Além da Eternidade - 1° temporada
87 Com a pulga atrás da orelha
Notas iniciais
Josy: Oi pessoas!
Roberta: Jooooooooosy! – Josy correu até Beta e a abraçou. – O que faz aqui sua encapetada?
Josy: Vim tentar ter um futuro aqui com vocês. E aí Thay, tudo bem?
Thayane: Tudo sim Josy e com você?
Josy: Melhor agora!
Diego: E aí Josy, bem vinda.
Mayane: Bem vinda.
Josy: Obrigada, gente.
O pessoal continuou conversando durante mais algumas horas.
Thayane: E aí gente, vamos pra boate a noite?
Christian: Ótima ideia!
Mayane: Faz um tempinho que não saímos todos juntos mesmo.
Josy: Faz tempo que to querendo ir.
Roberta: Amor, vou na cozinha quer algo?
Thayane: Quero sim amor, me traz um pouco de sorvete, por favor.
Roberta: Trago sim. – Deu um selinho em Thay. – Alguém mais quer algo da cozinha?
Christian: Eu quero uma cerveja Betinha.
Angel: E eu uma água, por favor.
Josy: Eu vou com você Beta.
Josy e Beta retiraram-se e foram até a cozinha.
Roberta: Mas e aí, o que te deu pra vir pra cá?
Josy: Ah, sei lá, tava cansada da mesmice de Porto Alegre.
Roberta: E quais os planos?
Josy: Ficar aqui um tempo, fazer algum curso, tentar um emprego.
Roberta: E já sabe aonde vai ficar?
Josy: Ainda não. Quero alugar um apartamento.
Roberta: Deixa de bobagem! Fica no meu apartamento. Esse mês vou passar com a Thay lá, e se der certo vamos morar juntas logo, mas tenho certeza que ela não se importará.
Josy: Não Beta, obrigada, mas prefiro alugar um apartamento.
Roberta: Cabeçuda como sempre! – Deu um leve tapa na testa de Josy. – Tudo bem, mas então até você achar um apartamento você fica comigo, ok?
Josy: Certo! E aí, ta sério o lance agora?
Roberta: Ela me pediu pra voltar. – Sorriu boba. – Mas vamos voltar agora, depois te conto tudo com detalhes.
Josy: Ta bom.
Elas pegaram o sorvete, a água e a cerveja e voltaram para a piscina. Assim que chegaram, Chris jogou Josy na piscina e Beta foi falar com Thay.
Roberta: Amor, se importa se a Josy passar um tempo com a gente? Só até ela achar um apartamento.
Thayane: Não amor, tudo bem.
Chris, Diego e Josy estavam na piscina.
Christian: E aí Josy, já sabe aonde vai querer morar?
Josy: Ainda não, não conheço nada aqui.
Diego: Se quiser posso ir com você e te mostro alguns lugares bons.
Josy: Poxa quero sim, muito obrigada.
Diego: Então beleza. Depois a gente troca telefone e marcamos o dia.
Mayane: Nossa, como ta todo preocupado com ela. – Sussurrou pra Angel que sorriu.
Angel: É amiga, cuidado.
Mayane: Cuidado com o que?
Angel: Com a Josy aqui. Bom, você não tem com o que se preocupar, afinal, você não quer nada com o Diego mesmo, né? – Levantou-se. – Eu vou dormir um pouco, vamos?
Mayane: Pode ir, vou ficar por aqui mesmo.
Angel: Até mais. – Retirou-se.
Angel e Chris foram dormir um pouco no quarto de visitas, Josy deitou-se na sala da casa de Thay também para dormir, Diego e May deitaram na rede que ficava na área e Thay e Beta deitaram debaixo de uma árvore onde pegava um ventinho gostoso.
O pessoal resolveu dormir um pouco para passar o álcool e poderem estar inteiros a noite para irem a boate.
Thay sorria boba ao ver Beta com os olhinhos bem moles de sono lutando para não dormir.
Thayane: Dorme amor. – Acariciou o rosto de Beta.
Roberta: Não, quero ficar te olhando.
Thayane: Você ta louca de sono.
