Aliança de Sangue
21 Capítulo 20
Notas iniciais
Uma nuvem negra paria pela ar, só esperamos que nela ninguém sair ferido...
Boa leitura!!
Mais um grito foi ouvido, e isso serviu como um punhal dentro do peito do vampiro moreno. Se pudesse, tomaria o lugar de seu amado, sentiria cada dor no lugar dele, mas isso era algo que somente ele poderia passar.
Seus braços rodearam o corpo dele, e o puxou mais para si, enquanto sentia o corpo quente dele, como em chamas, e as garras que começavam a surgir entre em sua pele. Feridas eram causadas, mas aquela dor não era nada em comparação ao que sentia ao ver quem tanto amava sofrer, e do futuro incerto para eles.
— Estou aqui... Tudo ficara bem! — Shura sussurrou no ouvido do loiro. Usava toda sua força para manter Saga em seus braços, o impedindo que saísse dali. Quando um humano passava pela transformação apenas três destinos esperavam por ele. Primeiro: a dor era tanta que seu corpo não aguentava e morria, Segundo a insanidade tomava conta, e eles saiam sem freio, e se transformavam no demônio que caçava o sangue e levava a morte de quem cruzasse seu caminho, e por último, sofria, mas era forte o suficiente para aguentar, e assim se transformava no mais temido ser da noite. “O vampiro”.
Seria horas de dor, e uma lutar interna... Mas Shura estava ali por Saga, e assim o loiro não estava sozinho.
— Ahhaha... — O grito cortou a noite quando o corpo belo contorceu.
Shura sentiu as lágrimas de sangue descer por sua face, enquanto apertava seu enlaço em Saga. Culpava-se por não vigiar seu amado, por não protegê-lo, mas infelizmente não detinha o dom de sair à luz do dia...
Se Saga não sobrevivesse, pediria ao caçador – irmão desse – para dar fim a sua vida, pois sem seu amado, não ansiava viver. Sem contar, que se ele sobrevivesse, eles teriam ainda que lidar com a decisão do conselho dos vampiros, mas rogava que o rei Kárdia intercedesse por ele. Era um vampiro justo...
Enquanto o detinha em seus braços, contorcendo-se de dor, Shura rezou baixinho pedido para que Saga fosse forte o suficiente. Não teve noção das horas, ou quanto tempo ficou ali.
Os primeiros raios de sol nasciam quando o loiro finalmente se acalmou, e agora dormia tranquilamente.
O moreno se sentia exausto, mas calmo, pois a pior parte havia se passado, mas ele sabia que somente saberia do resultado quando Saga acordasse, e esperava ser forte o suficiente por ambos.
A claridade adentrava no recinto, mas nada que fosse mortal para ambos, afinal a que poderia derruí-los era ficar diretamente exposto aos raios solares, e disso estavam protegidos.
-oo0oo-
Algo estava estranho, diferente de tudo antes... Seu corpo parecia mais leve, mas não no sentido de peso, mas como se os problemas do mundo tivessem deixando suas costas.
O cheiro, o som tudo parecia mil vezes mais perceptivo... E tinha um perfume que o seduzia... Era como um orvalho da manhã misturado com calda de chocolate, seus preferidos.
Remexeu sentindo um corpo masculino junto ao seu. Sua face embrenhou na curva de um pescoço. E uma eletricidade percorreu seu corpo quando sentiu o aroma mais forte, e junto com ele uma sede incontrolável.
Suas gengivas doeram, e ao deslizar sua língua sentiu caninos... Mas não teve medo, não... A sedução que sentia por aquele ser tão perto de si, o desejo incontrolável de provar cada pedaço dele superou o desconhecido.
— Saga...
Ouviu seu nome ser clamado, mas o som daquela voz apenas serviu para despertar todos seus impulsos primitivos. Deixou os lábios abrirem, e sem medo, perfurou a pele macia com os caninos...
