All You Need is Leonetta

36 - Sim Leon. Estou pronta.


Notas iniciais
Oiieh ! Capítulo HOT. HOT mesmo. Sim,eles terão sua primeira vez. Vocês não podiam esperar mais. Com certeza! Até a próxima !

Adentramos a minha casa. E olhei para o relógio central, e era 19:00 da noite.

– Posso ?? — Leon disse olhando pros meus lábios.

– Desde quando você precisa de permissão pra isso? — Eu falei, sorrindo.

– Pra isso eu tenho, mais para outras, não! — Leon falou me lembrando sobre a Quase... transa.

– Pois... Hoje você tem ! — Falei, na lata. Pois percebi que era besteira preservar aquilo, já que com certeza seria com o Leon a fazê-lo.

– Não, desculpa! Eu botei pressão em você, e você na lata respondeu. Não precisa fazer isso bebê! — Leon me falou com cara de : Não quero te forçar.

– Você não está me forçando. Eu quero isso por vontade própria. É besteira preservar. Leon, vai ser com você. Eu querendo ou não. — Eu falei.

– Você está pronta ? — Leon indagou, me perguntando com preocupação.

– Sim Leon. Estou pronta. — Falei, e logo senti seus lábios se depositarem em meu pescoço. Dando mordidas no mesmo.

– Me dê a honra de conduzi-la até seu leito. — Leon me deu a mão.

– Claro, e me dê a honra de ser toda sua, esta noite. — Falei, subindo as escadas com ele. Chegando até o meu quarto.

Leon me pousou delicadamente na cama, iniciando a tarefa de beijar meu pescoço. Dessa vez era diferente. Ele me dava chupões e mordia, cheirava, beijava, inspirava..

– Assim.. — Gemi sem querer.

– Gostando? — Leon sussurrou no meu ouvi, mordendo meu lóbulo em seguida.

– Sensação maravilhosa! — Disse em gemidos, pois sua cabeça agora se enterrava no lado esquerdo de meu pescoço, começando a mesma tarefa! — Leon, ohh. — Gemi mais uma vez, enquanto sentia ele tirar minhas roupas calmamente, e em seguida tirar as dele. Fiquei de calcinha e sutiã, e ele de boxer, já aparentando uma saliência.

Ele agora se posicionava perto dos meus seios, afundando sua cabeça neles e dando uma leve mordida por cima daquele pano, a onde se notava meus bicos rígidos.

– Posso ? — Ele perguntou com as mãos apalpando meus seios, em busca de saber se poderia tirar meu sutiã.

– Pode! — Falei, ofegante devido aos gemidos e ao prazer.

Leon posicionou suas mãos em minhas costas, abrindo o feixe de meu sutiã, o que fez ele rapidamente tirar, dando a visão de meus seios.

– Sempre quis saber o que você escondia dentro dos panos.. — Ele falava massageando e mordendo meus seios de forma carinhosa, enquanto eu não podia fazer nada se não arquear meu corpo, sentir a sensação e gemer seu nome. — Agora sei aproveitar, embora já tenha visto. — Quando ele me disse isto, se referiu aos poucos dias adiante a morte do meu pai. Pois ele não me deixou tomar banho sozinha.

– E aproveite bem, Vargas! — Falei murmurando de olhos fechados, sentindo o prazer que sua boca me proporcionava.

Ele deu um chupão não muito forte em meu bico, o que me fez soltar um gemido necessariamente alto! Enquanto mordia, chupava, lambia, e massageava os meus seios, onde eu já me encontrava delirando em minha cama, devido aquele ato.

Ele desceu seus beijos para minha barriga, e brincou com meu umbigo. Distribuía beijos em meu abdômen e em meu ventre, quando meu coração acelerou por achar que ele iria tirar minha calcinha, foi pura ilusão. Pois ele desceu para minhas coxas, beijando-as e as vezes enterrando sua cabeça no meio entre minhas pernas, o que me dava um prazer incrível!

Ele em um movimento, parou com tudo aquilo, colocando as mãos em meus quadris, o que me fez abrir os olhos, e manter contato visual com ele, onde ele com seu olhar, me perguntava se podia, assim como fez com meu sutiã. E assim, assenti. Fechando os olhos em seguida, quando não sentia mais o pano de minha calcinha me cobrindo, e derre-pente, senti beijos por toda minha intimidade. Meu corpo pegava fogo, como se eu estivesse em meio a um incêndio. Logo, depois dos beijos, ele me penetrou com a língua, entrando e saindo de minha intimidade com certa leveza e pausadamente. Pois senti que ele queria me dar prazer. O máximo absoluto.

