Notas iniciais
GENTENEYYYYYYYYYYYYYYYYY, TO AQUI PRA OUTRA ATUALIZAÇÃO UHEHUEHUEUHE E não vim depois de um mês, que milagre senhor, vai chover hoje! Podem se preparar pra chuva cabresca que irá rolar UHEUUHHEU Enfim genteney, eu fiz a gravação como sempre e hoje temos mais de uma novidade! É O ANIVERSÁRIO DA @SrtaHeartfilia !!!!! VAMOS DESEJAR UM BELO PARABÉNS TUTS TUTS PRA ELAAAAAAAAAAAAAAAAA??????????/ UHEUEEHUE PARABÉNS PRA VOCÊ, NESSA DATA QUERIDA, MUITAS FELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDAAAAAAAAA E O RESTO VAI LÁ NA FIC U_U Como sempre, vou fazer embaixo o mesmo esquema que o cap 11, pls u_u ESCUTEM A GRAVAÇÃO http://vocaroo.com/i/s1gVyOgZ0mE8 U-U Porque isso é uma ordem u_u /n pera. To dedicando esse capítulo também pra @j0j0 como prometido *o* NHEY, obrigada por todo o apoio que vocês tem me dado gente, obrigada de verdade! Me sinto muito grata por tudo isso! E se eu estou onde estou hoje, é tudo graças a vocês! Então só tenho o que agradecer de todo o meu coração. Essa fic já tem quantos meses? Alguém chuta ai nos comentários? u_u Quem acertar vai ganhar um prêmio u_u ISUDHFIUHFFDUGIDFGDFG sério, vai ganhar mesmo. Se lembrarem também o significado do dia 2, que no caso deveria ser em agosto significa, vai ganhar mais ainda. GENTENEYYYYYYYYYYYYYYYYY, TO AQUI PRA OUTRA ATUALIZAÇÃO UHEHUEHUEUHE E não vim depois de um mês, que milagre senhor, vai chover hoje! Podem se preparar pra chuva cabresca que irá rolar UHEUUHHEU Enfim genteney, eu fiz a gravação como sempre e hoje temos mais de uma novidade! É O ANIVERSÁRIO DA @SrtaHeartfilia !!!!! VAMOS DESEJAR UM BELO PARABÉNS TUTS TUTS PRA ELAAAAAAAAAAAAAAAAA??????????/ UHEUEEHUE PARABÉNS PRA VOCÊ, NESSA DATA QUERIDA, MUITAS FELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDAAAAAAAAA E O RESTO VAI LÁ NA FIC U_U Como sempre, vou fazer embaixo o mesmo esquema que o cap 11, pls u_u ESCUTEM A GRAVAÇÃO http://vocaroo.com/i/s1gVyOgZ0mE8 U-U Porque isso é uma ordem u_u /n pera. To dedicando esse capítulo também pra @j0j0 como prometido *o* NHEY, obrigada por todo o apoio que vocês tem me dado gente, obrigada de verdade! Me sinto muito grata por tudo isso! E se eu estou onde estou hoje, é tudo graças a vocês! Então só tenho o que agradecer de todo o meu coração. Essa fic já tem quantos meses? Alguém chuta ai nos comentários? u_u Quem acertar vai ganhar um prêmio u_u ISUDHFIUHFFDUGIDFGDFG sério, vai ganhar mesmo. Se lembrarem também o significado do dia 2, que no caso deveria ser em agosto significa, vai ganhar mais ainda.

Your cruel device, your blood like ice, one look could kill, my pain, your thrill.I wanna love you, but I better not touch (don't touch). I wanna hold you, but my senses tell me to stop. I wanna kiss you, but I want it too much (too much). I wanna taste you but your lips are venomous poison.You're poison running through my veins. You're poison... I don't wanna break these chains.

Groove Coverage — Poison.

Almas Trocadas? Oh não!

Capítulo 12

Velha senhora.

