Notas iniciais
Só quero dizer que não postei na data prevista pq tive alguns problemas pessoais. Tive que dar prioridade para esse problema, mas agora já está tudo bem. Peço desculpas por isso, mas é a vida. Também não consegui responder os reviews, mas isso farei o mais breve possível. Decidi não fazer a conversa entre Thalia, Jason e Percy. Não estou mentalmente bem para criar nada para essa fic no momento. Nos vemos nas notas finais Espero que gostem Ghost Kisses ~Marceline

Capítulo 13: Minhas heroínas!

Sidney

Eu não estava acreditando que eu estava presa no banheiro da faculdade com aquele mongoloide mor! De todas as pessoas que habitam esse planeta, tinha que ser justamente com James Stark. Pelo amor de Deus, é pedir para acabar com a minha vida engasgada com um a barra de sabão.

Como sou uma pessoa extremamente calma e que não surta em situações desse tipo, eu estava andando de um lado para o outro do banheiro reclamando aos prantos e quase arrancando meus cabelos da cabeça.

— Eu não acredito, eu não acredito... Isso é tudo culpa sua! – gritei para ele indo em sua direção para quebrar aquele idiota desmiolado ao meio.

— Ei, ei, ei! Calma ae loirinha! A culpa não é minha – ele disse segurando meus pulsos no ar, impedindo-me de acabar com a raça dele.

Forcei meus braços para tentar tirá-los de suas mãos, mas não estava adiantando muita coisa.

— Lógico que é! Se você não tivesse derrubado café em mim, isso não teria acontecido! – gritei.

Talvez eu estivesse um pouquinho descontrolada.

Só talvez.

— Se você não tivesse me puxado para dentro da cabine, isso não teria acontecido! – ele rebateu, mas pareceu pensar um pouco antes de continuar – Porque você fez aquilo?

Parei por um segundo de me mexer, mas ai vi o motivo de eu ter feito aquilo.

— Não ia ser bom as faxineiras nos virem aqui... Com certeza íamos estar encrencados porque aqui nesse colégio é point de putaria e aquelas velhas são tudo um bando de fofoqueiras – eu disse o encarando.

— Ou foi porque você queria ficar trancada aqui comigo – ele disse sorrindo maliciosamente, sem me soltar, mas também sem chegar mais perto. Aquele sorrisinho dele dizia tudo.

— Nossa, você descobriu! Agora não preciso mais esconder meu tesão por você – eu disse sarcástica e ele revirou os olhos sorrindo.

Ele finalmente soltou meus braços, então o empurrei para que pudesse sair do meu caminho e fui pegar minha mochila que eu tinha jogado no chão quando saímos da cabine. Revirei-a e não achei a merda do meu casaco.

— Merda... – reclamei sentando na pia e apoiando a cabeça na parede atrás de mim.

— O que foi?

— Esqueci meu casaco para tirar a blusa molhada... – respondi e ele começou a tirar a blusa preta de gola V que ele estava vestindo.

Okay. Vamos esclarecer umas coisas aqui.

Eu sei, tenho a plena consciência de que sou meio louca. Mas, não sou louca a ponto de dizer que James Stark não era um lindo, gostoso, sexy e super atraente. Não negava nenhuma dessas coisas para mim mesma, mas não adiantava nada ser maravilhoso desse jeito e ser um tremendo tapado.

E também não posso negar que fiquei observando-o discretamente aquele corpo lindo. O que é bonito é pra ser olhado, não é mesmo?

Então minha vista foi atrapalhada quando ele jogou a camisa na minha cara.

— Gostou do que viu? – ele riu

— Já vi melhores – disse sorrindo sarcástica pra ele

— Vai se trocar, coloca sua blusa na pia para secar

Apenas assenti e entrei em uma das cabines com a blusa dele em mãos. Tirei a minha com uma mancha gigante de café e choraminguei um pouco. Aquela era uma das minhas blusas preferidas e eu vou ter muita sorte se conseguir deixá-la sem nenhuma mancha.

Enquanto estava na cabine, James ligou as luzes para não ficarmos em um breu. Então assim pude ver a mancha da minha camisa melhor, que parecia pior no escuro, graças a Deus. Também notei que a blusa dele cobria o short jeans que eu estava usando. Ou eu sou muito baixinha, ou ele é muito alto... Bem, eu fico com os dois, até porque eu não passo de 1,60cm e ele com certeza já ultrapassou os 1,85cm.

