Alécia caiu naquele buraco que aparentava não ter fim. -Aaaaaaaaa!-Será que Alice mandou ela sozinha? Depois de um tempo, caiu em um salão igualzinho como Alice descrevia, então, tudo era verdade! -Bem, agora é só pegar a chave... ei! cade a chave?- andando, não havia nada por perto, somente um salão cheio de portas, e agora? como ela ia voltar? Ia morrer alí! -DEIXE-ME ENTRAR!- disse batento várias vezes seguintes na porta menor de todas. Naquele momento, quando ela estava para desistir, escutou um barunho vindo de lá de cima do burado, era uma bola branca...não...um pompom....não! Um coelho! -Vamos! A rainha das damas vai me matar! Ele abriu ligeiramente a porta, e entrou, a chance de Alécia havia acabado, quando vira, tem uma mesinha bem pequena. Lá, havia uma chave, a da historia da vovó. -Há, dessa vez não caio nessa, vou tomar, vou diminuir e a chave vai tar lá no alto!- Procurou por alguma chave, nenhuma. O jeito foi tomar... -Argh! Que gosto horrivel! Tem gosto de manteiga com cacau, abacaxi com arroz, goiaba, pizza, tomate, e... e... NOZES! Eu sou alérgica a nozes! Logo diminuiu. O suco tinha tanto efeito que nem deu alergia nela. -Há, agora, a chave vai estar lá em cima!-Mais ela não estava, estava na porta. Alécia abriu, e saiu em um jardim, de cores vibrantes, mais logo depois, havia um portal. Passando pelas flores, o mundo de lá não era igual a de que sua avó havia falado. As cores eram cinzentas, sem vida, sem nada.