Alliierten: Maledizione Delle Fiamme
4 Recrutamento - Parte 2
Notas iniciais
Sem nem mesmo bater na porta, uma mulher adentrou no quarto da filha. Esta, sentada na cama, assustou-se com a entrada repentina da mãe e olhou-a confusa.
- Bom dia, Dominique. – sorriu, aproximando-se da Tredicesima Distrune.
- B-bom dia, mama. – Dominique respondeu sorrindo, recuperando-se do susto. – Aconteceu alguma coisa para você entrar dessa forma no meu quarto?
- Aconteceu sim. – seu olhar, antes doce e gentil, adquiriu um aspecto sério e sombrio. Dominique engoliu a seco, começando a ficar preocupada.
A mãe de Dominique chamava-se Gioia Sourblanc di Amici e era a irmã mais nova da mãe de Loue. Mesmo tendo 38 anos, aparentava ter apenas 26. Dotada de uma beleza única, seus cabelos loiros eram macios como penas, seus olhos conseguiam enxergar até o mais discreto sentimento que brotava em sua adorada filha, de sua boca saia a mais suave voz que hipnotizava a qualquer um. Além de todas as suas qualidades físicas, Gioia também era gentil, acolhedora, sutil, apaixonada. A mulher que qualquer homem gostaria de ter.
- E o que é, mama? – perguntou Dominique.
- Bem... – Gioia começou a corar e, rapidamente, tirou uma caixinha do bolso. Abriu-a para que Dominique pudesse ver o belíssimo anel que ali estava. – Seu pai que me deu! – ela colocou as mãos nas bochechas, não contendo a alegria que sentia.
- Papa continua romântico mesmo depois de casado. – riu Dominique.
- “Esse anel é belo, mas não se compara a você, Gioia. Desculpe-me por não conseguir achar um que esteja um pouco mais perto de sua beleza, minha querida.”, foi o que ele disse! – Gioia colocou a mão no peito, suspirando como uma jovem apaixonada. – Eu o amo tanto! Queria poder estar com ele agora, mas não posso atrapalhá-lo enquanto trabalha. Não quero desconcentrá-lo. – disse a última frase com certa tristeza.
- Mas por que papa comprou este anel? É alguma data especial, mama? – Dominique aconchegou-se melhor na cama, mas sem tirar os olhos de Gioia.
- É para a sua nomeação, Dominique. – sorriu a mulher, afagando a cabeça da filha. – Oh, isso me fez lembrar que a Lira acabou de chegar e já está tomando café da manhã. – essa notícia fez Dominique ficar de pé num instante.
- Já? – sorriu animada. Os Estados Unidos ficavam tão perto assim da Itália? Só havia se passado 6 horas desde que havia enviado as cartas de convocação, afinal.
- Sim. – confirmou Gioia. – Ela veio em cima de uma vaca.
- Isso explica como ela chegou tão rápido! – na verdade, não explicava não. – Vou lá falar com ela! – Dominique colocou pantufas nos pés e estava prestes a sair, porém, antes disso, sua mãe lhe segurou pelo pulso.
- Dominique... – os olhos castanhos da mãe se encontraram com os da filha. – Você sabe que, se tiver algum problema, pode falar para mim, certo? – sorriu, soltando-a.
- S-sim, mama. – saiu do quarto, confusa. O que sua mãe queria dizer com aquilo? Ou melhor... Por que ela disse aquilo?
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Aquele clima gelado, tão comum naquele gigantesco país chamado Rússia. De acordo com notícias recentes, porém, na França parecia estar mais frio ainda. Nevar por três semanas seguidas? Dava até um pouco de dó dos franceses.
Caminhando solitário pelas ruas russas, um rapaz, devia ter entre 19 anos, ajeitava seu grosso casaco que o protegia do frio. Suspirava, tentava o máximo possível esquentar suas mãos nos bolsos. O cabelo preto, ondulado, estava preso num rabo-de-cavalo frouxo, deixando algumas mechas livres. Este recebia alguns olhares vindos das mulheres que passavam por ali e ele, educadamente, sorria-lhes.
- Eu não deveria estar aqui, afinal de contas. – pensou Mikhul olhando para o céu. – Se não fosse uma missão, eu poderia estar procurando minha princesinha agora. – suspirou mais uma vez, voltando a olhar para a rua.
Foi tirado de seus pensamentos assim que ouviu um grito agudo. Ao procurar a origem deste, achou uma garota sendo cercada por uns sete ou oito homens. Ela parecia extremamente assustada e, ao perceber a presença do rapaz ali, gritou:
- Socorro! – implorou ela.
- O que vocês estão fazendo com essa senhorita? – Mikhul se aproximou, sendo acompanhado pelo olhar dos homens.