Sai da cabine, vendo que ele tinha colocado seu casaco.

— Por que não me emprestou o casaco? – perguntei franzindo o cenho e ele se virou para mim.

— Achei que você ficaria mais confortável com a blusa. – ele disse sorrindo – Fica melhor em você do que em mim.

Se eu dissesse que o sorriso de James não era um verdadeiro derretedor de corações, eu também estaria mentindo.

— Já pode me agradecer – ele disse rindo

— Ér... Obrigada? – eu disse sem graça e ele riu. MALDITO

— De nada, Loirinha.

— Agora temos que arranjar um jeito de... – comecei, mas fui interrompida pelo toque do meu celular.

Leo

— Oi meu amor!— eu disse tentando não soar nervosa.

Aonde caralhos você está? Sua aula acabou faz 20 minutos e tenho certeza que daí pra cá não demora tanto tempo assim! – ele gritou me deixando quase surda. Então eu ouvi a Mírian ao fundo mandando ele fazer massagem nela. Nota mental: perguntar pro Leo ou pra Mírian o que ta rolando – Espera ai, Mírian!

— Se você gritar assim mais uma vez eu arranco suas bolas com alicate! – ameacei com raiva.

Eu sei que o Leo é um ciumento desnecessário e acho fofo apesar de tudo, mas me deixar surda não é algo legal ou bonitinho. Nunca vi parente mais preocupado comigo que o Leo. Até o Gustavo, meu irmão mais novo, não tem essas frescuras que o Leo tem.

É Milady pra você, Valdez – ouvi-a gritar e conhecendo meu primo muito bem, ele revirou os olhos e ignorou a pobrezinha.

Ele ficou quieto por uns segundos e perguntou novamente onde eu estava, mas de forma civilizada. Expliquei a situação rapidamente para ele e o ameacei novamente quando disse que estava com James.

O QUE? Eu vou ai agora, arrombar essa porra de porta e matar esse canalha se ele tiver encostado um dedo em você!

— Eu sei que parece ser horrível e na verdade é – eu disse olhando para James, que revirou os olhos e me mostrou o dedo do meio. Dei língua pra ele e virei-me de costas – Mas não temos como sair. Não tenho nada para arrombar e a escola deve estar fechada a essa altura.

— Me diga que ele não fez nada contigo – ele disse tentando controlar a raiva. Virei-me novamente para James.

— Você tem a minha palavra de que ele não vai fazer NADA – mirei os olhos de James para ele sentir a direta. Ele apenas riu e deixou um sorriso no rosto. Virei-me novamente revirando os olhos.

Ficamos conversando por uns minutos até ele dizer que ia dar um jeito de vir nos buscar. Eu sabia que provavelmente isso iria dar merda, mas não queria ter que dormir naquele banheiro e esperar a escola abrir para os pirralhos amanhã de manhã.

Desliguei o telefone e cruzei os braços olhando para James.

— Eles vão dar um jeito de nos tirar daqui

— E isso...

— Provavelmente não. Levando em consideração todas as coisas que esses meninos me aprontaram durante todos esses anos, coisa boa que não pode ser.

— Ah, mas a vida não é legal se não tiver um pouco de adrenalina, não acha?

— Talvez – sorri minimamente

Minha mochila estava em cima da pia, então tirei meu mini travesseiro de hipopótamo que eu sempre trazia para as aulas chatas para que eu pudesse apoiar minha cabeça na parede de forma mais confortável quando eu sentasse na pia.

— Você traz um travesseiro para a faculdade? – perguntou rindo. Virei-me para ele.

— Algum problema? – eu disse arqueando uma sobrancelha – Eu tenho que ficar confortável nas aulas chatas, não é mesmo? E eu sempre trago meu bebê para a faculdade – eu disse dando de ombros

Ele soltou uma risada e olhou para mim, inclinou a cabeça e caminhou em minha direção.

— Vem cá – ele disse

— O que... – comecei, mas parei quando ele pegou a borda da blusa, levantando-a – QUE MERDA É ESSA?

