Notas iniciais
Aviso: eu já tinha iniciado essa história no site, mas tive que excluir pq a burra aqui marcou como concluída, mas enfim
Olá honeys!
Então, eu to aqui dessa vez com uma four shot ~isso existe?~ enfim, com uma short fic, ela terá 4 caps ~sendo que o quarto é um epílogo~, nem mais nem menos, porque está programado assim
Eu escrevi isso em homenagem a Gabi, gata dos 18 ~swagay~ pq eu sou uma pessoa muito legal, the best human being p ser amiga ~sqn~ e é aniversário dela agora em dezembro
Todos os caps são feitos a partir de uma música ~q ela escolheu, e q me deu um puta trabalho escrever kkkkkk~ a música desse cap é kill the dj do green day
Cap betado pela linda, diva, perfeita Rubi, muito obrigada!
~notas finais~

A lua era prata e brilhava rechonchuda no céu. Era noite de lua cheia, uma sexta-feira, 13, e Lloyd resolveu-lhe fazer uma surpresa.

Ele decidiu que era um bom momento para brincar, nas exatas palavras do homem. Ninguém, naquele momento, olhava a lua.

Sete, oito, fique acordado até tarde.*

As chicotadas cessaram quando Nicholas contou dez. Os braços de Gold doíam de ficarem esticados por vários minutos, seus pulsos já estavam avermelhados nos lugares onde as algemas fechavam e as correntes que as ligavam até ao gancho no teto, tilintavam a cada mínimo movimento, anunciando até o respirar ofegante.

Gostava, e o pior era isso.

(ou melhor)

Ele se assustou, negou, fechou os olhos com força e balançou a cabeça, para a direita e para a esquerda, freneticamente quando Lloyd mostrou-lhe o quarto vermelho carmesim. Para a direita e para a esquerda.

Vermelho era a cor de suas marcas, vergões brilhosos e fortes que se destacavam na pele amorenada.

Nova Iorque brilhava, entretanto, os dois rapazes não viam um único brilhar de luzes, nenhum anúncio, não ouviam as buzinas dos carros ou os xingamentos dos condutores.

Apenas o silêncio submisso de Nicholas, tão palpável quanto sua pele, tão doce quanto seus lábios, a tez morena fracamente iluminada pelas luzes rarefeitas e avermelhadas. O menino inocente submetido, Lloyd sempre quis ver isso.

Deixou-se ser romântico e ganhar a confiança dele, se apaixonaram verdadeiramente e, quando já estavam estabilizados em um relacionamento sólido e sincero, ele propôs aquilo, como uma brincadeira antecipada do dia das bruxas (doces ou travessuras?), estavam em Outubro, afinal.

Analisou as marcas em forte tom de vermelho, forte como eles, vermelho como o amor, porque não importava como, ele amava Nicholas e Nicholas sabia, mesmo com a dor, com as ordens ríspidas e profanas, Nicholas sabia e, se não restavam dúvidas, apenas isso bastava, dando-lhe a confiança para continuar.

Eles tinham a palavra secreta, vermelho, assim escolheu Gold. Era uma prova de confiança, ambos sabiam o significado. Nicholas, antes, odiava vermelho, era a cor do sangue – sujo, feio, vulgar –, que brotava de seu corpo após as sessões de espancamento na escola, como rosas erradas e tortas. Sujo, feio e vulgar, como ele o era. Mas Lloyd adorava vermelho e Nicholas adorava tudo que envolvia Lloyd, e então veio o vermelho deles, do fio que os conectava, do amor, das flores que Lloyd lhe dava.

Vermelho, Nicholas quase falou, mas se conteve, bateu as pestanas e espremeu o lábio inferior entre os dentes, respirando fundo, uma duas três.

Um, dois, três. Tinha recomeçado. E Nicholas gostava.

Ele se derretia com a voz de Lloyd: máscula, grave e autoritária. Ela ecoava em seus ouvidos, ordenando-lhe a dar prazer, a lhe fazer gemer, quando ele segurava forte os cabelos de Nicholas e gemia seu nome enquanto o moreno o aprazia com sua boca, ele gostava especialmente desses momentos. Mesmo quando não era permitido o contato visual – era considerada falta de respeito e demonstrava insubmissão – ou quando Lloyd não lhe ordenava o clímax.

Mesmo assim Nicholas gostava, adorava, o venerava de joelhos quando e como ele mandasse, porque Lloyd Galegher lhe satisfazia, plena e perfeitamente, permitindo-lhe ser, estar e acontecer. Lloyd Galegher era seu santo, e muito lhe abrasava dar o que quer que o homem pedisse.

Como homem, como amigo e, principalmente, como amante.

Notas finais
*trecho de "A Hora do Pesadelo"
Ficou bem curto e todos serão bem curtos pq a ideia é essa, eu nn vou desenvolver muito os personagens, essa é uma fic de momento, vai descrever basicamente o agora, o momento que eles tão vivendo e é isso
Parabéns labi, gata dos 18, fangirl do malik e ziam shipper, é mt legal ser sua amiga e todas essas coisas que eu não sei como falar
espero mesmo que você goste do que eu to fazendo e se não, finja que sim, ok kkkk
aos leitores, qualquer coisa, só falar aqui embaixo.
de novo, obrigada Ru, e eu super indico a fic dela vítima do amor