- Vamos apenas nos divertir. – respondeu um deles. – Ela só é tímida.
- N-não! Eu nem conheço vocês! – a garota tentou fugir, mas um dos homens segurou-lhe o pulso.
- Já vai, gracinha? – antes que ele pudesse fazer alguma coisa, levou um soco no rosto.
- Tire suas mãos imundas dela. – Mikhul ficou sério. – Senhorita, vá embora. Eu cuidarei destas pessoas incômodas.
- O-obrigada! – a garota saiu correndo, deixando os homens irritados.
- Seu maldito! – todos partiram pra cima de Mikhul, que apenas deu um sorriso de canto.
Algum tempo depois, Mikhul saiu andando deixando para trás uma pilha de corpos fedidos que antes era aquele grupo de homens. A garota de antes, vendo que ele estava bem, foi até o rapaz para agradecê-lo novamente pelo resgate.
- Muito obrigada! De verdade!
- Não precisa se preocupar. – sorriu gentilmente. – Apenas tenha mais cuidado quando for andar sozinha por aí, senhorita.
- Tomarei, com certeza. – balançou a cabeça e tirou algo de seu bolso. – Antes que eu esqueça... Isto é para você, Mikhul Le Roux. – Mikhul assustou-se por ela saber seu nome, porém logo pegou a carta nas mãos dela.
Era uma carta de convocação. Parecia que ele havia sido escolhido como Guardião da Névoa de Gerard, o Settimo Arcadio. Ele olhou para a garota, pronto para fazer algumas perguntas, mas ela já não estava mais lá. Como não tinha mais nada para fazer, Mikhul foi terminar sua missão o mais rápido possível para poder voltar logo pra Itália.
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Cabelos prateados, olhos vermelhos. Duas características que distinguiam o rapaz do resto de empregados que corriam de um lado para o outro dentro da mansão Arcadio. Ele, mantendo o olhar fixo no horizonte, não podia deixar de se incomodar com tantas pessoas. Kain Reir, depois de andar através daquele mar de empregados, logo chegou à sala de estar. Um local mais calmo, mais silencioso.
- Que bagunça. – comentou Gerard, sentado no sofá. Ele olhou para Kain e acenou. – Sobreviveu a toda aquela movimentação no corredor, é?
- Não, agora sou só uma alma vagando pela casa, Baka-boss. – sentou na poltrona ao lado do sofá. Gerard, revirando os olhos, ignorou o sarcasmo na frase de seu Guardião da Chuva. – Discutiu com ele novamente? – Kain referia-se ao pai de Gerard.
- Apenas o de sempre. – deu de ombros, calmo.
- Mesmo que seja o de sempre, não deixa de doer. – Kain pegou uma folha de jornal que estava em cima da mesinha e começou a ler. – A menos que você tenha perdido parte do cérebro em algum passeio de bicicleta pela montanha.
- Não preciso que você me lembre disso. – suspirou desanimado. – E o que você quis dizer com isso?!
- E os outros guardiões? – Kain não tirou os olhos do jornal, mudando rapidamente de assunto.
- Ah! Pouco a pouco eles vão chegando. – seus olhos brilharam. – Vou ganhar da Dominique! Tenho certeza! – o brilho virou fogo. Aquela ideia de ganhar da Tredicesima Distrune animou-o rapidamente.
- Soube que alguns guardiões dela já estão na mansão Distrune.
- O que?! – gritou assustado Gerard. – Quem, por exemplo?!
- Lira Le’Peseque Encalda. – Kain abaixou o jornal e olhou para Gerard, que parecia ter visto um fantasma.
- Aquela maluca? Escolheram aquela doida como guardiã da Dominique?! – Kain confirmou com um leve balanço da cabeça. – Ela é capaz de explodir a Alemanha com um pedaço de algodão... Talvez eu devesse me mudar pra Júpiter... É, seria mais seguro. – sussurrou para si mesmo.
- Parece que ela chegou voando em cima de uma vaca holandesa.
- Eu até iria considerar isso como uma brincadeira sua, Ace, mas tratando-se dela... – Gerard acomodou-se melhor no sofá.
- Kain, Baka-boss.
- Hm? – Gerard olhou confuso para Kain até cair a ficha. – Não, seu nome é Ace.
- Kain.
- Ace.
- Kain.
- A.C.E. – Gerard já estava começando a ficar irritado.
- É, você tem um problema mental grave.
- COMO É QUE É?! – o Arcadio pulou do sofá e avançou sobre Kain, tendo como arma uma almofada.
