All Wed Ever Need
2 Capítulo 2- Fugir
Notas iniciais
Acordei um tanto que atordoada, não sabia onde estava, com tempo lembranças da noite passada veio à minha mente. Que loucura! Olhei para o lado e vi o cara que conheci ontem no bar, Edward esse é o seu nome, dormindo e me dei conta da loucura que cometi. Eu dormi com um estranho! O olhei mais uma vez e admirei sua beleza, ele é simplesmente perfeito! Seus cabelos acobreados tão macios, seus olhos que são azuis esverdeados ou verdes azulados, sei lá só sei que me olham com tanta intensidade que esqueço até de respirar. E o corpo? Perfeitamente definido, com tudo na medida certa, no lugar certo. E que fôlego! Ai meu Deus! Que loucura que eu cometi! Mas valeu a pena. Cada minuto mágico que eu passei ao seu lado valeu a pena, agora eu não sabia nada sobre sexo com estranhos e o que fazer? Talvez ir embora antes que ele acorde, apesar que se fosse comigo ficaria muito decepcionada...eu sou uma tola romântica mesmo, homens não tem dessas coisas, um exemplo disso é Jasper e as “garotas grudentas”. Melhor ir embora antes que ele acorde e me convide a sair delicadamente, detestaria ser rejeitada depois da melhor noite da minha vida. Apesar de que ele não parecia desse tipo, desses que só querem uma noite e...eu nem sei quem ele é, como vou saber que tipo ele faz? Respirei fundo e tirei seu braço que estava sob minha cintura, havia um pouco de luz que vinha de outro cômodo acredito que seja o banheiro, então procurei por minhas roupas, achei minha saia, minha blusinha, mas nada de calcinha nem sutiã que acredito esteja dentro do carro. Que situação! Olhei em um sofá e achei uma camiseta branca que ainda estava com seu cheiro, vesti e dei um nozinho de lado para não ficar tão grande. Peguei minhas sandálias, mas não calcei para não fazer barulho, antes de sair do quarto dei uma ultima olhada na cama e meu peito se apertou, como será que é acordar ao lado desse homem tão maravilhoso? Sentia como se estivesse fazendo algo errado o deixando ali ainda dormindo. Não posso me enganar ele deve estar acostumado com esses encontros e...sei lá, não quero pagar o preço. Saí do quarto e andei por um corredor cheio de portas, vi uma escada que só poderia me levar à saída. Passei por um espelho e quase levei um susto quando me vi refletida nele, meus cabelos estava parecendo a juba de um leão, minha maquiagem estava toda borrada, estava extremamente corada e sem contar um chupão imenso no meu pescoço. Ainda bem que não fiquei, imagina só aquele homem todo gostosão acordando e dando de cara com uma bruxa? Pensei em prender meus cabelos e quando pensei em pegar algo para prendê-lo lembrei que minha bolsa estava no sofá da sala. Desci rapidamente as escadas peguei a bolsa peguei meu prendedor de cabelo, dei um jeito na minha aparência. Estava saindo quando vi uma caneta e um bloco de notas, resolvi deixar um recado.
Edward
Esta noite foi a situação mais inusitada e mais intensa que já vivi até hoje. Obrigada por tudo e até qualquer dia, Lindo.
Beijos
Ah! Não encontrei algumas peças do meu vestuário...me desculpe.
Bella...mais beijinhos.
