All You Need is Leonetta
44 Uma chave, e um código.
Notas iniciais
Dessemos do avião, e logo um homem veio falar com a gente...
– Hello! My name is Carlos. Need help? — Quando ele disse isso, dei uma cotovelada em Violetta. Que se encontrava no facebook pelo seu iPad.
– Hi, Violetta and Leon! — Ela disse e eu não entendia, mais apenas sorri de bom grado pra disfarçar. — We need to go through Itau bank. The where is it? — Terminou ela esperando uma resposta.
– Is just past the Toyota dealership. If you follow the Avenue Castello Blanco, arrived there. And when they arrive, ask the clerk an employee who understands your language. — Ele falou, e aí que eu não entendi nada.
– Thank you very much Carlos! — Ela falou, e depois ele acenou e saiu. — Ele falou para irmos na Castello Blanco até a Concessionária Toyota, e logo depois, o Itaú.
– Ok, então vamos alugar um carro. Por que andando não vamos! — Ela sorriu com o meu comentário.
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Já havíamos alugado o carro, e dentro do mesmo, um Corsa preto, chamei a atenção de Violetta, que estava novamente mexendo em seu iPad.
– Me diga, como vamos encontrar o Montenegro? — Indaguei confuso.
– Simples! Existe telefone. — Ela brincou.
Por Violetta:
– Hello! Marcelo Montenegro? 'm Violetta Castilho! — Falei assim que alguém atendeu a chamada. Eu tinha no meu celular pois Ramalho tinha me passado.
– Oi Violetta! — Put's, ele fala português!
– Tudo bem? — Indaguei do outro lado da linha.
– Tudo sim, e como vai minha pequena ? — Por que todos me chamam de pequena? Minha altura está considerável pra alguém de 17 anos.
– Tudo! A onde você está? Eu estou em Manhattan! — Anunciei minha chegada lá para o mesmo.
– Está? Eu estou no banco do Itaú, agora. — Caralho, COMO pode?
– Sério? Eu estou indo pra aí agora! Eu preciso resolver umas coisas, e aí conversamos! E estou levando meu novo integrante da gangue! — Afirmei
– Leon Vargas? Ramalho me falou dele. — Ele começou. — Bom, mais tarde nos falamos, ou daqui a pouco. Pois estou resolvendo algumas coisas aqui sobre contas e débitos, e já te encontro. Tchau, pequena! — Ele falou e desligou.
– Ele está no Banco. Nesse exato momento. — Falei sorrindo.
– Nossa, só pra facilitar nossa vida, só pode! — Rimos juntos, até que com mais uns 20 minutos de locomoção, já estávamos em frente a concessionária Toyota. Já dando vista a um enorme prédio, com vista ao nome BANK. Era lá. Era lá que eu iria saber sobre muitas coisas.
Saímos do carro assim que estacionamos, em frente ao tal prédio. Assim que adentramos, nos direcionamos a área Contas & Débitos.
Lá estava somente um homem. De estatura alta, aparentava ter uns 25 anos. Ele era moreno e tinha cabelos pretos, e olhos castanhos, pela vista longa. Assim que nos aproximamos, lhe direcionei uma palavra.
– Montenegro? — Ele olhou na hora, eu estava certa.
– Saramego e Vargas! — Ele rumou em nossa direção, e me deu um abraço, e depois deu um abraço bem breve em Leon. — Que bom conhecê-los. Sentem-se.
– Não, estamos aqui para resolver uma coisa. Conversamos depois! — Sorri de bom grado.
– Posso acompanhá-los? Do que se trata? — Ele perguntou.
– Wolker. Ele me mandou uma carta. — Falei tirando a carta do bolso, e lhe entregando. O mesmo direcionou a mirada para as letras internacionais.
– Interessante. Constataram que seria aqui o Banco? — Ele perguntou novamente, levantando sua mirada para nós dois.
– Sim. — Respondemos em Uníssono.