O que significa amar? Algo sem sentido, que o faz ficar louco? Talvez não... Talvez amar seja muito mais do que isso. Basta pensar em algo diferente e em coisas positivas em relação a isso. Então, creio que ele terá outro significado certo? Para mim, o amor é a melhor coisa que existe, por que não experimentar cada vez mais?

Andressa Mascarenhas

— Sim... O que você achou que era? “ Girls Bitchs” já está mostrando que não é um lugar muito... confortável para se dormir... — disse Natsu dando um meio sorriso — Mas, não vamos desistir Lucy, iremos arranjar outro lugar, não se preocupe.

— Mas Natsu... O que eu ia dizer...

— Não Lucy, esse lugar não é para você dormir — interrompeu-a.

— Natsu...

— Eu sei que você deve estar morrendo de sono, mas... Veja bem, você não iria querer entrar em um puteiro... Pode apostar.

— Natsu!

— O que foi? Só estou sendo sincero... Um bordel não é para mulheres.

— Posso falar? — Lucy disse e deu um pisão no pé de Natsu.

— Ai Lucy! — reclamou.

— Ótimo, se acalmou? Posso falar agora, certo? — perguntou revirando os olhos.

— Fale... Mas, se for sobre o bordel, nem pensar!

— Cala a boca Natsu! — gritou — Como eu ia dizendo... Eu não estava falando desse bordel, na verdade, nem tinha o visto — revirou os olhos — Mas, eu entendo que um pervertido como você teria notado isso primeiro do que aquilo — Lucy apontou para uma loja que mais parecia uma casa — Eu estava falando daquele estabelecimento, seu idiota!

— Epa, eu não sou um pervertido! — disse se defendendo.

— Não? E por que a primeira coisa que você viu, foi um bordel? — revirou os olhos.

— P-Porque...

— Tá vendo? Você não tem resposta — disse.

— Ah, que seja Lucy, vamos logo naquele estabelecimento.

— Está falando do bordel? — Lucy perguntou abismada.

— Claro que não Lucy! — disse repreendendo-a.

— Ótimo! — disse sorrindo.

Natsu apertou mais um pouco a mão de Lucy e atravessou a rua com ela, algumas gotas de água começaram a molha-los, o que deixou a loira surpresa.

— Está chovendo novamente?! — Lucy perguntou olhando para o céu.

— Pelo visto sim... é melhor corrermos — Natsu puxou a loira para mais perto dele e correram até o estabelecimento, onde uma velha senhora estava sentada, costurando alguma coisa aleatória.

— To com vergonha, você fala.

— Vergonha de que?

— Sei lá... Somos estranhos, vai que ela não vai querer nos receber? — disse Lucy andando mais devagar.

— Ei, para de moleza, eu não quero ficar tomando chuva, sua sem noção! — resmungou.

— Ah, e o que eu tenho a ver com isso? — provocou-o.

— Olha aqui, sua... — Parou de andar para encará-la.

— Sua o que? — Ergueu a sobrancelha.

— Nada, sua linda, poderosa que chega a parecer uma fada — Natsu fez um sinal de coração com a mão que sobrou.

— Acho bom me achar uma fada, eu sei que sou linda como ela — Os olhos de Lucy brilharam.

— Oe, Oe...

— Vamos logo, eu também não quero mais tomar chuva — disse e correu até chegar em frente ao estabelecimento.

Era uma floricultura, as flores eram tão vivas, e cada uma era mais bonita do que a outra, Lucy ficou admirada, eram tão verdes, diferentes das que se vendiam na cidade grande, tão bem cuidadas, sem machucado algum.

— Natsu, olha que lindas — Lucy puxou Natsu para perto de um roseiral.

— Hm... — Natsu se aproximou do mesmo e o encarou bem de perto, Lucy riu e encarou a face do rosado, logo suas maçãs do rosto, ficaram vermelhas, ela balançou a cabeça e continuou olhando o roseiral — São bem bonitas mesmo, e bem cuidadas, você gostou? — perguntou com um sorriso, ela se virou e arregalou os olhos, aquele sorriso era perfeito.