Quando me virei acho que vi um cachorro ou uma... criança correndo? Céus estou tendo alucinações! Passei a mão em minha testa, calcei minhas sandálias, procurei meu celular e procurei o numero da companhia de táxi, ainda bem que Jasper me conhece, ele fez questão de colocar vários números de telefone que segundo ele eram importantes, como companhia de táxi, pizzaria, hospital, etc, mas esqueci de um detalhe...eu não sei onde estou. Quanta imprudência! Quando cheguei ao portão, me deu vontade de me bater...é fechado eletronicamente, ou seja, com senha. Que merda! Olhei ao redor e achei melhor pular o portão, sem contar que parece que Edward é louco por segurança, vi algumas câmeras, alarme que ele esqueceu de acionar, tinha até equipamento com infravermelho...cada louco com sua mania, pensei que eu era a única maníaca por segurança. Quer saber? Vou abrir o portão mesmo...seria humilhante ele ver a gravação das câmeras e ver eu pulando o portão de saia. Peguei meu celular o conectei no portão e logo ele “abriu” o portão para mim. Dei um beijinho nele, valeu cada centavo...lembrei de seu GPS, mas também saberiam onde estou e não quero perguntas sobre a minha vida. Andei durante algum tempo e quando achei ser o suficiente liguei o GPS que me deu o endereço de onde eu estava, liguei para o rádio-táxi e fiquei aguardando. Cheguei ao apartamento de Jasper e ele ainda não havia chegado, fui direto para meu quarto, tomei um banho e quase não acredito que estava deitada depois de toda essa maratona que foi minha noite, olhei no relógio 07:30 da manhã. Será que Edward já percebeu a minha falta? Eu sou uma tonta mesmo, tenho que esquecer esse assunto. Tantas coisas para me preocupar...até parece que um homem daqueles irá se lembrar de mim. Deitei e o meu ultimo pensamento foram aqueles lindos olhos de Edward, esse foi meu primeiro sonho com ele.
Pov’s Edward
Eu não sei como caio nas armadilhas de Alice. Plena sexta-feira e ela inventa de comemorar o que mesmo? Ah, ela quer me apresentar o namorado dela, acho que é Jason, Jaspion, James, sei lá, mas o negócio é sério para ela querer me apresentar antes de levá-los até a casa de nossos pais. Nem acredito que a minha irmãzinha está mesmo namorando, ela parece ser tão indefesa, tão delicada, e ela nunca me apresentou nem um namorado, também depois daquele deflorador** de irmã alheia...urgh! Não gosto nem de pensar nisso. Mas enfim só quero ver a reação de Emmett, se eu sou ciumento e possessivo como ela diz e faço escândalos ele é bem pior se não for com a cara do sujeito. Deixa ela, se pensa que pode passar pelos irmãos assim. Agora estou eu aqui nesse pub o de sempre, no meu primeiro final de semana de folga depois de três meses só trabalhando e nada de Alice e Jéferson...que droga. E para completar aquela amiga dela, grudenta está aqui, como é mesmo o nome da garota? Estava olhando em toda parte quando a vi...a mulher mais sensual que já vi em minha vida. Ela simplesmente estava tomando cerveja no gargalo, mas o jeito que ela tomava era totalmente obsceno. Céus! Que mulher! Já senti o resultado na minha calça apertando...pronto agora eu sou um pervertido que fica secando mulheres no bar e imaginando que bem poderia...o que estava acontecendo comigo afinal de contas?! Apesar de que também eu nunca faço nada de louco como Alice sempre me diz e talvez por ter terminado meu “relacionamento” com Ângela eu esteja me sentindo um pouco sozinho ou talvez esteja na hora de começar a pensar em coisas diferentes além desse curso que virá agora no FBI e que irá exigir tudo de todos na equipe e seria bom eu me desligar um pouco ou vou acabar como a própria Ângela diz:- Obsessivo e sozinho por causa do trabalho. Quer saber? Eu não sei o por que, mas hoje eu vou ser um homem diferente, irei até aquela linda morena e ver o que pode acontecer. Pedi uma cerveja e estava pensando em como eu poderia abordá-la quando ela se vira em minha direção e me encara. Nesse momento eu perdi a noção de tudo ao meu redor, meu Deus, que olhos são aqueles? Um misto de inocência e mistério...talvez medo? Eu percebi que ela também estava me olhando, afinal de contas não sou tão lerdo como Alice dizia, ela sempre falava que as mulheres ficavam “piradas” comigo, mas eu nunca via nada disso, no entanto, como eu estava atento a reação da moça nada me passava despercebido, e notei que ela me olhou com um certo interesse; ofereci uma cerveja e ela mostrou que já estava bebendo uma, claro idiota, talvez uma abordagem direta, um ataque surpresa, sim é isso. Gemi internamente, estava comparando um flerte em um bar com uma missão, balancei a cabeça tentando afastar esses pensamentos absurdos. A mulher parece que tem um imã não consigo tirar os olhos dela, de repente sinto alguém me tocar quando vejo a amiga de Alice, como é mesmo o nome dela?
