriram e iniciaram um beijo.
Roberta: Bom, eu só não vou poder ir agora pra casa, mas se você quiser ir indo e me esperar lá ta ótimo.
Thayane: Eu vou. Aproveito e preparo a janta. – Beta sorriu.
Roberta: Vai me esperar com o jantar pronto, é? – Thay sorriu.
Thayane: Vou esperar minha neném com o jantar prontinho. – Elas sorriam de novo e Beta deu um cheirinho na lateral do pescoço de Thay que sorriu mais pela cosquinha. – Que horas, mais ou menos, você vai chegar em casa?
Roberta: As sete eu saio daqui.
Thayane: Certo. Eu vou indo então, vou deixar você trabalhar um pouco. – Elas levantaram-se.
Roberta: Assim que eu sair vou correndo pra casa. – Deu um selinho longo em Thay.
Thayane: Tá bom, te espero lá amor. Se cuida!
Thay pegou sua bolsa e Beta a acompanhou até seu carro. Lá elas deram mais um selinho e Thay foi para casa de Beta.
O tempo passou rapidinho, Beta fez o que tinha para fazer e foi para casa encontrar-se com sua amada. Chegando em casa, Beta e Thay ficaram namorando um pouquinho e logo Beta foi tomar um banho. Terminando o banho, elas jantaram, arrumaram a louça e foram para o sofá assistir televisão.
Thayane: Ah, deixa eu te falar. Chris ligou mais cedo e convidou a gente pra fazer um churrasco amanhã no almoço. O que acha?
Roberta: Ótima ideia.
Thayane: Tudo bem se for na minha casa? É que eles querem na piscina e como você e eles moram em apartamento, não vai dar pra ser um almoço fechado.
Roberta: Pode ser sim amor, em apartamento não dá mesmo.
Thayane: Ótimo! Vou pegar mais uma cerveja e aproveito e ligou pra ele confirmando então. Quer algo da cozinha?
Roberta: Não, obrigada amor. – Thay deu um selinho e Beta e retirou-se.
Enquanto Thay pegava a cerveja e ligava para Christian, Beta ficou no sofá com o controle da televisão na mão procurando algo de bom para assistir. Não demorou muito e Thay voltou para a sala. Elas beberam a cerveja, conversaram mais um pouco e namoraram até que acabaram adormecendo no sofá mesmo, de conchinha.
No dia seguinte, Thay acordou lá pelas nove e meia da manhã e percebeu que estava no sofá com Beta.
Thayane: Amor, acorda. – Beta se mexeu atrás dela.
Roberta: Que? – Tentava abrir os olhos.
Thayane: Nós acabamos dormindo no sofá.
Roberta: Sem momo? – Thay sorriu e virou-se para ela.
Thayane: Mas é safada até cochilando! – Deu um beijo estralado na bochecha de Beta. – Vamos acordar amor, temos de ir ao supermercado comprar as coisas pro churrasco.
Roberta: Ah não amor, é sábado, tá cedo ainda. – Beta abraçou Thay e escondeu seu rosto no pescoço dela.
Thayane: Não seja preguicinha! Melhor irmos ou vamos acabar nos atrasando.
Roberta: Só mais cinco minutinhos, tá?
Thayane: Vamos fazer assim: dorme mais um pouquinho enquanto eu tomo banho e me arrumo.
Roberta: Ótimo! – Thay deu um selinho nela e foi para o banheiro.
Enquanto Thay tomava seu banho, Beta ia pegando no sono novamente até que um celular tocou, ainda meio que dormindo ela pegou o celular e atendeu.
Roberta: Alô. – Falou quase pegando no sono de novo.
xXx: Thay? – Beta acordou em um segundo ao reconhecer a voz.
Roberta: Vitor?
Vitor: É a Roberta? – Beta olhou o aparelho e viu que era o celular de Thay.
Roberta: Putz! – Pensou. – Tudo bem Vitor? É a Roberta sim.
Vito: Tudo ótimo e você? Hãm, a Thay está por aí?
Roberta: Está sim. É que eu vim fazer uma visita a ela, mas ela está no banho.
Vitor: Ah sim. Mais tarde eu ligo então. Poderia dizer a ela que eu liguei?
Roberta: Claro, digo sim. Até mais.
Vitor: Obrigado. Até. – A ligação foi finalizada.
Thay voltou a sala e viu Beta bem acordada.
Thayane: Ué, acordou amor?
Roberta: Sem querer atendi teu celular.
Thayane: Tudo bem. Quem era? – Sentou-se no sofá ao lado de Beta.
Roberta: O Vitor.
Thayane: O que?