Roberta: To não.
Thayane: Vamos dormir nós duas.
Roberta: Vai dormir comigo?
Thayane: Vou. – Thay aproximou-se de Beta e iniciou um beijo bem calmo. Sem pressa alguma, Beta levou sua língua de encontro a de Thay e elas ficaram alguns segundos se beijando até que Thay o finalizou com um selinho. – Bom soninho neném.
Roberta: Bom soninho, te amo muito. – Falou fechando os olhos. Thay sorriu.
Thayane: Também te amo muito minha pequena. – Deu um selinho na testa de Beta.
Não demorou muito e Thay acabou pegando no sono. Algumas horas depois e o pessoal começou a acordar. Eles combinaram de se encontrar na boate e cada um foi para sua casa tomar um banho e se arrumar.
Thay, Beta e Josy arrumaram o restinho da bagunça que havia ficado e foram para o apartamento de Beta. Chegando lá, Josy foi para o quarto de visitas e Thay e Beta para o quarto de Beta.
Roberta: Quer colocar as roupas que você trouxe no guarda-roupa?
Thayane: Quero sim.
Roberta: Quer ajuda?
Thayane: Não amor, obrigada, não são muitas.
Roberta: Ok. Vou preparar algo pra comermos antes de irmos a boate. Qualquer coisa to na cozinha. – Aproximou-se de Thay e deu um selinho, retirando-se logo em seguida.
Chegando na cozinha, Beta deparou-se com Josy. Elas conversaram, colocaram as fofocas em dia e Beta deixou Josy a par de tudo o que havia acontecido com ela e Thay.
Uma meia hora depois e Josy foi se arrumar para a boate. Beta foi para o quarto fazer o mesmo.
Roberta: Terminou amor?
Thayane: Já sim e já tomei banho. – Roberta se aproximou.
Roberta: Deixa eu dar cheirinho. – Beta envolveu seus braços em volta da cintura de Thay e encostou seu nariz no pescoço dela, dando um cheirinho. – Hum, que delicia.
Thayane: Você me arrepiou. – Sorriu arrepiada e Beta sorriu junto.
Roberta: Arrepiou é? – Ela deslizou seu nariz por todo pescoço de Thay e o levou até sua orelha onde respirou forte fazendo Thay se arrepiar novamente e sentir um friozinho na barriga.
Thayane: To com vontade de você. – Sussurrou enquanto apertava o braço de Beta.
Roberta: Quer fazer momo? – Encostou o quadril de Thay no dela e o movimentou tentando fazer suas intimidades se tocarem.
Thayane: Quero. – Beta abaixou a alça da blusa de Thay e beijou seu ombro, descendo seus beijos em seguida para o colo dela. Ela abaixou um pouco a blusa, deixando o seio de Thay exposto e logo roçou seu rosto no seio dela, que já ofegava de olhos fechados.
Roberta: Ta molhadinha já? – Beta ficou roçando seus lábios no bico de Thay, enquanto deslizava sua mão pela lateral do corpo dela até chegar em sua coxa, na parte de trás, próximo a sua bunda, onde apertou com força pressionando mais seu corpo no dela.
Thayane: Completamente molhada! Vamos transar antes de ir pra boate, vai. – Beta se afastou.
Roberta: Vamos o que? – Thay se ligou no que havia falado.
Thayane: Fazer momo.
Roberta: Você falou transar.
Thayane: Falei não.
Roberta: Acabou meu tesão, vou para o banho.
Apesar de Beta não gostar de usar a palavra ‘transar’ com Thay, isso não tinha sido o motivo pra ela parar tudo, obvio, ela queria apenas pirraçar Thay. Beta pegou sua toalha e foi para o banheiro.
Thayane: O que? – Foi atrás de Beta no banheiro. – Você não vai me deixar assim, né?
Roberta: Preciso tomar banho, to atrasada já.
Thayane: Beta, eu to excitada! – Beta engoliu seco ao ouvir aquilo, mas manteve-se firme.
Roberta: Tem alguma ideia pra mim vestir essa noite? – Thay irritou-se.