— Meu Deus para de gritar! Calma, eu não vou fazer nada que você não queira – ele disse revirando os olhos.

Ficamos nos encarando por alguns segundos, eu totalmente desconfiada e ele com as sobrancelhas arqueadas. Franzi o cenho antes de ceder meio relutante o que quer que ele queira fazer.

Ele levantou a borda da camisa até a altura da minha cintura e fez um nó, deixando um pouco da minha barriga a mostra. Quando ele terminou, ele ficou encarando minha barriga. Depois voltou os olhos para mim e sorriu.

— Você é realmente muito magra – ele comentou, apenas revirei os olhos.

— Percebeu isso só agora?

— Já imaginava, mas nunca te vi com roupas realmente apertadas para saber – ele disse percorrendo meu corpo com os olhos. Dei-lhe um soco no ombro, fazendo-o olhar para mim.

— Perdeu alguma coisa? – perguntei rindo e ele olhou nos meus olhos, com um sorriso de lado, o deixando muito sexy.

Ficamos nos encarando por alguns segundos. Alguma coisa não deixava que eu tirasse os olhos dos dele. Algo estava nos conectando de maneira que eu não sabia explicar.

Ele não disse nada e foi se aproximando de mim, ainda mantendo o contato de nossos olhos. Instintivamente eu me afastei, fazendo com que minhas costas batessem na pia. Eu estava realmente confusa. Seu olhar penetrava minha alma e eu senti um calafrio, talvez pela pia gélida tocando minhas costas. Ele estava me deixando sem reação. Suas mãos foram para minha cintura nua, a apertando levemente. Apenas pisquei algumas vezes. Ele se aproximou e começou a beijar meu pescoço.

Seu corpo colou-se ao meu. Minha pele roçando na sua, já que ele deixara o casaco de zíper aberto. O seu toque me causava ligeiros arrepios. Fechei os olhos por puro impulso (maldito impulso, devo ressaltar) aproveitando as chupadas, mordidas e lambidas em meu pescoço. Enquanto isso, eu arranhava sua nuca com força, fazendo-o gemer baixinho em meu ouvido.

— Achei seu ponto fraco, querido? – sussurrei sensualmente.

Ele não respondeu, só pegou minhas coxas e me sentou na pia, apertando minha coxa direita enquanto subia com a outra mão na lateral do meu corpo. Seus beijos foram descendo, passando direto pelos meus peitos e indo para a barriga, onde a pele estava exposta.

Voltei a realidade quando ele tentou abrir meu short.

— Tá doido, garoto?! – gritei empurrando-o e descendo da pia, provavelmente com a cara mais vermelha que o cabelo da Kat.

— Eu sei que você estava gostando – ele riu – Todas gostam.

— Nossa, amando... – falei sarcástica, mas no fundo eu estava gostando mesmo – E eu não sou essas putas de esquina ou de bordel que você come por ai não tá?

Antes que ele pudesse dizer alguma coisa, seu celular tocou, então ele fez um sinal de que iria atender e eu assenti.

Quando diabos esses meninos iriam chegar?

James

Eu deveria suspeitar que você queria algo com a Sid, mas não sabia que estava disposto a isso— a voz de Thalia soou do outro lado da linha. – Você gosta mesmo de lugares fechados, não é?

Ri com o comentário, lembrando da vez em que ficamos no armário de limpeza da escola. Bons tempos.

— Realmente são os meus preferidos – ri, ouvindo-a me acompanhar.

— Escuta, estamos aqui fora da escola. Mas estamos com alguns... Probleminhas – ela disse meio receosa – Tem um segurança aqui do lado de fora. Parece que não é a primeira vez que tentam entrar na escola a noite.

— A gente vai dar um jeito! – ouvi Kat ao fundo.

— Sim, nós vamos dar um jeito. Onde é que vocês estão?

Respondi tudo que elas precisavam e depois desligamos. Virei-me para dar as notícias para a Sidney, mas ela estava no celular também, provavelmente falando com o Leo. Quando ela terminou, virou-se para mim com um suspiro.

— Seu primo? – perguntei sentado na pia. Ela apenas balançou a cabeça afirmando – Sinto que vou morrer quando ele chegar aqui

— Não liga para o Leo... — ela fez uma pausa suspirando — Ele só é um pouco ciumento, coisa de família – apenas ri.