— N-Não é? São bem diferentes das que encontramos na cidade... — disse desviando rapidamente do olhar dele — Eu amei, achei-as perfeitas.

— Sim... — Natsu ao responder, ficou encarando-a confuso, por que ela tinha evitado-o naquela hora? O que estava acontecendo com ela?

— Então... Vamos entrar? — perguntou Lucy sem olha-lo.

— Claro.

Ao se aproximarem da velha senhora, Lucy se escondeu atrás de Natsu com vergonha. A idosa levantou o olhar para encara-los e sorriu.

— Posso ajudar, meus jovens? — perguntou com um sorriso brilhante.

— Bom... Nosso carro quebrou hoje mais cedo, e não temos lugar para passar a noite... — Natsu falou pausadamente.

— Sério? Como ele quebrou? — perguntou curiosa.

— Nós não sabemos muito bem... Mandamos ele para oficina, juntamente com um rapaz — disse e passou a mão pelo cabelo.

— Deve ter sido muito difícil... — disse com um olhar triste.

— Sim... E foi — riu.

— Por favor, sigam-me — disse e levantou-se da cadeira velha, seguindo para uma porta enorme dentro do lugar.

— Se não formos incomodar... — disse e entrou — Com licença...

— Não precisa de tanta formalidade meu jovem — riu.

— Oh, desculpe-me — disse.

— Bom, podem dormir aqui esta noite, está tudo bem! — disse a velha senhora ao abrir a porta para os dois que estavam encharcados.

— Tem certeza que não vamos incomodar? — perguntou Lucy sem graça.

— Olha... Até que enfim a mocinha atrás de você falou alguma coisa — riu e Natsu encarou Lucy que escondia seu rosto atrás das roupas molhadas dele.

— Ela está com vergonha — disse Natsu.

— M-Mas tem certeza que não iremos incomodar, mesmo? — perguntou novamente.

— Claro que não! Irei buscar algumas vestes para vocês, venham, levarei ao quarto dos dois.

— Oh, não precisa — disse Lucy, ainda envergonhada.

— Deixa de besteira! Seu namorado com certeza está morrendo de frio — disse a velha senhora no meio do corredor ao olhar para Natsu que outrora tentava se aquecer — Venham, venham! — ela estava com um sorriso imenso no rosto, e Lucy ruborizou.

— Vamos Lucy — Natsu falou puxando-a.

— Espere... Ele não é meu namorado — disse mais para ela mesma do que para os outros.

Seguiram por um corredor cheio de candelabros dourados, e pararam em uma sala com algumas pessoas.

— Essas são minhas filhas — três garotas altas se levantaram do sofá, uma tinha seu cabelo curto e ruivo, com o olhar de uma leoa ao ver Lucy e logo mudou sua expressão ao ver Natsu, a outra com seu cabelo longo e ruivo, parecia ser doce e calma, e a que aparentava ser a mais jovem, tinha seu cabelo médio e estranhamente castanho, nem se importava com a presença dos dois ali.

— Olá, sejam bem vindos — a garota de cabelo longo foi até os dois curvando-se.

— Oh, não precisa se curvar, por favor — disse Lucy envergonhada — Obrigada! — agradeceu.

— Não tem problema — riu docemente — É apenas a mamãe que nos fez ter essas atitudes, ai eu acabo fazendo sem pensar — pôs a mão na boca e fez uma cara fofa.

— Ah... Entendi... — fingiu rir.

— Olá gostosão... — Agora a de cabelo curto se aproximou de Natsu, com o olhar brilhando.

— Hm, olá — Natsu respondeu friamente.

