Almas Trocadas? Oh, não!

3 Capítulo 2 - Emissora Fairy Tail.


Notas iniciais
E ai gurizada da tia Tey-chan ♥ Tá, não sou tão velha assim, mas fd-se u.u IJOSAOIJDIJASDIOJASIJODIJOASDTá esse capítulo tá muito pequeno mas foi porque eu inventei de fazer nestante e estou com muito sono T.T Mas o próximo vai ser maior claro, já que todas as minhas fics tem capítulos grande UHASHUAHUSHUAHUSAEspero que gostem u.uMas antes quero agradecer por todos os comentários, me deixam tão feliz saber que realmente tem gente que gosta da minha fic ♥ Beijos para vocês seus divosos u.u CAPÍTULO BETADO Agradeçam a Luludy

— Bom presidente Natsu, essa é a Lucy — Loki falou, aproximando-se do presidente, Natsu ajeitou a gravata para se controlar e Lucy apenas olhou para o chão, evitando contato visual.

— Hm, entendo. Agora... Eu quero ver de quê você é capaz, senhorita Lucy — Natsu falou, sentando-se.

— Oh, claro! — Lucy replicou irônica.

— Então... Cadê o roteiro? — perguntou, estendendo a mão, Lucy pegou o roteiro da maleta e entregou-o. — “A flor do deserto”. — Revirava o roteiro, lendo cada trecho que ele considerava importante e se maravilhava com aquilo. — Odeio ter que falar isso, mas... Você merece ter a fama que tanto falam — Natsu admitiu, revirando os olhos e sentindo uma certa raiva.

Lucy pulou de felicidade por dentro, o inimigo dela havia a elogiado, era motivo de felicidade, com certeza!

— Hum, obrigada, presidente. — Lucy se curvou como agradecimento, mas ela odiava estar fazendo isso.

— Ora, não precisa se curvar — falou, mandando-a se levantar.

— Hn, obrigada — disse tentando ser educada.

— Então, Lucy. Espere lá fora, iremos conversar sobre seu roteiro agora, quando estivermos acabado, mandaremos Loki chamá-la. — Natsu pediu, entregando o roteiro para uma mulher ao lado dele.

Lucy saiu da sala, e foi para um corredor em busca de água, achou um lugar onde tinha e pegou, jogou o copo no lixo e sentou-se em umas das cadeiras que tinha perto da sala. Não podia negar, era tudo muito chique, elegante e tudo mais, nem parecia ser uma emissora.

A loira estava ficando nervosa, era um sonho a novela dela estar fazendo sucesso, e imaginava como ficaria mais famosa ainda se a outra novela passasse na emissora Fairy Tail, a profissão dela decolaria, e ai sim poderia procurar o seu pai.

Ela ficou mais alguns minutos olhando o nada e logo Loki apareceu sorridente.

—Vamos Lucy? Estão te esperando — Loki falou com um sorriso enorme.

— Oh, obrigada por avisar Loki. — Lucy sorriu junto com ele.

—É o meu dever — Loki falou, abrindo a sala de reuniões, onde todos a encaravam sorridentes, menos o Natsu, que estava se sentindo desconfortável com isso.

— Bom Lucy, nós iremos querer usar sua novela... E espero que não se importe — Natsu falou entre resmungos.

— Oh, sério Presidente? É claro que não me importo! — Lucy respondeu feliz da vida.

— Bom, sim — Natsu retrucou sorridente para não perceberem que ele não gostava da ideia, mesmo o roteiro sendo fantástico. Entretanto Lucy havia percebido, e sentiu-se vitoriosa por dentro.

— Então, eu já posso ir, certo? — Lucy perguntou se ajeitando.

— Mas é claro que não, temos que ajeitar quem irão fazer os personagens, essas coisas. — Natsu falou como se tivesse querendo atormentar Lucy, depois ele olhou para todos da mesa. — Se quiserem, já podem ir embora, irei ajeitar tudo com a Lucy, e não se preocupem, amanhã digo o que combinamos aqui. — logo todos se despediram e saíram. — Lucy... Sente-se aqui — Natsu chamou-a e puxou a cadeira ao lado da dele.