— Um pouco? Esse menino transborda ciúmes! Tenho até pena da futura namorada dele... É capaz de ele sentir ciúmes da sombra dele!

Sidney apenas me encarou e mostrou o dedo do meio. Ela compartilhou o que Leo tinha lhe dito e eu compartilhei o que Thalia tinha dito. Leo contou mais ou menos um plano, enquanto Thalia falou que provavelmente iriam demorar para executá-lo.

— Desanimador – comentei

— Com certeza

Então caímos em um silêncio constrangedor, eu sentado na pia e Sidney andando de um lado para o outro de maneira nervosa. Eu entendia a apreensão dela, mas era capaz de ela abrir um buraco no chão de tanto andar de um lado ao outro.

— Senta aqui, senão você vai abrir uma fossa ai

Ela nada disse, só me olhou e revirou os olhos azuis. Então encaminhou-se para a pia e sentou-se de pernas cruzadas um pouco distante de mim.

— Já que aquele povo vai demorar, que tal nos conhecermos melhor? – eu apenas queria quebrar o gelo. Odiava ficar num recinto com alguém sem falar nada – Quantos anos você tem?

Sidney me encarou novamente, mas vendo que não teria nada melhor para fazer, resolveu conversar comigo.

— Fiz 22 o início do ano e você?

— Vou fazer 24 no final desse ano...

— Nasceu aonde? – ela perguntou meio sem interesse

— Seattle, morei lá minha vida toda, até vir pra cá para acompanhar as meninas

— Hm...

— E você?

— Rio de Janeiro, capital... Vim pra cá quando Leo disse que precisava de uma empresária para banda dele.

— Bem que ouvi falar que as brasileiras são muito gatas – eu disse sorrindo de lado e ela revirei os olhos com o comentário – Estudava aonde lá no Brasil?

— Ah, eu estudei minha vida inteira no Colégio Militar do Rio – disse com orgulho e tinha um tom nostálgico em sua voz — Saudades daquele lugar...

— Já sei porque você é tão mandona – eu disse rindo e ela me bateu

Então ficamos conversando dessa forma, fazendo perguntas aleatórias. Descobri que ela tinha dois irmãos mais novos, uma menina e um menino e que era apaixonada por qualquer coisa que respirasse, mas tinha um apego especial por gatos. A coisa ficou tão natural que acabamos conversando. Contando casos engraçados, ridículos e até vergonhosos. Nunca pensei que Sidney Valdez poderia ser uma ótima companheira para ficar preso dentro de um banheiro.

Sinceramente, me diverti muito com ela. Por mais mandona e metida que eu achava que ela era, Sidney até que era muito gente boa e engraçada. Nem vimos o tempo passar. O que nos retirou da conversa foi um barulho na porta do banheiro.

Levantamos rapidamente da pia e ficamos encarando a porta, alguém estava mexendo do outro lado.

Meu Deus, deveríamos ter trago o Luke! — exclamou Leo do outro lado da porta.

Como se precisássemos daquele idiota para arrombar uma porta! — foi a vez de Thalia dizer — Eu também sei fazer isso, okay?

Como você acha que entramos na casa de vocês? — perguntou Nico — Luke sabe abrir portas mais rápido que você, Para-Raios.

Se acha que sabe fazer melhor, vai em frente! — disse Thalia e o barulho na porta parou.

Olhei para Sidney e ela tentava conter o riso.

Só avisando que não vai demorar muito para o segurança perceber que nós entramos. Além do mais, foi um erro deixar o Percy enrolando o cara — disse Kat.

— Estamos perdidos — resmungou Sidney.

Alguns minutos se passaram sem que a discussão do outro lado da porta cessasse. Ouvi um click e a porta finalmente se abriu, por onde um Leo entrou desembestado e abraçou a Sidney com força.

— Meu Deus, eu estava tão preocupado com você e... Mas que pouca vergonha é essa, Sidney Miranda Valdez?— ele disse alto ao ver que a barriga da prima estava exposta.

— Miranda? — perguntei erguendo uma sobrancelha para a loira.

— Me erra vocês dois! Dá para irmos embora? Sei que vocês escolheram a pior pessoa para... — ela foi interrompida pelo toque do celular de Kat.

