Notas iniciais
Sim, eu irei copiar aqui o que eu escrevi no SS aqui, me perdoem por isso ;-; Eu to muito cansada mesmo fsdigufdhg a aula de ED. Física hj me matou, to com o corpo todo dolorido tipo SOS FOI HORRÍVEL ;-; YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH TUTS TUTS QUERO VER PQ EU TO AQUI FIUGDFIUGHDFG Primeiramente, CAHAM, antes de tudo, quero desejar um belo e maravilhoso feliz aniversário para a Miss Black! YEAH, ela fez niver ontem iudg Gravação - http://vocaroo.com/i/s0IcpVhd7fca Grupo do Feicebok - https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?fref=ts "Trailer" - http://www.youtube.com/watch?v=HhPCI-7J7kQ leiam as notas finais pls e entrem no grupo do face, seus lindos

Go ahead just leave, Can't hold you, You're free, Here, take all these things, If they mean so much to you, I gave you your dreams, 'Cause you meant the world.

Enrique ft Ciara — Takin' back love.

— Pior do que estar, não fica, você disse. — disse o rosado revoltado.

— Hehe... — Lucy o olhou.

— O que você está olhando? Vamos correr para o carro sua maluca! — Natsu puxou-a para dentro do veiculo e fechou a porta resmungando — Lucy... Eu não sei o que fazer com você! De verdade.

— O que eu fiz? — perguntou indignada.

— O que você fez? — rebateu com uma pergunta, usando um tom raivoso — Que seja, cadê meu celular? — os dois começaram a procurar, até que Lucy achou e o entregou — Vou ligar para meu motorista e tirar nos dois daqui — disse e começou a discar o número, porém estava sem sinal e nem chamou, ele olhou para Lucy com uma cara de derrotado.

— O quê? — perguntou.

— Sem sinal... Vamos ter que sair daqui Lucy... — disse concentrado no tele móvel.

— QUE? — gritou desesperada.

— Ou! Não grita desse jeito, tomei um susto cara — disse.

— Você é louco? Como você quer pegar essa chuva? — perguntou.

Natsu olhou para ela com a sobrancelha arqueada.

— Se você quer ficar aqui nesse carro para sempre, tudo bem, não tenho nada contra isso, mas eu irei sair daqui — disse.

— Que exagero, até parece que essa chuva não vai parar alguma hora — Lucy revirou os olhos — E se você for eu terei que ir junto, e veja bem, eu não quero sair daqui.

— Até que enfim raciocinou não é? — murmurou — Estou obrigando você a ir comigo, querendo ou não.

— Como você é chato hein? Nossa! — rosnou.

— Não sou chato, apenas zelo por minha vida, ficar aqui é muito arriscado Lucy, entenda isso.

— Não vejo nada de arriscado por aqui — Olhou para a janela.

— Por enquanto você diz isso.

— Runf.

— Vamos Lucy, enquanto ainda temos tempo de encontrar um lugar para nos secarmos.

— Tá, tá, que seja Natsubé — praguejou.

Natsu procurou seu capote pelo carro e o pegou junto com as coisas de Lucy. Ao sair do carro aos tapas, ela havia se tranquilizado e ele jogou o capote na cabeça dela, para protegê-la da chuva, correram para o outro lado da rua e seguiram seu caminho.

— Ainda quero saber o que se passa em sua cabeça, para andar nessa chuva — suspirou.

— Apenas pensei que era o melhor a se fazer, eu não iria querer ficar trancado com você — Natsu passou a mão entre suas madeixas molhadas e resmungou.

— Não sei do que você está resmungando ai, tudo isso é culpa sua, seu lesado — disse dando um soco no braço do rapaz.

— Ei! Quer morrer? — Esfregou o lugar dolorido com sua mão livre e puxou a orelha de Lucy — Acho que você não levou puxões de orelhas suficientes quando era pequena! Sua mãe nunca te ensinou que não se deve bater em seus companheiros? —perguntou com um tom brincalhão.

Lucy o encarou e logo abaixou o olhar para o chão sem se desequilibrar, depois olhou para a pista com cheiro de terra e suspirou.

