All Star Platform Warriors
3 Sugado
Notas iniciais
Capitulo 3 — Sugado
À noite a quadra de esportes da universidade localizada no setor sul tinha se transformado em uma pista de dança. Todos dançavam e comemoravam além da entrega a formatura. Após ela ocorrer todos foram para quadra comemorar. Mark tomava um gole de ponche. Ele não estava a fim de dançar, mas estava a fim de comemorar. Tinha um Platinum Key Card Access e uma vaga para o emprego dos sonhos, melhor que isso era parecia impossível. Mentalmente de olhos fechados ele disse.
–“Deus, obrigado por tudo...” — Ele abriu os olhos e continuou a frase. — “... E você se lascou vermelhão!”.
Mark riu alegre.
–Mark! — Chamou seu pai que estava se aproximando, junto de Dana.
–Oi pai, oi mãe.
–Oi filho. Você está alegre pelo visto.
–Estou sim, advinha. Consegui aquele emprego que queria! — Disse Mark alegre.
–Está falando daquele emprego no laboratório Hexan?
–Isso! E vou trabalhar com o Dr. Ethan Light.
–Dr. Ethan Light. Parabéns meu filho!
Raphael abraçou Mark com força. Esse era o modo dele de dizer que estava orgulhoso.
Dana abraçou depois e deu um beijo na bochecha do filho.
–Nós estamos tão orgulhosos de você meu filho — Disse Dana.
–Eu sei. — Respondeu Mark. Uma nova música tocou. Era The Time Of My Life.–A senhora aceita a honra de dançar comigo? — Perguntou Raphael para Dana.–Claro que aceito. Com licença Mark.Mark fez um gesto, indicando que não havia problemas. Raphael e Dana foram até o centro da pista de dança e começaram a dançar. Mark observava de longe vendo os dois dançando ao ritmo da música. Ele via os dois rodopiarem e girar sem parar, além de sorrirem graciosamente. Era como se estivessem em um sonho. Mark percebeu que às vezes as coisas davam certo. ...No dia seguinte... Mark estava nervoso. A entrevista com Ethan Light estava mais para como o destino que a vida dele iria tomar. Ele sabia que tinha outros laboratórios, outros empregos, mas aquele era o objetivo de sua vida. Trabalhar com uma das pessoas que ele admira era o seu sonho. Ele estava na recepção, esperando que seu nome fosse chamado.–Sr. Mark Hawkins, o Dr. Ethan Light está lhe esperando em sua sala. — Disse uma mulher de jaleco.–Obrigado.–O senhor pode me acompanhar?–Lógico que posso. —Respondeu Mark. Ele a acompanhou pelos corredores, até chegar à sala do Dr. Ethan Light.–Bem é aqui! Boa sorte. Vai precisar...–Obrigado! Eu acho...Mark entrou na sala e viu um homem de meia-idade, por volta dos 50 anos. Ele usava jaleco assim como os outros, mas vestia roupas sociais. Ele coçava a barbicha negra enquanto lia algo. Ele olhou para frente e viu Mark.–Sou o Dr. Ethan Light. Sente-se, por favor.Mark se sentou na cadeira e Ethan o encarou.–Qual é o seu nome?–Marcus Belmonte Hawkins.–Idade?–21–Você é bem jovem para ter um mestrado.–Eu digo o mesmo do senhor. — Respondeu Mark.Ethan se surpreendeu com Mark. Ele era objetivo e ao mesmo tempo parecia empolgado.–Bem, quem são seus pais?–Raphael Hawkins e Dana Belmonte.–Interessante... Digo os conheço pelos jornais. Experiência profissional?–Estagio na Universidade de Rockview e miniempresa.–Concluiu o ensino médio?–Pulei até a universidade. — Respondeu Mark. Ethan ficou estático.–Bem... Qual foi seu ultimo projeto?–Foi o Orpheu.–Orpheu... Está falando daquela I.A que detectei em meu laboratório ontem?–Sim!–Como é que ele funciona?