— Ér... Gente... Fudeu — ela disse vendo que era Percy no celular. — Temos que correr.

Então pegamos nossas coisas, apagamos as luzes e tentamos sair sorrateiramente do prédio, que estava um completo breu. Thalia e Nico ligaram as lanternas dos celulares para guiar nosso caminho.

— Meu carro ainda está no estacionamento — sussurrou Sidney atrás de mim.

— Eu pego para você amanhã, os portões estão fechados — respondeu Leo.

— Temos uma grade para pular, vocês estão preparados? — perguntou Thalia lá na frente.

— Sim — dissemos baixinho.

Estávamos indo bem, conseguimos sair do prédio, mas assim que pisamos fora, o celular da Sidney tocou e como ela não tinha colocado em um volume baixo igual os nossos salvadores, o a música soou alta pelo local, dando um eco.

— Ei! O que vocês estão fazendo aqui? — gritou a voz de um cara, que eu não pude ver, pois estava escuro.

— Corram! — gritou Thalia.

Então saímos correndo como condenados até o outro lado do colégio, onde tinha algumas grades, com um segurança atrás de nós. Graças ao Senhor todo poderoso, o segurança estava um pouco afastado de mim, então deu tempo de chegarmos à grade e pulá-la, onde dois carros estavam estacionados. Reconheci Percy andando de um lado para o outro com o celular na mão.

Pulamos a grade rapidamente e entramos nos carros de qualquer jeito, que vi que um era de Percy e outro da Thalia. Entrei com Kat no carro da Thalia e a Sidney entrou no carro de Percy com Leo e Nico. Thalia manobrou de forma brusca e meteu o pé no acelerador.

O carro ficou em silêncio por alguns minutos, com apenas nossas respirações ofegantes. A adrenalina ainda estava alta.

— Nem acredito que conseguimos — comentou Kat depois de um tempo.

— Não acredito que vocês vieram ao meu resgate — brinquei

— Não poderíamos deixar você aqui, não é mesmo? — disse Thalia sorrindo através do retrovisor — Deixamos as meninas para trás porque sabíamos que elas iriam atrapalhar o resgate.

Soltei uma risada.

— Minhas heroínas — eu disse sorrindo para elas — Me sento uma princesa em apuros.

— E não é? — disse Kat sorrindo.

Foi um verdadeiro alívio quando chegamos à casa dos Betas. A última coisa que eu queria era ser preso por invasão. Estacionamos e saímos dos carros conversando. Entramos em casa quando os meninos, que estavam atrás da gente, passaram e abriram a porta.

Mas, antes de entrar, puxei Sidney para mim. Ela virou-se e me encarou com uma cara não muito boa.

— Só queria dizer que eu estava errado sobre você. Quero dizer, você é metida e mandona, mas até que é divertida... Miranda — disse sorrindo maroto.

— E eu continuo te achando um idiota — ela disse revirando os olhos, mas depois sorriu — Até que não foi tão ruim ficar lá com você, mas se você me chamar de Miranda novamente eu arranco seu pau com as unhas.

— Tudo bem, Miranda.

Ela revirou os olhos e me deu um soco no ombro antes de entrar. Ela estava prestes a entrar em seu quarto quando a chamei.

— Ei! — ela se virou com uma cara de que iria me matar — Boa noite, Sid.

Sua expressão se suavizou e ela sorriu sem os dentes.

— Boa noite, Jay.





Notas finais
Deixem um review contando o que vocês acharam e o que estão achando da história! Tenho mais de 200 acompanhamentos e apenas umas 10 pessoas comentam, isso é desanimador... Mas enfim... Gente, então com o projeto de fazer um canal literário e falarei sobre várias coisas lá inclusive fanfics! Então se vocês se interessarem, está aqui o link. Canal: https://www.youtube.com/channel/UCPZND18fc6MQpNnx-K4S6wA Vou fazer um especial de Percy Jackson falando sobre algumas curiosidades! Então não percam! PREVISÃO PARA O PRÓXIMO CAPÍTULO: 29/04 Twitter: @MaiaOliveira_ É isso minha gente, nos vemos nos reviews! Ghost Kisses ~Marceline