Sua língua entrava e saía dentro de mim, quando ele parou de fazer aquilo e direcionou sua boca para meu clitóris, eu não via, mais sentia, sua boca fazendo uma leve pressão contra aquela parte tão sensível. Assim, ele agarrou meus lábios vaginais com a boca, fazendo um pouco mais de pressão. E em meio aqueles lábios, estavam meu clitóris, que estava sendo massageado por seus lábios pouco a pouco. Assim, perdi a noção de tudo.

– Leon.. Eu.. — Tentei me segurar devido aos gemidos.

– Violetta, você quer? — Ele indagou parando o que estava fazendo.

– Sim, quero! — Falei

– Então o faça. — Ele caminhou seus lábios de volta ao encontro ao meu pescoço, chupando ele assim de novo. Até que senti minha boca ficar seca, eu perder meus sentidos, e fechar os olhos devido aquilo. E assim foi, eu tive meu primeiro orgasmo.

Leon rapidamente voltou o que fazia, chegou cara a cara com minha intimidade, e chupou a mesma, com certeza experimentando o meu gosto. Perguntei a mim mesma se ele não sentia nojo, mais eu acho que não. Pois ele me chupava com tanto prazer! Ele continuou, e eu não sentia muita coisa, pois tinha acabado de ter o orgasmo. Então, percebi. Leon sentiria!

– Para! — Falei, e ele parou com tudo, me olhando.

– O que houve bebê ? — Leon falou.

– Eu quero te dar prazer! — Falei, e Leon logo ficou deitado, e eu fiz o mesmo que ele havia feito comigo. Me posicionei em cima dele, e assim comecei a dar pequenos chupões em seu pescoço, e pude perceber que ele estava gemendo, baixo, mais estava. Fiz tudo o que havia de fazer em seu pescoço, e desci até seu abdômen, mordendo, lambendo, chupando... Até que pude sentir a saliência separada de mim e minha boca, coberta apenas por uma boxer branca. Segurei o cós da boxer, e logo pude ver o membro dele, muito grande, com uma enorme cabeça rosada.

Eu tinha desejo, mais também senti que iria ser impactante quando ele me penetrasse. Iria doer. Mais, deixei os pensamentos de lado, e comecei a fazer movimentos em sua glande com minha boca, e pude notar um líquido transparente entrar dentro de minha boca, e eu experimentei, e comecei a gostar o que estava fazendo, tentei enfiar minha língua no "Buraquinho" que expelia esse líquido, o que foi em vão. Leon pousou sua mão em minha cabeça suavemente, me ensinando por onde eu deveria ir.

Assim o fez, eu dei uma mordida em sua glande, a onde pude ver Leon se arquear, aquilo teria sido muito bom para ele, eu percebi. Corri a extensão de seu membro, com minha língua, cravando meus dentes suavemente sobre aquele membro, completamente ereto.

Eu pude ver seus testículos, e tive desejo, rapidamente pousei minha mão sobre os mesmos e massageei. Como se não só massageasse seus testículos, eu ainda chupei aquele membro, e com uma ideia na cabeça. Pensava em enfiá-lo todo em minha boca. Bom, todo não, mais pelo menos metade, se conseguisse. Então eu fiz isso, e pude perceber mais líquido transparente sob-saindo de sua glande, e como falei, consegui enfiar tudo em minha boca, o que fez Leon arquear o corpo e dar um gemido alto, e levantei meu olhar sobre ele, e ele estava com as pálpebras cerradas. Com isso, dei o último toque. Posicionei minha mão em seu membro, o agarrando, e eu iniciei um vai e vem com minha mão. Fiquei assim por alguns minutos, quando ele me deu um alerta.

– Vou gozar, Violetta! — Ele disse e eu me afastei me deitando sobre seu peito, esperado seu clímax chegar, como o meu. E assim, só ouvi mais um de seus grandes gemidos. — Ohh.. — Leon gemeu, gozando, e eu pude ver seu corpo perder os sentidos, igual o meu, e ele cerrar a pálpebras para saborear aquele momento. E eu, dei a ele um breve selinho, em demonstração de carinho.

– Leon... Eu quero você... — Eu disse, e ele abriu suas pálpebras, se levantando e eu me deitando, e ele se posicionou entre minhas pernas. Me dando sua mão.

– Aperte, com toda sua força se necessário. E se não quiser mais, me avise, pequena. — Leon falou isso dando um sorriso, que me transmitiu confiança. — Não vou te machucar. Eu prometo.

Pude sentir seu membro roçar meu clitóris, se posicionando em minha entrada. E assim, senti ele me invadir de uma vez. Mordi meu lábio inferior, na tentativa de não gritar, ou não gemer. O que foi em vão.

– Ohh ! — Gemi em aprovação, e segurei forte, a mão de Leon.