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Sentada numa cadeira de madeira, feita artesanalmente, descansava uma garota de longos cabelos brancos. Com os olhos fechados, ela aproveitava a prazerosa sensação do vento batendo levemente em seu rosto. Um pequeno sorriso nos lábios e a respiração calma denunciavam que ela dormia, afundada em sonhos. Porém, ao ouvir o som de passos, acordou imediatamente e abriu os olhos, revelando o mesmo branco de seus cabelos. Sentiu uma mão tocar seu ombro, então se virou para trás.
- Já faz um bom tempo, não é mesmo, Bianca? – Loue sorriu olhando para a garota.
- Loue. – ela cumprimentou-o tocando de leve em sua mão. – Você está gelado.
- Perdão. – retirou-a do ombro de Bianca. – Diferente da França, a Itália parecer estar bem agradável. – sorriu colocando a mão na luz do Sol.
- Se você voltou, deve ter um motivo.
- Gostaria de saber? – Bianca balançou a cabeça. – Eu vim acompanhar o Guardião da Névoa de Dominique, Grégoire Le’Figo Encalda.
- Que nome incomum. – disse Bianca sem querer ofendê-lo.
- É que meus pais estavam chapados quando foram escolher meu nome. – a garota assustou-se assim que ouviu a voz de Grégoire atrás de si.
- Então você é o Grégoire? É um prazer em conhecê-lo.
- Olá. – Grégoire olhou para Loue. – Já vou indo, Loue. Preciso deixar minhas malas na mansão Distrune.
- Certo, vemo-nos depois.
- Foi um prazer conhecê-la, Bianca. – Grégoire deu meia-volta e saiu andando com as mãos nos bolsos.
O chefe da Notte Bleu, depois de perder o amigo de vista, suspirou, chamando a atenção de Bianca.
- Aconteceu algo? – perguntou ela.
- Preciso falar com você. – disse sério, porém nos minutos seguintes só veio o silêncio. Loue aproximou-se de Bianca e sussurrou alguma coisa em sua orelha.
- Mas isso... – arregalou os olhos pela surpresa.
- Não é nada confirmado, mas tenha cuidado. Avisarei Visconti também, por via das dúvidas.
- Em que encrenca estamos envolvidos, não? – esboçou um sorriso fraco.
- Uma enorme confusão. – suspirou enquanto encavara o chão.
- A Dominique realmente não tem sorte... – disse disfarçando a preocupação na voz.
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- Eu vou entrar, você querendo ou não.
Um rapaz de 15 anos estava parado na frente da porta do QG da Varia, discutindo com um subordinado de Xanxus. Seus olhos demonstravam uma enorme irritação e impaciência. Estava lá fazia duas horas, precisava entrar senão iria explodir de vez.
- Mas eu já disse que você não pode! Xanxus-sama não permite a entrada de nenhum estranho! – apontou a arma para o garoto, mandando-o ir embora.
Ele coçou a cabeça, bagunçando seus cabelos brancos. Respirou fundo, contendo toda a raiva que tinha. Não o machuque, era apenas nisso que ele pensava.
- O que está havendo aqui? – Casilda aproximou-se com um pedaço de torrada na boca. Encarou o empregado e depois o garoto, arqueando uma sobrancelha. Este último era extremamente parecido com Gerard. Na verdade, era idêntico. – Por que toda essa confusão? – deu mais uma mordida na torrada, mastigando lentamente.
- Este moleque quer entrar.
- Quem você chamou de moleque?! – gritou quase pulando em cima do homem.
- Acalmem-se. – ficou entre os dois, separando a briga. – Pode deixá-lo entrar, ele está comigo. – sorriu, arrastando o garoto consigo para dentro do QG.
Depois de toda a reclamação do rapaz, Casilda o soltou. Estavam dentro de uma sala, possivelmente no lado norte da base. Havia dois sofás de cor vinho, uma lareira acesa feita de tijolos, uma mesinha no meio da sala feita de carvalho, algumas estantes e uma porta que dava acesso à varanda. Assim que Casilda fechou a porta da sala, um homem, com mais ou menos 20 anos, que estava na varanda observando o céu, virou-se e os encarou, aproximando-se dos dois.
- Olá Frau. – disse o garoto mal-humorado.
Frau Ettore, 20 anos, solteiro. Cabelos negros repicados, olhos verde esmeralda. Usava uma camiseta branca, que por acaso era quase transparente, e uma calça jeans preta. Parou na frente de Casilda e do garoto, deixando escapar um bocejo.
- Olá, Gerard.
- Opa! – Casilda interveio na conversa. – Gerard não, Frau. Esse é o Gilbert. – Frau piscou algumas vezes e observou melhor o garoto. Ele, sentindo-se desconfortável com o olhar do mais velho, procurou algum objeto que prendesse sua atenção naquela sala.
- Sinto muito se eu e o Gerard somos gêmeos. – uma veia saltava em sua testa enquanto ele olhava para um dos sofás.