–O Orpheu funciona como qualquer I.A, porém o espaço de memória que ele ocupa é muito pequeno, além disso, ele é eficiente sem usar muita da capacidade de qualquer aparelho, podendo fazer interface pelo mesmo.Ethan ficou mais surpreso com a capacidade de Mark. Como alguém como ele conseguia fazer uma proeza como o Orpheu. Ele ficou o olhando por alguns segundos e disse:–Pode me dar seu Card?Mark deu o seu Platinum Key Card Access, para Ethan que passou em um leitor. Após alguns segundos o computador registou o Card.Key Card Access registrado. Seja bem vindo Marcus Belmonte Hawkins.–Parabém Mark agora me acompanhe até o seu setor.Ethan se levantou junto de Mark e ambos saíram da sala. Ethan caminhava pelos corredores até chegar a um dos laboratórios. Mark que estava atrás dele viu o laboratório. Uma placa o identificava como laboratório 99.–Agora você trabalha no laboratório 99, no projeto P.V.–Obrigado. ...No dia seguinte... Mark colocava as ultimas caixas no caminhão de mudanças. Seus pais e seu irmão o olhavam atentamente.–Então você vai se mudar?–É, mas vou ficar só mais perto do trabalho.–Ok. Venha ver a gente de vez em quando.–Certo.–Hey! — Chamou Ned. — Toma! — Disse dando um toque de mão dele. Mark completou o toque e viu o dinheiro em sua mão.–Valeu.–Pelo menos dá para passar esse mês.O motorista do caminhou buzinou, indicando que já estava pronto.–Bem já vou indo! Tchau!–Tchau!Mark entrou no caminhão e o motorista deu a partida. O caminhão seguiu em frente e o caminhão tomou seu rumo. O celular de Mark tocou e ele atendeu rapidamente.–Alô?–Oi Mark é o Ethan. Você começa as nove!–Certo.Mark após chegar ao alojamento onde alugou, entrou em seu quarto e tomou um banho rápido. Em seguida vestiu uma camisa social e calça jeans e calçou sapatos sociais. Desceu vestindo o jaleco e se dirigiu ao laboratório que ficava a duas quadras dali. Ao chegar ele foi recebido por Ethan.–Bom dia, está pronto para trabalhar?–Estou! ...Oito meses depois... Mark comandava a equipe B nos testes de circuitos quanto Ethan entrou, chamando Mark com um gesto. Este acompanhou e viu no final do seu corredor duas garotas. Mark bufou e perguntou.–O que essas duas estão fazendo aqui?–Elas estão acompanhadas de seu irmão.–Meu irmão? O que ele faz aqui?–É por isso que te chamei. Venha!Mark acompanhou Ethan até a sala de espera do setor 9 onde Ned, Deborah e Sarah estavam.–Com licença. — Disse Ethan entrando na sala. — Eu já pedi a vocês duas que não saiam dessa sala!–Desculpa! — Responderam as duas.–Bem, o Sr. Hawkins está aqui. Se quiserem falar com ele...Mark entrou na sala e perguntou.–Oi Ned! O que faz aqui?–O que você faz aqui? — Perguntou Deborah revoltada.–Eu trabalho aqui. — Respondeu Mark–Mas é impossível! Como é possível alguém como você trabalhar aqui? Seu plagiador descarado?–Do mesmo jeito que você entrou aqui!–Ora seu filho da puta...–Opa, nada de xingar a nossa mãe! — Disseram Mark e Ned ao mesmo tempo. Deborah desculpou-se apenas com Ned.–Bem, como eu perguntei o que faz aqui Ned?–Vim tentar um estágio!–Então foi você o selecionado?–De certo modo... Sim.–Bem, você pode me acompanhar, por favor?Ned se levantou e foi atrás de seu irmão. Deborah e Sarah foram junto.–Com licença, mas vocês duas terão que ficar aqui! Senão...–Ou senão o que espertinho? — Perguntou Deborah.–Senão terei que chamar a segurança para poder tirar as duas do complexo! — Respondeu Mark que se virou para disfarçar seu sorriso. As duas garotas bufaram e voltaram para a sala de espera. Mark fez um gesto para Ned o acompanhar e o mesmo o seguiram. Mark andava pelas instalações como se estivesse em casa enquanto Ned admirava como se estivesse em um parque de diversões. -Bem chegamos. — Mark apontou para sua sala. A placa na porta dizia: Mark Hawkins, Chefe da equipe B no setor 99. Mark destrancou a porta e a abriu, enquanto em seguida junto de Ned. Mark sentou-se em sua cadeira e Ned sentou na cadeira de frente para ele.