Alvorecer.

6 Teste e... Erro.


Notas iniciais
Quero agradecer a todos os reviews e acompanhamentos! Vocês não são 10, são 1000! Também quero agradecer as duas leitoras que me deram a honra de personagem par trabalhar Bella Leving e GiihMore. Obg mesma minhas lindas, só fico triste por não poder usar a "imagem" certa que vocês me mandaram para as personagem por causa da falta de fotos para os Banners, então espero que gostem e me desculpem por qualquer coisa. Enfim, boa leitura!

Não sei qual o problema comigo, me sinto vigiada desde que havia acordado. Principalmente por sentir uma sombra ao pé da minha cama ao acordar, mas quando abrir os olhos não havia sinal de vida, nenhum vento estranho, e a janela estava bem fechada.

Atravesso a rua para o colégio, deixo aqueles pensamentos trancados, assim como todos os que não consigo lidar, sinto Charlie do outro lado me vigiando, mas pensar em seus paternos olhos me causa paz, e não o estranho sentimento de ser caçada.

Balanço a cabeça e me viro para trás, dou um aceno a papai que sorrir se despedindo, ele está nervoso desde do tiroteio, não queria me deixar vim, na verdade se balançava na decisão de me deixar em Mystic Falls.

Mas o testamento só iria ser aberto no sábado, e estávamos na segunda, então, basicamente eu estava “na semana de experiência”. Não que eu sentisse medo pelo atirador que todos pareciam temer, na verdade eu ficava imaginando se não tinha haver apenas algo com Tyler por ele ser filho da prefeita e tal. E aquilo não me causava nem nervosimo.

Não, eu só tinha medo de recomeçar. De não dar certo, e eu ter que voltar para trás.

Quis rir como uma louca em como soava estranho eu não ter um pingo de medo de morrer, e sim de apenas viver. Fazendo uma careta, aperto com força a alça da minha bolsa. Não posso entrar no loop de escuridão e raiva que é meu passado,não hoje Bella!

Mal atravesso toda aquela grama verde – aonde alunos se sentam e não me encaram uma só única vez – quando sou barrada por uma garota. Ela tem enormes olhos azuis, cabelo loiro quase branco, e um ar de valentoda pelo tanto de lápis de olho que usa, que me intimida na hora, mesmo que se vestisse como uma top model.

— Acabe com o Toque de Recolher! — Sua voz é grave, é claramente uma líder, vejo outra garota ao seu lado, ela parece envergonhada, claramente corada, e claramente querendo fugir da situação, é menor do que outra, branca, olhos esverdeado e morena . Pisco lentamente, não sabendo exatamente como reagir, mesmo querendo sair correndo. — Sou Olívia, mas me chame de Liv, essa é Giovana, a Gi.

— Sou...

— Bella Swan. — Giovana, com um sorriso doce, parecendo querer me empurrar longe da sua amiga, me salvar, diz fazendo a outra revirar os olhos, e parecer mais amena, quero rir pela primeira vez em muito tempo da interação das duas. — Desculpa pela Liv, eu sou sua Guia, a escola fornece um para novos alunos, então, sinto muito mais não podemos fugir. — Ela quica no lugar em animação e Liv bufa encarando as unhas, mais deixando claro que ouve tudo. — Mas prometo não atormentá-la com perguntas excessivas.

Abro a boca, mas Liv me passa uma prancheta.

Vejo que há muitos nomes, e tenho que passar da terceira folha para assinar meu nome.

Porque não posso tratar de me fechar, não ali, não com o sol batendo nas minhas costas, não vestindo uma saia jeans depois de mais de um ano sem mostrar as pernas, ou mesmo regatas! Sou normal, ninguém vai encarar a garota que foi deixada pelo namorado e toda sua família. A garota que ficou em depressão almoçando sozinha parecendo um zumbi. Sou normal.

— Toque de recolher? — Indago levantando uma sobrancelha e assinando rapidamente para lhe devolver.

Aquilo me faz receber um sorriso de Liv quando vê que eu não perguntei antes assinar seja o que fosse que ela queria.