— Pra quê essa expressão tão... fria? Iremos ser grandes... amigos — disse e o abraçou de uma forma estranha, aproximou sua boca na orelha de Natsu — É melhor fazer o que eu mando, senão quem sofre... é essa loirinha ai do seu lado — sussurrou, e ao perceber que o corpo dele ficou tenso na mesma hora, sorriu — Brincadeirinha! — Riu e se afastou, fazendo um sinal de “shh”.

— Só se formos amigos mesmo, porque pode acreditar, não quero mais nada que isso — sussurrou para ele e fez o em nome do pai, do espírito santo e amém.

— O que você disse Natsu? — Lucy perguntou curiosa.

— Nada, nada demais — riu.

— Sei... — disse e arqueou a sobrancelha.

— E aqueles dois ali — a velha senhora apontou para dois rapazes muito atraente que se encontravam sentados no sofá, concentrados em algo que estavam lendo — São os meus sobrinhos — sorriu docemente e ao ver que os dois não haviam se levantado, pegou a pantufa que estava calçando e jogou neles, que ao receberem, sentiram uma dor extrema e olhou em direção a velha, que sorria para Lucy e Natsu — Desculpem-me, eles são assim mesmo... — Olhou pra trás novamente, e nenhum deles havia se levantado — HARU! ROMEO! SE VOCÊS NÃO LEVANTAREM DESSE SOFÁ AGORA, VOU DAR UMA NA CARA DE VOCÊS! — gritou com uma expressão aterrorizadora, Natsu olhou para Lucy e a mesma só riu sem graça — Desculpem-me de novo... — disse carinhosamente.

— Olá, bem vindos ao inferno — um homem que aparentava ser da idade de Natsu levantou e foi até os dois, seu cabelo loiro, era repicado e batia no ombro, seus olhos azuis o davam a beleza de um anjo, Lucy ficou surpresa ao vê-lo e o rosado percebeu, ficando meio desconfortável — Sou o Haru, espero que se sintam bem vindos aqui — apertou a mão de Natsu com força, e deu um abraço em Lucy.

— Sejam bem vindos, e não liguem para o que o Haru fala, ele apenas é... Hm, deixa pra lá, enfim, me chamo Romeo, e vocês? — Romeo aparentava ser um rapaz doce e calmo, como a garota de cabelo médio, seu cabelo preto era totalmente liso, dando um charme aos seus olhos igualmente pretos, ele sorria.

— Bom... Obrigada Romeo — disse e sorriu — Eu me chamo Lucy... e ele

— Natsu, Natsu Dragneel, prazer — Natsu apertou a mão de Romeo e sorriu, só o que Lucy não havia percebido até agora, era que, tanto Haru, quanto Romeo, disputavam a força com Natsu.

— Dragneel? — Haru perguntou e arqueou a sobrancelha.

— Sim, o próprio — respondeu com orgulho ao seu sobrenome.

— O qual, a família sempre foi mal falada? — perguntou sorrindo, mas esse sorriso era de deboche.

— Como assim? — Natsu o respondeu com outra pergunta, pôs as mãos no bolso da calça, e arqueou a sobrancelha, com uma expressão bem séria.

— Ora, Ora... Nasce na família, e nem ao menos sabe a história dela? — riu com desdém — Acho que já entendi... Provavelmente os mais velhos fizeram essa notícia sumir da mídia, mas quem viu o noticiário daquele dia... Nunca esquece — voltou a rir.

— Seu desgraçado! Aonde você está querendo chegar?! — disse irritado.

— C-Calma N-Natsu... — Lucy o abraçou por trás, puxando-o de volta, já que ele estava indo para frente de Haru, Natsu a olhou de relance e segurou suas mãos que estavam o abraçando e soltou-as.

— Lucy! Agora não! — gritou enfurecido — Eu quero saber aonde esse maldito quer chegar — disse e Lucy voltou a puxá-lo.

— Por... favor Natsu, fica calmo — implorou já com os olhos quase úmidos, não queria ver uma briga, principalmente com Natsu no meio.