Thayane: Vai de blusão e abrigo! – Saiu bufando do banheiro. Beta sorriu.
Beta tomou seu banho, vestiu uma roupa confortável e foi atrás de Thay que estava sentada em um banco, irritada na cozinha.
Roberta: Ta de bico comigo? – A abraçou por trás e ficou dando beijos em seu ombro.
Thayane: Não. – Ignorou o carinho e continuou comendo seu cereal.
Roberta: Fica assim não minha princesa.
Thayane: Eu to legal.
Roberta: Não ta não, ta de biquinho. – Beta insistia em pirraçá-la.
Thayane: E você queria o que? – Virou-se de frente para Beta. – Eu to excitada até agora!
Assim que falou isso, Thay ouviu alguém tossindo (aquela tosse forçada), olhou para a porta da cozinha e viu Josy ali.
Thayane: Josy?
Josy: Eu juro que não ouvi nada! – Beta sorriu. – Eu só vim dizer que o pessoal do churrasco ta aqui. – Thay ficou corada de vergonha.
Thayane: Vou atendê-los, com licença. – Retirou-se rapidamente.
Josy: O que foi isso? – Beta sorriu mais ainda. – Não ta dando conta, é?
Roberta: Que nada, fui inventar de pirraçá-la e ela ficou brava.
Josy: Melhor ir fazer as pazes logo.
Roberta: Eu tinha planos, mas com o pessoal aqui ferrou de vez. Vou lá ver se amanso a fera.
Beta pretendia terminar o que começou no quarto logo em seguida, mas com essa visita repentina, seus planos foram por água abaixo. Assim que chegou a sala, Thay disse que iria para o banho, aproveitando que Josy estava na sala também, Beta deu uma desculpa qualquer e foi atrás de Thay.
Roberta: Vem ca, vem. Eu ia terminar o que comecei, tava brincando, mas o pessoal chegou.
Thayane: Tarde demais! Ah e vai ter volta! – Beta sorriu.
Roberta: Nem inventa.
Thayane: É sério.
Roberta: Ta de bico?
Thayane: Não. — Thay deu um selinho rápido em Beta e entrou no banheiro.
Roberta: Tem certeza?
Thayane: Tenho.
Beta resolveu não prolongar muito a conversa e foi se arrumar. Alguns minutos depois e Thay saiu do banheiro. Elas terminaram de se arrumar e juntaram-se ao pessoal na sala, onde logo em seguida foram para a boate.
Ao chegar na boate, Beta pegou uma mesa para os amigos e foi dar uma volta para ver como tudo estava. Enquanto Beta trabalhava um pouco, o pessoal bebia e dançava. Vez em outra Beta dava uma passada rápida na mesa para dar um beijo em Thay e logo voltava aos seus afazeres.
Lá pelas duas e meia da manhã e Beta finalmente havia conseguido ficar apenas curtindo a balada. O pessoal já estava bêbado. Chris e Angel eram só risos, Thay e Beta apenas caricias e beijos, Josy e Diego passaram a maior parte do tempo juntos, brincando, dançando, rindo, bebendo e isso acabou irritando um pouco May.
Thayane: Não vai dançar prima?
Mayane: Vou.
Roberta: Tudo bem May?
Mayane: Melhor impossível. – Falava seca enquanto olhava Diego e Josy dançando e rindo muito na pista.
Assim que a dupla chegou a mesa, um homem chegou junto convidando May para dançar, ela não pensou duas vezes e foi com ele até a pista. Diego apenas observava tudo em silêncio. Enquanto conversava e brincava na mesa, ele não tirava os olhos de May, que já estava bastante bêbada.
May e o tal homem foram até o balcão pedir algo para beber e enquanto ele foi ao banheiro, Diego chegou em May.
Diego: O que pensa que está fazendo?
Mayane: O que?
Diego: O jeito como você ta dançando com esse cara? Ficou maluca? Você nem o conhece!
Mayane: E daí? Você não conhece a Josy tão bem e parece que já estão bem íntimos.
Diego: Não viaja Mayane! A Josy é amiga da Beta e do pessoal, somos amigos, não fizemos nada demais.