— É que... — deu uma pausa antes de falar — Não é nada — falou com um tom de voz triste e Natsu a olhou surpreso — Vamos continuar nosso caminho, Natsubéé — forçou um sorriso e o puxou para frente, permitindo que as gotículas de água molhasse sua face.

— Quê? — ficou desentendido, e ao ver o sorriso falso de Lucy, sentiu uma pontada no coração — O-oh, claro, vamos! — Correu juntamente com ela e não retirou seu olhar dela, queria poder fazer alguma coisa, mas, não podia, primeiramente nem sabia de tudo sobre a companheira.

Lucy... Você está realmente bem?

Natsu Franziu a testa ao ver que Lucy havia parado em sua frente com um sorriso, logo agarrou sua outra mão livre e começou a gira-lo na chuva, ria que nem uma criança, e então com um sorriso doce, pulava de alegria, fazendo-o pular também. Se dissessem que Natsu Dragneel estaria rodopiando, pulando e rindo na chuva, certamente as pessoas não acreditariam, ele não adotava mais aquela expressão dura que tinha em seu ambiente de trabalho, era uma relaxada. Permitiu que um sorriso crescesse em seus lábios ao vê-la feliz.

Deixou-se levar pelo calor do momento, liberando toda a sua angustia para chuva.

— Sabe o que dizem sobre a chuva Lucy? — Os dois pararam de rodopiar, e Natsu olhou para o céu, juntamente a Lucy.

— Não... — respondeu sincera, colocou uma de suas mechas atrás da orelha.

— Dizem que quando ela aparece, é para levar a tristeza das pessoas embora, sem deixar rastros, e vejo que isso realmente é verdade — Sorriu, nunca ficou debaixo de chuva para experimentá-la de corpo e alma, e amava a sensação.

— Sabe Natsu... — deu uma pausa e olhou para o rosto dele — Acredito que isso seja verdade também, me sinto muito mais aliviada do que antes — Sorriu voltando sua atenção para o céu, permitiu-se fechar os olhos para receber as gotas de chuva em seu rosto fino e macio.

Dragneel abaixou a cabeça e ficou feliz em ver que a Heartfilia estava com energia melhor, a de antes, o deixava com o coração partido. Não sabia quando havia começado a se preocupar com ela, mas... Era bom ter alguma coisa, ou melhor, dizendo, uma pessoa a qual se preocupar e proteger. Lucy abriu os olhos e o olhou com a sobrancelha arqueada.

— O que foi? Eu sou tão feia assim? — Lucy perguntou trazendo-o de volta a situação presente.

— Ãn? O-oh, não Lucy, você não é feia — aderiu uma expressão séria, mas, ao mesmo tempo sincera e abriu um sorriso fraco — Você é linda, e sabe muito bem disso.

Lucy corou instantaneamente, e olhou para o lado — Idiota! — gritou sem encara-lo — Como pode dizer isso assim... tão abertamente? — sussurrou envergonhada.

— O que? — perguntou tentando ouvir o que ela tinha dito.

— N-nada! Vamos logo procurar um lugar que tenha sinal, é melhor não acha? — disse e saiu puxando Natsu, com a face totalmente vermelha.

— O-oh... Sim, é verdade — concordou.

— Não é? Perdemos um bom tempo aqui, então... É melhor adiantarmos, estou ficando cansada — bocejou.

— Já? Nem anoiteceu direito ainda — disse preocupado.

— E desde quando, o sono vem apenas à noite? — perguntou.

— Isso é verdade... — disse pensativo e olhou para o cabelo da loira dando falta de alguma coisa — Espera Lucy.

— O que foi? — Lucy parou e virou-se.

— Cadê o meu capote? — Arqueou levemente a sobrancelha.

— Seu capote? — Passou a mão por cima do cabelo — AI MEU DEUS, CADÊ O SEU CAPOTE? — ficou desesperada — Se ele for mais caro do que o seu sapato, eu estou totalmente arruinada! — choramingou.

— Veja bem Lucy... o capote... — foi interrompido.

— Ele é mais caro não é? Eu sabia — Agarrou-se na gola de Natsu — O que fazer? Eu farei tudo o que quiser.

— Mas... eu não disse nada — sussurrou para si e logo tocou-se no que a mulher tinha dito — Fazer o que eu quiser né?