Quando o sabor divino explodiu em sua boca uma excitação descomunal apossou-se de seu corpo. Suas mãos moveram, tocando em cada pedaço daquele corpo diante de si, enquanto deixava seus dentes afiados perfurarem mais ainda a carne, e maravilha-se diante daquele líquido carmesim.
— Saga... Pare... Devagar... — A voz soara como um gemido. Mãos tentavam impedi-lo, mas a força que possuía era gutural.
— Meu... — Disse entre uma sucção e outra.
— Pare! Vai matá-lo. — Uma terceira voz foi ouvida, e o dono dessa puxou o recém transformado de sua presa, o segurando impedindo de chegar no moreno.
-oo0oo-
Shura respirava ruidosamente. Seus olhos dotados de surpresa, enquanto encarava seu amado.
Não negava, os olhos outrora azuis de Saga que jaziam vermelhos. Os caninos e a forma que ele lambia a boca com o resíduo de seu próprio sangue eram sedutores... Mas Saga não podia controlar seus instintos, e dessa forma, em sua sede por sangue poderia ter matado Shura, se não fosse a intervenção de Matteo.
— Estou bem... Só.. Uau... — Resmungou quando sentou na cama. Sentia-se tonto, mas igualmente excitado.
— Está louco Shura, ele poderia tê-lo matado. Quando viu que ele se acalmou da transformação, devia ter saído do quarto, ou amarrado ele. — Seu líder o repreendeu tendo certa dificuldade de deter Saga, que contorcia ansiando por liberdade para chegar diante de sua presa favorita.
— Eu... Só queria ficar perto dele... — Disse entrecortado. — Estou bem.
— Vou levá-lo para o calabouço, ate que apreende a controlar a besta dentro dele, terá que ficar lá.
— Não! Eu cuidarei dele. — Disse Shura. Não queria seu amado tratado como um criminoso.
Saga conseguiu libertar das amarras de Matteo, e correu para Shura. Dessa vez não o atacou em busca de sangue, apenas se aninhou em seus braços, como um cãozinho.
— Você que sabe. Mandei trazerem sangue para ele e você. — Disse Matteo ao que virou sobre os pés, saindo do quarto, e deixando os outros dois sozinhos.
— Comporte-se! — Shura entendia as reações de Saga, logo quando passara pela transformação a mente não assimilava tudo corretamente, e os instintos mais primitivos se sobressaiam. Depois que todos eles fossem atendidos, o loiro voltaria à sanidade. Shura esperava que ele aceitasse sua nova posição. Um vampiro.
-oo0oo-
O dia transpirava ansiedade. Havia amanhecido frio, apesar do sol se mostrar, a luta do astro rei com as nuvens carregadas de chuva que se aproximavam era bem firme, por vezes algumas gotas caiam, outras o sol as secavam.
Milo dormiu na casa da mãe, e fora bom estar nos braços dela.
Na noite anterior Kamus teve de ir para casa, e ao chegar pediu a Aldebaran que no dia seguinte levasse e pegasse Milo na escola. Tinha entrado em contato com os anciões e a reunião seria exatamente à hora de Milo estaria largando da escola.
O loirinho acordou tranquilo, mas quando sua mente o lembrou de que não dormira com o marido e que este não o procurou, fizera seu coração doer, contudo em seguida lembrou-se de seu professor e da maldade de Radamanthys. Sentiu ódio dele, queria ter forças para matá-lo.
Quando levantou da cama passava das nove da manhã. Mesmo sem muita fome, foi comer algo, ao chegar à cozinha viu Mu ali. Lembrou-se das palavras do caçador. “A alguns dias salvei a vida de um Assamita... “
Era Mu. Só podia ser! Aproximou-se dele.
— Oi Mu, bom dia! — O rapaz o olhou calmo.
— Bom dia preguiçoso, fiz waffles com calda de chocolate para você! Ah, dormiu bem? Como está sendo a vida de casado? — O vampiro era sempre gentil e a imagem da paciência e da calma.