– Ah! Oi tudo bem Mônica? Você viu Alice por aí? – a garota estreitou os olhos e parece que eu disse algo errado por que ela bufou e disse:
– Você é desligado mesmo ou só faz tipo? Idiota! – eu não sei o que falei, mas de alguma forma eu a ofendi e ela se afastou falando alguma coisa muito feia. Antes de falar com a morena dei uma circulada para ver se minha irmã ainda estava por aí, mas nada. Então dei a volta e cheguei bem ao lado dela. Ela estava com um lindo sorriso nos lábios e encarando a sua garrafa de cerveja, me deu uma vontade de poder saber o que se passa naquela linda cabecinha que nem pensei duas vezes:
– Uma vida de escravidão por seus pensamentos.- coloquei minha mão em seu braço e juro que senti que minha mão estava pegando fogo, ela me olhou de um jeito que eu pensei que iria me mandar embora, olhou para a minha mão que ainda a segurava fazendo com que eu relutantemente retirasse e respondeu:
– Embora eu adoraria ter você como um escravo, se eu responder...- que voz deliciosa, rouca quase tive um infarto, meu coração disparou como só aconteceu uma vez quando eu tinha treze e me apaixonei pela minha professora de Biologia, Professora Julie, toda vez que eu entrava na sala de aula meu coração parecia que iria sair pela boca era uma vergonha, mas por que diabos eu estava lembrando disso nesse momento? Senti que estava sorrindo como um bobo e antes de pensar já estava falando:
– Me desculpe não entendi e como sou curioso como uma velhinha fofoqueira você terá que completar seu comentário.- se eu achei a voz dela linda a gargalhada que ela deu quase me fez delirar, céus, o que está acontecendo comigo? Eu nem acreditei no que falei logo em seguida: — O som da sua risada daria uma linda melodia...oh isso foi constrangedor além de parecer uma cantada barata. – sério mais cinco minutos com essa mulher e ela me acharia um retardado, se concentre idiota, você é um homem maduro com vinte e nove anos! Senti meu rosto esquentar e não acreditei novamente, eu estava corando? UH! E ainda estava excitado! Só falta ela perceber minha ereção! Que ridículo! Eu, Edward Cullen, agente especial do FBI, respeitado e temido nervoso diante de uma mulher que nunca vi em minha vida, se Emmett me visse agora...
– Então vamos começar do começo. – ela estendeu a mão e disse: — Olá eu sou Bella. – peguei em sua mão e pensamentos obscenos me vieram à mente e tratei de soltá-la rapidamente. Eu não conseguia parar de olhá-la, palavras não me vinham à mente, comecei a me sentir o adolescente tolo que estava diante da professora. Logo em seguida ela faz algo que poderia colocar sua segurança em risco... levou a garrafa obscena à sua boca linda que deve ser doce e quente...meu Deus eu vou explodir! Ela ficou sem jeito e eu percebi que deveria falar algo:
– Oh, me desculpe! Eu sou Edward e eu não sou tão lerdo assim, você que me deixou tonto.- eu fiz uma pausa e percebi: — Ai eu fiz de novamente não fiz? – eu deveria permanecer de boca fechada, só estava falando besteira hoje, dei um tapinha em minha testa e rimos juntos, parece que ela estava levando na brincadeira as minhas idiotices. – Olha só, eu juro que não sou um babaca, era até um cara legal no colégio e na faculdade já no serviço sou meio chato, mas não um babaca. – ela riu novamente e depois de toda essa trapalhada eu consegui me controlar e assunto não faltou, eu me soltei e ao seu lado ser o Edward despreocupado e espontâneo era fácil. Então a atmosfera mudou e comecei a reparar no jeito em que ela sorria e às vezes enquanto ela o fazia, abaixava a cabeça um tanto que tímida, mas a minha perdição foi olhar para as pernas dela...o adolescente de treze anos hormonal reviveu em mim e quando dei por mim estava praticamente a arrastando para um lugar mais reservado do bar, a coloquei sentada em um banco mais alto não pensei duas vezes e me enfiei em meio aquelas pernas que são uma perdição. Não me contive, passei as minhas mãos em suas pernas sob o fino tecido de sua saia e notei que ela ficou animadinha:
– Que pernas são essas mulher? – ela respirou fundo e eu pensei que agora ela iria me afastar de vez então eu disse: — Se eu estiver sendo muito rápido é só me avisar.- quando ela fechou os olhos eu só faltei pular, peguei em sua cintura possessivamente e quando senti seu toque em meus cabelos esqueci de tudo ao meu redor, fechei meus olhos como se assim eu pudesse senti-la melhor, ela se aproximou mais de mim e sua voz soou tão sensual que me senti ligeiramente embriagado:
– Estou cansada de fazer tudo devagar, às vezes temos que deixar as coisas acontecerem.- o garoto de treze anos quase teve seu primeiro orgasmo naquela noite só com a voz da mulher em minha frente, perdi o que restava de sanidade, estava quase sem controle, não pensei duas vezes e lhe beijei. A principio tentei ser o mais calmo possível, mas tudo virou um inferno* e quando dei por mim estava com minhas mãos em toda parte e ela correspondeu foi aí que eu perdi o controle de vez a puxei para ficar mais próxima quando a minha ereção encostou nela eu praticamente rugi perdi literalmente o fôlego e afastei minha boca , continuei beijando seu rosto lindo e macio, o pescoço onde o cheiro dela é mais concentrado, o queixo delicado, a orelha pequena, permanecendo com os nossos corpos colados.