— Ora, Ora, o esquentadinho ai precisa de uma mulher para controlá-lo não é? — Gargalhou amargosamente — Vejo que ela não é qualquer uma. Qual o seu sobrenome queridinha? — perguntou sorrindo.

— O meu sobrenome?! Pra que você quer saber? — Lucy perguntou com um certo estranhamento.

— Quero saber quem é a mulher, que está á altura e coragem de se casar com o tal da família Dragneel, a que vai ter azar pelo resto da vida — Haru puxou um banco alto, e sentou-se.

— Eu acredito que, nenhuma mulher que vá se casar com Natsu, será azarada! Você ao menos sabe do que está falando? Ele é uma pessoa... Maravilhosa! Então, você teria que nascer 500 anos para poder falar dele, apesar de sua beleza ser angelical, o seu caráter, é pior que tudo, o que adianta ser tão belo... e por dentro ser um... Lixo? — disse Lucy, com um tom de voz sério.

— Lushi... — Natsu a olhou por cima do ombro, e ficou surpreso com a face dela.

— Olha o que temos aqui — Haru riu cinicamente — Uma mulher apaixonada pela ovelha negra da sociedade.

— Apaixonada? Não me venha com essa! — Lucy provocou-o.

— Então... Qual o seu sobrenome? — perguntou novamente.

— O meu sobrenome? — perguntou pausadamente — Está bem, já que quer tanto saber, meu sobrenome é Heartfilia, Lucy Heartfilia.

— Herta...filia? — Do nada seus lábios ficaram brancos e trêmulos, e sua pele ficou pálida — Não pode ser... Não brinca com isso sua cadela! — Se levantou estressado e estava se aproximando dela, porém Natsu o impediu, ficando na frente dela.

— Cadela? — Agora foi a vez da Lucy rir com desdém — Eu não descerei ao seu nível, então apenas ignorarei o que você disse, pois pra mim, sua opinião é como o nada.

— Olha aqui! Você vai se arrepender muito do que acabou de dizer — ameaçou-a.

— O que vai fazer? Vai me bater? Me matar? — Saiu de trás do Natsu e bateu em seu peito — Então faz isso agora!

— Ora sua... — respirou fundo e voltou a se controlar — Não precisarei fazer nada disso, pois o perigo já anda lado a lado com você, Lucy Heartfilia — ao dizer o Heartfilia, aderiu um tom de deboche.

—Você não sabe do que tá falando.

— Oh, eu sei sim... Eu estava lá — Haru sorriu — E como está a sua mãe... Já foi visitá-la esse ano? — perguntou provocando-a, sentou-se no banco novamente, e apenas deliciou-se ao ver a reação da Lucy.

— C-Como sabe? Isso... Não foi comentado com ninguém... — Lucy ficou pálida, estática e trêmula ao mesmo tempo, Natsu a encarou.

— Porque eu estava lá, Lucy querida — disse e a encarou com a sobrancelha arqueada.

— N-Não me venha com essa, seu mentiroso! — gritou e Natsu observou as lágrimas que estavam brotando em seus olhos.

— Não sou um mentiroso, até hoje, ninguém sabe quem matou a Layla não é? — perguntou com desdém.

— Como... você sabe disso? — Lucy encara o chão, seu pesadelo havia voltado.

— Porque eu sei quem foi o assassino dela — Sorriu com deboche.

— Como? — perguntou com a voz trêmula.

— Não posso dizer que a morte dela foi planejada, eu era apenas uma criança quando vi a pior cena da minha vida, mas a expressão dela... foi aterrorizante, o olhar de sofrimento dela... Isso me assombra até hoje.

— Não brinca — Lucy ainda encarava o chão, só se via as lágrimas molhando o chão de madeira.

— Não estou brincando — disse e ficou pensativo — Sabe Lucy... Eu conheci sua mãe, até mais do que você imagina, ela parecia um anjo — sorriu.