— Rebelde, gostei. — Afirma com um sorriso cúmplice que me deixa nervosa, e que faz estranhamente um sorriso brincar nos meus lábios. Eu? Rebelde? Bella Swan a filha do Chefe de Polícia? Não mesmo. Mas era legal alguém me ver com outros olhos. — A prefeita Lockwood colocou um toque de recolher, as nove horas da noite! E as aulas começaram hoje, por favor! Tivemos que cancelar a festa na pedreira. — Liv bufou muito irritada com tal fato.

— Mas Liv, eu acho certo, Tyler foi baleado. — Gi a lembra, olhando para o lado parecendo muito nervosa.

— Eu vi Tyler ontem, ele parece bem. — As duas me encaram surpresas, e enquanto andamos para adentrar o colégio, eu conto a elas sobre minha noite no hospital.

Giovana é animada, mas cautelosa, Liv paqueradora e sensual, mas as duas são ótimas e me mostram toda a escola enquanto Liv pede assinaturas na sua prancheta para qualquer um que ver. Ninguém deixa de assinar.

— E essa é a sala de história, ainda não sei quem é o professor porque Alaric Saltzman morreu semana passada em um acidente de carro. — Liv conta na porta da sala em um sussurrar conspiratório.

— Chega de falar de morte, por favor! — Giovana, que é um palmo mais baixa do que nós, faz um sinal de cruz, e entra lentamente, quase como se o fantasma do senhor Saltzman nos aguardassem, ela é muito engraçada e adorável.

Encaro Olívia que me encara de volta, e damos sorrisos cúmplices que todas as garotas dão, e que eu só dei com Alice. Sinto meu peito doer com as lembranças, e entro observando que ainda tem poucos alunos na sala. Liv rapidamente já encontra pessoas novas para assinar seu protesto e eu caço um lugar ao lado de Giovana – que arruma metodicamente suas coisas na carteira – todavia ouço uma voz familiar que muda meus planos.

— Bella! Aqui!

Encaro Elena que balança a mão no ar, está sentada no fundo do lado direito, e sorrir minimante quando me aproximo, mesmo antes de me aproximar noto como ela está pálida, seus lábios parecendo folhas de papel.

— Oi Elena, tudo bem? — Pergunto ainda de pé, sabendo que ela segura com os dedos da mão a cadeira a sua frente para mim sentar. Como se tivesse guardado-me um lugar. Me sinto acolhida já que não vir Matt ou Tyler, ou mesmo Bonnie ou Caroline.

— Tudo, tudo... — Um pigarro, ao seu lado, a faz piscar e sorrir mais verdadeira. — Ah sim, você já conheceu meu namorado? Acho que não. Esse é Stefan Salvatore. — Me viro para o dito cujo e travo com o topete. Só é parecido Bella, se concentre!

Ordeno a mim mesma e sorri sentindo a mão levemente fria de Stefan ao apertar a mim, seus olhos são verdes, e completamente amistosos, principalmente quando Elena começa a contar que praticamente crescemos juntas e que ela estava muito feliz de eu voltar á cidade. Acho exagero, mais já estou sentando, e tirando meu caderno da bolça, assim como o papel com meus horários.

— Ei, você é irmão de Damon? — Questiono me virando um pouco, deixando meu braço no encosto da cadeira, e meu cotovelo na beirada da mesa para poder encará-los.

— Sim, você o conhece? — Responde Stefan, ao mesmo tempo que pergunta, mais noto algo estranho em seus olhos alegres e gentis, algo como uma nítida preocupação em relação a eu conhecer seu irmão.

— Não exatamente, nos conhecemos no Grill, ele achou que eu era alguém... — Balanço a cabeça deixando aquilo passar. — Só associei o nome, vocês não são muito parecidos.

Stefan sorrir, mas percebo ainda uma tensão em seus ombros, automaticamente seus olhos se prendem em um anel grande e azul com um S. Identico ao de Damon, só mudando a letra.

— Fico feliz por isso. — Disse parecendo sincero.