– Céus, Edward, se continuar assim eu entrarei em combustão espontânea. – não me contive e dei uma risada de puro prazer, ela também estava sentindo a mesma loucura que eu, estávamos na mesma sintonia. Senti que Bella segurou forte em meus cabelos me trazendo para mais perto, se é que isso fosse possível e quando ela mordeu forte em meu queixo eu senti que se continuasse eu gozaria vergonhosamente ali, adoro uma mordida.
– Ai gatinha, você me mordendo assim eu não agüento muito tempo.- não conseguia mais pensar, minha mente estava toda concentrada na mulher que estava me enlouquecendo nesse momento.
– Agüentar o que? – ela beijou onde mordeu com força para logo em seguida morder meu lábio inferior, minha vontade nesse momento foi de arrancar a roupa dela e terminar logo com tudo então eu ouvi alguém ao longe:
– Procurem um quarto! – Bella escondeu sua cabeça em meu peito e eu senti como se tivesse feito algo muito errado, mas nem por isso me arrependi, então achei melhor sairmos logo daqui.
– Merecemos isso. Me desculpe você passar por isso.. Vem vamos sair daqui. – estendi minha mão a ela, esse seria o momento dela desistir e me deixar ali ou seguir em frente e terminar a nossa noite juntos, sem receio algum ela segurou forte em minha mão e eu sorri feliz sabendo que aquela seria uma noite inesquecível. Fui até o caixa e falei com Zac que depois eu passava por lá e acertava, estava na porta já e vi novamente a Mônica, amiga de Alice com cara de quem estava chupando limão, a cumprimentei rapidamente e continuei arrastando Bella comigo para fora do bar. E foi então que eu pensei para onde a levaria, acredito que ela não ficaria chateada em levá-la à minha casa, pois foi o único lugar que eu conseguia pensar agora.
– Tudo bem se formos até minha casa? – ela me respondeu com um beijo selvagem que me fez chegar ao céu e ao inferno de uma só vez. -Ai mulher você é uma tentação, tá querendo me matar é? Olha que já tentaram... – pensei que nenhuma sensação se comparava com que com que estou sentindo nesse momento. Encostei-a em meu carro e a levantei um pouco com o meu abraço a apertando ainda mais em meus braços, eu vou enlouquecer. – Vem, vamos logo para minha casa. – abri a porta para que ela entrasse e mais uma vez a visão de suas pernas fez com que algo dentro de minhas calças se revirasse fazendo até que gemesse, espero que Bella não tenha ouvido isso, irá me achar um tarado.Assim que liguei o carro o rádio ligou automaticamente tocando ainda o CD que estava ouvindo para me desligar um pouco dos problemas, quando eu ia tirá-lo, pois a maioria das garotas que conheço não gostam de musicas clássicas Bella me perguntou:
– Você gosta de Clair de Lune? – eu que já a achava inteligente percebi que também tinha bom gosto, e que isso me deixava à beira de um colapso físico, difícil tudo isso em uma única mulher. Geralmente as mulheres que eu conheço ou são inteligentes e tem bom gosto, como Ângela ou me interessam fisicamente como Heidi, mas nunca todas essas qualidades juntas em uma mesma mulher.
