Notas iniciais
Bom... Agora q Shun voltou a ser o Shun e todos estamos chegando em Giudeca. NÉ SEIYA!!!

Seiya: Tá... Já derroto o Vilentine... Mas o Ikki tb tá no Cocitos u.u

O Ikki é foda, logo ele acorda e segue a gnt... Já vc u.u

Seiya: Sacanagem >_<

Bom... Vamos ao capítulo q essa fase tb jah tá no fim u.u

Em frente ao Muro das Lamentações:


As portas de Giudecca se abrem violentamente, por ela entra Seiya, quase em desespero, à procura de Atena, depois de ter seguido seu cosmo até ali. O lugar está em estado de calamidade, completamente destruído, as pilastras destroçadas e caídas no chão, os degraus violentamente cortados, as cortinas rasgadas. No fim da escada onde deveria estar o trono de Hades, mas que também foi destruído em meio ao pandemônio, estava seu amigo, Shun, ainda desacordado, mas agora com sua armadura de Andrômeda.

Seiya se aproxima, apoiando a cabeça do garoto em seus braços. Ele desperta, finalmente é o mesmo Shun de antes. Mas agora seus tímpanos quase se acabaram com a gritaria do amigo preocupado.

- SHUN! SHUN!

-Ah... Seiya…

- Shun... Você conseguiu se recuperar. Que bom! – e olhando em volta – Mas... E Atena? Onde ela está?

- Eu não sei... Parece que todas as energias cósmicas foram pro fundo...

O garoto se levanta, juntos, seguem para o fundo da sala, atravessando as cortinas destroçadas e a gigantesca porta que havia logo atrás delas. Do outro lado, subiram as escadarias que os levavam... A um imenso muro...

Era gigantesco, parecia não ter fim. Nem para cima, nem para os lados. Sua aparência era de uma construção que estivesse ali desde o início dos tempos, mas ainda assim parecia mais sólido do que qualquer montanha. Dois enormes rostos gregos se entreolhavam, esculpidos nas pedras, com asas no lugar das orelhas, numa expressão vazia. Sob eles, sem a cabeça, algo que se parecia com a silhueta de um enorme pássaro de asas abertas trazia um grande alo nas costas, como se representasse as argolas com que se puxavam as portas antigas. Era como se fosse a passagem para algum lugar. Mas não viam Atena.

- Não tem saída... – dizia Seiya – Que muro enorme. Onde estamos?

Uma conhecida voz responde ao garoto, soando esgotada.

- Nos limites do inferno... Este é o Muro das Lamentações.

Shaka se erguia do chão, com o sangue a escorrer-lhe das mãos e do rosto, e molhar o solo. O Cavaleiro vira Atena seguir Hades para além do muro, mas era impossível que eles a seguissem, pois por ali, só os Deuses poderiam passar. Com sua impulsividade e teimosia, Seiya não quis saber de ouvir Shaka.

- Não. Isso é só um muro.A gente pode destruir.

- Eu também pensei isso... Mas nenhum de meus golpes fez sequer um arranhão na estrutura. Para os humanos, o muro das lamentações é um lugar de desespero.

Nem mesmo todo o poder de Shaka foi capaz de abalar o gigantesco muro. Seiya parece se desesperar, desferindo inúmeros golpes contra a parede, com a armadura de Atena entre os dedos. Não se conformava em não poder entrega-la à Deusa. Mas uma coisa era certa: Tinham de fazer alguma coisa para entregar a armadura para Saori, ou ela jamais conseguiria desferir um golpe fatal contra Hades, seria ela quem morreria.

- Mas afinal, o que tem depois desse muro? – indaga Seiya, já um tanto irritado com a situação.

Nem Shaka sabia a resposta... Mas uma idéia passa por sua mente, deixando-o surpreso com o que pudesse ser.

- Não... Do outro lado do Muro das Lamentações deve haver... O Elíseos!

O Elíseos, o paraíso dos Deuses... Então era para lá que Atena fora, no encalço de Hades. Era preciso chegar até ela e entregar-lhe a vestimenta. Mas um humano não poderia atravessar o muro, e nada podia pô-lo abaixo. Seiya então avança, entregando a estatueta para Shun.

- Seiya, o que você vai fazer?

- Não ta na cara, Shun? Vou elevar meu cosmo ao máximo e me jogar contra o pilar.

- Ficou louco? Se nem todo o poder de Shaka pode sequer arranhar o muro... Você só vai morrer pra nada!

- E o que você quer que eu faça? Desista? A gente prometeu não perder as esperanças, e eu não vou desistir. Sai da minha frente!

Ele tenta avançar, manda até mesmo Shaka sair do seu caminho, queria fazer a tentativa a qualquer custo, e continua correndo e elevando seu cosmo. O Cavaleiro de ouro não dá passagem. Ergue o dedo e, com seu cosmo, derruba facilmente o garoto, impedindo-o de tal loucura.

Mas agora é ele quem se põe de frente com a enorme construção, admitindo que alguém haveria de se sacrificar.

- Shaka... Você poupou o Seiya pra se sacrificar no lugar dele?

- Agora eu me lembro... Ouvi certa vez que a única coisa capaz de destruir o Muro das Lamentações são os raios do sol.

- O que? Mas é impossível que eles cheguem aqui!

- Eu sei. Mas temos pouco tempo até que a Terra seja tomada por escuridão... É preciso fazer a tentativa.