— E-eh, não tudo — corou levemente — Coisas que não envolvam contato físico entre eu e você, pode ser qualquer coisa, menos isso.

— “Pode ser qualquer coisa, menos isso” ? Qual é Lucy, o que você acha que eu sou? Um pervertido sexual? — perguntou revirando os olhos.

— Sim — disse francamente.

— O que? — Olhou para ela rapidamente — Como assim? Você realmente me acha um pervertido sexual Lucy? Estou me sentindo totalmente ofendido! — disse sem respirar.

— Apenas falei uma das verdades sobre você, não entendo o motivo de estar tão ofendido...

— Não sabe? — riu falsamente — Me chamar de pervertido sexual é um crime gravíssimo! Se eu fosse realmente, te agarraria aqui agora, sua louca! — disse pondo a mão na cabeça.

— É? Então por que não faz isso? — perguntou provocando-o.

— Lucy... Não brinca comigo, já te disse.

— Não estou brincando, apenas te fiz uma pergunta — Respirou fundo —, o que custa respondê-la?

— O que custa? — riu descontroladamente — Eu estaria dando razão sobre o que você me chamou, e eu não sou um pervertido.

— Ora Natsu, pensei que você gostasse de mulheres — deu uma pausa antes de prosseguir —Ah é! Lembrei, você tem um namorado — sorriu maliciosamente e andou até ele.

— Um namorado? De onde você tirou isso? — perguntou surpreso.

— Aquele rapaz do telefone, ele não é o seu namorado? — Pousou um de seus dedos no abdômen dele.

— Claro que não, idiota — disse.

— Era o que parecia — suspirou e fez cara triste.

— Qual o motivo da tristeza? — seguiu a loira com o olhar.

— Estou desapontada — Foi até uma direção aleatória e fez uma pose dramática — Gays são tão legais.

— Ugh, você é surpreendentemente estranha.

— Não vejo nada de estranho nisso seu idiota.

— Mas eu vejo, problema? — perguntou.

— Claro que sim! Se bem que... Na verdade não tem problema algum, mas... Ah, deixa pra lá, eu apenas quero dormir — Bocejou —, ficar com sono muda totalmente minha personalidade e acabo fazendo coisas por instinto dos meus desejos.

— Iremos acha logo logo, eu também quero uma cama, estou ficando exausto de não fazer nada — disse suspirando.

— Olha só, Natsu Dragneel está cansado, hm... — disse fazendo uma careta.

— Qual o problema? Não posso ficar cansado não é? Que coisa! — resmungou.

— Ui, desculpe ai lindão — disse brincalhona.

— Tão... chata.

— Sou mais divertida do que você, então não me chame de chata, seu insuportável insensível! — disse.

— Cara, eu fico totalmente surpreso com sua infantilidade — balançou a cabeça.

— Infantilidade? — Parou bruscamente de andar e virou-se para Natsu fazendo-o se encostar-se a um poste — A única pessoa infantil que eu estou vendo aqui é você.

— Ah é? — Empurrou à loira e a fez trocar de lugar com ele — Vou te mostrar o infantil Lucy Heartfilia — Lucy abriu a boca para retrucar, porém na mesma hora, seus lábios foram tomados por outros macios e com um sabor doce, fechou seus olhos lentamente, não mostrando resistência, Natsu puxou-a para mais perto do seu corpo transformando o beijo em um mais feroz e logo recobrou a consciência soltando-a, ele estava gostando, mas não podia continuar com aquilo — Veja, você nunca poderia fazer isso.

— Como ousa me beijar, seu animal? Natsu béé, você realmente é um pervertido sexual! — gritou.

— A culpa não foi minha foi sua, e veja bem, já está anoitecendo, vamos nos concentrar em achar um lugar seguro para passar a noite — disse olhando o céu.

— E-eh... Hm, o.k — falou por fim.

Lucy estava completamente corada e fingiu que aquilo não havia acontecido, continuou andando de mãos dadas com Natsu, os dois não trocaram palavras por vários minutos, deixando um silêncio imenso no local, respiraram fundo.

— Eu preciso ir a um banheiro — Lucy disse olhando-o.