– Dos clássicos é o meu favorito, mas me diga você gosta de musicas clássicas? – arranquei em alta velocidade com o carro e logo em seguida peguei sua mão delicada e levei aos meus lábios ela suspirou o que eu achei interessante, acredito que ela gostou, lembrar de fazer isso mais vezes.
–Eu não consigo pensar com você me beijando, então para eu responder você tem que parar de me beijar. – eu sabia! Agora me deu vontade de provar o seu sabor.
– Então deixa a resposta para depois.- não resisti e comecei a sugar os dedos dela, realmente é como eu pensava ela realmente é doce. Essa mulher vai me levar à loucura, já conseguia me imaginar tendo ela em cima do capô do carro, fato, eu vou pirar. Mordi a palma de sua mão, quando a ouvi gemer baixinho eu só queria ver a expressão daqueles olhos lindos e cheios de promessas, não resisti:
– Olha para mim. – um brilho diferente acendeu seu olhar o que me deixou satisfeito, mas eu precisava tirar todas as duvidas agora não quero nem pensar se ela desistisse agora, diminui a velocidade do carro, me aproximei dela e lhe perguntei:
– Você sabe o que está prestes a acontecer entre nós dois? Eu não vou voltar a trás. – eu disse quase sussurrando para não assustá-la e ela me olhou de um jeito tão intenso que eu senti meu corpo todo trêmulo, não tinha mais controle das minhas emoções e nem do meu corpo, olhei para a estrada à minha frente, então ouço sua voz mais rouca que antes:
– Para esse carro! Agora! – nunca ninguém fala comigo nesse tom o que eu achei extremamente sexy, achei até divertido e ao mesmo tempo me instigou ainda mais:
– Eu adoro mulher mandona. – parei o carro no acostamento e o que aconteceu em seguida me deixou totalmente aturdido, ela sentou em meu colo com as pernas uma de cada lado do meu corpo e depois tudo virou uma confusão de braços, pernas, bocas, eu me esfregava nela sentindo o calor de sua umidade através de sua calcinha, eu tinha a impressão que minha ereção iria perfurar minha calça tamanha minha vontade de sentir aquela mulher. A ouvi dizendo alguma coisa, mas meus sentidos estavam todos nublados por tantas sensações e quando dei por mim estava com minha mão em seu sexo quente e molhado. Tocar não seria o suficiente então a penetrei com um dedo e quase perdi a consciência, seu sexo praticamente me sugava, senti minha camisa sendo aberta e voando botões para todo lado, ela beijava e mordia o meu pescoço ao mesmo tempo em que rebolava em minha mão, para alguém que já não conseguia raciocinar foi a gota d’água, eu não conseguia nem falar então mostrei o banco de trás que era mais confortável. Ela simplesmente se lançou lá para trás e eu não pensei duas praticamente me joguei em cima dela que já começou a desabotoar minha calça e a empurrou até os meus joelhos e quando meu corpo tocou o seu e eu senti que o nos separava eram somente nossas peças intimas ficou difícil de respirar, o ar simplesmente não chegava aos meus pulmões. Eu precisava sentir mais dela então tentei retirar sua blusa e ela me ajudou, olhei bem fundo em seus olhos como se estivesse pedindo permissão, quando ela fechou os olhos eu olhei para os seus seios tão lindos com o sutiã ainda e não me contive, os acariciei por cima da peça, mas ainda era pouco eu queria senti-los e sem mais demora eu simplesmente rasguei essa peça que estava atrapalhando eu ter maior contato com sua pele deliciosa e sentir seu sabor. Enquanto eu praticamente devorava um, minha mão apertava o outro e isso não era o suficiente. De repente começamos a nos roçar e quando senti sua delicada mão apertar meu membro eu ouvi um rosnado sair de meu peito, todo meu corpo ficou muito sensível ao seu toque e senti que estava perto de me derramar ali, eu queria mais, precisava de mais, sentia como que se estivesse em um furacão, onde tudo girava de longe essa é a sensação mais forte que já tive por uma mulher. Qual não foi minha surpresa quando senti seu corpo estremecer e percebi que ela estava gozando fazendo com que eu mesmo não me segurasse mais, senti todo meu liquido quente sair de dentro de mim, e que Deus me ajude, mas nunca foi tão bom assim. Descansei minha cabeça entre os seus seios enquanto ela passava a mão em minha cabeça, esse simples gesto já estava e deixando excitado novamente, de repente ouço sua linda risada e sua voz enrouquecida:
– Uau! – eu não consigo nem pensar, falar seria impossível nesse momento, então fiquei em silêncio esperando ela completar seu pensamento. — Se eu lhe disser uma coisa você vai acreditar em mim? – talvez sim, depois de tudo que passamos juntos eu acreditaria até em vampiros.
