Notas iniciais
Agora vamos p/ o Antártico! O kra aki vai ser barra pesada!

Seiya - Er... Quero lutar...

Cala a boca, mula manca ¬¬

Seiya - Credo! Pq tanta grosseria?! >_<

Pq se naum fizer isso vc fica enchendo as paciências... Vai assistir o episódio, vai u.u

Seiya - Tah... T_T *sai de kbça baixa*

Agora vamos ao episódio u.u Boa leitura!!! v

O Pilar do Oceano Antártico:


Pelas escadarias, como que guiado por uma força estranha, Hyoga corria, tendo em si a sensação de estar andando em círculos. Mas logo chegou ao pilar do oceano Antártico. Um vulto mostrou-se a sua frente, Esperava um Marina, mas não era o que estava diante de si. Um frio percorreu todo o seu corpo, com uma surpresa que lhe parecia simplesmente impossível. Aquele rosto... Aquela armadura... Não havia dúvida, parecia uma piada, de muito mal gosto. Era o mestre, Camus, quem estava ali. Ele o chamou pelo nome... A mesma voz... A mesma entonação... com o mesmo sotaque francês. Seu corpo tremia, fixou seus olhos naquele homem, tomados de uma grande raiva.

- \"PÓ DE DIAMANTE!\"

Num salto habilidoso, Camus se esquiva do golpe.

- O que deu em você Hyoga? Por que ataca seu mestre?

- Cale a boca! Meu mestre morreu na casa de Aquário! General de Poseidon, não adianta tentar se passar por Camus, tirarei esse disfarce!

- Pare, Hyoga!

O ar frio de Hyoga é facilmente contido com uma das mãos, e o \"Círculo de Gelo\" é insuficiente para prendê-lo.

- Quando vai parar com essa farsa? Você pode parecer meu mestre, mas não pode copiar sua força!

- Então parece que terei de mostrar todo o meu poder...

- É isso o que eu quero... Vai se arrepender de se passar por Camus!

Hyoga deixa extravasar toda sua raiva no \"Trovão Aurora\", mas este também é contido pelo mestre. Suas mãos se erguem acima da cabeça, unindo-se na forma de um vaso, seu golpe mais poderoso, a \"Execução Aurora\". Hyoga é lançado ao chão, logo depois Camus corre para ajudá-lo, tomando-o nos braços. Com os olhos cheios de lágrimas, o Cisne acredita naquele que está diante de si. Enquanto seu mestre abre-lhe um gentil sorriso, seu coração enche-se de uma alegria cálida por vê-lo voltar da morte.

Seiya corre em direção ao Pilar de Atlântico Sul, mas uma estranha força parece puxá-lo para o caminho errado. O pilar do oceano Antártico surge a sua frente, deixando o garoto confuso, ele sentira o cosmo de Hyoga se dirigindo para lá, mas não o vê. A apreensão começa a tomar conta de si. Um cosmo conhecido se manifesta, é Marin, sua mestra.

- Ah... Marin! Como chegou aqui? Veio ajudar a gente?

- Não, Seiya, eu vim deter você... Nem que eu precise te matar.

- Como é? Marin, a Terra corre perigo, precisamos ajudar Saori!

- Podem dar tudo de si, será inútil, Seiya...

- Não entendo... Você sempre se arriscou para que eu continuasse na batalha, sempre foi rigorosa para que eu não desistisse... Você... Não é Marin!

- Tem razão... Meu nome não é Marin, mas você sabe qual é.

- O que? Eu sei? Não... – Seiya estava a cada segundo mais confuso.

- Sim... Meu verdadeiro nome é... Seika!

- Isso... É mentira.

Mas Marin tira a máscara, mostrando um rosto idêntico ao da irmã de Seiya. O garoto está pasmo, seu corpo treme e o suor frio escorre-lhe pelo rosto. Ele pronuncia com a voz trêmula o nome da irmã e ela abre-lhe um sorriso doce, recebendo-o num caloroso abraço. Podia sentir o perfume e o calor que conhecia de sua irmã e as lágrimas não paravam de rolar por suas faces.

