All You Need is Leonetta

35 Reconciliação e Lembranças.


Notas iniciais
Oiieh! Estou sozinha ú.ù Quero dizer a vocês, que escreverei outra fic. Já tenho tema, idéias, tudo. E me basearei em uma triologia que li. Bom, não estou postando com frequência e isso não vai mudar. Uma amiga irá postar os capítulos pra mim, então, só isso. Minha leitora favorita! Minha amiga do WhatsApp tb :3 (JortiniFOREVER eu também te amo!!) Bom, nenhuma recomendação? Recomendem amores! '-' Eu vou amar isso. Boa leitura!

– Você o que Violetta? — Leon indagou surpreso com a resposta da ex.

– Perdão, eu não tive consciência do que falei. — Indaguei confusa, pois não percebi mesmo o que havia falado.

– Sinto sua falta. — Ele suspirou, e inspirou com a respiração próxima ao meu rosto. O que me deixou tonta.

– Leon... — sussurrei. — Por favor..

– Mas.. Por que não quer tentar de novo? Passamos momentos felizes juntos e você foi a prova disso. Nós nos amamos! Não faz sentido ficarmos separados. — Minha vontade de chorar quando ele falou isso aumentou.

– Não quero te fazer sofrer.. — Murmurei com as minhas pálpebras cerradas e suspirando um momento longo.

– Violetta.. Por favor bebê. Volta pra mim. Necessito cuidar de você. — Ele não queria botar pressão mais acabou colocando. E naquele momento senti que poderia machuca-lo. Mais ele me pedia isso com tanto desejo...

– Leon, não me sinto pronta outra voltar com você. Mas uma parte de mim quer voltar com você. — Parei e observei ele me fitando. -Não quero que você sofra. Mas quando você me pede pra voltar com você, sinto que eu fico completa. Eu não queria sentir isso mas eu sinto.

– E então? O que vai fazer? — Ele me encarou.

– Leon eu quero voltar com você. — Falei por fim. E em seguida pude sentir seus lábios se depositarem sobre os meus. Roçando os mesmos com uma leve pressão. Pouco tempo depois senti sua língua invadir minha boca. E eu cedi. As mesmas cravaran uma batalha dentro de nossas bocas, se massageando, se tocando, se acariciando e o mais gostoso, se saboreando. Sentir o gosto de sua saliva parece nojento, mais vá saborear a boca do Leon Vargas. Isso é completamente o melhor dos melhores beijos que ele já me deu. Viajava entre meus pensamentos quando senti os lábios dele se separarem dos meus, devido a falta do ar.

– Te amo senhorita Saramego. — Ele falou e eu o fitei, sorrindo. Era perfeito saber que o garoto mais perfeito do mundo, é meu novamente.

– Também te amo, senhor Vargas. — Demos um selinho. E rumamos para o Zoom, pois lá estaria a galera. Leon me abraçou de lado, e quando cheguei no zoom, para a minha surpresa, tinhamos chegado ao local onde os casais se engoliam. Leon e eu observamos todos rindo discretamente, e enfim, ele sussurrou no meu ouvido.

– Bebê, quer dar um passeio? — Parecia que uma eletricidade havia passado dentro de mim. Me obrigando a aceitar.

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Chegamos a um lugar lindo, onde havia flores, árvores, aromas de todos os tipos de flores agradáveis.

– Enfim estamos sozinhos e juntos. — Ele falou e eu assentei, abraçando-o de uma forma carinhosa, aonde pousei meu rosto sobre o seu ombro, e senti uma mão dele passear por minhas costas, e a outra acariciar meu cabelo, ficamos assim por alguns minutos. E devido eu estar próxima a seu pescoço, sentia sua colônia. Tinha um aroma ácido, que me envolvia e me penetrava cada vez mais. Eu tinha uma enorme vontade de ficar ali para sempre, mais entre interrompeu essa hipótese. Ele se separou do meu abraço.

– Não vai me fazer sofrer. Eu juro. — Ele falou. — Violetta, eu quero isso. Eu não te vejo como uma Castilho. E sim como a Violetta. A menina que eu amo.. Independente do sobre-nome e de tudo o que conspiram contra você, você tem a mim. E eu prometo não te abandonar. — Ele falou sinceramente. Me fitando com uma cara de: E aí? O que vai fazer?