— Um banheiro? — Natsu parou e olhou ao redor, avistou um posto de gasolina e sorriu — Já sei onde podemos encontrar um.

— Onde? — perguntou olhando para os lados.

— Ali — Natsu apontou para um posto totalmente acabado, a loja de conveniência parecia que tinha passado um Tsunami perto dela, estava quebradiça em algumas partes e aparentemente era terrivelmente fantasmagórica.

— Ali? Natsu você ficou louco? — gritou — Aquilo me dá medo só de olhar — Tremeu um pouco.

— Medrosa — riu.

— Não sou medrosa!

— Ah é mesmo? — Arqueou a sobrancelha maleficamente — Então vá ao banheiro do posto, nós não encontraremos outro lugar tão cedo.

— É... — Mordeu os lábios e os comprimiu nervosamente — Tudo bem, eu irei!

Não acredito, ela caiu mesmo na armadilha pensou Natsu enquanto ria discretamente.

— Sério? Então tudo bem, vamos lá? — perguntou alegre.

— C-claro — concordou e apertou a mão de Natsu fortemente, olhou para o lado desviando do olhar intrigante do rapaz — Estou pronta — disse decidida.

Atravessaram a pista vazia, e chegaram em frente ao posto assustador, Lucy apertou mais ainda a mão de Natsu que olhou-a assustado com sua força, sentiu o corpo da loira tremer através do simples toque que estavam tendo, e riu baixinho. O rapaz deu alguns passos para frente em direção do banheiro e sentiu pequenas mãos trêmulas o abraçarem ao ouvir alguns rangidos que parecia vir de lá.

— O-o que foi isso Natsu? — perguntou Lucy gaguejando.

— Eu não sei... Acho que veio do banheiro — disse e começou a andar em direção do banheiro.

— Não, não podemos entrar, é assustador! — disse.

— Nós? — Parou de andar bruscamente fazendo a loira se bater — Quem disse que eu iria entrar no banheiro? — sorriu assustadoramente.

—Veja bem... — Lucy direcionou o olhar para suas mãos juntas — Nós não podemos nos separar, lembra? — perguntou com um brilho no olhar.

— Ah... — sorriu com a mentira da loira e fingiu acreditar, afinal eles tinham se beijado um tempo atrás, então não haveria necessidade de ficarem com as mãos dadas por um bom período — É verdade... Tinha me esquecido — suspirou de cansaço.

— Pois é, eu não esqueci — sorriu de orelha a orelha — Vamos que eu estou apertada.

— O-ok... — se assustou ao se aproximar do banheiro, era todo quebrado e fedia, Lucy o arrastou para dentro do mesmo e tampou seu nariz com a mão livre, impedindo o mau cheiro, ou ao menos tentando.

Entraram em uma cabine qualquer rapidamente e se encolheram ao ouvir rugidos na pia.

— N-Natsu... foi você que fez esse barulho? — perguntou Lucy inocentemente ao abraçar firmemente o rosado.

— Oh, claro Lucy, porque eu sai do seu lado para ir até a pia com meu poder de teletransportação e “clonação” — revirou os olhos e abraçou mais ainda Lucy ao ouvir um estrondo — L-Lucy vamos embora daqui! — disse desesperado.

— Mas eu quero fazer pipi! — retrucou soltando-o.

— Pipi? Sério? — riu escandalosamente — PIPI — tentou segurar as risadas ao ver a cara nada agradável de Lucy, algo como “se você continuar a rir, eu te mato nego”.

— Cale a boca! — gritou.

— S-Sim... — se encolheu do outro lado de medo da loira.

— Feche os olhos idiota — disse.

— Qual é Lucy, eu já vi mais do que isso, vi você peladona, êê — disse descaradamente.

— Como é que é? — perguntou Lucy irritada.

— Qual é, você precisava tomar banho, ou você queria que eu deixasse seu corpo igual a de um gambá com porco? — Tocou nos ombros dela.

— Olha aqui... — disse.

— Vai fazer logo o seu PIPI — riu.

— Ah... seu idiota! — Deu um cascudo na cabeça de Natsu.

— Ai! Doeu sua louca! — Natsu começou a esfregar a mão na região dolorida.