Milo enrubesceu um pouco, mas respondeu:
— Dormi bem sim, e a vida de casado está melhorando, foi difícil no início, porém agora esta melhor... — Depois de falar fez um bico enorme lembrando-se que ele ainda nem ligara para ele, devia era estar aproveitando à cama sozinho! — Ah ele nem me ligou!
Mu sorriu e afagou os fios loiros, dada a proximidade deles.
— Não seja bobo, um vampiro com a posição do seu marido, às vezes não consegue dar atenção suficiente a família, há dias Milo que ele não poderá estar com você, nem de dia, nem de noite! Não se lembra de seu avô? Quantas vezes você e sua mãe ficaram sozinhos? É assim que acontece... E quando ele voltar estará exausto, e preocupado por tê-lo deixado. Precisava aprender a compreender, para que ele sempre encontre alento, descanso e amor em seus braços.
O menino assentiu.
Aquele jeito de Mu era bom, conseguia ouvi-lo e compreender sem parecer que estavam impondo.
— Ah Mu, noite passada, Radamanthys atacou meu professor Saga, ele quase o matou, mas o Shura conseguiu mordê-lo. Parece que com isso pode morrer, eu não entendo. Se ele salvou-o, e se foi por amor, por que tem que morrer? O irmão dele, Kanon é caçador... Será que ele vai matar o próprio irmão?
O vampiro sentiu o chão fugir de debaixo de seus pés. Kanon? Irmão? Vampiro? O vampiro sentiu uma necessidade de procurá-lo, de conversar com ele. Olhou pra Milo e pareceu preocupado.
— Ele está bem? O caçador? Como sabe disso? — Perguntou perturbado.
Milo estranhou aquelas perguntas, mas explicou tudo.
O vampiro sentiu uma vertigem e sentou-se em uma cadeira próximo a Milo.
Então Kanon tinha uma dor dupla, primeiro perderia o irmão pra sempre, depois o teve transformado justamente na criatura que mais odiava, mas ainda assim corria o risco de perdê-lo.
O loirinho apenas olhava para ele. Mas nada ditou a respeito, terminou de tomar seu café da manhã e foi estudar, no entanto não conseguia se concentrar pensava em Kamus, em Shura e Saga. Decidiu falar com o rei dos vampiros e ligou para ele. Quem atendeu foi Albáfica.
— Mansão do senhor Bartinik! — O homem sempre polido falou.
—Ah, oi... É o Milo, gostaria de falar com o Rei Kárdia, por favor! — O homem sorriu de canto e então respondeu.
— Ele está em reunião Milo, mas assim que sair peço que retorne sua ligação! Ele tem seu número? — Gostava do menino, ele trazia vida a se rei e isso o fazia bem!
— Ah estou na casa do meu avô, pode ligar para cá! — Ele disse apreensivo. Não sabia se era a reunião que decidiria a vida do seu professor, mas agora estava nervoso, queria muito pedir a ele que perdoasse o moreno e o ajudasse, intercedesse por ele! — Obrigado! — Desligou o telefone e passou a andar de um lado para outro, estava realmente perturbado.
Meia hora depois o celular de Milo tocou. Correu para atender. Achava que era Kamus, mas era Aioria.
— Oi Mi! Olha só, eu soube que está ai na sua mãe, to indo para ir. Vou com você para escola! — Desligou e seguiu para a casa do amigo, aquele dia Shun estava um pouco indisposto e Asmitha não o mandaria para escola.
Milo suspirou.
Não que não quisesse ver o amigo, mas esperava que o marido o procurasse, e não teve como não pensar que ele poderia estar com alguém, que qualquer um era menos importante que ele. Mas quando estava perdido em seus pensamentos, o telefone da casa tocou e logo o chamaram e ele atendeu, era Kárdia.
— Oi Milo! Que bom que ligou! Como está? — O senhor dos vampiros falou gentil, entretanto o garoto pode perceber a dor em sua voz. — Olhe o seu marido teve que viajar de última hora, todavia estará de volta em logo após o entardecer. Mas por que ligou!?
