All You Need is Leonetta

20 Eu sou sequestrada.


Notas iniciais
Oii. :3 Mais um. E desculpe-me a demora, eu estava fazendo um trabalho pra minha mãe... Digitando tabela na Word Microsoft ? A gente se vê por aqui. Boa leitura ^-^

Por Leon:

Acordei e me virei pro lado, na esperança de ver a Violetta do lado. Mais era só ilusão. Eu dormi agarrado com o meu travesseiro. É, eu sou louco. Mais eu fiquei uma noite sem ela, e pra mim foi como uma semana. Resolvi fazer uma surpresa para ela. Me arrumei, e fui pra casa dela, com um anel solitário pra ela. Estava guardando ele desde o baile, e agora vou entregar à ela.

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Cheguei lá, só que não havia ninguém. Procurei no quarto, na sala, na cozinha, na área de serviço, em todos os lugares possíveis. Até que lembro que o banheiro existe. E lá vou eu. E pra minha surpresa, não era a Vilu que estava lá. Era a FRANCESCA. Amordaçada, toda amarrada, deitada no chão. Rapidamente eu tirei as cordas que prendiam seus braços, e por fim, eu a desa mordacei.

– Fran, pelo amor de Deus ! O que houve ? — Eu falava, olhando pro seu corpo. Cheio de ema tomas e vermelho.

– Assaltaram aqui de..de noite ! — Ela falava chorando e soluçando. — E, sequestraram a Vilu ! — Quando ela falou isso começou a chorar mais ainda. E eu também, pelo fato de ter basicamente "perdido" o amor da minha vida.

– Calma, vamos ligar pra polícia. — Eu falei aos prantos, não como os dela. E disquei 190.

– Agente Rafael da Policia Federal. Você está ligando para o departamento de sequestros e furtos, no que podemos ajudá-lo ? — Um homem falou rapidamente.

– Minha namorada foi sequestrada. Por favor, mande viaturas pra Rowling 166. Cruzamento com a Marginal BR. — Falei descendo com as lágrimas.

– Pode deixar. Já estamos a caminho. — Ele disse e eu desliguei.

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Demos depoimento, conversamos, e a Fran revelou tudo o que tinha se passado no meio da festa do pijama. E aí, concluíram que acham estranho não levarem a Reys. Por que além de bonita, ela era de boa família. E também milionária. O fato de terem tanto interesse pela Castilho, me comoveu, e comoveu aos policiais.

– Não se preocupe Vargas. Manteremos contato. — Disse o policial e eles foram pra viatura, cursando a ciclovia.

Por Fran : Horas Antes.

Eu e a Vilu estávamos dormindo, quando sentimos um homem para qual pular em cima de nós, nos beijando. Sim, estavam abusando da gente, pois passavam a mão em nossos corpos e em seguida me prenderam, e me trancaram no banheiro. Mais se ouvia claramente a Vilu chorando, barulho de tapas, e gritos. E então, as ameaças:

Vou vingar você pelo seu pai Castilho !

Embora você seja uma adolescente completamente normal, seu pai não era. E aquele filha da puta, como morreu, causando sofrimento a todos, vai ser agora igual a filha. Que coincidência né ? Os DOIS vão morrer. E não se esqueça que esquecemos da Maria. Pois nesse momento, ela deve estar desmaiada no Galpão MonteBello.

E muito mais ameaças desse tipo. E então, eu não ouvi mais nada. E me passou pela cabeça duas coisas : Ou eles teriam sequestrado a Vilu, ou a Vilu... Não existia mais.

Quando o Leon chegou eu me senti segura, não aguentava ficar mais naquele banheiro, estava traumatizada, e quando eu pude falar e mexer as mãos novamente,senti uma sensação incrível. Mais com certeza, a Vilu não está sentindo isso agora.

Veio a Polícia, falei tudo a eles, e também das ameaças. E quando eles foram embora, olhei para mim mesma, eu estava TODA roxa ! Meu pai jamais perdoaria a Vilu.

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Por Violetta:

Depois de um sequestro relâmpago, acordei em um carro se locomovendo. E quando um homem me viu, passou a mão por todo o meu corpo. Eu sentia nojo, imaginaria se eu estava traindo o Leon ou não. LÓGICO QUE NÃO VIOLETTA. VOCÊ ESTÁ SENDO ABUSADA, NÃO É POR VONTADE SUA E NUNCA SERIA. — Pensei comigo mesma. Até que o carro parou, e o que estava dirigindo, um grande, alto, forte e com um olhar perverso, que me dava medo, me pegou no colo, e me direcionou até um galpão. Eu não saberia qual seria realmente o dia da minha morte, mais em meus pensamentos, seria alí. Naquele EXATO momento!

Não falaram nada pra mim, só me batiam, me davam coronhadas, e passavam a mão em mim. Até que em um breve momento, ouço uma tosse. Sim, uma bem familiar. Minha mãe estava também naquele galpão. Do outro lado da sala, mais estada. Ela olhou pra mim com cara de : Desculpa, fui eu quem fez isso com você.

Ficamos trocando olhares e os homens ainda me batendo. Mais não doía, o que mais me doía era ver a minha mãe, lá, estirada no chão.

Até que colocaram ela perto de mim. E ela sussurrou: Se você sobreviver, vá pra Madrid. Pra Mansão Tolkien.

E então, foi passando os dias. Quatro, pra ser exato. Eu desmaiava e acordava, e minha mãe o mesmo. Fiquei provavelmente quatro dias sem dizer uma palavra. Até que quando veêm viaturas da polícia se aproximando, eles pegam minha mãe, e a esfaqueiam. Comecei a chorar, muito, e eles saíram correndo. Só passou pela minha cabeça: Eu vou ir pra Madrid hoje.

Então entrou Leon, cinco policiais, e eu comecei a chorar muito. Quando Leon sentou do meu lado, me desamarrou e me desa mordaçou, e quando depois de tudo, me disseram:

– Sua mãe está morta. — Falou um policial, colocando a mão em seu peito, para ver os movimentos cardíacos.

Notas finais
Eae povin ? Não me odeiam !! '-' Tipo, tinha que ser assim. Não me matem. '-' Até o proóximo :p