- Então, diga-me meu lindo e fofo irmãozinho. – Casilda abraçou Gilbert com força, deixando sem graça. – O que faz aqui? Veio visitar sua irmã? – um sorriso bobo se formou nos lábios de Casilda.
- Me solta, sua maluca! Não consigo respirar! – afastou a irmã com um empurrão. – Não fique tão feliz com isso, Deanna. Parece até uma criança! – cruzou os braços, irritado.
- Deixe de tratá-lo feito um bebê, Casilda. Gera... Digo, Gilbert já tem 15 anos. – repreendeu Frau.
- Dá pra parar de me confundir com o Gerard, credo?! – Gilbert pisou com força no chão e cerrou os dentes. – E desde quando você chama a Deanna de Casilda?
- É que ficaria estranho se o Frau me chamasse de Deanna. Sabe como é, Gilbert. Ninguém da Varia, exceto o nosso Boss estressado, sabe que meu nome verdadeiro é Deanna Polizia Callisto di Arcadio. – riu Casilda.
- Que seja. – revirou os olhos.
- Vamos, vamos! Chega de mau-humor, Gilbert! – Casilda puxou as bochechas de Gilbert com força. – Já que veio me visitar, vou buscar algo para comermos! – saiu da sala saltitando, parecendo a mulher mais feliz da face da Terra.
- Ela só pode ter problemas mentais. – Gilbert deu tapa na própria testa ao olhar a atitude ridícula de sua irmã mais velha.
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Era de manhã. Os raios de Sol estavam fracos, já que uma fina neblina e nuvens cobriam o céu. Solarie, bocejando, saiu de casa e caminhou até o portão, onde se encontrava a caixa de correspondências. Ao abri-la, estendeu a mão e puxou de dentro tudo que estivesse ali. Contas de luz, água, telefone, revistas, panfletos e uma carta. Esta última chamou a atenção da garota de cabelos negros e olhos dourados.
- O que é isso? – virou o envelope. A única informação que havia era o país de onde ele veio e para quem era. – Itália? E para mim? – Solarie abriu-o e leu a carta em voz alta. – “Cara senhorita Solarie Olivery, através desta carta, viemos lhe informar que, dentre vários candidatos, você foi a escolhida para ser a Guardiã do Sol de Dominique Orchidea di Amici, a Tredicesima Distrune. Junto a esta carta, há uma passagem para a Itália, pois sua presença é requerida imediatamente na residência da famiglia Distrune. Atenciosamente, Mary D. Stereo e John Arias.” – Solarie ficou quieta por um tempo, tentando processar todas as informações contidas no papel em sua mão. – Espera aí! D-Distrune?! – deu um pulo. Releu a carta apenas para ter certeza. – VOVÓÓÓ!!! – a garota entrou gritando em casa, balançando os braços e fazendo o maior escândalo. – Eu vou para a Itália! Eu vou! – a idosa não entendeu o que tinha dado em sua neta para ficar tão agitada logo de manhã.
Assim que Solarie explicou o que havia acontecido e mostrou a carta para sua avó, esta sorriu e puxou a garota para o quarto da mesma.
- Temos que fazer suas malas. – falou enquanto jogava uma mochila para Solarie.
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- Por que você fez isso?! – perguntava indignado um homem do outro lado do telefone.
- Eu já disse: estou indo ajudar uma amiga. Não posso continuar com a academia, eu vou ficar muito tempo longe. – Michael disse calmo.
- Mas mesmo assim! Quem raios é essa amiga?
- Você não deve conhecê-la, então dizer o nome dela de nada adiantará.
- Diga logo, Michael. Eu só quero saber, já que ela deve ser bem importante para te fazer fechar a academia.
Michael suspirou. Não tinha outra escolha, mas do que adiantaria falar o nome dela? Isso não mudaria nada.
- Dominique Orchidea di Amici.
- Não conheço...
- Eu disse que você não a conhecia. Pronto, feliz? – não estava irritado ou algo parecido, porém os dois estavam conversando fazia dez minutos e Michael estava começando a ficar cansado.
- Onde você está agora? Dentro do avião? – perguntou depois de um tempo em silêncio.
- Não, ainda estou no aeroporto. Ele deve chegar daqui a alguns minutos. – olhou para seu relógio. 7:27.
- Bem... Então, bom vôo, cara. Veja se dá notícias de vez em quando, certo?
- Valeu. E pode deixar, eu não vou sumir do mapa. – desligou o celular. – Finalmente. – pensou ele, suspirando. Seu braço doía de tanto segurar o aparelho na altura da orelha. Verificou se toda a sua bagagem estava ali e, ao ouvir o número de seu vôo, não demorou para que Michael estivesse sentado confortavelmente em sua poltrona, apenas esperando o avião partir.
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