— Oh, sim. — Lucy sentou-se ao lado dele.

— Bom, o que você acha do Luffy e da Nami participarem da sua novela? — Natsu indagou encarando o roteiro.

— Luffy e Nami? Eu amo eles! É claro que eu adoraria que eles participassem! — Lucy falou contente.

— Então está bem... Irei falar com eles, espere só um instante sim? — Natsu levantou-se e pegou o celular para falar com alguém. — Sim, eu gostaria que você participasse da novela “A Flor do deserto”, você topa? — Passou a mão pelos cabelos. — Então que bom, irei falar com a Nami agora. — Natsu desligou o telefone e discou para outro número, Lucy apenas encarava o rosado. — Nami, olá. — Natsu cumprimentou. — Ah, queria saber se você topa participar da nossa nova novela “A flor do deserto” como personagem principal. — ficou em silêncio, esperando a resposta. — Então até mais Nami. — Natsu desligou o telefone e voltou a se sentar na cadeira. — Eles aceitaram.

— Sério? — Os olhos de Lucy brilhavam.

— Sim... — Natsu a encarou de uma forma estranha.

Depois de algum tempo de conversa, começou a chover bastante.

— Droga, e logo hoje que eu estou sem carro — Lucy sussurrou para si.

— O que aconteceu com o seu carro? — Natsu perguntou tranquilo.

— Você ainda ousa perguntar isso?! — replicou incrédula.

— Ué, mas eu não sei o que aconteceu — Natsu respondeu simples.

— Ontem o seu carro bateu no meu — falou irritada.

— Não me lembro disso ter ocorrido. — Natsu levantou o braço e colocou a mão no queixo encarando-a.

— Pois trate de lembrar, agora ele tá no conserto, e por conta disso tive um péssimo dia hoje — Lucy resmungou.

— Oras, só por que seu carro foi pro conserto, não é culpa minha — Natsu desdenhou ainda encarando-a.

— Mas foi você que o fez ficar quebrado — Lucy insistiu.

— Não lembro disso, mas se você está com tanto drama sobre isso, eu te levo pra casa hoje, não se preocupe, afinal, essa chuva parece que não vai terminar tão cedo — disse bocejando.

— Quem disse que eu quero ir no mesmo lugar que um idiota como você?! — Lucy disse incrédula.

— Oras, eu apenas te fiz um convite, mas já que você não quer, não posso fazer nada sobre isso — Natsu retrucou alterando-se.

— Run, o que mais você quer resolver? — ela perguntou, olhando para o roteiro junto ao Natsu, porém o rosado a encarava, encarou-o de volta. — O que foi? — afastou-se um pouco.

— Nada demais, só estou vendo essa sua espinha grotesca um pouco acima da sua bochecha. — Apontou para o lugar, em que não tinha espinha alguma.

— Mas oi? Como assim? — Passou a mão pelo lugar. — Eu a tirei ontem — sussurrou, tentando desesperadamente achar o local onde estava a tal espinha. — Como essa maldita ainda está aqui?!

— Ah, então você realmente tinha uma espinha não é? Eu estava apenas brincando — admitiu com um sorriso.

— Então era mentira sua, seu viadão? — sibilou irritada e revirou os olhos.

— Ei, eu já te provei que não sou viadão, você quer que eu te prove novamente, não é? — provocou.

— O que? Claro que não! — negou, desviando o olhar do dele.

— Huh, mas era isso que parecia — falou bocejando.

— Mas nem tudo é o que parece. — rebateu, ignorando-o.

— Huh, não se estresse, teremos que conviver juntos até sua novela ser completada, isso não é uma droga? — avisou, meio irritado com isso.

— Bom, eu não teria aceitado de primeira se soubesse que era controlado por uma pessoa como você — falou, lendo alguns trechos do roteiro.