– Então vamos lá. Pelo que eu entendo, isso se resolveria na sessão Extratos. Então vamos lá. — Ele apontou para o outro lado do prédio, e logo fomos também.
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– Queremos um Extrato. — Anunciou ele ao funcionário do banco.
– Sim, vou retirar. — Ele tirou uma máquina do outro lado da mesa, e se direcionou a mim. — Digite sua data de nascimento.
– Ok! — Falei apertando as teclas. Digitando: 21-03-1997.
Depois de alguns minutos, a maquininha leu a data. Assim, apareceu algumas contas e extratos.
– Agora, vocês precisam escolher o extrato, correspondente ao número do aniversário da mãe. — Ele afirmou, me aconselhando. Eu deslizei os dedos pela máquina, e assim eu pesquisei o número da data de nascimento da minha mãe. E apareceu em seguida o número 12-08-1975. Assim que pressionei os dedos sobre a tela, apareceu algo para digitar. Seria uma senha. — Agora, digite o número da data do pai. — Eu digitei a data, que seria 22061973. Depois, apareceu espaço para duas senhas novamente. — Agora, a senha dos irmãos. Como tem dois, é suspeita que a senhorita tenha 2 irmãos. Então, digite seus nomes, e suas datas de nascimento. — Ele afirmou. E DROGA! Eu não sabia a porra da data.
– Posso ligar para eles? — Falei, indagando em interrogação.
– Claro! — Ele esperou mexendo algo que eu suspeito sendo do banco em seu computador, que pela marca, era da Apple.
Disquei o número da Ana, e logo ela atendeu.
– Fala Anninha! Preciso da data de nascimento, sua e do Luke. — Falei.
– Ok. A minha é 10-02-1998. — Ela respondeu. — A do Luke é é 12-12-1995.
– Okay. Obrigada! Tchau ! — Ela retribuiu a despedida e eu desliguei a chamada.
– Pronto. Posso prosseguir? — Falei me dirigindo ao funcionário.
– Pode. — Ele afirmou. — Primeiro o masculino.
Digitei naquele pequeno espaço, o número 12-12-1995. Depois na próxima, 10-02-1998. Assim, confirmei e apareceu de novo outro espaço pra senhas.
– Agora, o nome deles. Só o primeiro. — Ele repreendeu em conselho.
Digitei agora o nome : Luke e depois no segundo espaço Ana. Assim, apareceu outros espaços. Aquilo me deu nos nervos. Quantas senhas demoraria?
– Agora, o nome dos seus pais. — Ele me repreendeu novamente.
Digitei German no primeiro espaço, e Maria no segundo. Assim, abriu para EU colocar o meu nome. Digitei novamente Violetta. E por fim, apareceu uma mensagem.
Hello Castilho. I see that the conclusions reached. At least the first stage. Now, I have another code for you to decipher. And you have to figure out why the other object. Dear kisses.
Christoper Wolker.
Ó que lindo. Outro código para a minha pessoa decifrar.
– Bom, agora, trarei seu extrato. — Ele disse se retirando.
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Depois longos minutos, ele voltou com uma caixa preta. Imaginei o que teria dentro daquela caixa.
– Bom, agora você poderá abrir, pegue essa chave. — Ele me entregou uma chave de metal, Stam. Eu abri a caixa com muito cuidado.
Depois do ato, dei uma leve visão dentro daquele pedaço de madeira. Vi um pedaço de papel e uma chave. Espera! Uma chave?
Sim. Uma chave! Peguei aquilo e logo entreolhei para Leon e para o Marcelo. Eles tinham uma expressão de dúvida. Depois, eu tirei o papel. Uma carta, para ser exato. E as abas estavam coladas por um selo. Com as iniciais A.C.
Logo abri aquele selo, revelando a carta. Quando achei que leria um livro, eu estava errada. Eu simplesmente encontrei grafado em Grifo, isto.
–M-B-U-A-C-I-C-
Cristopher Wolker.
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