Mais um vulto corre em direção àquele pilar, mais um garoto com a mesma sensação de estar andando em círculos, correntes tensas nos braços. Não consegue entender, ele corria na direção do Atlântico Norte... Como viera parar no Antártico? A cena a sua frente o apavora, os dois amigos, Hyoga e Seiya, caídos, com apenas um ferimento, não pareciam sequer terem reagido. Um cosmo agressivo manifesta-se atrás de Andrômeda, as correntes reagem de uma forma que nunca fizeram antes. Mas a voz que ouve é bastante conhecida.

- Shun, finalmente nos reencontramos.

- Ah... Ikki!

- O que foi, Shun? Parece até que viu uma assombração...

As correntes param de reagir, como se não houvesse perigo algum.

- É você mesmo... Ikki!

Shun abraça o irmão com uma alegria imensa, que transborda na forma de lágrimas. Mas a felicidade não duraria muito. As correntes voltam a ficar tensas e, no mesmo instante, ele reage. Ikki tentara atacar o irmão, mas a corrente foi posta entre seu golpe e o rapaz. Era uma agressividade enorme.

- Esse... Não é meu irmão... Mostre seu verdadeiro rosto, Marina!

Um ataque das correntes força o inimigo a se afastar, e o Marina se transforma, sorrindo ironicamente.

- Hihihi... As correntes de Andrômeda tem mesmo uma defesa espetacular, agradeça a elas por ter salvado sua vida. Andrômeda, seria melhor se você morresse sem sofrer, como seus amigos. Mas tanto faz, seu fim está próximo! Eu sou Kasa de Lymnades, guardião do Pilar do Oceano Antártico!

Histórias mitológicas vêm à mente do rapaz. Lymnades, monstro que atraia o inimigo com a voz ou aparência de seus entes mais queridos, para depois matar. Da mesma forma, Kasa brinca com os sentimentos das pessoas e as destrói. Tomado de indignação, o jovem Cavaleiro resolve vingar seus amigos, castigando o Marina por seus golpes sujos.

- Hihihi, você quer me matar? Não me faça rir, você terá o mesmo destino dos outros... Morrerá com lágrimas nos olhos! Hahaha!

- Como pode? Eu imagino a felicidade deles estando ao lado de quem lhes era tão importante. Kasa de Lymnades, você botou suas patas no que há de mais precioso no coração dos homens! Não vou ter a menor pena de você!

- Hihihi, será que você é capaz?

- Vai ver, desgraçado! – Shun chorava de indignação e raiva por seus amigos. Pela primeira vez, não pensou em ferir o inimigo. – \"ONDA RELÂMPAGO!\"

Voltou a atacar em seguida, Kasa tenta se esquivar, depois, desaparece. Mas as correntes poderiam encontrá-lo mesmo que estivesse a anos-luz de distância, e Shun o prende na \"Grande Captura\". Ele o atacaria, quando o inimigo novamente toma a forma de seu irmão.

- Shun, o que está fazendo? Recolha estas correntes! – a voz era, novamente, de Ikki – E então, Shun, não vai ouvir seu irmão mais velho?

- Cale a boca! Eu sei que não é o Ikki! Me vingarei por Hyoga e Seiya!
Ele tenta atacar, sabe que, quem está a sua frente, não é Ikki, mas um inimigo mortal e asqueroso.

- Idiota! Quer matar seu próprio irmão? Segure essa corrente, Shun!

- Cale essa boca!

Ele não é capaz, é o mais emotivo dos Cavaleiros e o poder que Kasa exercia em sua mente era muito grande. Shun detém o ataque e é derrotado pelo \"Salamandra Satânica\", o golpe mais poderoso de Lymnades.

Pilar do oceano Índico, Kiki chega com a urna de Libra e encontra Shiryu desmaiado. Ele chama pelo Cavaleiro, que está quase sem forças. O garoto lhe explica sobre a armadura dourada e como suas armas podem destruir o pilar. Sabendo disso, o Dragão reúne forças para se levantar. Empunhando a espada, está pronto para por abaixo mais um dos alicerces submarinos.

- Kiki, ponha-me de frente com o pilar.

- Shiryu... Você ficou cego?