–Bem, cadê seu curriculum vitae?Ned entregou seu currículo para Mark.–Está ótimo. Bem me diga o porquê que lhe devo lhe dar esse estágio?–Bem... Não tem por que.–Como?–Olha para você Mark! Você tem mestrado trabalha aqui e já é chefe de uma equipe! Olha para mim! Eu tenho mais oportunidade na liga profissional de futebol americano do que aqui. Eu sempre peguei alguns projetos incompletos seus e os terminei e mostrei como meu. Você acha que eu tenho oportunidade aqui? Acha!?–Honestamente... Não acho — Ned baixou a cabeça, decepcionado com si mesmo. — Tenho a certeza disso!–O que?–Ned, você é talentoso, sabe programar. Terminou algo que desisti no meio. Você pode fazer algo bom, você não usou todo seu potencial! Bem posso de dar um emprego! É bem melhor que um estágio, não acha?Ned se levantou e foi até Mark, em seguida o abraçou!–Obrigado, obrigado, obrigado!–Que é isso! Bem você vai trabalhar comigo no laboratório 99. Bem venha conhecer as instalações.Mark e Ned saíram da sala e foram até o laboratório 99 onde Mark trabalhava. Eles entraram e Ned viu vários aparelhos espalhados na sala.–Aqui é a entrada, onde recebemos equipamentos novos. Bem, no setor leste é a área de I.A e programação onde você vai trabalhar. No setor oeste fica a área de robótica e hardware, onde são feitos equipamentos e outras coisas além é claro, robôs. No setor norte é a área experimental, onde fazemos testes. A frente é o setor sul, onde fica o os equipamentos novos e os reparamos, além de reaproveitar os antigos e na área central fica o projeto P.V onde eu trabalho. Apesar de chefiar uma equipe, trabalho e passo maior parte do tempo. Qual quer coisa é só ir lá e me chamar.–Certo!–Bem você começa amanha. Agora vou falar com o Dr. Light para avisar de sua contratação. Pode ir.Obrigado. ... Duas semanas depois... Mark e sua equipe limpavam o laboratório 99, como era costume. A cada duas semanas o laboratório era limpo para todos poderem trabalhar normalmente.–Certo! Equipe B, vamos organizar o setor sul agora!Mark e a equipe B se dirigiam até o setor B onde a equipe C a aguardava. O líder da equipe, Kai, olhou para Mark e deu um aceno, indicando que todos estavam ali!–Oi Kai!–Oi Mark! Tudo bem? Vocês demoraram!–Eu sei, mas é que o setor norte estava um caos!–Entendo! Bem, vamos começar?–Vamos!As duas equipes organizavam e limpavam a sala que estava de certo modo bagunçada. Alguns fios e equipamentos estavam espalhados pelo chão. Mark e sua equipe limpavam enquanto a equipe C organizava os aparelhos e fios. Após meia hora a sala já estava limpa e pronta para ser usada.–Obrigado equipe B. — Disse Kai e sua equipe.–De nada! Nós que agradecemos. — Respondeu Mark. A equipe B voltou para o setor sul.–Pessoal, vamos ajudar a equipe A e S agora!–Mark e sua equipe foram até o setor central onde a equipe A e S trabalhavam na limpeza. Aos chegarem se depararam com um deles machucados.–Mas o que ouve? — Perguntou Mark.–Bem ele torceu o tornozelo enquanto passava o pano. — Respondeu Ian líder da equipe A. — Agora não temos ninguém para leva-lo ao hospital já que todos nós não temos carro.–Eu posso levar ele! Tenho carro.–Certo Mark, mas e a sua equipe?–Você coordena a equipe enquanto levo-o. Afinal não podemos deixar ele aqui!–Certo! Equipe B por enquanto vocês todos estão sob meu comando! — Disse Ian. Todos responderam sim em resposta. Mark pegou o jovem machucado pelo braço e em seguida o apoiou em seu ombro.–Consegue andar? — Perguntou Mark.