— Ah ele viajou? E nem me disse nada? — Falou com a voz um tanto embargada. — Eu liguei... – Agora estava inseguro. — Eu queria lhe pedir um favor, não machuque o Shura! Pense que podia ser eu e o Kamus ter que fazer isso... Ou não! — Sua voz era tristonha. — Por favor, Kárdia! O professor Saga não merecia isso! Radamanthys está criando uma guerra, logo os caçadores se reunirão para tirar a limpo essa história, pense bem, se ele sobreviver, talvez mais um inimigo seja vencido... Por favor! — O loirinho estremeceu ao pensar que o marido poderia morrer nas mãos de um caçador.
O senhor dos vampiros se surpreendeu com as palavras do menino. Ele tinha toda razão, e talvez essa verdade fosse à salvação dos dois.
— Meu querido! Farei o que for possível e levarei em consideração tudo que acabou de me dizer! Se acalme, prometo interceder por eles! Agora se aclame e eu não permiti que o ruivo lhe dissesse nada. Se Radamanthys está aprontando, acho que se ele soubesse que Kamus não estava aqui, isso seria propício para te atacar, e não queremos isso! Então foi tudo em segredo. Fique bem Milo, preciso ir agora! — O mais velho desligou e voltou a sua reunião, que havia parado apenas para ligar pra ele.
-oo0oo-
Aioria seguiu para casa de Milo, mas quando estava no caminho, um carro desgovernado foi na direção dele. O rapaz conseguiu escapar, graças a mãos fortes que o puxaram dali, não soube exatamente o que houve, e virou-se para agradecer e seus olhos encontraram os de Aldebaran.
— Vou deixá-lo na casa de Asmitha, não saia de lá! — O lobisomem levou o rapaz que estava um pouco machucado e pediu que o florista cuidasse dele.
Saiu dali. Seguiu para a mansão Assamitha. Quando estava a duas quadras de lá quando sentiu-se ser seguido e devagar procurava descobrir quem era. Quando estava a certa distância, parou o carro e seguiu a pé. Não levaria o perigo até Milo. Era dia, e não entendia como poderia estar sendo seguido por um ser da noite, só sendo isso possível a poucos.
Os passos se tornavam audíveis e o cheiro, conhecia aquela criatura e não podia acreditar naquilo. Voltou-se para trás e seus olhos depararam-se com um par de olhos felinos.
— Você?! Por que? — Porém sua pergunta ficou no ar, foi atacado cruelmente e para seu desespero balas de prata foram disparadas, covardemente. E o grandão caiu desacordado ali.
-oo0oo-
— Uhh... Está demorando. — Milo disse cansado. Era para Aldebaran está ali há meia hora para levá-lo a escola, assim como Aioria, porém nenhum deles tinha chegado. Isso era estranho. Ligou para o telefone dos dois, mas nenhum deles atendia. — Ahhah... Vou sozinho.
— Lorde Milo! — Uma voz feminina ditou.
O loirinho virou para encarar a dona, e não poder evitar a careta. Não sabia explicar, mas de alguma forma aquela vampira não inspirava confiança.
— Oi! Sabe de Deba? Ele está atrasado.
— Ele me ligou. Parece que pegou trânsito, mas encontrou com seu amigo. Ele vai levá-lo direto para a escola, porém me pediu para acompanhá-lo. — Saori disse, tentando ser polida.
— Ah... Estranho! Mas você não poder fica a luz do sol. — Ele disse lembrando-se desse detalhe.
— Ah! O motorista de Kamus vai levá-lo.
— Ok! Só vou pegar minha mochila. — Assim o loiro pegou sua bolsa e seguiu para o carro que o esperava.
O menor entrou no carro, ignorando a mulher, e por isso não viu o sorriso dela. O jovem ainda tentou contato com Aldebaran e Aioria, mas não conseguiu. Não demoro a chegar à escola.
Aquele dia para si estava sendo mais que chato. Primeiro sua preocupação estava voltado para o destino que aguardava Shura e Saga, depois tinha o fato de não ter visto Kamus, e por fim sem Aioria ou Shun na escola, estava caindo para o tédio.