— Conhecia minha mãe? Por quê? — perguntou.

— Sim, eu a conheci, e foram os melhores dias da minha vida, e eu também te conheci Lucy, mas talvez você não se lembre de mim, faz muito tempo desde a última vez que nos vimos, você era bem pequena, e eu também.

— Não... eu não conheci um monstro como você! — Levantou a cabeça.

— Um monstro? — riu com desdém — Por que, logo eu, seria um monstro? — Arqueou a sobrancelha.

— E-Eu não quero saber de mais nada — disse se abaixando e tampando os ouvidos.

— A verdade dói, não é Lucy Heartfilia? Mas não liga não, seu futuro é maravilhoso, se não tiver esse filho de demônio ao seu lado — Apontou para Natsu — Heartfilia... Sabe o significado antigo desse sobrenome? — olhou para o teto sorridente como um psicopata — Anjo, coração de anjo...

— Não, não é coração de anjo, nem ao menos isso você sabe — Lucy respirou fundo e tomou uma postura séria.

— Sim... É sim, na escrita pagã, é Coração de Anjo, sabe... eu fiquei tão obcecado por seu sobrenome, que procurei tudo sobre ele, as descendentes desse sobrenome, são a luz das pessoas, o que ilumina a escuridão, dizia a lenda, que uma Heartfilia com esse sangue puro e poder, vinha ao mundo a cada 100 anos para curar a escuridão dos humanos sombrios e podres, e que os descendentes da família Dragneel, nunca deveriam falar com nenhuma das Heartfilias, sabe por quê? Porquê eles, eram os demônios, encarregados de acabar com toda essa pureza que elas tinham, e as que acabavam se apaixonando por eles sofriam... — deu uma pausa — Eles sempre tiveram a fama da perdição, a cada pessoa com esse sangue que se apaixonava, sentiam-se totalmente desnorteadas, não conseguiam deixá-los de jeito nenhum, amava-os de verdade, a ponto de virar-se para sua família.

— Você é um louco! Um louco! — Lucy gritou.

— Eu? Louco? — riu — Pelo menos não sou eu, que me apaixonei por um demônio.

– — — — — — — — — — — — — — — -

— Meu coração... É seu... Srta. Heartfilia — Natsu cantava no palco com amor e devoção, olhou para alguém distinto na multidão — ou não, porque na verdade, não tinha muita gente —.

— Oh, Natsu! Que bela prova de amor, isso é pra mim? — Lucy subiu no palco com os olhos brilhando de alegria.

— Claro que não, está louca? — disse corando.

— E quem diabos é? Eu me chamo Heartfilia nessa bagaça, ninguém mais. — Lucy fez bico.

— Desculpa Lushi, mas é a outra Srta. Heartfilia, uma das nossas leitoras maravilhosa. — Fez cara de encantado.

— Me poupe, tenho que competir sua atenção com ela? Você é meu! — gritou.

— Calma Lucy, é o aniversário dela hoje, deixe-a ser feliz! Você parece que não pensa. — Revirou os olhos.

— Eu... só estou com ciúmes, me deixa.

— Gehee... Lucy com ciúmes? Irá chover! Enfim, é o aniversário dela hoje, e deveríamos dar um belo parabéns pra ela né? Ela é uma grande fã da série!

— V-verdade? — Os olhos de Lucy brilharam. — Ela é uma grande fã da série? Ai, vamos logo cantar! — se animou.

Surgiram uma banda mexicana, subindo debaixo do palco, algumas dançarinas também. Um bolo apareceu e uma multidão estranha segurando alguns cartazes escrito "parabéns" corriam atrás de Lucy e Natsu.

— Come on, everybody! Vamos botar o terror, no tuts tuts quero ver! — Lucy gritou se mexendo toda.

— Ei! Deixa eu participar também! — uma garota apareceu. — Eu sou a J0J0, também sou uma fã! E quero comemorar com vocês. — Ela correu pela multidão, ficando ao lado de Lucy e Natsu com um sorriso enorme no rosto.