— Damon é mais velho. — Elena fala quase duramente, seu rosto tenta dar um sorriso mais se prende no meio, a fazendo parecer estranhamente raivosa. Stefan se remexe no lugar claramente irritado com a explosão da namorada.

Pisco constrangida, meu pescoço queima de vergonha, e tento dizer que não é o que ela está pensando. Que não investiria em Damon, ou algo assim, mas o barulho ao redor para quando uma voz animada de uma garota que entra como um furação loiro.

— Bom dia pessoal!

— Oi Bekah. — Vários respondem seu cumprimento, me viro para a frente ao ponto de ver a loira, é bonita, com uma pele diferente da pálida de Olívia, é como pêssego, como aquelas garotas dos anos 20 que queriam ter bochechas coradas, e não ficar bronzeada.

— Vou dar uma festa Anti-Toque de recolher na minha nova casa. Começa no quarto período sem hora de acabar! — Os gritos são animados, e ela distribui filipetas verdes para todos os alunos, vendo Olivia e Giovana animadas já começando a se programar penso se serei convida, então ela para, sorrir altiva para Elena, e mais sensual para Stefan. — Você pode ir Elena, se quiser deixar o passado para trás.

— Não é tão passado assim. — Elena praticamente rosna.

Me remexo querendo sair correndo, porquê parece o trovão antes de uma tempestade. Bekah me encara parecendo ser chamada pelo meu movimento nada casual.

— Olá meu docinho, qual é seu nome? — Seu sorriso é completamente macilento. Como um esgar de uma piada, ou uma salvação, ela devia fazer teatro. Porque eu não sabia qual sua intenção. Zombar? Ou me dar boas vindas?

— Ela é Bella Swan, e minha amiga, sério Rebekah, fique longe. — Elena avisa prestes a se colocar de pé, e para quando Stefan segura seu ombro. A tensão é como eletricidade entre as duas.

— Então tenho certeza que gostará de novas amigas! — Rebekah exclama mais alegre, e deixa uma filipeta na minha mesa, depois se vira e deixa uma da mesa de Elena também.

Leio as informações imaginando se Charlie notaria que eu não estaria em casa quando toda a comunidade deveria está. Sinto-me ousada a ser como a loira Liv, a combater o toque de recolher como Rebekah. A ser adolescente. E a percepção daquilo me choca.

— Casa nova é? — Elena pergunta com um tom de voz que não é seu característico. — Seu irmão finalmente expulsou você? — Continua balançando os ombros, parecendo aquele tipo de garota nos filmes que sabia aonde picar. Ou seja, cobras.

— Ele não me expulsou, eu que sair. — Rebekah se defende de nariz em pé. Mas os ombros tensos deixando claro que não gostou de falar aquilo.

— Ou seja, abandonou a única pessoa no mundo que ainda gosta de você? — Elena solta como um chicote de puro veneno.

Rebekah chega a dar um passo para trás como se tivesse tomado um soco, claramente o assunto a deixou desnorteada ao ponto dela abrir a boca. Seus olhos azuis piscam contendo lagrimas que me fazem lembrar das muitas vezes que Rose era uma vaca comigo e Edward apenas deixava para lá. Sei que é isso que Stefan fará, sei que ele encara Elena abismado por ela agir daquela forma, mas sei também que ele não irá contra ela porque tem uma história entre os três. Meu sangue ferve.

— Por Deus Elena, não seja uma vaca! — As palavras saem antes de me conter, Elena pisca, parecendo voltar ao normal, e se encolhe quando eu a encaro fixamente. Ela cora naquela palidez adoentada, e abaixa os olhos completamente envergonhada, como se tivesse dupla personalidade.

Stefan parece grato por eu despertar sua namorada, e se aproxima para consolá-la, como Emmett fazia quando Rose saia quando eu chegava, como se eu a magoasse por existir. Como se Rebekah magoasse Elena por existi.

Fico em pé e encaro Rebekah que parece nervosa, é claramente uma garota de 17 ou 18 anos querendo um amigo. Eu sei o que vejo, porque já fui aquela garota.