Ele o posiciona de frente com seu alvo. Um golpe de espada o corta, e o pilar de desfaz em pedaços. Shiryu ainda está exausto, e cai novamente, mandando que o menino continue o caminho, levando as armas para os outros pilares. Kiki deixa o local, confiando que seu amigo possa se levantar em breve.

De seu pilar, Dragão Marinho ouve o estrondo da queda no oceano Índico, sem poder acreditar que alguém como Krishna pudesse ser derrotado.

Por muito tempo corri por aquelas escadarias em busca do Pilar do oceano Ártico sem, porém, nada encontrar. Estaria andando em círculos? Já me sentia perdida quando, a minha frente, vi surgir majestoso um pilar. Mas não era este que eu buscava, este era o do oceano Antártico. Como poderia ter andado na direção oposta? Que força estranha era esta que me puxara para lá? A energia ali era estranhamente ameaçadora, causava-me um inexplicável nó na garganta, e meu coração parecia pesar.

Parecia deserto. Uma voz mansa se manifestou, fazendo-me gelar com as lembranças despertadas.

- Nala...

Voltei meu olhar na direção da voz, não podia acreditar nos meus olhos. Com as pernas trêmulas, sem qualquer reação, a voz saiu incrédula, quase sem som, ao reconhecer aquele rosto:

- Ma... Mãe?

Ela se aproximava vagarosamente, com o sorriso que me confortava quando era pequena. Os belos cabelos curtos e revoltados, da cor da terra, com o vestido de que tanto gostava, delineando-lhe a cintura e caindo-lhe solto até pouco abaixo dos joelhos, olhos verdes claros, abria-me os braços oferecendo-me a ternura de que tanto senti saudades.
Em turbilhão, meus pensamentos se mesclavam. \"Onde estou? Isso é impossível! O que está acontecendo?\" O chão desapareceu sob meus pés e meu coração comprimiu-se, deixando a sensação de um buraco negro que me sugava todos os pensamentos, sentimentos e forças. Novamente aquela voz feriu-me a alma, agora ainda mais perto, com as mãos enlaçando-me pela nuca. Sentia-me uma estátua de gelo.

- Nala, mi hija...

Uma dor aguda transpassou todo o meu corpo, bem no centro de meu peito, senti a coluna curvar-se para trás. A dor trouxe-me de volta a realidade, num reflexo voltei o corpo na direção oposta, mas as forças faltaram, a imagem de minha mãe turvou-se diante de mim e senti o choque do rosto contra o chão.

Meus pensamentos ainda estavam confusos: \"Como pode isso numa batalha como esta?\" Em fim conseguia raciocinar novamente, levantei-me com todas as forças que possuía, fitando novamente aquela imagem.

- Você... Não é minha mãe! Ela morreu há muito tempo, pra me salvar!

- Nala... ¿Que dice? Será que não se lembra mais de mim? Te heche de menos...

Por mais que parecesse real... Por mais que meu coração se apertasse e meus olhos se marejassem com lágrimas, sabia que havia algum truque por trás de tudo. Ela volta a se aproximar, rapidamente tomo posição de combate.

- Que está fazendo? Bateria na sua própria mãe, que tanto te ama? É esse tipo de mulher que você se tornou? Não seria capaz... ¡No mi Hija!

Nunca precisei de tanta força para desferir um golpe, para destravar meus joelhos, ombros e cotovelos, para descolar meus pés do chão. Uma navalha cortava profundamente meu coração, enquanto a energia se acumulava em meu punho.

- Isso é tudo mentira!

Minha voz ecoou desesperadamente, enquanto meu golpe a atingia, com as lágrimas saltando-me dos olhos em delicadas e brilhantes gotículas.

Afastou alguns passos, a doce imagem de minha mãe desaparece, dando lugar à de um horrendo homem. Corpo envergado para frente, pontiagudas e sujas garras em lugar das unhas, dentes em forma de presas. Sua pele era de um branco amarelado que causava nojo, quase tanto quanto seu sorriso sarcástico.