Mayane: Não sei, a hora que vocês foram pro cantinho eu não estava junto.
Diego: Cantinho? Que cantinho? Você esta bêbada! Vem, vamos voltar pra mesa antes que esse cara volte. – A segurou pelo braço e ela na mesma hora tratou de livrar seu braço das mãos de Diego.
Mayane: Me deixa Diego! Pára de ficar me vigiando e me controlando. Eu saio com quem eu quero e faço o que quero.
Diego: Não enquanto eu estiver por perto. Vamos!
Mayane: Não vou com você a lugar nenhum!
Diego: Eu só quero te levar pra mesa.
Mayane: E ficar aturando você e a Josy? Não, obrigada! – Diego sentiu o ciúme de May e resolveu agir, talvez pela bebida ou por já estar cansado desse chove e não molha.
Diego: Quer saber? Chega May! – Diego levou suas mãos até a cintura de May e a puxou contra ele, selando seu lábios nos dela rapidamente. Nos primeiros trinta segundos May tentou evitar, o empurrava com os braços e tentava livrar sua boca da dele, mas acabou sendo vencida. Eles ficaram se beijando durante alguns minutos enquanto o pessoal da mesa se abismava.
Roberta: Eu bebi demais ou realmente o Diego e a May tão se beijando?
Christian: E não é que milagres existem!
Thayane: Que nada, finalmente minha prima se rendeu aos encantos do Diego.
Angel: To chocada!
Josy: Não sei não, esse tapa pra mim não quer dizer que ela ta muito a fim dele não!
Exatamente, no meio do beijo e May se afasta dando um belo tapa no rosto de Diego, deixando-o sozinho no meio da pista. Mais confuso do que o normal ele volta a mesa.
Diego: Vem ca Thay, sua prima tem algum problema?
Thayane: Que?
Diego: Ou ela gosta de me fazer de idiota ou ela não bate bem da cabeça! – O pessoal não conseguiu se conter e acabaram rindo. – Ela da um ataque de ciúme e quando eu a beijo me bate?
Christian: É meu bom, e foi um belíssimo tapa. Os dedos da May ficaram direitinho tatuados no teu rosto. – Gargalhou.
Roberta: Quer gelo?
Diego: Não.
Depois desse episodio Diego acabou indo embora mais cedo e o pessoal ficou na boate. A festa tava animada e a bebida continuava rolando solta.
Lá pelas três e meia da manhã e a boate ainda estava lotada. O pessoal estava na mesa conversando e rindo, todos mais pra la do que pra ca. Thay levou sua mão até a coxa de Beta e começou a acariciá-la, em seguida levou sua boca até o ouvido de Beta.
Thayane: To com tanta vontade de você. – Mordiscou a orelha de Beta que se arrepiou.
Roberta: Não faz isso comigo, não aqui. – Thay aproximou sua boca da orelha de Beta de novo.
Thayane: To tão molhada. – Beta engoliu seco. – Fico imaginando sua linguinha entrando e saindo de mim, indo até o fundo e mexendo lá dentro enquanto eu fico gemendo e arranhando suas costas.
Roberta: Vamos pro escritório. – Thay ignorou de propósito o convite de Beta.
Thayane: Depois você chupando meu clitóris e o massageando enquanto eu massageio meu seio.
Roberta: Vamos la pra cima.
Thayane: Sua boca toda lambuzada de mim...
Roberta: Você ta me ouvindo? – Thay sorriu.
Thayane: Ta ai o troco!
Roberta: Ba, que golpe baixo!
Thayane: É ruim né neném? – Deu um selinho em Beta.
Roberta: Você me excitou!
Thayane: Vou ao banheiro, já volto. – Retirou-se.
Roberta até pensou em ir atrás, mas não poderia fazer amor com sua mulher no banheiro de sua própria boate, alias, poder ela podia, mas não seria legal e a boate estava muito cheia. Beta pegou mais uma bebida e foi até seu escritório largar um papel que uma de suas funcionárias havia lhe dado. Ao entrar na sala, ela tomou um susto.
Thayane: Pensei que ia ter que te buscar. – Apareceu atrás da porta.