– Obrigada. É bom sentir isso. — Minha visão se concentrava em seu peitoral. Que a sua camiseta xadrez não conseguia esconder.

– O mundo todo fica contra você, mais pelo menos eu estarei do seu lado, pra falar: Eu te amo.

Meu pai. Meu pai me dizia isso.

– Você conseguiu me arrancar lágrimas.. Meu pai dizia isso para mim. — Eu falei me sentindo vermelha, e com o rosto quente. Provavelmente, eu estaria chorando. É, e eu estou. Com certeza!

– E por qual motivo? — As mãos dele pousaram em meus ombros, e ele por si, se aproximou.. — Por qual motivo, ou por que você acha que ele falava isso pra você?

– Eu era idiota! Deixava todos fazerem o que queriam comigo.. Desde o pré, até o ensino médio. Mais agora decidi que vai ser diferente.. — Eu falei e ele me fitou. — Leon, cansei de não poder ficar com meninos que eu gostava, só por que minhas amigas não queriam. Cansei de dar respostas de provas pra todos, se ninguém me dava quando eu necessitava. E cansei de sustentar vandalismos, por outros.

– Sustentar vandalismo? — Ele indagou. — Como assim?

– Leon, uma vez eu estava andando com algumas amigas do fundamental. Indo para a casa, e uma delas sacou o spray de pichação da bolsa.

FLASHBACK On ::

Era sexta feira. Eu andava com Jessie, Melissa e Katherine. Estávamos passando em frente a DDBA. Conhecida como: Delegacia de Buenos Aires. Quando Jessie sacou seu spray, e pichou o muro da delegacia, escrevendo: VENHA PARA MIM DELEGADO!

Poucos segundos depois, ouvimos a Sirene. E Jessie jogou o spray em minhas mãos, e permaneceram lá, pois a viatura havia estacionado a nossa frente.

– Pode me explicar isso? — Ele disse se referindo a mim. — Você é...

Violetta Castilho! — Jessie disse com gosto. — Ela pichou esse muro.

– Não, eu... — Eu comecei a falar, vermelha de raiva e chorando. Quando olhei pro lado e vi a mesma me fuzilando com o olhar. — Sim, fui eu. Não nego.

– Só você? — O Policial falou se referindo a mim, e eu assenti. — Meninas, voltem para suas casas. A Castilho nos acompanhará.

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Eu passei o resto da tarde naquela delegacia. Quando percebi que a pichação: VENHA PARA MIM DELEGADO! era uma forma de Jessie encontrar para levar o pai para a casa. Caiu a ficha. Jessie queria pichar o muro em manifestação ao trabalho do pai. Muitas vezes ela entrava na Summerhitts chorando pacas, pois o pai estava internado com balas dentro de si, alojadas. Naquele momento eu entendi. Mais não falei, pois estava com medo de perder minhas "amizades."

Flashback Off ( Imaginem que a Vilu contou tudo isso pro Leon, ok?)

– E foi isso. — Falei por fim.

– E o seu pai? — Leon indagou. — Digo, o que ele fez?

– Me perguntou onde eu estava quando eu cheguei em casa quase 19:00 da noite. E eu respondi que estava na casa de uma amiga, pois estava fazendo um trabalho. E ele acreditou. — Falei, respondendo a pergunta dele.

– Falsidade.. Também já passei por isso, mais não como você. Era... As pessoas se fingirem de amigas pelo seu dinheiro. — Ele falou, acariciando meu cabelo. — Mais, isso não te abordará mais. Pois ela não está aqui agora!

– Sim, não está. Agora é só eu e você. — Falei. — Certo?

– Mais que certo. Absolutamente certíssimo. — Ele me roubou um selinho rápido, e logo começou outro, mordiscando meu lábio inferior. Com cuidado, pois não queria me machucar.

– Leon, quero ir pra casa.. Quero compensar o tempo que fiquei sem você. — Falei

– Embora tenha sido um dia, doeu muito. — Ele falou, beijando minha testa. — Vamos bebê.

– Vamos. — Falei enquanto sentia ele abraçar minha cintura, e assim fomos um percurso lento. Pois estávamos conversando, se beijando, se afagando. Assim chegamos a minha casa. Eu adentrei primeiro, e ele depois.

Notas finais
Oiieh ! O próximo capítulo vocês iram se surpreender muito! Bjs