— B-Baka, feche os olhos, eu estou realmente apertada! — disse corada.

— Ah, pra que? — disse com um tom entediado.

— Você acha que é necessário você ver uma pessoa mijando? — revirou os olhos — Eu com certeza descartaria essa opção, é meio nojento sabe? — disse.

— É, realmente, não seria legal ver uma pessoa mijando — sentiu calafrios e fechou os olhos.

— Piriri, piriri, piriri — Lucy cantarolava enquanto mijava e balançava os pés.

— Terminou? — perguntou Natsu impaciente.

— Não! Só sé passou 3 segundos — disse.

— Mais do que suficiente! Daqui a pouco você vai querer fazer cocô! — disse.

— Como é que é? Como você consegue dizer isso tão naturalmente?! — levantou do vaso e se limpou ao mesmo tempo em que se vestia e dava um cascudo em Natsu.

— Espera ai Lucy... Não me diga que... — abriu os olhos e os arregalou.

— O quê? — disse consertando o sutiã.

— VOCÊ SENTOU NO VASO? — perguntou surpreso.

— Sim, qual o problema? — perguntou naturalmente.

— QUAL O PROBLEMA? ESSE BANHEIRO NÃO É LIMPO VAI SE SABER QUANTO TEMPO, E VOCÊ SENTA ASSIM NO VASO? ESTÁ LOUCA? — perguntou.

— OMO! Pensando bem, É VERDADE! — Lucy saiu da cabine desesperada indo até a pia, lavou suas mãos e olhou de relance para Natsu do espelho, que estava encostado balançando a cabeça e resmungando alguma coisa — Aquele idiota... — sorriu para si.

— Lucy, já podemos ir? — perguntou se aproximando.

— Claro — concordou e ao se aproximarem da porta, ouviu um barulho de algo se quebrando, viraram lentamente para trás pra ver o que tinha acontecido e a porta de saída fechou-se causando um estrondo.

— AI MEU DEUS NATSU! — Lucy gritou e olhou para Natsu que estava ajoelhado ao seu lado.

— Pai nosso que está no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós ao vosso reino seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu, o pão nosso de cada dia, daí nos hoje senhor, perdoais as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos tenham ofendido, amém! — Fez um sinal de cruz e começou a rezar novamente, super rápido.

— Ei, ei, você nem falou a oração completa — disse cansativa.

— E dai? O importante é que eu fiz! Ao contrário de você, sua desalmada! — disse se levantando do chão.

— Tão idiota... — Revirou os olhos.

— Loirinha... Perfeita para mim! — Alguém sussurrou de algum lugar, deixando Lucy e Natsu arrepiados.

— Lucy, eles querem você — disse puxando a loira até a porta.

— Ai, você vai me tirar daqui Natsu? — deixou seus olhos brilharem por pouco tempo.

— Não! Vou te oferecer com oferenda, é óbvio — falou empurrando-a.

— QUEE? — gritou ofendida.

— Exatamente isso que ouviu, a única loira que tem aqui é você, sendo assim, eles te querem.

— Ah é né, seu idiota? — riu maliciosamente — Lembre-se que daqui á alguns minutos, será você no meu corpo — riu mais alto.

— Ah é! Droga! — resmungou.

— Loirinha...

— KYAH! Natsu, eu estou ficando com medo! — disse virando-se para ele.

Natsu bebia a terceira garrafa de alguma bebida alcoólica que havia sido retirada sabe-se lá de onde, ao terminar, pegou outra e devorou-a rapidamente, foi até o espelho e se ajeitou todo, Lucy foi atrás dele e posicionou suas duas mãos na cintura, para encara-lo.

Esse corpo é perfeito para mim... alguém sussurrou no ouvido de Natsu.

Natsu piscou fortemente e encarou o espelho surpreso, logo seu corpo ficou mole e ele se segurou na bancada. Levantou a cabeça lentamente para olhar Lucy.

— Natsu, o que houve? — perguntou preocupada, colocou sua mão direita no ombro dele e com a esquerda puxou-o.

— Loirinha... — disse e riu maliciosamente.

Segurou Lucy pela cintura e a empurrou contra a bancada levantado-a, e a pôs em cima da mesma passando a mão pelo corpo todo dela.