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Cocitos

Quatro espectros caminham pela prisão quando se surpreenderem com o corpo de Valentine, completamente destroçado em meio ao campo gelado e às cabeças mortas. O corpo de Pégaso não estava mais onde fora enterrado, mas custavam a acreditar que ele tivesse capacidade para tanto. No mesmo instante, um cosmo de um poder descomunal começa a fluir pela prisão, deixando os homens assustados. Vinha além de Giudecca, e tamanho era o poder, que só poderia ser o de um Deus. Era o cosmo dourado de Atena.

Todo o poder de Atena envolve seus Cavaleiros dourados, dando-lhes forças para se erguerem do gelo. Mu, Milo e Aiolia se põem de pé diante dos inimigos, expandindo seus cosmos perigosamente. Os quatro se mantêm confiantes, já que o frio do lugar não os permitiria agir com todo o seu poder.

Dois deles avançam velozmente, certos de sua vitória. O leonino ergue o punho apenas, e os feixes de luz os derrubam instantaneamente.

- \"RELÂMPAGO DE PLASMA!\"

- Maldito, como é possível? – praguejam os outros dois, também indo para cima dos Cavaleiros.

- EXTINÇÃO ESTELAR!

O terceiro cai pelo golpe de Mu, enquanto o próximo sequer vê os feixes rubros que atravessam mortalmente seu corpo. Do outro lado, ainda na posição de avanço, com um sorriso satisfeito nos lábios e o aguilhão escarlate em seu dedo, Milo nem mesmo ergue a voz.

- \"Agulha Escarlate...\"

---ooo---

Diante do Muro das Lamentações, Shaka se senta na posição em que costumava meditar, e começa a elevar absurdamente seu cosmo. Uma enorme flor de Lótus cresce em botão à sua volta, de pura energia rósea, e logo se abre em volta do Cavaleiro, e todo ele brilha numa poderosa energia dourada que ofusca a vista de Shun. Ele está quase em seu limite, pronto para explodir sua própria vida na tentativa de reproduzir, ali, os raios do sol.

Uma mão amiga toca-lhe o ombro, mandando-o parar. A surpresa toma conta do semblante do Cavaleiro.

- Mestre Ancião... Dohko de Libra!

- Um homem como você não pode morrer inutilmente.

- Mas... Mestre Ancião?

Enquanto isso, corro para meu amigo, abraçando-o fortemente.

- Shun! Quase me mata do coração!

- Nala... Ta tudo bem.

- Seu idiota! Será que dá pra parar com essa sua mania suicida?

Um frio percorre minha espinha ao sentir os cosmos que se aproximavam e se apresentavam nas sombras.

- O Mestre Ancião tem razão...

- É cedo demais para morrer... Ainda mais sozinho.

Essa última voz... Como eu a conhecia bem... Engoli em seco, minhas pernas tremiam como se estivessem perdendo todas as forças, e o frio que passava pelo meu corpo só aumentou, vendo os três que vinham para a luz, vivos, Mu, Aiolia, Milo... Meu irmão. Não sabia se chorava ou se ria, não conseguia falar, não conseguia me mexer, meus olhos se enchiam de lágrimas sem que eu pudesse contê-las, e elas logo escorreram pelo meu rosto. Venci a fraqueza das pernas, e corri para Milo, agarrando-me à sua cintura.

- MILO!

Minhas lágrimas escorriam por sua armadura. Ele me abraça de volta, com olhar carinhoso, e beija minha testa, como costumava fazer. O calor de seu cosmo me traz um conforto tão grande, que sinto todo o peso que ainda restava em meu coração se esvair através de minhas lágrimas.

Mu se aproxima de Shaka, estendendo-lhe o rosário, com quase todas as contas negras. Sorri para o amigo e aliado.

- Você não vai morrer até que as 108 contas tenham mudado de cor.

Agora era possível destruir o Muro das Lamentações. Dohko os lembra: \"As constelações dos Cavaleiros dourados estão na trajetória que o Sol faz no céu. Assim, as armaduras douradas de ouro estão no caminho do Sol, sendo banhadas por ele desde a era mitológica. Uma fração de raios solares está magnetizada em cada uma de nossas vestimentas.\"

Ele libera as armas da armadura de Libra, distribuindo-as entre os Cavaleiros dourados presentes. Dohko empunha o escudo, Aiolia o tridente, Shaka a tonfa, Mu a espada e Milo a barra dupla. Juntos, elevam seus cosmos ao extremo, unindo suas energias como uma só. Um brilho estonteante toma conta do local, e as armas são lançadas com todas as forças contra a parede. Juntos proferem, numa única expansão de seus cosmos unidos:

- FAÇA-SE A LUZ!

E a luz e toda a energia de seus cosmos explodem diante do muro.

Notas finais
(corre e abraça Shun com toda a força q tem): SHUN! Graças a Deus vc tá bem!

Shun: . Tô... Legal... @_@

Hyoga: Ufa... Q bom... (dá um cocão em Shun)

Shun: AI! >_< Pq vc fez isso?

Hyoga: P/ vc nunca mais fazer a Nala chorar. Seu sem noção.

Shun: Er... Foi mal...

Dohko: Q bom q tudo voltou ao normal...

Shaka: Sim... Agora é nossa vez.

Milo (aparece): Hei! Começaram a festa sem mim?

MILO? (pula em cima dele, vão os dois pro chão): Vc tá vivo! Tá vivo! Meu irmão!

Milo: Hahaha. E aí, irmãzinha? Nunca te disseram q vaso ruim ñ quebra?

Por isso q o Seiya nunca morre? =D

Milo: Deve ser... XD

Seiya: Pq sempre comigo... T.T

Aiolia: Vamo lá, cambada. Hora de por essa coisa abaixo.

Milo: Falô e disse. =D Corram p/ o próximo capítulo, galera!