— Tudo bem?

Ela pisca e funga, depois joga os cabelos para trás e sorrir querendo passar uma imagem que a faça ser aquela garota popular de antes que todos cumprimentaram com alegria, mas que ninguém a procurou depois.

A encaro séria, porque não quero aquela máscara de babaca superior de alguém que eu defendi. Ela faz uma careta a deixando cair novamente, e se vira saindo da sala sem ligar se o sinal bateu com força.

Me sento e ouço um pedido de desculpas de Elena, aceno que ouvi, presa na aula e na nova professora senhora Barton.

No final da aula temos que sair para ir para as outras, fujo de Elena porque ela me lembrou Rosalie me ferindo com palavras enrolada em um sorriso de superioridade, e Stefan a porra do meu maldito ex que queria que eu fosse compreensiva.

Respiro fundo me sentindo trêmula. Sentindo uma estranha necessidade de voltar para a cama. Entro no banheiro fugindo também de Olívia e Giovana, e entro em um dos cubículos para sentar na tampa do vaso enquanto me curvo naquele ataque de raiva que poucas vezes não me fazia perder o ar em um tipo de ataque de pânico. Sei que choro, mas não paro,porque não consigo.

O sinal bate, e me levanto trêmula para ver o banheiro felizmente vazio. Indo lavar meu rosto e respiro fundo. Encaro-me no espelho depois de lavá-lo tentando ignorar o fato do meu rosto está levemente vermelho, abro minha bolça e amaldiçoo o fato de não ter nenhuma maquiagem para disfarçar o que fiz. Preciso comprar. Prioridade máxima!

Ranjo os dentes, e solto meu cabelo daquela trança de lado, o deixando em ondas ao redor do meu rosto tentando muito cobrir o máximo das minhas bochechas e olhos.

Saio apresada vendo o corredor vazio felizmente, quero matar aula, mas sei que a próxima é perto e como uma boa aluna ando o mais rápido possível.

Esbarro em alguém ao virar o correr, o que quase me leva ao chão. Mãos fortes me seguram, e minha perna direita entra nas pernas do que claramente é um homem, sei que vou corar, mais minha cabeça gira para perto demais da parede, fecho os olhos esperando a dor, sabendo que sou um irmã para acidentes nem penso em me desviar do que seria um lindo galo, mas nada acontece como minha mente acostumada planejou.

O que vem são mãos rápidas que seguram meu pescoço, e minha cintura, me puxando para o calor humano estranhamente bom, me rodando até que eu ficasse firme e segura.

— D-Desculpe-me. — Gaguejo baixinho erguendo os olhos, piscando lentamente para me situar. Não respiro, não posso, não quando o rosto bonito do loiro amigo de Tyler me encara com visível preocupação.

Klaus.

Seu nome ronda minha mente, parecendo gostar dele, parecendo querer desenhá-lo, ou fala-lo em voz alta simplesmente para ver como fica na minha voz que se embola.

— Quem te machucou amor? — Sua voz é carregada de um sotaque antigo, sua mandíbula se aperta, seus olhos ficam visivelmente mais apertados, e vejo por um aperto em sua bochecha que ele morde o interior da mesma do lado direito. Está com raiva, e quero perguntar porque daquela pergunta boba. Mas solto o ar chocada quando sinto seu dedão, da mão do meu pescoço, tocar a lateral do meu rosto. A surpresa é o puro deleite com o contato que me faz derreter. — Estava chorando.

Um rosnado profundo vem do seu peito, ele olho ao redor como se procurasse a ameaça, o que me acorda e me faz dar um passo para trás o fazendo me soltar. Mas não se afastar.

Notas finais
BELLAUS É LOVE É VIDA É TUDOOOOOOO ♥ Amo o Nik gente *-* amo muito, espero que tenham gostado, e encarem o proximo capítulo de Alvorecer eses dois dando a mão para um cafesinho em hahahaha Até logo e não esqueçam de Favoritar, eu agradeceria e muito! ♥