— N-Natsu...? — perguntou assustada e foi interrompida por ele que tampou sua boca, fazendo um “shh”, ela arregalou os olhos — Ahn... — Natsu deu um leve chupão em seu pescoço, deixando-a arrepiada, levantou seu olhar até sua boca, dando um beijo feroz nela — O-O que você está fazendo, seu bode rosa?

Natsu levantou a blusa dela e analisou seus seios fartos, já ia levantando a saia da garota para poder tirar a calça que a mesma estava vestida, quando recebeu um chute no seu órgão genital.

— AI! — gritou.

— Natsu! Desculpe! — Lucy pulou da bancada e foi até ele acudi-lo.

"Mas que diabos! Pare de tentar voltar ao seu corpo, seu maldito!" uma voz na cabeça de Natsu sussurrou.

"Eu não vou deixar você fazer nada assustador com ela, seu maldito" Natsu sussurrou para a voz.

"Ah, você vai sim! Há anos que nenhuma mulher vem aqui nesse banheiro... porque ele está amaldiçoado por mim! Rararara! E essa loirinha, é muito linda..." sussurrou.

"Não fala assim da Lucy, seu maldito!" Natsu levantou-se.

— Natsu? — Lucy o chamou.

—Eu não vou deixar um pervertido como você, me vencer! Saia já do meu corpo! — Natsu gritou.

—“Saia já do meu corpo” ? — Lucy ficou pensativa — AI MEU DEUS, NATSU FOI POSSUÍDO! — Correu até ele e começou a balançar o corpo dele — Saia já daí! Sai, seu capeta endemoniado!

— Que? Não! — o espírito que tinha entrado em Natsu saiu, assim que Lucy tocou o corpo dele.

— OMO! Era realmente um capeta! — Lucy olhou espantada para o espírito.

— L-Lucy... — Natsu a chamou.

— Pera ai Natsu, tenho que fazer um exorcismo! E... Nossa, tive uma ótima ideia para uma nova estória! — sorriu — A mulher do conde! Nome perfeito! — os olhos dela brilhavam.

— Oe... Como você ousa me ignorar? — disse o espírito parado em sua frente.

— Cala a boca e para de me atrapalhar N... KYAH! O fantasma! — gritou.

— Não, eu sou Deus. — revirou os olhos.

— Senhor, livrai esse espírito de todo o mal, purifica essa pobre alma e a mande de novo para o céu, deixando-a guardada para todo o sempre com o senhor, amém — Lucy abriu os olhos e fez o sinal de cruz com os dedos — Pode ir agora.

— Nossa... como você ajudou hein? Sinto minha alma sendo levada... Adeus mundo cruel! — disse o espírito com cinismo.

— Natsu... você está bem? — Lucy ignorou o espírito e ficou agachada ao lado de Natsu, que permanecia com os olhos fechados — Não ouse me deixar aqui sozinha, entendeu? Natsu! — Deixou uma lágrima escapara e a secou rapidamente — Ãn? O que foi essa lágrima?

— Como pensei... Ninguém foi capaz de me tirar de um corpo como ela, eles tem algum tipo de ligação inquebrável pelo que pude ver... — Sussurrou o espírito para o outro que estava em seu lado.

— Isso porque, eles se amavam desde outras vidas, e ela acabou se lembrando de que ela foi a mulher dele, quando ele era um conde, isso é incrível — Sussurrou o outro espírito.

— Sério que esses dois tapados ficaram sempre juntos em cada vida que tiveram? Não pode ser!

— Sim, e ela sempre teve um parentesco comigo, não importa qual, avó, irmã, filha...

— Nossa, quantos anos você tem?

— E eu posso saber o que você está fazendo aqui? Não era pra você estar lá em cima, em vez de ficar aqui tentando juntar os casais alheios?

— Ah, mas lá está um tédio, e foi pura sorte ter achado-os.

— Não importa, Deus está querendo todos nós lá, imediatamente.

— Sério? Suspirou Logo quando eu tava me divertindo em ver, que os dois não sabem o que sentem um pelo outro?

— Sim, logo agora.

— Agora que vim perceber, você é uma idosa comparada á essa menina — riu.