Quando finalmente o sinal da saída bateu, um suspiro de alivio saiu de seus pulmões. Pretendia ir visitar seu professor e o vampiro moreno, e depois ia ver Shun... Só desejava que quando chegasse a casa Kamus já tivesse voltado. Mesmo que não admitisse, sentia falta dele.
Perdido em sua mente não viu que já encontrava fora da escola, apenas deu-se conta ao ouvir novamente aquela voz.
— Vamos?!
— Saori? O Deba não voltou?
— Desse jeito vou achar que não gosta da minha pessoa, my lord. — A vampira disse.
Seu jeito estava irritando o loirinho. Sabia que de alguma forma ela não o suportava, e sua pose de boa moça, o deixava enjoado.
— Nada contra! Quero ir à residência de Afrodite. — Disse entrando no carro, ignorando a mulher.
Essa tomou lugar ao seu lado, dando ordens para que o motorista seguisse. Quando achava na metade do caminho parou em um sinal, Milo estava entretido em seu celular, mandando uma mensagem para o marido.
Quando o mesmo ficou verde, o carro fez movimento para sair, mas no mesmo instante o motorista freou bruscamente.
Milo foi com tudo para frente, assustado, olhou ao redor.
— O quê? — Viu que três carros os cercavam, e que Saori abria a porta. — Não! — A segurou pelo braço. — Temos que sair daqui, podem ser homens de Radamanthys. — Disse com horror, só o nome desse vampiro o enojava.
— Quieto! — Ela disse retirando as mãos dele de si bruscamente. Com graça saiu do carro, e a mesma tirou uma pistola da bolsa, atirando no motorista, um mero servo. — Demoraram! Esse garoto me irrita. Ele é todo de vocês. — Ela completou olhando com escárnio para Milo ao que entrou em outro carro esporte, saindo dali.
— Mas... Droga! — Milo viu o cheiro da traição, e moveu-se para sair pela outra porta do carro, na buscar de fugir, porém contra sete vampiros não teria muita chance, mas não entregaria as coisas sem lutar.
Ao sair pela porta dois vampiros vieram em sua direção. Moveu rápido dando rasteira nele, os derrubando no chão, e passou a correr rapidamente.
Corria na buscar de uma brecha, e quando ia ser pego dava socos ou pontapés. Pediu ajuda aos pedestres, mas esses estavam com mais medo do que ele.
— Já chega! — Alguém disse, e com ela uma coronhada atrás da cabeça de Milo. Ele sentiu a dor, e seguida dela tudo em sua volta ficou escuro. — Mestre Radamantyhs ficará feliz em vê-lo novamente.
O corpo do menino pendeu para o chão, porém foi segurado por braços femininos. Sem muito esforço Pandora pegou Milo nos braços.
— Andem! Não temos a noite toda. — Ordenou para que os vampiros lacaios se movessem. Sabia o quanto seu mestre ficaria feliz com a missão bem sucedida. Finalmente, o grande dia estava se aproximando.
-oo0oo-
— Algum problema Senescal? — Um dos anciões indagou ao ver o ruivo tão agitado no celular. Kamus era sempre tão frio e imparcial, o ver demonstrar qualquer fio de emoção era algo anormal.
— Não! — Disse dispensando o intruso, porém a verdade era que por dentro estava à beira de um colapso. Tinha recebido um recado atrás do bando de Aldebaran que este foi achado ferido em um beco, e por pouco não morrera. Agora tentava falar com Milo, no entanto seu esposo não atendia.
Tinha falando com Saori, e esta garantiu que tinha indo buscar o menino na escola, e o deixado na Floricultura, pois ele queria ver um dos amigos, contudo Asmitha tinha acabado de confirma que Milo nunca esteve lá.
Sem dizer uma palavra saiu da sala de reunião, deixando os anciões abismados. Precisava encontrar Milo, e sabia quem procurar para isso.
Quando encontrasse o loiro, ia rema em sua bunda por o deixar preocupado dessa forma. Ah se ia!
Continua...
Fale com o autor