Roberta: Calma, acho que ele não suspeitou de nada. Eu disse que tinha vindo na tua casa te fazer uma visita e que você estava no banho.
Thayane: Só isso?
Roberta: Por sorte sim. Bom, eu vou tomar meu banho aproveitando que eu tô bem acordada já. – Sentou-se no sofá e deu um beijo na bochecha de Thay. – Já volto. – Retirou-se.
Aproveitando que Beta tinha ido tomar banho, Thay ligou para Vitor.
Vitor: Alô.
Thayane: Oi Vitor, é a Thay.
Vitor: Oi meu amor. Tudo bem?
Thayane: Tudo e com você?
Vitor: Morrendo de saudade.
Thayane: Que lindo. E a viagem?
Vitor: Tranquila. Pensei que me ligaria mais cedo pra saber como estou.
Thayane: Desculpa amor, tentei te ligar, mas não estava conseguindo.
Vitor: Tentei ligar em casa, mas ninguém atendeu.
Thayane: Eu dei uns dias de folga para os empregados. Tô ficando em casa só pra dormir, agora mesmo por exemplo tô saindo a trabalho e só volto a noite.
Vitor: Vê se não abusa muito. – Thay sorriu.
Eles conversaram mais um pouco e logo Thay finalizou a conversa, antes que Beta saísse do banho. Não levou muito e Beta apareceu na sala.
Thayane: Eu fiz o café pra minha neném. – Beta sorriu.
Roberta: Tô morrendo de fome. – Beta andou até ela e a abraçou forte.
Thayane: Coisa gostosa dormir e acordar com você, sabia?
Roberta: Eu digo o mesmo. – Elas se olharam nos olhos. – Isso era o que eu mais queria.
Thayane: Eu te amo muito, Beta. – Beta sorriu boba.
Roberta: Eu te amo mais, Thay. – Thay sorriu. – Do que você está rindo?
Thayane: Lembrei de quando nos conhecemos, daquele dia que você foi ao apê do Chris e desceu pelo corrimão. – Beta sorriu.
Roberta: É, eu quase cai em cima de você.
Enquanto tomavam o café elas iam lembrando desse dia, lá pelas onze e elas foram ao supermercado.
Roberta: O que vamos comprar? – Ela empurrava o carrinho.
Thayane: O pessoal fez uma listinha e nos passou a nossa metade.
Roberta: O refri é com a gente?
Thayane: Não, mas com toda certeza do mundo ninguém lá vai esquecer da sua Pepsi.
Roberta: Bom mesmo.
Thayane: O que vamos comprar de sobremesa?
Roberta: Sorvete. Tá muito calor.
Para ser mais rápido elas se separaram. Enquanto uma pegava uma coisa, a outra pegava outra coisa. Thay já aguardava Beta com o carrinho na fila do caixa.
Roberta: Pra você. – Beta encostou seu corpo nas costas de Thay e levou sua mão a frente dela mostrando um bombom. Thay sorriu e pegou o bombom.
Thayane: Obrigada amor.
A vontade delas era de darem um beijo, mas como estavam em público e próximas da casa de Thay, isso era impossível. Não demorou muito e elas já estavam a caminho da casa de Thay novamente. Chegando lá, elas colocaram as coisas na geladeira, guardaram as outras e foram trocar de roupa para poderem esperar o resto do pessoal. Elas colocaram um biquíni e uma canga e não demorou muito o pessoal chegou e eles foram para beira da piscina. Uns minutos conversando e a fome bateu.
Mayane: Tá bom, tá bom, quem vai assar a carne?
Christian: Deixa pro papai aqui.
Roberta: Ih ferrou!
Christian: Ah o que é, hein? – Jogou um pouco de água em Beta. – Eu sou bom nisso e o Diegão aqui...- O abraçou. –...vai me ajudar. Não vai meu bom?
Diego: Sobrou pra mim. – As meninas riram. – Tá bom, vamos lá espetar a carne. – Eles se levantaram e foram até a cozinha.
Enquanto Christian e Diego lidavam com o churrasco, as meninas tomavam um solzinho.
Roberta: E ai Angel, já começou a ter desejos? – Tomou um gole de sua cerveja.
Angel: Ainda não, só uma fome fora de hora de vez em quando.
Mayane: Nessas horas que é o ruim de ser o homem da relação.
Thayane: Imaginem o Chris acordando de madrugada pra fazer algo pra Angel comer.
Roberta: Preguiçoso do jeito que é.
Diego: Se depender do Chris a Angel tá ferrada.
Christian: O que é, hein? Cuida do teu espeto, valeu? – O pessoal riu.
Diego: Pra acordar o Chris é uma briga. Nem com água fria.