— ITI, NI, SAN, VAMOS LÁ. PARABÉNS, PRA VOCÊ, NESSA DATA QUERIDA, MUITAS FEEEELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDA! TUTS, PARABÉNS, PRA VOCÊ, NESSA DATA QUERIDA, MUITAS FELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDA! QUE DEUS LHE DÊ BOA SAÚDE E PAZ, E QUE OS ANJOS DIGAM AMÉM, PARABÉNS PRA VOCÊ, PARABÉNS PRA VOCÊ! TUTS, TUTS TUTS QUERO VER — Natsu cantou inicialmente.

— VAMOS NO TRÊS! ONE, TWO THREE OU... TRÊS MESMO. PARABÉNS, TUTS TUTS, PRA VOCÊ TUTS, NESSA DATA QUERIDA, MUITAS FELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDA! QUE DEUS LHE DÊ BOA SAÚDE E PAZ, E QUE OS ANJOS DIGAM AMÉM! PARABÉNS PRA VOCÊ NO MODO TUTS TUTS, PARABÉNS PRA VOCÊ, QUERO VER! — cantaram alegremente, pulavam de alegria.

— Agora á moda antiga, o "com quem, com quem será, que a Srta. Heartfilia vai se casar? Vai depender, vai depender se fulano de tal, vai querer!" — Lucy batia palmas alegremente.

— Claro que é comigo, humpf — Natsu se intrometeu.

— É o que Natsu-bé? — Lucy virou-se para ele.

— Nada não, você entendeu tudo errado!

— Acho bom!

— Enfim, Srta. Heartfilia, antes de mais nada, queremos agradecer pelo seu apoio e por comentar em todos os capítulos, e não deixar nenhum passar, isso nos deixa muito alegre viu? Obrigada de verdade por tudo! — Se curvaram. — Esperamos que esse seu aniversário esteja regado de sorte, amor e felicidade! Que esse ano, tudo de bom aconteça em sua vida e que tudo se realize de uma maneira mais fácil. E que a senhorita passe de ano direto! — Riram. — Um amor poderá nascer, então, esteja pronta para isso, sim? Mesmo que ele aparente ser impossível, não desacredite nisso viu? A melhor coisa do mundo é não desistir de ninguém que você esteja apaixonado! Pode acreditar! — Lucy sorriu. — E lembre-se, nós e a Tey-chan, amamos você do fundo dos nossos corações, e que a sorte esteja com você! — Sorriram.

* * *

— Hn... Só tem esse quarto? — perguntou Lucy ruborizada, teria que dormir no mesmo quarto que ele, e não era legal.

— Ora, ora. — a velha riu. — Vocês dois são um casal, não precisa ser tímida! — completou.

— Hn... Não somos bem um casal. — disse Lucy em com a voz baixa.

— Oh, não era você que disse que não tinha problemas em dormir comigo Lucy? — perguntou rindo.

— Cala a boca! — ordenou.

— Não mesmo.

— Uh, idiota. — Deu língua.

— Olha quem fala.

— Oh... uma briga de casal? Que fofos! Mas, eu acho que vocês deveriam comer antes, venham, venham. — A senhora levou-os para a peça onde Louise tinha posto a comida, Natsu carregou duas cadeiras e as pôs de frente para a comida.

— Pra que essa cadeira? — Lucy perguntou.

— Pra uma tartaruga que as vezes aparenta ser um jegue sentar — Natsu respondeu ao sentar-se na cadeira.

— Cadê o romance? Cadê a educação! — disse para si mesma como se estivesse lendo um poema.

Notas finais
Gravação - http://vocaroo.com/i/s1gVyOgZ0mE8 Grupo no face - https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?fref=ts A foto que eu falei na gravação - https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/t1/9945_465485820244226_1064608449_n.jpg