— Olha quem fala, eu não fazia ideia de que você era Lucy, me arrependo de ter te chamado sem saber quem era, afinal, nunca vi foto sua nem nada do tipo por ai, mesmo você fazendo um certo sucesso —disse enquanto se levantava e pegava uma cerveja no frigobar que tinha na sala e depois bebê-la, para só depois, voltar para o lado de Lucy.

— Hm, não sabia que eu era famosa aos olhos do povo — admitiu ignorando a maior parte do seu comentário.

— Sim, você é. Principalmente com suas novelas na emissora Dadlye, mesmo sendo só duas que tiveram lá, foram de realmente muito sucesso. E a sua última que bateu o recorde no primeiro episódio. — Informou, bebericando a cerveja.

Lucy não sabia que sua primeira novela na emissora Dadlye tinha sido um sucesso, isso nem tinha passado por sua cabeça, pensou que só tinha tido sucesso nessa sua última novela. Ficou surpresa e ele percebeu.

— Não sabia sobre isso? — perguntou, surpreso e encarou-a. — Pensei que soubesse.

— Pra falar a verdade, eu não sabia — admitiu meio desconfortável.

— Hm. — Natsu ficou quieto e olhou para a janela, onde caia uma chuva que parecia interminável. — Tem certeza que não vai querer uma carona?

— Sim — disse firme, mesmo querendo uma carona com ele, não podia se submeter àquilo. — Mas mesmo assim, obrigada — Lucy sussurrou.

— Hm, então você é quem sabe, amanhã iremos resolver o resto dos preparativos, pelo menos você tem um guarda chuva ai? — perguntou, se levantando.

— Pra falar a verdade... Não — falou suspirando e levantou-se.

— Então, pera só um instante. — Natsu saiu da sala e voltou com um guarda chuva vermelho. — Toma.

— Não é preciso, eu posso me virar. — Sorriu para Natsu.

— Mas o quê? — indagou irritado.

— É... eu sei me virar — repetiu tranquila.

— Não seja idiota. — Insistiu.

— Mas é a verdade ué, não precisa. — Lucy falou sorrindo fraco.

— Você é muito idiota. — Natsu falou fechando o roteiro e guardando-o dentro da maleta.

— Então vamos?

— Certo, qualquer coisa se você mudar de ideia, não irei mandar trancar a emissora por agora — disse, pegando guarda chuva.

Eles chamaram o elevador e desceram, o Natsu chegou foi na portaria.

E está acabado. E eu estou afundando. Mas não estou desistindo

Apenas estou me entregando. Oh, deslizando para o fundo. Oh, tão frio mas tão doce

Never let me go — Florence and the machine

— Toma, se aquela loira ali pedir, é só você entregar, e ah, mande chamar o motorista, sim? — Natsu entregou o guarda-chuva para o porteiro e depois voltou para onde Lucy estava. — Tem certeza mesmo que não quer uma carona ou um guarda-chuva? — perguntou mais uma vez, enquanto andavam na direção da saída.

Logo a limusine dele tinha chegado, Lucy ficou parada na metade do passeio, o rosado entrou na limusine e ficou observando.

Ela estava se molhando toda, e nem percebia a limusine dele ali, Lucy levantou a maleta e a pôs na cabeça para se proteger da chuva, o que não tinha sido muito útil, pois estava ficando muito mais molhada. Tentou procurar um táxi e, para o desespero dela, não passava.

— Esses desgraçados tem que morrer! Como ousam não passar em um dia como esse? — resmungou para si mesma. — Eles não se importam com os cidadãos que esperam por eles nesse temporal? Realmente inacreditável.

Natsu observava a cena e sentiu-se meio estressado. Mandou o motorista voltar e parou na frente dela. Ele saiu do carro e agarrou-a pelo braço. Lucy olhou-o pasma e assustada ao mesmo tempo.

— Vamos, eu te dou uma carona, e para de ser orgulhosa mulher! Olha seu estado, desse jeito você vai pegar um resfriado ou coisa pior! — Natsu falou estressado, enquanto também se molhava por causa da chuva. Começou a puxá-la para dentro da limusine.