Roberta: AAAAAAAAAAAAH! Que susto, amor. – Thay sorriu enquanto Beta sentava no sofá.
Thayane: Assustei minha neném?
Roberta: Não, eu não me assustei não. – Estava com a mão em seu peito.
Thayane: Ótimo! – Trancou a porta e andou em direção a Beta com uma cara safada.
Roberta: Não comece nada que não pretende terminar. – Thay sorriu, puxou um pouco seu vestido e sentou em seu colo de frente para ela.
Thayane: Por que? – Ajeitou-se em seu colo rebolando propositalmente sobre seu quadril.
Roberta: Porque estamos sozinhas e eu juro que se você fizer de novo eu te pego a força.
Thayane: Gostei da ideia, mas to muito excitada pra fazer joguinho agora.
Roberta: Ta é?
Thayane: To. – Thay pegou a mão de Beta e levou até sua intimidade mostrando o quanto ela estava molhada. – Viu?
Roberta não falou nada, aliás, não conseguiu falar uma palavra se quer. Apenas selou seus lábios nos de Thay e iniciou um beijo intenso e cheio de fome.
Narrando como Roberta
Ela mexia o quadril de propósito fazendo nossas intimidades se roçarem, já sabendo o quanto isso me deixava louca. Enquanto eu a beijava, minhas mãos subiam por suas coxas levando o vestido junto. Ao chegar em sua cintura, forcei o corpo dela pra baixo tentando sentir mais sua intimidade. Eu estava tão excitada que minha intimidade já pulsava. Já quase sem ar parei o beijo e comecei a sugar seu pescoço fazendo ela se arrepiar e ofegar baixinho. Subi uma mão minha até a alça do seu vestido e a abaixei deixando um seio seu exposto. Rapidamente levei meus lábios até o mesmo onde o suguei com desespero enquanto abaixava a outra alça do vestido. Já com o outro seio seu exposto o suguei do mesmo jeito enquanto minhas mãos apertavam sua bunda e pressionavam o corpo dela mais contra o meu. Nessa hora alguém mexeu no trinque da porta como se quisessem entrar.
Thayane: Tem gente na porta. – Falou ofegante.
Roberta: Deixa!
Thayane: E se entrarem e nos verem?
Não falei nada, apenas a deitei no sofá e me ajeitei entre suas pernas, subi minha saia com uma mão e logo tratei de encostar nossas intimidades. Mexi meu quadril fazendo minha intimidade roçar com força na dela. Fiz movimentos pra frente e pra trás enquanto ela forçava sua cabeça pra trás. Eu estava muito excitada que sentia que logo iria gozar, então parei meus movimentos e cheguei um pouco pra trás, deixando minha boca a altura de sua intimidade. Deitei-me melhor no sofá, coloquei sua calcinha pro lado e sem fazer hora, passei minha língua entre seus lábios pequenos com força arrancando um gemido alto dela. Thay segurava o sofá com força que mais um pouco suas unhas fariam um buraco nele. Apoiei uma perna dela no encosto do sofá e a outra apoiei no sofá mesmo ao lado deu seu corpo. Sua intimidade estava totalmente a minha disposição e eu não perdi tempo. Levei meus lábios até sua entradinha e a suguei com vontade, iniciando um beijo de língua um pouco rápido logo em seguida. Thay agora havia levado uma almofada a sua boca e a mordia tentando não gemer alto. Fiquei alguns segundos assim e logo dei a mesma chupada e o mesmo beijo de língua em seu clitóris.
Thayane: Pára amor, eu vou gemer alto! – Falou ofegante e desesperada.
Brinquei um pouco mais e logo voltei a deitar sobre ela, deixando meu quadril na altura do quadril dela. Ao soltar a calcinha dela, a mesma acabou voltando pro lugar. Totalmente sem jeito eu me livrei de minha calcinha e puxei sua calcinha pro lado, encostando logo em seguida minha intimidade na dela impedindo que sua calcinha voltasse para o lugar.
Roberta: Goza comigo.
Apoiei minhas mãos no sofá e voltei a movimentar meu quadril de um jeito que nossas intimidades se roçassem bem de leve, mal se encostando.