Minhas pupilas dilatam, nada mais agora me segurava em agir, pelo contrário. Senti-me leve ao saltar em sua direção, numa velocidade que o surpreendeu. O golpe na boca do estômago seguiu-se quase simultaneamente a outro, por baixo do queixo, que o elevou a metros de altura. O sentimento que me despertara aquela tática suja ainda ardia dentro de mim. Saltei até junto do Marina, num giro meu corpo se inclina em sua direção e o pé atravessa o ar num movimento circular, atingindo-lhe o peito, agora voltado para cima.
O tempo de reação não mais existe para ele, numa queda muito acelerada atinge o chão como uma rocha, descolando o piso do local, enquanto eu caio suavemente a sua frente. Uma das pernas arqueadas, a outra reta para a lateral, com uma mão de apoio ao solo e outra servindo-me de equilíbrio, mantinha o olhar fixo ao inimigo, um olhar de gelar as chamas do inferno, que só perderia para o de meu mestre.

Ele se levanta com dificuldade, seu olhar mesclado de incredulidade e ódio é uma prévia para a grande elevação de seu cosmo.

- Como pode, maldita? Eu assumi a forma daquela que você mais estima, copiei o comportamento, a voz, a essência... Nunca ninguém conseguiu me atacar quando estou transformado. Você não tem coração?

- Ora, cale a boca! Quem é você para falar em coração ou sentimentos? Foi esse golpe sujo que me enfureceu. Acha que eu permitiria que um monstro asqueroso como você brincasse impunemente com a imagem de minha mãe?

- Bom, seus amigos não deram tanto trabalho...

- O que?

- Aliás, Pégaso foi o mais fácil deles. Não os vê?

Ele aponta para um lugar afastado, onde estão Seiya, Hyoga e Shun, vencidos. Torna a abrir aquele asqueroso sorriso sarcástico.

O homem então conta como vencera os três, com um único golpe, sem que eles sequer reagissem, foram vencidos estando ao lado das pessoas mais importantes para eles. Senti o sangue ferver em minhas veias.

- Droga...! Quem é você?

- Hihihi... Sou Kasa de Lymnades, guardião do pilar do oceano Antártico.

- Maldito... Quem você pensa que é para brincar com os sentimentos das pessoas? Eu sei que Ikki é a pessoa mais importante para Shun, assim como Seika é para Seiya. E Camus... Foi mais do que um mestre, tanto para mim quanto para Hyoga, foi como um pai para nós! Isso é imperdoável!

- Pare de choramingar... Se não tivesse me atacado, teria morrido como todos os seus amigos, sem sofrimento.

- Já chega! Kasa de Lymnades, vou vingar meus amigos e puni-lo por ter brincado com nossos sentimentos... Vou acabar com você!

- Hihihi, pois tente... – seu cosmo se eleva, terrivelmente carregado de maldade – \"SALAMANDRA SATÂNICA!\"

O golpe era tão rápido quanto o de um Cavaleiro de ouro e se expandia por todo o lugar. Não havia para onde desviar, e minha defesa não foi o bastante, senti o forte impacto de minhas costas contra a parede e o ar faltar em meus pulmões, com o sangue quente em minha garganta pouco antes de cair, com o rosto colado ao chão.

- Hahaha...! Junte-se aos seus amigo no inferno! Se não reagisse contra a imagem de sua mãe, pelo menos morreria feliz.

Morrer feliz... Era mesmo um insolente asqueroso! A raiva e indignação subiram-me a cabeça e as forças voltaram ao meu corpo. Meu olhar volta-se para ele ferozmente, pupilas verticalmente contraídas, cosmo elevado ao sétimo sentido, minha armadura brilha como as douradas, e meu lábios se abrem num sorriso irônico.

- Quem vai morrer aqui é você, mas acho que não vai estar muito feliz. Assim você aprende a dobrar a língua!

- Como pode? A armadura brilha como se fosse dourada!

- É o cosmo dos Cavaleiros de ouro, que a trouxe de volta a vida. O sangue que banhou esta armadura é o de meu irmão, Milo de Escorpião. Meu cosmo elevado ao ápice despertou este poder.