— Ei! Está tudo bem, logo um táxi vai aparecer, não se preocupe — Lucy falou tranquila, como se nada estivesse acontecendo.

— Ô garota sem noção você, hein? — Revirou os olhos, a chuva tinha aumentado, fazendo-o ficar um pouco mais ensopado.

— Já disse que não é preciso — voltou a dizer relaxada.

— Tem certeza que não vai entrar? — disse de modo desafiador.

— É. O que seu viadão, não tem medo de morrer não? — devolveu desconfiada.

— Me chama de viadão de novo pra você ver! — sibilou alterado.

— Viadão, viadão, viadão, via... — Natsu puxou-a e deu-lhe um beijo, fazendo-a ficar espantada com a situação.

Começou a trovoar e um raio caiu na direção deles, novamente sem fazer efeito qualquer. Uma velha os olhava de longe com um sorriso, ou quase isso. Ele aproveitou que ela estava meio estranha e carregou-a para dentro da limusine. Assim que Lucy se deu conta, começou a bater em Natsu.

— Você está maluco? Como ousas me beijar de novo? — Lucy falou batendo nele. — Eu vou te matar!

— Guarda esses seus resmungos para depois, olha o seu estado, no mínimo você irá ficar resfriada! — disse, revirando os olhos.

— Como se isso fosse algum problema, huh. — deu de ombros, afinal, não teria como fugir dali, desde que ele a tinha prendido dentro da limusine e não tinha saída.

— Espere um instante. — Natsu foi para um banco mais a frente para falar com o motorista e sussurrou algo para ele, logo voltou para o lugar onde estava.

— Hn. — Lucy olhava as gotas de chuva que estavam na janela e ouviu um tremor, percebeu que estava trovoando lá fora e ficou com um certo medo.

— Não me diga que tem medo de trovão? — perguntou divertido.

— C-claro que não. — Fingiu uma risada.

— Hn, sei — resmungou, acomodando-se melhor e, em seguida, o seu celular tocou. Ele murmurou algo que Lucy não conseguiu entender bem. — Fala. — Ouviu calmamente a outra voz na linha. — Não, eu não quero ela fazendo nenhuma novela com a gente — falou se alterando. — Tô nem ai se ela está fazendo sucesso na outra novela, eu não quero e ponto final, ela só quer se aproveitar e ficar famosa — disse. — Hm, pode ser que eu vá nesse evento, mas espero não encontrá-la lá, se não... Não responderei por mim. Tá, que seja, irei ver sobre isso depois, tchau. — Desligou a chamada e jogou o celular no banco, bufando.

Lucy apenas observava a situação e Natsu encarou-a.

— O que foi?

— Nada. — Lucy revirou os olhos.

— Você é maluca. — murmurou voltando a olhar para a janela.

— Mas que atrevido! adoraria que uma raio te atingisse! — resmungou para si mesma.

— O que disse? — Sorriu cínico.

— N-Nada demais. — Devolveu com um sorriso falso e ele percebeu.

— Adoraria que um raio a atingisse — Natsu sussurrou calmamente.

Os dois ficaram quietos por um instante, ouvindo os barulhos dos trovões e teve um que foi tão alto, que Lucy pulou em cima do Natsu com medo e ele a encarou.

— O que está fazendo, maluca? — perguntou irritado.

— Oh, é, eu vi uma mosca voar por aqui e decidir vir matar... Sabe? Nada demais. — Balançou as mãos e voltou para o seu lugar.

— Francamente... — Natsu murmurou olhando a janela novamente e vendo como estava um caos lá fora.

Never let me go, just give me a reason for not heat you.

Quanto mais o ódio cresce, o amor vem junto.

Notas finais
E ai, gostaram seus divos? ♥ Para mais informações dessa fic ou pra baterem um papo comigo u.u , podem ir perguntar até em anônimo aqui ask.fm/teyllasan