– Claro que sim. – não reconheci minha própria voz.
– Isso nunca aconteceu comigo...parecemos dois adolescentes movidos pelos hormônios...eu nunca senti algo assim!! Isso foi...estou sem palavras! – dei risada por que é assim que me sinto e ainda bem que não era somente eu o adolescente enlouquecido e tarado atacando uma garota no banco de trás do carro.
– Seu eu disser que isso também nunca aconteceu comigo você acreditaria? – eu nunca perdi meu controle assim, nem mesmo quando adolescente, jamais fiz algo em meu carro ou agi assim por impulso. Ela olhou em meus olhos e senti que seu olhar intenso e ela disse:
– O que você nunca teve um orgasmo tão intenso como esse? – eu só consegui afirmar com a cabeça e a olhei profundamente e ela completou: — Eu não sei por que, mas eu acredito em você. – aquilo era tudo que precisava ouvir e senti algo como que ternura por ela, nunca uma simples afirmação teve um efeito tão devastador assim e senti meu peito aquecer ao mesmo tempo em que meu estômago dava voltas. Continuamos nos beijando sem toda aquela urgência desesperadora de antes, mas ainda muito intenso. Então eu disse:
– Agora vamos continuar com o nosso trajeto...pois minha casa não é muito distante daqui. – e mordi seu lábio inferior a fazendo soltar um gemido baixo. – Mas se continuar me provocando com seus gemidos, beijos e esse corpo delicioso acredito que passaremos a noite aqui nesse carro, nessa rua deserta. – eu ri e percebi que ela ficou sem jeito, peguei em seu queixo para me olhar e disse:
– Está arrependida em vir comigo? – senti como seu eu tivesse a assustado e não é essa a minha intenção.
– Arrependida não, mas envergonhada sim. Eu nem sei quem você é, nunca o vi em minha vida e aqui estou eu praticamente...- ela me olhou de um jeito tão...fofo, como diria minha irmã, que praticamente me senti derreter. Eu precisava explicar-lhe que eu também nunca havia passado por isso, no entanto foi uma das melhores coisas que já me aconteceu. Trazendo algo novo a minha vida tão enfadonha, como se eu estivesse procurando por isso há tempos. Toquei em seus cabelos macios e lhe disse:
– Eu não sei você Bella, mas o que eu senti e estou sentindo por você é algo mágico que não irei classificar como certo ou errado, estou me sentindo vivo como há tempos não me sentia e quero me entregar a esse momento como nunca fiz antes. Sempre fui muito responsável, sempre penso milhões de vezes antes de tomar uma decisão, mas o que acontece quando te toco é algo que simplesmente explode dentro de mim e não consigo afastar minhas mãos, minha boca de você. Mas se você não sente o mesmo eu vou compreendê-la e iremos no seu ritmo.- eu simplesmente não consigo parar de tocá-la, ela se aproximou ainda mais, me olhou de um jeito meio que selvagem, não sei direito e me deu um beijo delicioso mordendo de leve meu lábio superior, percebi que estava virando mania ela me morder o que me levava à loucura. Ela respirou fundo e disse:
– Me desculpe, você tem razão...essa ligação entre nós dois é demais para desperdiçarmos somente conversando então não se preocupe eu me sinto da mesma forma...agora liga logo esse carro que estou bem tentada a permanecer por aqui... – eu não consegui conter uma gargalhada de tão feliz que fiquei e começamos a nos vestir para seguirmos o nosso caminho. Eu estava me sentindo pegajoso,pois fiz uma bagunça terrível em minha cueca, mas bem que valeu a pena.
– Você! – me assustei do jeito que ela falou e continuou: -Você rasgou meu sutiã! E agora eu nem o encontro! – ela enrugou o narizinho perfeito dela me deixando alucinado já estava eu mordendo seu queixo delicadamente e pensando em sair logo dali.