–Talvez... — Respondeu o jovem. Mark e ele andavam até a porta enquanto o resto da equipe fazia a limpeza. Após terminar a limpeza, todos da equipe A e B saíram exceto a equipe S e Ned que foi falar com Ian.–Com licença!–Pois não? — Perguntou Ian–Você pode falar com o Mark, por favor?–Você é... Ned o irmão dele, não é?–Isso. Por que quer falar com ele?–Não consigo entrar em contato com ele. Já tentei do meu celular, mas nada.–Entendo. Bem vou tentar. — Disse Ian que já pegava o telefone. Após achar o número de Mark na lista de contatos, ligou para ele. O telefone tocava, mas ninguém atendia.–É realmente ele não está atendendo! Olha, volta para o trabalho e eu ligo para ele de novo. Se ele atender eu te chamo, ok?–Ok! Bem estou indo. — Disse Ned. Ele ia saindo pela porta quando Ian disse:–Droga, eles esqueceram de novo!–Eles esqueceram o que?–Eles deixaram uma caixa ali! Ned pode pegar para mim, por favor, depois disso eu te libero!–Ok!Ned foi até a porta onde indicava área restrita. Entrou e pegou a caixa que estava próxima a um arco. Ned a pegou e viu que era pesada, logo começou a arrasta-la. Um dos assistentes que trazia água topou em Ian e a derramou no console.–Droga, presta atenção!–Desculpe!O console começou a dar defeito e faíscas saíram dele. O arco começou a funcionar e começou a gerar um redemoinho de energia que sugava tudo–Droga o que eu fiz!–Não importa, agora, temos de desligar isso agora! — Respondeu Ian.Ambos tentavam executar comandos do terminal, mas o mesmo deu defeito. Ned começou a ser puxado levemente.–Mas que porra...–Droga, o terminal se foi de vez! Temos que desligar manualmente!Ian e o assistente foram até a parte de trás do terminal onde vários fios estavam enrolados entre si.–Me ajude a tirar esse grandão, ele é o cabo de alimentação!–Certo!Ned começou a flutuar e ele se agarrou na caixa para evitar ser puxado. Ian pegou o telefone e ligou para Mark. O mesmo atendeu imediatamente.–Alô?–Mark, é o Ian!–Oi Ian, o que foi? Estou com o...–O console deu problema e o projeto P.V foi ativado. Seu irmão vai ser sugado!–Ned... — Mark apenas disse isso antes da ligação cair. Mark que estava no hospital, saiu correndo e foi até seu carro, entrando e dando a ignição.–Droga, pega! Pega! — Dizia Mark enquanto dava a partida.No laboratório Ned se agarrava na caixa com fúria tentando não ser sugado enquanto Ian e o assistente tentavam desesperadamente desligar o console.–Droga, isso tá emperrado!–Vou pegar uma chave de fenda ou algo assim. — Disse o assistente.–Não! Continua puxando!Os dois puxavam o cabo sem sucesso enquanto a mãos de Ned escorregavam. Mark havia chegado ao setor central.–Cadê o meu irmão?–Ali! — Apontou Ian. Ned estava prestes a soltar a caixa.–Vou até lá!–Espere, você pode ser sugado também.–Então o que eu faço?–Puxe o cabo de alimentação agora!Mark em um súbito movimento pegou o cabo e o puxava junto do assistente e de Ian. Apesar da força dos três, eles não conseguiam desconectar ele!–DROGA! DROGA! EU NÂO QUERO MORRER!!!!!!!!!!!!!!! — Gritava Ned. Mark foi até o vidro e gritou.–NED AGUENTA!–MARK!?–NED, ESTAMOS TENTANDO DESLIGAR O CONSOLE!–NÃO VAI DAR TEMPO!–TEM QUE DAR!–SINTO MUITO! — Disse Ned se despedindo. As mãos dele escorregaram da caixa e ele foi puxado. O redemoinho o consumiu e o mesmo começou a ter mais força.–NNNNNNNNNNNNÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Mark em um gesto de desespero e fúria puxou o fio com toda a sua força! A conexão do cabo cedeu e se soltou. O redemoinho perdeu força e se desfez. Várias coisas que eram puxaram caíram no chão inerte. Mark caiu no chão desolado, chorando e gritando.