Angel: Ah não, quero ver se comigo ele não vai acordar. – Tomou um gole de sua cerveja.
Christian: Ae! – Se aproximou de Angel. – Você não acha que já tomou cerveja demais, não? Meu filho não pode ser alcoólatra desde pequeno.
Roberta: Só vai puxar o pai. – O pessoal riu.
Christian: É o sujo falando do mal lavado. Aqui são todos um bando de cachaceiros. E você me da essa cerveja. – Pegou a cerveja de Angel.
Enquanto isso, Thay e Beta foram até a borda da piscina e lá ficaram fazendo carinho uma na mão da outra.
Roberta: Esses dois não têm jeito mesmo.
Thayane: Imagina o Chris na hora do parto.
Roberta: Meu Deus, coitada da Angel.
Thayane: Aposto que a Angel vai ter que assumir o controle ainda. – Beta sorriu.
Roberta: E nós?
Thayane: Nós o que?
Roberta: Quando vamos ter o nosso bebê? – Thay achou graça, mas ficou séria ao ver que Beta estava falando sério.
Thayane: Você tá falando sério?
Roberta: Sim, eu quero muito ser mãe. Você não?
Thayane: Ah, eu nunca parei pra pensar nisso. Mas como vamos fazer?
Roberta: Inseminação.
Thayane: E você vai engravidar?
Roberta: Vou, morro de medo do parto, mas eu gostaria muito. – Thay começou a sorrir.
Thayane: Imagina você grávida, toda lindinha com essa barriguinha enorme. – Beta sorriu enquanto Thay acariciava sua barriga.
Roberta: Vai rindo, vai rindo. Você que vai fazer o papel do Chris, viu?
Antes de continuarem o assunto, Chris chegou e as empurrou pra água caindo junto com elas.
Christian: É hora do banho!
Logo o restante do pessoal caiu na água também.
Christian: Quem tá cuidando da carne?
Diego: O além.
Christian: Você abandonou o posto?
Diego: Tá muito quente, Christian e tá quase pronto.
Christian: Se queimar eu te mato polenteiro.
Diego: Ah não! Polenteiro não! – Diego se aproximou de Chris.
Christian: O que vai fazer, trovador?
Diego: Tá faltando a linguiça! – Diego mergulhou e tirou o bermudão de Chris.
Christian: Ah, filho da mãe! Me da aqui a bermuda! – O pessoal ria de Chris.
Diego: Pede desculpas!
Christian: Ah, sai fora cara, me da aqui a bermuda.
Diego: Sem desculpas, nada feito!
Christian: Eu tô falando sério! – Diego saiu da piscina com a bermuda de Chris.
Diego: Dá teu jeito pra sair daí que eu vou cuidar do churrasco.
Christian: Angel, me ajuda.
Angel: Tô descansando, não foi o que você mandou eu fazer?
Christian: Roberta?
Roberta: Sem essa.
Thayane: Nem olha pra mim.
Diego: Nem pense em pensar na May.
Christian: Ah é? Vão se virar contra mim? Então tá, desfrutem da visão. – Christian saiu pelado da piscina. As meninas riam de olhos fechados.
Diego: Ah, que nojo cara, que nojo! – Jogou a bermuda para ele e ele a vestiu.
Assim que a brincadeira acabou, eles foram almoçar, já era umas três da tarde e o pessoal estava louco de fome. Assim que comeram eles sentaram-se na sombra para descansar um pouco.
Diego: Quer mais refri? – Ofereceu uma lata de refrigerante pra May.
Mayane: Obrigada. — Pegou a lata enquanto Diego sentava na espreguiçadeira ao lado.
Diego: E ai, como anda o trabalho?
Mayane: Graças a Deus ótimo. Ter seu próprio consultório é outra coisa. – Diego sorriu.
Diego: Imagino. Qualquer dia vou te fazer uma visita lá, posso?
Mayane: Claro, vai ser ótimo e vou cobrar.
Diego: Pode cobrar sim. Ah, sabe quem perguntou por você esses dias?
Mayane: Quem?
Diego: O senhor Antônio!
Mayane: Mentira que ele ainda lembra de mim! – May sorriu contente. – E como ele está?
Diego: Ah vai indo, um dia tá bem, outro com dor. Na verdade, sempre que conversamos ele pergunta de você. – May sorriu novamente.
Mayane: Seu avô é uma figura. Um vô e tanto.
Diego: É sim, eu sou um cara de sorte por ter ele comigo.
Mayane: E ele por ter um neto como você.
Diego: Você acha? – Eles ficaram se olhando por um tempo até que o clima foi quebrado pelo grito de Chris.
Christian: Ae gente, a surpresa chegou! – Todos olharam e viram Josy chegando.
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