– Não se preocupe ninguém irá vê-la e se alguém tentar vê-la eu a abraço a escondendo, mesmo por que você arrancou todos os botões da minha camisa. – ela sorriu docemente e eu pensei o quanto fui sortudo essa noite em encontrar essa mulher, teria que agradecer e muito minha irmã tão insistente.
– Olha só o que você fez comigo me transformou em uma descontrolada...- fiquei mais empolgado ainda com sua resposta e só me restava sair logo, liguei o carro e sai rapidamente.
– Então vamos logo para terminarmos o que começamos aqui. –ela estremeceu levemente quando eu disse isso e eu só pensava em tê-la de todas as formas possíveis, um sorriso bobo se plantou em meu rosto.
Eu só pensava em chegar logo em casa e não falamos nada durante o percurso, eu a olhava às vezes e pela sua expressão estava tranqüila, minha mente era uma confusão só de sentimentos e sensações nunca antes experimentadas. Chegamos e rapidamente eu saí do carro para abrir a porta para Bella. Ela observava a casa com curiosidade ela estava sorrindo e fiquei preocupado será que ela estava notando o quanto eu estava ansioso? Assim que entramos eu a encostei na porta não estava mais conseguindo me controlar, mas antes de lhe dar um beijo eu perguntei:
– Quer beber algo? – eu estava sendo consumido por um desejo avassalador não estava mais conseguindo me controlar e ela me olhava retribuindo:
– Você...quero beber mais de você.- ela disse isso com a voz mais sexy que eu já ouvi em toda a minha vida. Por Deus, isso nunca aconteceu comigo, mas o simples fato dela morder o lábio inferior e notei que é um hábito, fazia com que minha calça ficasse a ponto de explodir. Eu mataria para poder ficar com ela essa noite e esse foi o último pensamento “coerente” da noite, por que o restante foi um emaranhado de sensações, sentimentos, braços, pernas, beijos e tudo o que eu tinha dela ainda era pouco, estava insaciável e ela também, pois quanto mais nos amávamos mais ela queria e isso me deixava fora de órbita. Por fim lembro de tê-la aconchegado ao meu peito e adormecer com ela em meus braços...me sentia em casa, finalmente sentia que tinha o meu lar.
Acordei com o sol entrando em meu quarto e as lembranças me assaltaram, logo já senti a reação em meu corpo e minha ereção a ponto de explodir, sorri ao me lembrar de Bella e seu corpo estonteante, que loucura! Nunca havia visto e tido uma mulher com um corpo tão delicioso, passei as mãos em meu rosto para despertar e a procurei pelo quarto. Nada. Talvez ela esteja na cozinha, alias eu precisava ver que horas eram ... e meu Deus! Já são onze horas da manhã! Com certeza ela foi até a cozinha. Levantei-me e coloquei somente uma calça de moletom que estava em cima do sofá já que não encontrei minha camiseta que eu tenho quase certeza havia deixado por lá, dei de ombros e a vontade de encontrar Bella já estava me deixando ansioso. Desci as escadas e passei pela sala indo direto para a cozinha, nada. Como hoje é domingo os empregados estavam de folga, então a casa estaria vazia. Ouvi um barulho vindo da sala intima e encontro Fred com algo em sua mão, ele simplesmente sorriu pra mim e mostrou o que era, uma calcinha. Eu cocei a cabeça e não acreditei naquilo, provavelmente seria de Bella já que fazia tempo que não trazia ninguém aqui em casa.