– Ficarei um tempo aqui parado, pra você se acostumar. — Ele falou e eu assenti. Com minhas pálpebras cerradas. Eu não conseguia respirar direito, o fato de eu sentir que aquilo nunca entraria dentro de mim, entrou, e ainda por cima, estava doendo. Não muito, mais estava. Leon passava a mão em meu abdômen, para aproveitar nossa pausa, e ele fez carinho no mesmo. Arqueei meu corpo, e ele notou. Me dando a mão novamente, e começou as penetradas.

Ele começou um vai-e-vem lento, e eu gemia bastante em aprovação. Seu membro quando saía de dentro de mim me deixava um vazio, mais quando voltava a me preencher, era a melhor sensação da minha vida.

– Mais.... Forte... — Falei em meio a gemidos, e Leon atendeu. Começou a intensificar seus movimentos, e eu sentia sua glande roçar meu interior, e isso me fazia sentir um prazer enorme. Leon continuou intensificando suas penetradas pouco-a-pouco, e eu gemia muito, e muito alto. Me sentia, feliz, prazerosa, completa, e subitamente, capaz de suportar todos os prazeres que me viessem. E pude sentir seus movimentos se intensificarem. Com certeza ele já estava chegando em seu Clímax, e eu também.

Com últimas penetradas bem fundas, longas e fortes, pude sentir seu líquido me inundar, minha boca ficar seca, ter vontade de urinar, perder meus sentidos.. A sentir isso, cerrei minhas pálpebras e absorvi o momento. Até que também ouvi gemidos de Leon, e as estocadas dele se diminuírem muito mais. Até, que a mesma sensação veio para mim de novo. E gozei, com ele ainda dentro de mim. Arqueei meu corpo e Leon soltou um gemido baixo, mais o suficiente para mim ouvir. Eu subitamente senti a última penetrada, logo após senti Leon sair de dentro de mim com cuidado, e se posicionar ao meu lado na cama. Me puxando para o seu peito, como sempre fazia. Era oficial. Eu não era mais virgem, tinha certeza de que Leon era o garoto perfeito para a minha vida toda.

Me posicionei mais sobre seu peito, ouvindo seu coração bater forte, e ele suspirando em busca de conseguir mais ar. Eu fazia o mesmo. E agora, sinto que éramos infinitos. (As Vantagens de Ser Invisível.) Quando meus sentidos se normalizaram, o ar não fazia muita necessidade como antes e eu estava tranquila, senti carinhos em minhas costas.

– Eu te amo minha pequena. — Leon indagou, se referindo a mim as palavras de carinho.

– Eu também, meu bebê. — Eu indaguei, retrucando suas palavras. Me sentia única, infinita, feliz. Todos os meus sentimentos transbordavam dentro do meu peito. — Leon.. — Chamei

– Oi princesa ? — Ele falou, se virando pra mim.

– Você, vai me abandonar ? — Perguntei.

– Precisa responder fofa ? — Ele indagou. — Nunca vou te abandonar. Não depois de hoje. Não depois do dia em que te conheci. Não depois de todas as minhas suspeitas sobre meu amor por você tenham dado certo e sido tão verdadeiras.

– Eu te amo, você é o melhor namorado que alguma menina pode querer em toda a vida. — Indaguei, beijando sua clavícula.

– Nossas bocas já se conhecem. — Ele sorriu e eu também. E iniciamos um beijo, eu me posicionei em cima dele, e ele alisava minhas costas com suas mãos, até que alisava quadris, e depois de uns minutos, alisava as minhas nádegas. Eu em resposta, abria minhas pernas sentindo minha intimidade roçar em seu membro, e ambos gemiam. Ele ainda estava ereto, não tanto como antes, mais estava. Isso dava um prazer proporcional, para nós dois. Eu rebolei em busca de mais roçamento, e ele as vezes massageava meus seios com cuidado, eu estava sensível.

O ar se fez necessário, e nos separamos.

– Boa noite linda! — Ele me puxou para seu peito, a onde me deitei e acariciei o mesmo, com uma de minhas mãos. A outra estava debaixo de seu pescoço, e ele acariciava minha cabeça com uma mão. Pois a outra também se encontrava de baixo de mim. Em meio carícias, resolvi retrucar a meu nível, a resposta do: Boa noite!

– Boa noite, perfeição! — Ele a ouvir isso, me deu um beijo no alto da cabeça, e cerrou suas pálpebras. Pouco tempo depois, eu puxei um lençol para nos cobrirmos. Estava começando a ficar friozinho, e pela janela semi-aberta, entrava ventos suaves. Antes de me dar conta, eu já havia cerrado minhas pálpebras, mergulhando em uma perfeita noite de sono.

Notas finais
Oiieh . Gostaram ? Por favor, comentários. Eu passei uma hora escrevendo esse capítulo. Eu não mereço ? Até a próxima !