–Mas o que aconteceu aqui? — Perguntou Ethan.Mark ao ver Ethan o agarrou pelo pescoço e o sufocava. Ethan em desespero o chutou e Mark caiu, tentando respirar. Ambos sugavam o ar com força!–Mark... O... Que... Está... Acontecendo?–Você... Não... Seu mal.. Dito pro... Jeto matou... O meu irmão.–Acalme-se... Mark...Ambos se engasgaram com o ar. Ian e o assistente batiam em suas costas para desengasgarem. Após alguns minutos ambos voltaram ao normal.–Mark explique-se!–Seu projeto matou meu irmão!–Acalme-se, aquilo era outra coisa!–O que?–Sente-se, precisamos conversar... Mark e Ethan estavam na sala de visita. Ambos se encaravam seriamente. Mark juntou as mãos e perguntou:–O que aconteceu?Ethan olhou para Mark. Ao ver que ele não desistiria, suspirou e falou:–Quer saber o que aconteceu com seu irmão? — Mark acenou positivamente com a cabeça.–Certo... Bem, primeiro ele não morreu. — Mark ia falar quando Ethan o interrompeu. Calma, eu vou explicar! Aquele projeto se chama na verdade Projeto Portal. Nos anos 90 eu tentei fazer um portal experimental para desbravar outros lugares do universo ou até outros universos e dimensões. Porém algo aconteceu. Ao invés de me fazer isso ele me mandou para outro lugar.–Para onde.–É complicado explicar. Continuando a história, ao ir para esse lugar decidi patentear meu invento e trabalhar nele, mas de outra forma. A partir disso o projeto começou a se chamar projeto P.V. Passei anos desenvolvendo ele, aprimorando, mas hoje ele deu problema, a pergunta é: Como?–Desculpe, a culpa é minha, eu não devia ter esbarrado no Ian e...–Acalmem-se! A culpa é de ninguém! Eu é que perdi a cabeça! — Disse Mark cobrindo o rosto com as mãos.–Não se preocupe. Até eu teria essa atitude. Bem agora que já contei a história, está na hora de saber o que aconteceu com seu irmão. O projeto Portal Virtual manda ele para a dimensão virtual. Agora saber onde ele está eu não sei?Mark pensou e depois o olhou para Ethan.–Vou até lá!–O que?–Eu vou até lá! Vou procura-lo e traze-lo de volta.Ethan olhou para ele e em seguida afirmou com um gesto de cabeça. Ian se desesperou.–Mas gente o console está quebrado!–O console está pronto!–Mesmo estando pronto, só dois Platinum Key Card Access, podem abrir o portal. E ninguém aqui tem um Platinum Key Card Access.Mark abaixou a cabeça, achando que estava sem saída. Mas de repente ele se lembrou de algo. Ele saiu correndo e Ethan foi atrás. Ele foi até o setor central e chegou ao console. Ele puxou de seu bolso seu Platinum Key Card Access e olhou para Ethan. Ethan puxou seu Platinum Key Card Access e olhou para Mark. Ian surpreso apenas olhava.–Você sabe se fizer isso, não vai ter mais volta.–Sei disso! Faço isso pelo meu irmão.Ambos passaram os Platinum Key Card Access no leitor e o console ligou. O mesmo começou a brilhar e uma voz começou a falar.Sistema em 50%. Sistema em 75%. Sistema em 99%. Sistema reiniciado! Reabrindo portal virtual.O arco fez um zumbido e o redemoinho de energia reapareceu, mas diferente da ultima vez ele se condensou na forma do arco e se tornou uma parede de energia. Mark foi até o portal e tocou ele. Era engraçada a sensação.–Parece gel. — Comentou para si mesmo enquanto retirava a mão.–Mark assim que você entrar, você vai automaticamente para onde seu irmão foi. Agora presta atenção. Você pode abrir o portal por lá também, mas você terá que me avisar ok?–Ok!–Boa sorte. Disse EthanMark olhava para o portal esperando várias possibilidades. Ele respirou fundo e entrou deixando tudo para trás.
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