– Me dá isso aqui Fred. – eu falei tentando parecer bravo. Ele somente riu e cheirou dando outro sorriso. – Seu pervertido! Me dê isso aqui! – ele saiu correndo e eu fui atrás, só faltava Bella encontrá-lo correndo com sua calcinha correndo pela casa. Me irritei e disse:
– Já chega Frederico! Me devolva isso agora! – quando eu falo assim, ele sabe que está encrencado. Ele parou imediatamente e estendeu sua mão em minha direção, não sem antes cheirar novamente. Eu disse: — Eu sei amigão tem um cheiro maravilhoso, mas você não pode sair por aí com isso nas mãos, por que se ela vê, pode não entender, então vai embora e nunca mais volta. – ele simplesmente sorriu e me devolveu. Frederico ou Fred como o chamamos é um chimpanzé que encontrei em minha ultima missão na África. Na verdade um integrante de minha equipe assustou-se com o barulho que vinha de uma arvore e antes que pudéssemos fazer algo ele atirou em direção ao barulho matando a mãe de Fred e o deixando órfão. Isso foi exatamente um ano atrás e desde então ele vive aqui comigo, me senti responsável por ele e apesar de todas as trapalhadas dele eu já o amava muito, claro que não falava para ninguém, mas é obvio, pois até mesmo meu relacionamento com minha agora ex-namorada foi abalado por causa dele. Ângela simplesmente tinha pavor de Fred que por sua vez também não gostava dela e a atormentava de todas as maneiras possíveis. Nosso relacionamento que já não estava lá essas coisas só foi declinando e culminou quando ela disse que não freqüentaria mais minha casa enquanto aquele “primata” estivesse lá. Eu nem pensei duas vezes, jamais o deixaria indefeso sob sua própria sorte, então foi o fim e o pior é que eu estou aliviado. Ela estava querendo passar para a próxima fase que seria...casamento. Eu não me via casando com Ângela, estávamos juntos há três anos, mas à conhecia a seis anos. Eu não a amava e nunca lhe escondi isso. Minha família também não gostava muito dela, nunca a maltrataram, mas Alice e Esme eram extremamente polidas com ela o que era contra a natureza das duas que são tão intensas. Esse fator muito me preocupava, pois minha família é extremamente unida e se fosse para me casar seria para acrescentar e não ficar de lado como foi o caso de Emmett e Makenna. Eu suspirei esse assunto sempre me estressava e eu ainda precisava encontrar a minha Bella que estava perdida pela casa. Mas quando cheguei na espaçosa sala de visitas vi um papel e algo escrito nele em cima da mesinha ao lado do telefone. Era de Bella. Quando li o bilhete meu coração perdeu uma batida...como encontrá-la agora? Que droga! Parecia que ela tinha gostado tanto quanto eu e agora vai embora assim? Peguei-me cheirando a calcinha que estava em minhas mãos, quando me toquei o que estava fazendo balancei a cabeça estava ficando tão pervertido quanto Fred. Fiquei extremamente irritado e decepcionado, as mulheres hoje em dia não queriam nada com nada e depois ainda reclama dos homens, depois de uma noite daquelas eu jamais a deixaria e ir embora assim, sem nenhum tipo de consideração. Se Emmett me visse assim ou algum de meus amigos me chamaria de mulherzinha, mas eu sempre pensei diferente da maioria, bufei irritado, também nunca mais iria querer vê-la novamente, mulheres assim não merecem consideração alguma. Quando resolvi subir o telefone tocou e pelo horário já até sei quem seria, Alice. Atendi e depois do drama de sempre combinei de ir almoçar na casa de meus pais, eu já havia decidido isso precisava deixar Fred com minha mãe, mas para irritá-la tudo valia a pena. Subi até meu quarto tomei banho me troquei e quando estava tentando pentear meus cabelos vi uma marca imensa em meu pescoço, sorri, pelo menos algo ela deixou, além da calcinha. Eu realmente estava ficando louco, detestava esse tipo de coisa, sempre achei falta de respeito esse tipo de coisa, deixar o parceiro marcado e agora estava eu ali sorrindo para o espelho por que aquela feiticeira havia me deixado uma sendo que eu também deixei uma bem perto de sua orelha. Céus! Ainda bem que ela desapareceu por que se eu continuasse com isso provavelmente acabaria com minha sanidade. A quem eu queria enganar? Faria qualquer coisa para tê-la aqui comigo, em meus braços, eu faria amor com ela em cima dessa pia nesse instante. Eu suspirei, estava totalmente envolvido por uma estranha. Sai de meu quarto e procurei por Fred:
– Venha Fred, vamos para a casa da vovó. – ele sorriu e bateu palmas. Ele simplesmente ama minha mãe e ela a ele. O coloquei no carro e parti para a casa de meus pais.
* (eu assisti uma entrevista do Rob onde ele citou essa frase, achei muito engraçado claro como tudo o que ele diz).
** Adivinha quem será o deflorador da irmã?
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