Thayane: Não faz isso comigo, encosta. – Ela erguia seu quadril tentando encostar nossas intimidades.
Roberta: Só se você gemer alto pra mim. – Meu clitóris já estava durinho de tanta excitação.
Thayane: Do jeito que você quiser, agora acaba com essa tortura logo.
Sorri e fiz o que ela e meu corpo pediam: encostei minha intimidade na dela e comecei a roçá-las com força de vários jeitos. Apoiei minha testa no braço do sofá já que meus braços estavam quase sem forças. Thay apertava meu bumbum com força fazendo a gente se roçar mais ainda. Segurei uma coxa sua e a apertei, quando dei por mim, não sabia se eu ou ela gemia mais alto. Não demorou muito e eu acabei gozando. Thay gozou alguns poucos segundos depois de mim. No mesmo instante desabei meu corpo sobre o dela. Estávamos cansadas, suadas, ofegantes e descabeladas. Uns três minutos depois e eu consegui, finalmente, ter forças pra sair de cima dela e deitar ao seu lado.
Final da narração de Roberta
Thayane: O que foi isso?
Roberta: Orgasmo acumulado. – Elas riram.
Mais uns cinco minutos ‘descansando’ e elas levantaram. Arrumaram-se como lhes foi possível e voltaram para a mesa. Elas tomaram mais uns drinques e lá pelas cinco e quinze da manhã foram embora. Chegando ao apartamento de Beta, Thay e ela caíram na cama e apagaram em questão de minutos, poucos minutos.
Eram onze e meia da manhã quando o celular de Beta tocou, era Christian avisando que as meninas do prédio dele iam fazer um jogo de futebol e faltava uma menina no time de May, como Beta jogava na adolescência, ela aceitou, perguntou a hora do jogo e logo voltou a dormir. Um pouco antes de adormecer, Thay perguntou quem era e ela falou do jogo, mas o sono era tanto que elas acabaram dormindo de novo.
Enquanto isso em Cancun
Vitor havia acordado cedo como de costume, depois de sua malhação ele ligou para Thay, mas ninguém atendia. O telefone da casa só chamava e o celular estava desligado. Não havia nenhuma chamada de Thay em seu celular, por um momento ele pensou na hipótese de Thay não estar conseguido ligar, mas ela também não havia lhe procurado no telefone do hotel. Depois de muito tentar, ele resolveu dar uma pausa e ir almoçar com alguns amigos.
Thiago: Desculpa a demora gente, minha mulher me liga de duas em duas horas.
Vitor: Pelo menos a sua liga.
Thiago: Demais pro meu gosto.
Vitor: Sorte a sua.
Pedro: O que foi? A Thay não ligou pra você?
Vitor: Não e nem me atende.
Thiago: Brigaram?
Vitor: Não. Deve ser o trabalho, ela estava em um projeto novo. – Thiago riu.
Thiago: Trabalho no domingo, Vitor? Thay sempre foi muito dedicada a empresa, mas nunca a esse ponto.
Vitor: Insinua o que?
Thiago: Insinuo nada. Mas que é estranho é.
Pedro: Deixou o Ricardão lá? – Ele riu.
Vitor: Tão querendo dizer que a Thay tem um amante?
Thiago: E tem outra explicação?
Pedro: Ela mudou com você?
Vitor: Mais ou menos. – Vitor sabia que Thay havia mudado muito com ele de uns tempos pra cá, mas ele não era louco de afirmar sabendo o jeito que seus ‘amigos’ eram.
Pedro: Então é certo que há outro na história. Mulher é sempre pegajosa, melosa, atenciosa com o cara quando gosta dele.
Vitor: Thay nunca foi esse tipo de mulher. Sempre me deu atenção, mas pegajosa e melosa não. É o jeito dela, jeito de mulher independente.
Thiago: Mas sempre tava lá quando você queria, não estava?
Vitor: Sim.
Thiago: Se agora ela não ta, você acha que pode ser outra coisa? – Vitor ficou quieto e pensativo.
Pedro: Coloca um detetive atrás dela cara!
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