— Nossa... Que engraçado! Vou até te dar um tapa.

— Não! Isso não!

— Então vamos voltar logo para o mundo espiritual, seu idiota!

— Ah... Então tá né...

A porta se destrancou, e tudo dentro do banheiro ficou mais claro, os dois espíritos haviam sumido.

— Natsu, pelo amor de Deus, abra esses olhos, seu idiota! — gritou e ficou um tempo olhando para o rosto dele — Acho que enquanto ele estiver dormindo... ficará tudo bem, certo? — Aproximou seu rosto do dele e ficou encarando-o de mais perto — Deus me salve! — Fechou os olhos e deixou seus lábios tocarem os dele.

— Lucy, o que você está fazendo? — Natsu arregalou os olhos ainda deitado no colo de Lucy.

— Kyah! Natsu! — Se afastou assustada e deixou a cabeça de Natsu bater no chão.

— Ai! — esfregou a região dolorida.

— Vamos embora Natsu, a porta destrancou! — disse rindo de nervoso.

— C-Claro... Mas o que aconteceu aqui? — perguntou confuso.

— Nada demais, agora vamos.

— O-Ok...

Natsu se levantou e saiu do banheiro com Lucy de mãos dadas, a noite estava chegando mais rápido do que o previsto, o que o deixou preocupado.

— Natsu... onde vamos dormir? — Lucy perguntou.

— Eu também não sei Lushi... vamos andando para ver o que achamos.

— Certo... — disse bocejando.

Natsu pegou o celular.

— Sem sinal ainda... — murmurou.

— O que?

— Nada, não se preocupe Lucy — Sorriu, o que deixou Lucy corada e ela deu graças a Deus por ele não ter percebido.

— C-Certo Natsu, não é como se eu estivesse preocupada.

— Ótimo então.

Passaram-se minutos até avistarem um lugar com pessoas dentro.

— Natsu! Olha ali! — Lucy gritou enquanto pulava no pescoço de Natsu — É um estabelecimento com uma casa!

— É... Eu percebi... E ela é um pouco... Desconfortável não? — disse olhando um bar com o nome “Girls Bitchs”.

— Que? É maravilhoso! Perfeito para mim! — Lucy sorriu.

— O QUÊ? — Natsu gritou surpreso com o que ouviu.

— Sim, é perfeito, não acha? — perguntou sorridente.

— Sim... que é perfeito é... Mas para vir com amigos, não com uma mulher — disse abismado.

— O que é que você está dizendo? — perguntou confusa.

— Lucy... Aquilo é um puteiro... — disse apontando para o estabelecimento.

— O QUÊÊ?! — gritou.

– — — — — — — — — — — — — — — — — — — -

— UAH! Onde é isso? Natsu-sun-san, cadê você? — Lucy gritou, andando pelas diversas árvores assadas pelo caminho.

— Lucico-kun, eu estou aqui meu amor! — Natsu correu atrás da Lucy.

— O que estamos fazendo aqui? — perguntou.

— Pra isso! — disse e tirou a roupa, mostrando uma tatuagem escrita "Miss Black" — One, two, t... três! PARABÉNS, PRA VOCÊ, NESSA DATA QUERIDA, MUITAS FEEEELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDA! TUTS, PARABÉNS, PRA VOCÊ, NESSA DATA QUERIDA, MUITAS FELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDA! QUE DEUS LHE DÊ BOA SAÚDE E PAZ, E QUE OS ANJOS DIGAM AMÉM, PARABÉNS PRA VOCÊ, PARABÉNS PRA VOCÊ! TUTS.

— Pera, quem é ela Natsu-sun-san? Você está me traindo? Cretino!

— Você entendeu errado Luci-kun! Ela é uma das nossas leitoras, vamos amá-la, ok? Sem violência!

— Ah!! Agora eu entendi, então vamos chamar a multidão pra cantar de novo!

— Parabéns pra você, nessa data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida! Que Deus lhe dê, muita saúde e paz! E — Uma galera começou a gritar — Que os anjos digam amém! Parabéns pra você, parabéns pra você! É big, é big, é hora é hora é hora, Rá! Ti! Bum! MISS BLACK, MISS BLACK! — Lucy gritou.

