Always and Forever
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Assim que saí do banheiro, fui até a sala e vi Britt jogada no sofá, me aproximei, levantei suas pernas e me sentei, colocando-as em cima das minhas.
– Onde está Santana? – perguntei, olhando para a televisão.
– Foi tomar banho no banheiro dos pais, porque se fosse para mesmo banheiro que você, só sairiam de lá amanhã.
Sorri, me deitei ao seu lado, apoiando minha cabeça em sua barriga, logo ela começou a acariciar meus cabelos. Ficamos assistindo televisão por alguns minutos, até que Santana apareceu na porta da sala olhando para nós duas.
– Rachel.
– Sim? – perguntei, ainda olhando para a televisão.
– O que você está fazendo?
– Assistindo televisão? – olhei para ela e percebi sua expressão de raiva, ou melhor, ciúmes.
– Deitada em cima da Brittany?
– Hey! – Britt gritou, em seguida olhou para Santana. – Você sabe que eu ODEIO quando dizem meu nome.
– Então saia de perto da MINHA namorada!
Me sentei rapidamente, Britt fez menção de se levantar, mas eu não deixei.
– Santana, não precisa ficar com ciúme.
– Eu não estou com ciúme, Rachel. Mas não estou gostando de ver você de chamego com essa daí.
– Essa daí tem nome! – Britt gritou, tentando novamente se levantar.
Me levantei e caminhei até Santana.
– Amor, você sabe que Britt e eu somos melhores amigas. Apenas isso, entende?
– Você... você me chamou de amor?
– Sim.
– Rachel...
– Vocês são estranhas, isso sim. – Britt disse se levantando. – Eu vou para minha casa, já que não sou bem vinda aqui. Rachel, quando você for para casa, me liga.
– Está bem.
Ela foi embora, Santana olhou para mim e deu um pequeno sorriso.
– Fui má? – ela perguntou, dando de ombros.
– O que você acha? Britt é minha melhor amiga à seis anos, sempre fomos carinhosas uma com a outra, isso foi apenas mais um carinho de amiga.
– Eu só fiquei com medo. Tive apenas uma namorada e ela me trocou por um garoto.
– E achou que eu te trocaria pela Britt? Qual é, Santana!
– Me desculpe.
– Você não deve desculpas para mim, e sim para a Britt.
– Devo ligar?
– Não agora, ela não vai te atender.
Me sentei no sofá e ela sentou ao meu lado, senti-la tocar em minha coxa, olhei para ela e sorri.
– Se controle, Santana.
– Eu não consigo. – ela disse rindo.
Me sentei de frente para ela em cima das suas pernas, beijei seu pescoço e a ouvi soltar um pequeno gemido, olhei em seus e sorri.
– Tente se controlar.
Fiz menção de me levantar, mas ela não deixou, me puxando para mais perto. Começamos a nos beijar, suas mãos rapidamente vagaram para dentro da camisa, começando a acariciar minha cintura, agarrei seus cabelos com meus dedos e puxei sua cabeça, fazendo-a gemer de dor.
– Não faça isso, ouviu?
– Rachel...
– Santana...
Ela revirou os olhos, me sentei ao seu lado e olhei para a televisão.
– O que você está assistindo?
– Na verdade não sei, estava apenas assistindo televisão com a Britt, sem prestar atenção.
– Que merda! – ela resmungou.
Santana pegou o controle, desligou a televisão e me puxou para cima dela, logo voltamos a nos beijar. Rapidamente tirei sua camisa, comecei a acariciar seus seios fazendo-a gemer um pouco mais alto. Meu corpo começou a se esquentar, ela apertou minhas coxas, levei uma das minhas mãos até seu centro, mas ela me parou, então a olhei confusa.
– Não aqui. – ela disse, me colocando sentada ao seu lado.
– Por quê?
Ela se levantou, segurou minha mão e me puxou até seu quarto, em seguida fechando a porta.
– Prefiro na minha cama.
Nos abraçamos e voltamos a nos beijar, ela me empurrou até a cama, nos deitamos e Santana tirou a camisa que eu usava. Ela deitou em cima de mim, fazendo nossos seios se tocarem, meu corpo tremeu por dentro, Santana começou a beijar meu pescoço, coloquei minhas mãos em seus ombros e a empurrei lentamente.
– Santana, pare...
– O que? Por quê?
– Eu quero fazer isso.
– Como assim?
Eu a empurrei, me fazendo ficar em cima dela, acariciei sua cintura e pressionei meu corpo ao seu.
– Eu quero fazer isso.
Ela sorriu e mordeu seu lábio inferior, voltei a beijá-la e apertei um de seus seios, em seguida comecei a beijar seu pescoço, Santana gemeu baixo e acariciou minhas costas. Encaminhei meus beijos até um de seus seios, o lambi, beijei e em seguida dei uma leve mordida em seu mamilo, fazendo-a se contorcer debaixo de mim, logo passei para o outro, fazendo a mesma coisa finalizando com a leve mordida no mamilo. Santana cravou seus dedos da mão direita em meus cabelos e empurrou minha cabeça, beijei lentamente sua barriga, mas ela continuou empurrando minha cabeça. Assim que cheguei em seu centro, o beijei lentamente, chupei seu clitóris e a fiz gemer alto, lambi seu centro com destreza, ela apertou mais meus cabelos entre seus dedos e puxou o lençol com a outra mão, dei uma leve mordida em seu clitóris e ela empurrou mais minha cabeça.
– Você vai arrancar minha cabeça, Santana. – brinquei.
– Cale a boca, Rachel e não pare.
Fiquei um tempo em seu centro, em seguida a penetrei com um dedo, voltando a beijar sua boca. Com cada movimento que eu fazia, Santana apertava mais o lençol, apertei um de seus seios e a ouvi soltar um gemido, fazendo seu corpo relaxar. Me deitei em cima dela, beijei um de seus seios carinhosamente e me deitei ao seu lado.
– Rachel...
Me virei de frente para ela, que fez o mesmo para olhar em meus olhos.
– Em todos esses... três anos... nunca... ninguém... conseguiu me fazer... ficar sem ar... depois...
– Mesmo? – perguntei com um largo sorriso.
– Sim. – ela respirou fundo, tentando conseguir todo o ar pudesse. – Eu te amo, demais!
– Me ama, ou ama o jeito que te deixo depois de...
– Eu te amo, em tudo.
Eu a beijei, acariciei seu rosto e sorri.
– Eu também te amo.
Me virei de costas para ela, que me abraçou assim que me virei, senti-la beijar o topo da minha cabeça e acariciar minha barriga.
– Eu quero ficar assim com você sempre. – ela sussurrou em meu ouvido.
– Sempre? – perguntei no mesmo tom.
– Sempre e para sempre.
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