- Isso não muda nada... \"SALAMANDRA SATÂNICA!\"

- Chega de conversa... \"DENTES DE SABRE!\"

O golpe de Kasa é anulado e minhas garras o atingem, rasgando sua escama e carne. Desta vez ele não pôde mais se levantar, os músculos contraídos na tentativa de se erguer logo relaxaram, deixando a morte tomar conta de seu corpo com um último \"Maldição...\".

Minha armadura volta ao normal. Posso ouvir som de passos correndo em minha direção, era Kiki, trazendo-me a armadura dourada de Libra.

- Nala, você o venceu! – e vendo os rapazes desacordados – Que aconteceu com eles?

- Kasa os derrubou... Com truques sujos... – meus olhos ainda cintilavam de indignação – Mas isso não será suficiente, – disse abrindo um leve sorriso – confio na força de meus amigos, eles se levantarão. Agora, tenho que por isso abaixo.

Kiki então abre a urna. O tridente se destaca da vestimenta, tomando sua forma original, e para exatamente nas minhas mãos. Minha expressão ainda é de surpresa.

- Nala, use o tridente para derrubar o pilar, só as armas de Libra podem fazê-lo.

Manipulando habilmente o tridente, cortando o ar com suas pontas, feixes luminosos são deixados a minha volta. Um salto na direção do pilar e deixei nele cravar as três pontas, abrindo enormes rachaduras na construção, antes que esta se tornasse nada mais do que milhares de pedras que desabavam por toda parte. Volto ao chão, mas as pernas não têm mais forças, e eu caio de joelhos, sentindo os respingos salgados em minhas faces do mar que desce mais o seu nível à perda de mais um de seus alicerces.

- Nala, ta tudo bem?

- Não se preocupe, Kiki, ajude os outros a se levantarem, logo eles precisarão novamente desta armadura.

- E... Está bem, mas prometa que vai ficar bem...

- Eu prometo... – disse sorrindo, e desabei inconsciente logo depois que ele se afastou.

Hyoga é o primeiro a se levantar quando Kiki os chama, ele parece cobrar de si mesmo uma frieza que nenhum homem deveria possuir.

- Droga... Eu fui derrotado pelo meu ponto fraco, não tive sangue frio diante do inimigo. Meu mestre se sacrificou para me ensinar isso...

- Hyoga...

- Kiki, cuide dos outros. – disse enquanto enfaixava o pescoço ferido com uma tira de pano tirada da calça.

- O que você vai fazer?

- Vou para o próximo pilar.

- Ta louco? No seu estado, não vai sobreviver!

- Não se preocupe comigo...

Foi quando me viu, caída em frente ao pilar destruído.

- Nala! – disse preocupado, enquanto punha-me nos braços.

- Hyoga, que bom que você está bem...

- Você o venceu, Nala, nosso mestre ficaria orgulhoso...

- Meu coração ainda dói... Ainda sinto, mesmo que soubesse que era um Marina... Ainda sinto como se tivesse ferido minha mãe.

Eu não consegui deixar de derramar minhas lágrimas. Hyoga segurou minha mão, e sorriu docemente.

- Você foi mais forte que todos nós. Eu... Falhei...

- Não diga isso... Se tivesse a chance de ter certeza da farsa... Está ferido...? – disse, percebendo o pescoço enfaixado.

- Esta tudo bem. Kiki cuidará de você, e dos outros, eu preciso ir, irei ao oceano Ártico.

- Mas está muito machucado...

- Não se preocupe.

Kiki ficou comigo, mas eu logo desmaiei novamente. Estava exausta.

Continua...

Notas finais
Arg! Maníaco psicótico asqueroso!

Shun: Calma, Nala... Vc deu a maior surra nele...

Ele merecia mais... òó

Ikki: É isso aí... Sangue... XD

Shun: Ikki... Vc num tá ajudando.

Ikki: Pq naum? Ele merecia mesmo... u.u

Shiryu: Er... Vamos p/ o próximo capítulo antes q esses dois percam a cabeça de vez... -.-

Hyoga: Eu tb concordo c/ a Nala... Mecher c/ a Mãe é sacanagem T_T Mas eu sei q é melhor naum ficar pensando nisso, então apoio o Shiryu... Próximo capítulo!!! u.u