Alices Eyes.
10 Capítulo 10 - Shopping
Notas iniciais
E também sei que o cap. é curto para demorar tanto, mas vou tentar faze um maior
Boa leitura!
Miguel fora para a casa dele, Alice não podia dizer ao certo como ele estava. Bem, ruim, etc. Mas ela achava que a presença que Brad dava par o irmão se fora, e isso foi um choque, pois por muito tempo Brad tentara se comunicar com o irmão.
Alice voltou para a casa, e a tia não falou muita coisa, apenas disse que quando precisasse, ela estaria ali.
Na verdade, Alice precisava sim da tia, para saber por que a mãe continuava na terra, se tudo ela já fez, apensar que, a mãe não parecera fazia muito tempo.
E o que Brad dissera sobre Julie? Ela era uma ótima pessoa, nunca seria perigosa, foi a pessoa que ajudou Alice quando ela não estava muito bem.
Alice pensou que finalmente podia sair, relaxar, pois, afinal, acabou de levar um espírito para a luz, e isso já estava muito bom. Então, ela marcou um dia para ela, Miguel, Julie, Anne e o novo “ficante” de Anne.
Depois de confirmar tudo com Anne, Alice desligou o telefone, e foi para o banheiro, e sabia que agora não teria ninguém lá, nenhum espírito. Depois de tomar banho foi para o quarto e colocou no som “Sweet Sacrifice” e começou a fuçar o armário. No final escolheu uma calça jeans justa e uma blusa marrom clara, com um decotinho, e uns babadinhos, e vinha um casaquinho de conjunto, e de sapato pegou uma botinha com um salto não tão grande. Ela se olhou no espelho, e uma sensação estranha se remexeu em seu peito. Ela parecia tanto como a mãe, aquelas roupas, eram de sua mãe... Laura. Se ela tivesse o cabelo da mãe, loiro, ela seria como ela. E os olhos verdes, perfeitos, a pele branca, como uma boneca com o cabelo castanho claro, e agora estava mais escuro, e Alice vivia se perguntando por quê. No se reflexo, ela não parecia ter 15 anos, e sim 17, 19. Seu reflexo sabia mais da vida do que ela... Era o que se interpretava.
Ela ficou esperando lá fora da casa, já eram sete horas e Miguel ainda não chegara. Ás sete e meia, chegou um carro prata, e dentro estava Miguel, com uma roupa muito estilosa. Ela entrou no carro, e um perfume gostoso ela sentiu. Eles deram um leve beijo, e Miguel dirigiu para o shopping. O shopping era grande, como tudo em Las Vegas, e muito lindo.
Lá estavam Anne, Julie e o novo namorado de Anne. E viu que era o menino novo que estava na mesma sala de Anne, ele era bonito, gentil, alto, olhos brilhantes e castanhos e os cabelos curtos e castanhos escuro.
— Esse é Matt, Alice. Matt... – disse Anne.
— Eu já a vi algumas vezes... – ele disse e cumprimentou Alice, com um sorriso maroto. Alice achou estranho, mas preferiu ignorar, pelo menos a miga tinha alguém para paquerar que não seja Miguel. Falando nele, Alice ignorou o flerte do Matt, mas Miguel não, ele mudou sua expressão para séria.
Então todos entraram no shopping, tão glamoroso... Alice já tinha ido naquele shopping tantas vezes, mas agora ela era uma adolescente, com 15 anos, consumista, como Anne. Em todas as lojas de roupa elas paravam para dar uma olhada, e ver o preço. Diferente de Anne – e da mãe — , Alice não comprava a roupa linda que era super cara, ela conseguia controlar isso, mas ela não sabia de quem ela puxou isso, pois, sua mãe, quando a levava no shopping, era estressante, em todas as lojas a mulher parava, e além disse, comprava quase a loja inteira, afinal, a família de Alice não era pobre, sua mãe nasceu em Vegas e seu pai em Arizona, seus avós da parte de mãe tinham um cassino, e deixaram para as duas filhas, mas Fabia não queria, o que deixou a mãe da Laura com a posse do cassino.
Enfim, Anne acabou comprando várias coisas, roupas, sapatos, acessórios e maquiagem. Já Alice apenas um vestido preto para sair, um conjuntinho, e dois saltos. E a coisa mais cara foi o vestido, que Anne insistiu em comprar. Os garotos estavam doridos, de tanto serem puxados e andarem de uma loja para outra, e eles com a esperança de dar uns amassos nas meninas, mas eles escolheram o lugar errado com meninas em Las Vegas.
— Alice, vamos parar um pouco? – disse Miguel, abraçando a namorada. Ah, sim, já s passara uma semana dez que eles estavam ficando, e agora, era o segundo dia de namoro deles.
— Por mim, eu parava, mas Anne não para. Viu, onde está Julie? – ela perguntou. A última vez que viu Julie foi na primeira loja que entrou, depois, ela sumira.
— Não sei, ela falou que ia no banheiro...
— Coitada... – disse Alice, rindo. – Esse shopping é gigante, tem vários banheiros, mas até ela nos encontrar...
No final do passeio, mais ou menos onze e meia, os garotos conseguiram o que queriam, cada um foi para um lugar, e passaram um tempo com a companheira. Mas Miguel, já estava indo longe, enfiando a mão por baixo da blusa de Alice.
— Miguel... Hoje não! – disse Alice, afastando do beijo dele. Ela era ainda virgem, mas não queria perder num shopping, queria num lugar mais apropriado.
— Ah, então quando?! – disse Miguel.
— Eu não sei, mas vai chegar, tenha calma, ok? Vamos, lá pra dentro, precisamos achar Julie.
Os dois foram para dentro do shopping de mãos dadas, olhando para os lados e conversando. De repente, Alice olhou para um grupo de família e enrijeceu.
— Estava bom de mais para se verdade. – disse Alice.
— O que é, Alice? – disse Miguel.
A família estava sem rosto. Como se fora apagado. Era uma visão horrível, olhar para quatro pessoas, sem rosto. Alice não sabia o que fazer, a única coisa que ela fez foi parar e fechar os olhos, quando abriu, a família estava indo para um restaurante.
— Miguel, vamos sentar ali. – Alice apontou para um banco que se dava na frente do restaurante. Ele assentiu e os dois sentaram lá, Miguel afagando o cabelo de Alice, mas ela estava de olho na família.
— Filho, pegue um refrigerante? – disse o pai para um menino que devia ter 14 – 15 anos. O menino levantou, sério e foi para o freezer que estava os refrigerantes, aqueles que as latas ficam deitadas. Quando o menino abriu o freezer e tirou um refrigerante, todos eles foram nele, algumas explodiram, lambuzando o garoto, ele ergueu o braço para se proteger e caiu no chão. Várias pessoas se levantaram, e Alice também.
— O que dia... – disse ela correndo para a família, mas na metade do caminho, ela não conseguia mover as pernas. Ela olhou para baixo e suas mãos estavam cheias de barro e sangue, suas penas estavam atoladas na lama. Ela levantou os olhos para a família e então pode mover as pernas... Ela demorou um segundo para ver que não estava mais na visão e foi correndo para a família.
— Você estão bem? – perguntou Alice para o pai.
Ele virou o rosto para Alice, sério.
— Estamos bem, ok? Não precisamos de nada! – ele disse, com raiva na voz. Pegou o filho e foi para fora do restaurante. Alice seguiu as 4 pessoas com os olhos.
— Isso foi estranho... – disse Miguel, atrás dela.
— Acostumei com isso. – disse Alice.
Notas finais
Beijos :*
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