— E não pode faltar o "Com quem será, com quem será, com quem será que a Miss Black vai casar? Vai depender, vai depender, vai depender se o fulano vai querer!" — começaram a ri e a se divertir.

— Ei Natsu, vem cá — Lucy o chamou.

— O que foi?

— Vamos dar os nossos parabéns sozinhos, tá?

— Certo!

— Parabéns Miss Black! Que venham novas fontes de inspirações, novos amores e novas amizades! Que todos os seus sonhos se concretizem e a Teylla nos contou que te ama muito, viu? Então, obrigada por nos acompanhar, até a próxima! — disseram ao mesmo tempo.

* * *

— Sim... O que você achou que era? “ Girls Bitchs” já está mostrando que não é um lugar muito... confortável para se dormir... — disse Natsu dando um meio sorriso — Mas, não vamos desistir Lucy, iremos arranjar outro lugar, não se preocupe.

— Mas Natsu... O que eu ia dizer...

— Não Lucy, esse lugar não é para você dormir — interrompeu-a.

— Natsu...

— Eu sei que você deve estar morrendo de sono, mas... Veja bem, você não iria querer entrar em um puteiro... Pode apostar.

— Natsu!

— O que foi? Só estou sendo sincero... Um bordel não é para mulheres.

— Posso falar? — Lucy disse e deu um pisão no pé de Natsu.

Notas finais
E como ela é uma das minhas leitoras, eu não pude esquecer né, pfvr dfiugdfiughdfigidfgd E em parte, o capítulo vai ser dedicado a ela, porque né, ela ama muito essa fanfic sdiugfduiguifgu ENTÃO FELIZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ ANIVERSÁRIO MISS! QUE TUDO DE BOM TENHA ACONTECIDO NESSE SEU DIA! PLS, MUITOS BOYS MAGIAS DIFUGDFUGUIFDGUFDUIG ADORO/AMO E SOU! FIUDGHUID Outra coisa, eu fiz uma gravação de voz explicando mais coisas pq sim, e cantando parabéns com minha voz engra KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Espero que vejam, e eu estava demorando porque estava ajeitando algumas coisas, como: Trailer pra fanfic, grupo no facebook, capas, renovando fics antigas e tudo mais. E eu to postando hoje de ousada, porque esse cap não foi betado e nem revisado, é que eu não pude deixar passar. E PARABÉNS PRA TODO MUNDO QUE FEZ ANIVERSÁRIO DESDE DEZEMBRO ATÉ HOJEEEEEEEEEEEEEE YEAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! É que a maioria, não me tem nos friends do bate papo uol /não Ai não tem como eu saber quando cada um faz niver gatão /cry Ou seja, quero todo mundo postando data de aniversário ai embaixo nos coments, pls, quero saber u_u E claro, como eu sou uma diva, postarei o trailer surpresa de uma das minhas fics. NÃO TÁ PRONTO AINDA SDIUFIDSFSDFUH Mas... tá quase né, e tipo, eu sou muito lenta pra fazer as coisas, como vcs perceberam, pls. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MAS É ISSO AIIIIIIIIII O RESTO VCS ESCUTEM NA GRAVAÇÃO!!ONZE!!! Porque eu não me recordo de nada ;-; CHORANDO EU. Era pra eu ter postado hj de tarde Mas... a lerdeza de minha pessoa, me impediu, tanto que a gravação foi feita de tarde ainda IUSDHFIUSDHFSDFSDFUHSDFUI Eu me enrolei toda por causa da capa do capítulo e eu tenho uma lerdeza (já disse isso né?) UIDFGDFG Então né. AMO VOCÊS MEUS PIKENUCHUSSSSSSSSSSSSSSSSSSS, LINDUSSSSSSSSSSSSSSSS, DELICIAAAAAAAAAAAAAONS FDIUGUIFDGHDFGIUDFGDFGDFGH TO RINDO MASOI? IOUHGDFIUHGDFIUG SEM SENTIDO ESSA PARTE BELEZA! Enfim, enfim, boa leitura! E espero que todos vcs entrem no grupo do facebook, pls. É um jeito de eu me aproximar ainda mais de vocês ,então.. por favor, entrem né u.u